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sexta-feira, abril 24, 2026

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Prêmio Engenho de Comunicação define finalistas

O Prêmio Engenho de Comunicação – O Dia em que o jornalista vira notícia divulgou a relação de finalistas de sua 11a edição. A premiação – que reconhece os profissionais que mais se destacaram no jornalismo de Brasília – será no dia 19/11, na Embaixada de Portugal. O prêmio tem patrocínio do Banco de Brasília (BRB), da Embraer, da confeitaria Sweet Cake, da Via Empreendimentos e da Petrobras.

Além disso, a premiação tem apoio institucional da Associação Comercial do Distrito Federal (ACDF), do Sistema Fecomércio-DF, do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), da Embaixada de Portugal e do Conselho Federal de Corretores de Imóveis (COFECI-CRECI). O Prêmio recebe apoio ainda das empresas Vintage Vinhos, Hplus, Digitrack, CasaPark, Ipiranga e do Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP).

A comissão julgadora neste ano foi formada por Marco Aurélio Mello (ministro do STF e presidente do júri), José Múcio (ministro do TCU), Alexandre Camanho (presidente da Associação Nacional dos Procuradores da República);, Adelmir Santana (presidente da Fecomércio-DF) e Alexandre Kieling (diretor da Universidade Católica de Brasília e representante da iniciativa acadêmica).

Para o prêmio não há inscrições. É a própria comissão que faz as indicações, escolhe três finalistas em cada categoria e, desse grupo, define o vencedor. São dez categorias, além de uma Homenagem especial, este ano dedicada a Heraldo Pereira, da TV Globo.

Conheça os finalistas:   Melhor apresentador(a) / Âncora Luiz Carlos Braga – DF Record (TV Record) Viviane Costa – Globo Esporte (TV Globo) Antonio de Castro – DF TV – 2ª Edição (TV Globo)   Melhor programa de rádio Gente Brasilia (Bandnews) CBN Brasília (CBN) Revista Brasil (Rádio Nacional)   Melhor coluna Denise Rothemburg (Correio Braziliense) Luiz Carlos Azedo (Correio Braziliense) Cláudio Humberto (Diário do Poder)   Blog de Política Josias de Sousa (UOL) Congresso em Foco Drive Político, de Fernando Rodrigues   Melhor Programa de TV Bom Dia DF DF TV – 2ª Edição DF Record   Inovação Jornalística Programa Participação Popular (TV Câmara) Programa Transitando (Rádio Transamérica) Jota (site noticias sobre o Judiciário)     Veículo Impresso Correio Braziliense Revista Encontro Revista Vip Comunidade   Iniciativa Acadêmica UnB Uniceub Unip   Cobertura de Brasília Revista Veja Brasília TV Globo TV Bandeirantes   Melhor site G1-DF GPS R7.

Radioagência Nacional comemora dez anos online 

Completou dez anos no último sábado (11/10) a Radioagência Nacional, veículo que oferece para download gratuito matérias, programetes, entrevistas, spots e radionovelas produzidos pelo Radiojornalismo da EBC, pelas rádios EBC e pela Agência Brasil.

Ela soma atualmente 1.918 mil de usuários cadastrados, entre emissoras públicas, comunitárias, educativas, livres, online e até mesmo comerciais. No total, o público conta com uma produção que varia entre 60 e 80 conteúdos diários.

Segundo Juliana Cézar Nunes, coordenadora da Radioagência, a perspectiva é ampliar o serviço de forma a atender melhor ao público, bem como aumentar o intercâmbio de conteúdos: “Buscamos estimular que as emissoras também contribuam com produção própria”.

Para esse fim, o site abre espaço para conteúdos produzidos por outras emissoras públicas, identificados com a tag Antena Pública.

Conheça os vencedores do Prêmio ABP de Jornalismo

A Associação Brasileira de Psiquiatria realiza nesta 4ª feira (15/10) cerimônia para entrega do 1º Prêmio ABP de Jornalismo. Será durante o 32º Congresso Brasileiro de Psiquiatria, às 20h, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães (SDC – Eixo Monumental, Lote 5), em Brasília. O prêmio se destina a valorizar o trabalho jornalístico para informar a população de maneira correta sobre as doenças mentais, a dependência química e a psiquiatria, trabalhando tanto contra o preconceito quanto aos doentes mentais. Houve 157 inscrições – sobre um tema muito presente mas pouco abordado. Os vencedores foram: na categoria Impresso, Vinicius Sassine, de O Globo, com Retratos da vida insana no cárcere; na Online, Robson Fernandes e Ricardo Brandt, do Estadão.com.br, por Crack – A invasão da droga nos rincões do sossego; em Rádio, Liriane Rodrigues, chefe de Reportagem da CBN Rio, com Transtornos mentais e tratamento dos pacientes no Brasil, sobre o atendimento na rede pública de saúde; em TV, William Miranda, do programa Bem estar da TV Globo, por Esquizofrênicos sofrem alucinações e não conseguem distinguir a realidade.

Vaivém das Redações!

Veja o resumo das mudanças que movimentaram nos últimos dias as redações de Distrito Federal, Minas Gerais e Ceará: Distrito Federal Marina Mota deixou a equipe do Sindifisco mas segue trabalhando na CNT, onde acumulava o cargo. No lugar dela entrou o repórter Ricardo Moreira. Minas Gerais Denise Mota, ex-jornal Tudo, já está de trabalho novo. Passou a cobrir eleições em O Tempo. Ceará As repórteres Clarissa Capistrano e Joanna Cruz estão agora na NordesTV (SBT no Ceará).

Ex-Bloch recebem parte dos direitos trabalhistas

A Justiça liberou mais uma parcela da correção monetária a que têm direito os ex-empregados da Editora Bloch, habilitados como principais credores da massa falida. A determinação partiu da juíza titular da 5ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro, Maria da Penha Nobre Mauro. “Contamos muito com a eficiência e dedicação da juíza e do Ministério Público”, diz José Carlos Jesus, representante da Comissão dos Ex-empregados da Bloch Editores (Ceebe). E prossegue: “Essa é uma conquista, pois temos no Brasil vários indicativos de que a coisa não anda, veja o Jornal do Brasil, a Última Hora. Muitos ficaram pelo meio do caminho; nós, não”. Trata-se do terceiro rateio realizado, e será feito, como das vezes anteriores, por ordem alfabética até o mês de novembro. Neste primeiro momento, serão atendidos aqueles cujos nomes começam com as letras de A a D. A Ceebe emitiu um comunicado, na última 6ª feira (10/10), convocando os credores e orientando o recebimento: – Comparecer de imediato a uma agência do Banco do Brasil, munidos de CPF e carteira de identidade. – Ali, informar claramente que foram para “receber um mandado de pagamento da Massa Falida de Bloch Editores”. – Se houver alguma dificuldade, ir ao 4º andar do Fórum, na av . Erasmo Braga, 115, no Centro do Rio, e dirigir-se à agência local do Banco do Brasil, que faz a coordenação geral da operação. O grupo marcou uma assembleia para o próximo dia 31 de outubro. “Ainda temos muito o que correr atrás, coisas que dependem da Justiça, de modo geral. Não da Justiça do Trabalho, porque ali praticamente tudo foi resolvido. Restam, no máximo, uns dez processos, entre quase 2.500. Mas há outras questões”, informa José Carlos. A empresa faliu em agosto do ano 2000. A Massa Falida aguarda atualmente, em Brasília, o julgamento de um recurso contra a decisão da Justiça sobre as obras de arte que deveriam ir a leilão. E é preciso acelerar esse processo. As obras estão armazenadas em um local a que ninguém pode ter acesso sem autorização judicial e, até hoje, a Massa Falida já teve uma despesa de R$ 2 milhões com a guarda, conservação e seguro, apenas para manter o valor de mercado de um material como esse. Outra pendência é o prédio onde funcionavam os escritórios da Bloch Editores e os estúdios da TV Manchete em São Paulo, no bairro do Limão, na Casa Verde, e que ainda não foi leiloado. Atenção, interessados, para a convocação do dia 31 de outubro.

Crise na fronteira da Síria com a Turquia é tema de especial no SBT

O Jornal da Semana, apresentado por Joyce Ribeiro, exibirá neste domingo (12/10), às 5h45, uma grande reportagem especial.

O repórter Sergio Utsch passou uma semana na fronteira da Síria com a Turquia apurando detalhes sobre a grave crise humanitária que assola a região. Yula Rocha também participa da reportagem mostrando os esforços das Nações Unidas para conter essa guerra.

O especial, que vai ao ar no Dia das Crianças, mostra o lado cruel da vida dos pequeninos da região. Ao todo, mais de 11 mil crianças foram mortas e cerca de um milhão vivem refugiadas.

IstoÉ premia empresas que adotam capitalismo consciente

A Editora Três, por meio da IstoÉ, reconhecerá e homenageará corporações que impulsionam o novo modelo de desenvolvimento, baseado no capitalismo consciente A entrega do prêmio IstoÉ As empresas + conscientes será no próximo dia 23/10, no Espaço Rosa Rosarum, em São Paulo (SP). Dezenove companhias de pequeno, médio e grande portes serão reconhecidas pela sua forma de fazer negócios no Brasil. A premiação abrange melhor pontuação geral;  melhor pontuação nas categorias Pequena (receita bruta de até R$ 16 milhões), Média (até R$ 300 milhões) e Grande (acima de R$ 300 milhões); e melhores empresas nas três categorias, em cada uma das cinco dimensões de avaliação (Governança, Modelo de negócios de impacto, Recursos Humanos, Relacionamento com a comunidade e Meio ambiente). “A IstoÉ é uma revista que se envolve com o País. Informa, investiga e estimula a reflexão das pessoas para a construção de um Brasil e mundo melhores”, disse em nota Carlos José Marques, diretor Editorial da Editora Três. As concorrentes começaram a ser avaliadas em junho, por meio da metodologia do B Lab, organização norte-americana criada para certificar corporações alinhadas ao lema “não ser apenas as melhores do mundo, mas as melhores para o mundo”. Os questionários abordaram as cinco dimensões e as respostas geraram pontuação que deu origem ao ranking. A pontuação obtida foi analisada pelo Conselho Consultivo do Prêmio, composto por especialistas com experiência nos temas e nesse tipo de avaliação, levando em conta a média histórica global das mais de mil empresas que já responderam ao questionário. Uma reportagem especial detalhando o estudo será apresentada no evento e chegará às bancas juntamente com a IstoÉ em 25 de outubro. Profissionais interessados em cobrir o evento devem enviar as solicitações pelo http://goo.gl/forms/mmIRQnDsxC.

Jornalismo de dados: Alexander Howard virá ao Brasil para série de eventos

A Abraji, em parceria com o Consulado Geral dos Estados Unidos em São Paulo, traz ao Brasil neste mês de outubro o repórter e editor norte-americano especializado em jornalismo de dados Alexander Howard. Ele participará de uma série de cursos e palestras nas cidades de Recife, onde encerrará em 18/10 o 4º Seminário Regional de Jornalismo Investigativo; Florianópolis, para participar no dia 20 da palestra A arte e a ciência do jornalismo guiado por dados; e São Paulo, onde no dia 21 será um dos palestrantes da segunda edição do evento Quem mexeu no meu Jornalismo de dados, na Cásper Líbero. Neste último, participará com Howard o capixaba Fabio Malini. O objetivo do encontro é expor em formato de bate-papo os avanços recentes na área, bem como as implicações da prevalência do jornalismo de dados tanto para o profissional jornalista quanto para o conteúdo publicado e o público leitor. Gratuito, será das 9h às 12h, no Teatro Cásper Líbero (av. Paulista, 900). Inscrições pelo site da instituição. 

Câmara analisa projeto sobre retratação nos meios de comunicação

A Câmara dos Deputados analisa o projeto 7175/14, que determina a retratação por calúnia e difamação nos mesmos meios de comunicação nos quais a ofensa foi praticada. Para o autor da proposta, deputado Beto Albuquerque (PSB-RS), “desconstruir as repercussões negativas divulgadas é uma tarefa árdua àquele que sofreu o dano”. Na opinião do parlamentar, é necessário um tratamento diferenciado para assegurar à vítima da ofensa a efetiva reparação do dano causado. Atualmente, o Código Penal define que o acusado ficará livre de pena se houver retratação da calúnia ou da difamação antes da sentença, mas não estabelece nenhuma exigência ou mecanismo para isso. O PL, que tramita em regime de prioridade, será analisado pelas comissões de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Depois segue para o Plenário.

Mais depoimentos de admirados e votantes

Mais depoimentos de homenageados e votantes Seguimos com a repercussão do resultado da pesquisa inédita, pareceria de Jornalistas&Cia e Maxpress, feita com executivos de Comunicação Corporativa de todo o Brasil, que apontou, entre os mais de 55 mil profissionais em atividade, Os cem mais admirados jornalistas brasileiros. Reproduzimos a seguir novas declarações de homenageados e votantes:   Admirados 56º) Bárbara Gancia – “Devo ter recebido um ou dois prêmios na vida, máximo. Um deles, de que me lembro, foi um Prêmio Abril na categoria Beleza, por ter colaborado com a equipe da Lenita Assef (na revista Elle) em uma edição especial sobre maquiagem – óbvio que fui obrigada a integrar a equipe por não ter mais ninguém na Redação para fazer o trabalho. Um típico caso de ‘Entrei de gaiata no navio’. Nunca me inscrevi, não acredito em premiações que funcionam partindo dessa premissa e tampouco das que são votadas pela internet, do tipo que o concorrente está livre para pedir votos ao seu público. No ano passado, fui bastante pressionada por leitores, internautas, ouvintes e assinantes da Globosat que queriam a todo custo que eu convidasse o pessoal a votar em meu nome pelo twitter e facebook na premiação da revista da NET, Monet, que estava elegendo a ‘melhor apresentadora de TV’ e havia colocado o meu nome para concorrer contra a Palmirinha.  Não me prestaria a um papel cabotino desses nem que todas as vacas da Holanda tossissem na minha fuça. Que mérito poderia ter uma conquista dessas? Isso não quer dizer que eu não tenha vaidade. Como todo bom jornalista, possuo o ego de pavão argentino, vai daqui até as Malvinas. Mas mesmo se assim não fosse, este presente que vocês me dão agora é uma realização pessoal inenarrável, como diria minha colega de Alta Frequência, na Bandnews FM, Neli Pereira. Saber que esse aval pelo meu trabalho, que muitos nem ‘trabalho’ consideram, foi determinado por uma pesquisa conduzida por profissionais da melhor reputação e teve a participação de mais dois mil executivos, foi refeita em outra instância utilizando os métodos mais precisos disponíveis, e que depois disso tudo, eles concluíram que estou entre os cem jornalistas mais admirados do País (mas longe de ser um das 100 mais bem pagas, que fique claro), que tenho o respeito do público exatamente pelos motivos que eu me bato e me esfolo e tomo cada sopapo que só Deus sabe a cada dia, bem, esse é o melhor prêmio que um jornalista poderia receber. Muito obrigada aos envolvidos, pela seriedade e pela idoneidade.” 73º) Geneton Moraes Neto –  “Vou ser cem por cento sincero: minha relação com o Jornalismo é acidentada. Sempre foi. E digo: ainda bem. Faz poucos dias, fui chamado para um encontro com estudantes de Jornalismo. Uma alma ingênua achou que eu poderia dizer algo de útil aos recrutas. Dei um conselho a eles: em nome de Nossa Senhora do Perpétuo Espanto, nossa Padroeira, façam um favor: vivam em crise permanente! Jamais se deem por satisfeitos – nem com vocês mesmos nem com o Jornalismo. ‘Brinquei’: disse a eles que iria fazer, ali, uma ‘confissão’ pessoal que poderia, até, soar ridícula, eu sei, mas, como se dizia antigamente, era ‘rigorosamente verdadeira’. Aos cinquenta e oito anos de idade e, portanto, já um quase-dinossauro, eu estava em crise e em dúvida sobre a escolha profissional! São dúvidas esperáveis e compreensíveis num adolescente recém-admitido na universidade, mas… num pré-dinossauro que caminha com sapatos já gastos e empoeirados? ‘Sim! Por que não?’, responde e pergunta, em voz baixa, meu combalido demônio-da-guarda. Tentei, então, dizer a eles: vivam em crise, cultivem dúvidas devastadoras, declarem-se em estado de prontidão permanente, rebelem-se, rebelem-se, rebelem-se, nem que seja intimamente, contra a mesmice, contra os burocratas da profissão, contra os derrubadores seriais de matérias, contra os que fazem jornalismo para jornalistas – e não para o público –, contra as entrevistas congratulatórias, contra a vaidade tola, contra o tédio profissional, contra a patrulhagem ideológica, contra a empáfia risível, contra o carreirismo, contra a acomodação. Tentem acreditar que o jornalismo pode ser, sim, vívido, interessante, revelador – não o monstro chato e cinzento que exibe suas garras com tanta frequência. Se tenho tantas e tantas e tantas dúvidas, fiquei total, completa e sinceramente surpreendido ao ver meu nome lembrado na lista dos ‘cem jornalistas mais admirados’. Não é falsa modéstia (um praga, aliás): é surpresa – de verdade. O que é que o quase-dinossauro pode dizer, então, além de um sincero obrigado?”80º) Patrícia Poeta – “Fiquei feliz de ver meu nome na lista. Principalmente porque soube que ela foi feita com base em indicações dos profissionais que atuam com comunicação corporativa – os colegas de assessoria de imprensa e departamentos de comunicação. Neste momento da minha carreira, em que decidi enfrentar novos desafios e trilhar novos caminhos, é encorajador ter o reconhecimento de colegas de profissão. Muito obrigada.” 85º) Pedro Bial – “É uma grande honra figurar nesse time. Muito obrigado de coração a todos que reconheceram o trabalho feito com total entrega e dedicação.”   Votantes “Foi surpresa ver que a lista de destaques dos profissionais de comunicação seguiu o que se esperaria de uma lista feita pelo público em geral, coincidindo prestígio com exposição. Nesse aspecto, fizeram falta na lista centenária nomes do jornalismo político e econômico de veículos impressos. Mas houve também a feliz lembrança de ícones que estão fora das principais vitrines da mídia, como José Hamilton Ribeiro e Audálio Dantas. Para as próximas edições, sugiro aumentar a lista de votos de cinco para dez nomes. Aliviaria um pouco a nossa consciência.” – José Ramos “Com tanto descaso com essa profissão, acho a iniciativa louvável!” – Myrian Vallone

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