O Governo do Estado de São Paulo negou reajuste aos jornalistas da Rádio e TV Cultura, que ainda não receberam o valor negociado no Acordo Coletivo de 2014. Em 30/7, o Sindicato dos Jornalistas foi notificado oficialmente de que não haverá reajuste e considerou a “atitude irresponsável com a qual o Estado vem tratando os jornalistas revoltante e inaceitável”. Segundo a entidade, a justificativa da Fundação Padre Anchieta, mantenedora das emissoras, é que o Conselho de Defesa dos Capitais do Estado (Codec), órgão da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo, vetou o reajuste sob a alegação de que o governo estadual está com problemas financeiros. A não aprovação do aumento, conforme despacho do governo do Estado, se deu “tendo em conta as restrições financeiras e orçamentárias apontadas nas manifestações exaradas pelos órgãos competentes das Secretarias da Fazenda, Planejamento e Gestão”. Em assembleia realizada nesta 3a.feira (4/8), em frente a Fundação, os sindicatos dos Jornalistas e dos Radialistas definiram em conjunto com os trabalhadores da emissora formular uma carta para ser entregue na próxima 2a.feira (10/8) na reunião do Conselho Curador da entidade. De acordo como SJSP, a expectativa é que o sindicatos possam participar desse encontro para debater a crise que abate a TV Cultura e comunicar a pauta de reivindicações dos trabalhadores, após a negativa do Governo do Estado de São Paulo de pagar o reajuste negociado no Acordo Coletivo de 2014. Uma nova assembleia foi marcada para 27/8, às 13h30, em frente a emissora, uma dia após a data marcada para reunião entre representantes da Fundação e do Governo do Estado.
O Povo leva categorias texto e foto do Prêmio BNB de Jornalismo
O Prêmio Banco do Nordeste de Jornalismo em Desenvolvimento Regional divulgou os vencedores da edição deste ano e abriu inscrições para 2016, que distribuirá R$ 183 mil aos vencedores e não mais restringirá a categoria Fotografia, aceitando também trabalhos virtuais.
Com a reportagem Sertão a ferro e fogo, marcas de gado e gente, o jornal O Povo ganhou em duas categorias, Mídia Impressa – Texto (de Demitri Túlio, Cláudio Ribeiro, Émerson Maranhão, Ana Mary C. Cavalcante e Fátima Sudário) e Foto (de Iana Soares Castelo Meireles) Os demais vencedores foram: Mídia Eletrônica – Tevê O Ceará pelos cearenses, de José Francisco Julião Junior, Dario Rocha, Anselmo Castro, Diego Lage, Isabela Martin (TV Jangadeiro) Rádio Negócios Criativos, de Wendell Moura da Silva, Eufênia Pereira e Luiz Carlos Pingo (Jovem Pan–PB) Internet Bela, de Inês Calado e Gustavo Belarmino (NE10–PE).
Regional I Mídia Impressa – Texto Descaminhos do Alimento, de Fernando Antônio Furtado Maia (Diário do Nordeste) Foto Herdeiros da violência, de Teresa Maia (Diário de Pernambuco) Mídia Eletrônica – Tevê Sertão de Oportunidades, de Mônica Cristina de Carvalho, Jonnatah Monteiro, Sofia Costa Rego, Vanessa Cortez, Raí Oliveira, Juarez Juara (TV Jornal–PE) Rádio Made in Agreste: o mercado da moda em PE, de Rafael Carneiro, Elton Ponce, Erick França, Karla Oliveira e Tony Vasconcelos (Rádio Jornal–PE) Internet Linhas íntimas, de Felipe Lima de Oliveira, Tiago Rodrigues Leite, Roberta Coelho Tavares e Fernanda Leite Moura (Tribuna do Ceará).
Regional II Mídia Impressa – Texto Consumo, de Renata Rayane Moura da Silva Rodrigues e Cledivânia Pereira Alves (Tribuna do Norte–RN) Foto Frutos do suor, de Ney Douglas Marques e Talisson Moura (Novo Jornal–RN) Mídia Eletrônica – Tevê Valores do Campo, de Wendell Rodrigues, Kátia Dumont, Ana Claudia, Clébio Melo, Eufênia Pereira, Redson Júnior, Marcelo Uchôa, Renato Silva, Asaf Pacheco, Sandoval Marcena e Carla Visani (TV Correio–PB) Rádio A fé que move o turismo, de Tárcio Araújo (95 FM Mossoró–RN) Internet Eólica: nova indústria, novas oportunidades, de Renata Rayane Moura da Silva, Cledivânia Pereira Alves, Bernardo Luiz, Diego Ciríaco, João Victor Wanderley e Camila Cahu (Tribuna do Norte–RN)
Regional III Mídia Impressa – Texto Das ruas para o quarto: sombrinhas quebradas viram colchas de fuxico, de Deraldo Francisco da Silva (O Dia–AL) Mídia Eletrônica – Tevê A cerâmica constrói a tradição e fortalece a economia de Santana de São Francisco, de Carla Sulanne Silva e Lima, Ana Paula Ferreira, Eraldo Cardoso, Zé Mário Braga, Antonio Luciano Santos e Carlos Eduardo dos Santos (TV Sergipe) Rádio A mandioca alagoana, de Carlos Henrique Cavalcanti Madeiro e Giuliano Martins Porto de Souza (Rádio Difusora–AL).
Internet Elas são mais do que donas de casa: são empreendedoras de sucesso, de Ana Paula Omena (Portal Tribuna Hoje – AL) Extrarregional Mídia Impressa – Texto A sede do rio, de Paulo Henrique Lobato (O Estado de Minas) Foto Velho Chico morre de sede e esvazia bolsos, de Gladyston Rodrigues (O Estado de Minas) Universitário Regional I Ceará mais que uma terra para rir, um lugar para sonhar, de Neirislane Silva Lima, Francisca Karine Sousa da Silva e Agatônio Lopes dos Santos Filho (Radio Experimental Centro Universitário Estácio do Ceará) Regional II Fruticultura em Mossoró, de Keydson Renato de Freitas, João Carlos Magagnin e Saulo Raniery do Vale Bezerra (Universitária FM Mossoró–RN) .
Regional III IDHM avança em Sergipe, mas não alcança média nacional, de Elson Santos Mota, Josiane Santos Mendonça, Marielle Chaves Rocha e Rodrigo Alves de Andrade (Contexto UFS / São Cristóvão–SE) Especial Cidades com menos de 100 mil habitantes: Cultura da resistência no baixo São Francisco, de Juliana Correia Almeida (Rádio UFS FM / São Cristóvão–SE)
TV Brasil e Minc lançam Programa CPCL Audiovisual
Objetivo é fomentar a produção de conteúdos audiovisuais em países lusófonos A TV Brasil e a Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura (SAv/MinC) lançam, em parceria com a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), o Programa CPLP Audiovisual. O objetivo é fomentar a produção e a teledifusão de conteúdos audiovisuais entre os países lusófonos. Dois editais serão lançados em 7/8, às 16h, na Casa de Angola, em Salvador (BA). O Programa CPLP Audiovisual promoverá concursos para seleção de projetos de documentários e telefilmes de ficção também em Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste. O programa desenvolve-se em três eixos: DOCTV CPLP II – Fomento à Produção e à Teledifusão; está na sua segunda edição e prioriza sistematizar ações de capacitação, coprodução e teledifusão de documentários a partir de um modelo de operação em rede, por meio do qual, e de forma simultânea, cada país participante coproduza um documentário nacional e as respectivas emissoras de televisão promovam a teledifusão da série de documentários. Esta edição busca selecionar nove projetos inéditos de documentários de 52 minutos, com orçamento de 50 mil euros cada, que ofereçam uma visão contemporânea das realidades sócio-político-culturais dos Estados Membros da Comunidade. FICTV CPLP I – Fomento ao Desenvolvimento, Produção e Teledifusão de Obras de Ficção; em primeira edição com duas linhas de ação: FICTV CPLP I – Produção: realizado por meio de convocatórias nacionais em Angola, Brasil, Moçambique e Portugal, que objetivam selecionar quatro projetos inéditos para a produção de telefilmes de ficção de 52 minutos, com orçamento de 150 mil euros cada, a serem elaborados a partir de adaptação de obra literária nacional. FICTV CPLP I – Desenvolvimento de Projetos: realizado por meio de convocatórias nacionais em Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste, visando selecionar cinco projetos inéditos para Desenvolvimento de Projetos Técnicos de Realização de telefilmes de ficção, de 52 minutos, com orçamento de 40 mil euros, a partir de adaptação de obra literária nacional. NOSSA LÍNGUA I – primeiro Programa de Intercâmbio e Teledifusão de Documentários da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, que fará uma seleção de quatro documentários, não inéditos, em cada um dos países integrantes da Rede CPLP, para montar uma série de 36 obras cuja temática esteja relacionada com uma visão contemporânea das realidades nacionais. A série, com orçamento de 240 mil euros para custear a legendagem e remasterização, será exibida pela tevê pública de cada um dos países integrantes da rede, seguindo um modelo de operação por meio do qual, e de forma simultânea, cada país participante assegure a teledifusão das obras através de emissoras dos respectivos sistemas públicos de radiodifusão. No DOCTV II e no FICTV I (linhas de Desenvolvimento e Produção) serão realizadas Oficinas de Capacitação de Desenho Criativo de Produção e Planejamento, além de acompanhamento mediante plantões online com profissionais de direção e produção executiva para dar suporte ao aprimoramento artístico e de planejamento executivo aos realizadores contemplados nos concursos nacionais de seleção. As inscrições para os concursos nacionais DOCTV II e FICTV I, no Brasil, estarão abertas de 7/8 até 31/10/2015. Regulamento e outras informações em www.cplp.org.
Justiça do Trabalho proíbe Abril de realizar demissões em massa
Os sindicatos dos Jornalistas e dos Administrativos de São Paulo conquistaram uma vitória para os funcionários da Editora Abril: o desembargador Wilson Fernandes, vice-presidente do Tribunal Regional do Trabalho – 2ª Região, incluiu na liminar que concedeu às duas entidades em 29/7 uma cláusula que proíbe demissão em massa na empresa. Fernandes já havia determinado multa de R$ 15 mil por trabalhador demitido. Agora, embora não esteja impedida de demitir, a Abril tem um limite mensal de dispensas. “Ficam alterados os termos da liminar anteriormente concedida para estabelecer que até a próxima audiência as demissões por iniciativa da Empresa fiquem limitadas a 12 jornalistas e 22 funcionários com prazo determinado”, estabelece o novo texto. A decisão, segundo o Sindicato dos Jornalistas, foi tomada em meio a fortes rumores de que a editora preparava uma nova onda de demissões.
Carne, em inglês
* Por Carlos Maglio
Olimpíada de Atlanta, 1996.
Lá fui eu cobrir pelas rádios Globo e CBN a participação brasileira. O meu inglês dava pro gasto e aceitei o desafio porque, afinal, os boletins que eu passaria seriam todos em português para nossos ouvintes no Brasil. Foram 40 dias nas terras do Tio Sam que guardam episódios bem engraçados.
Em um deles estava eu no subsolo do centro de imprensa quando alguns colegas apareceram saboreando belas empanadas de carne. Já estava sem comer a nossa velha e boa carne havia 30 dias e confesso que o cheiro da danada me deixou com água na boca.
Perguntei aos colegas: onde acharam essa delícia??? A resposta veio rápida: “Aqui em cima, logo na entrada do centro de imprensa. Vai lá, Carlão!!!”.
Logo subi a escada rolante e me deparei com uma vitrine com duas moças de uniforme com lacinho no cabelo e várias empanadas colocadas lado a lado. Eram muitas. Logo a atendente utilizou a palavra que mais ouvi por lá, “sorry”, acompanhada de um largo sorriso.
Aí o caldo começou a ficar grosso. Queria pedir a empanada de carne e não me lembrava como se falava carne em inglês. Puxei pela memória e nada!!! Elas então começaram a sugerir os sabores que estavam à disposição. Elencaram várias opções de frutas: orange, lemon, etc. etc. Nada de falarem algo parecido com carne.
Então o jeitinho brasileiro aflorou. Olhei bem nos olhos da bela atendente e bradei: MÚ!! Ela imediatamente respondeu colocando os dois dedos indicadores acima das orelhas, imitando chifres e falou: “MÚ MÚ?? Logo notei que ela havia entendido perfeitamente que eu tentava pedir algo parecido com boi ou vaca!!!! Caímos na risada e ela, muito simpática, além de bela, lançou a mão lá na ponta da vitrine e trouxe aquela suculenta empanada.
Não tive dúvida e mordi a danada. Foi um dos melhores sabores de carne que já provei. Vitória e muitos risos depois disso. Comi uma e levei mais três para comer mais tarde. O mais legal é que toda hora que passava em frente à vitrine as duas meninas logo soltavam MÚ MÚ!! OH, MÚ MÚ!!! e eu respondia na mesma moeda, MÚ MÚ, e completava com um sonoro “Bye, bye, have a nice day!!!!”.
Histórias de uma carreira da qual me orgulho muito. Só pra completar: meu inglês ainda continua o mesmo, na base do velho e bom MÚ MÚ!!!!
* Carlos Maglio é editor-chefe na Rádio Câmara de São Paulo, onde também é âncora e apresentador da Web-Rádio Câmara.
Anita Leocádia lança em outubro biografia do pai, Luiz Carlos Prestes
A editora Boitempo lança em outubro a biografia de Luiz Carlos Prestes, escrita por Anita Leocadia Prestes, filha do líder comunista com Olga Benário, alemã de origem judaica que foi deportada pela ditadura getulista e morreu executada no campo de extermínio de Bernburg, na Alemanha nazista. Anita conta a vida do pai desde a juventude, narrando fatos como sua participação no movimento tenentista, o começo do levante no Rio Grande do Sul, a Marcha da Coluna Prestes, a Campanha Prestes de 1936 e 1945, entre outros detalhes de sua trajetória. No livro estão também algumas das correspondências extensas de Prestes, dirigidas à filha e a outros parentes, nunca antes publicadas. A obra tem edição de texto de Ivan Marsiglia, que deixou em abril o cargo de editor-assistente do caderno Aliás, do Estadão. Ele é autor da coletânea de reportagens A poeira dos outros (Arquipélago Editorial).
Segunda edição do Prêmio Gilberto Velho Mídia e Drogas recebe inscrições
Estão abertas as inscrições para o Prêmio Gilberto Velho Mídia e Drogas 2015, realização do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania (CESeC) da Universidade Candido Mendes que pretende estimular o debate público sobre políticas e legislação relacionadas às drogas. Podem ser inscritas até 16/10 reportagens para mídia impressa ou digital, publicadas entre 24/10/2014 e 16/10/2015. A comissão julgadora elegerá três reportagens, premiando o primeiro colocado com R$ 7 mil, o segundo com R$ 3 mil e o terceiro com menção honrosa. Mais informações em inscriçã[email protected].
Sindicato do DF abre inscrições para curso de Planejamento Estratégico em Comunicação
Estão abertas as inscrições para o curso Planejamento Estratégico em Comunicação, em 29 e 30/8, na sede do Sindicato dos Jornalistas. Com carga horária de 8 horas, será ministrado por Jamila Gontijo, que apresentará os elementos fundamentais no planejamento em comunicação com base em um modelo abrangente e atual, usado internacionalmente e aplicado na implementação de campanhas institucionais. O método foi desenvolvido com base nos padrões adotados pelas universidades britânicas. Com mais de dez anos de atuação na produção de conteúdos e em assessoria de comunicação nas áreas de política, cultura e diplomacia pública, Jamila trabalhou nos ministérios das Comunicações, da Educação e da Cultura. Entre 2012 e 2014 atuou na missão diplomática do governo britânico no Brasil, quando coordenou as campanhas de comunicação e RP nas áreas de Infraestrutura, Energia e Indústrias Criativas. Nesse período, participou do planejamento de visitas oficiais como a do primeiro ministro David Cameron e do príncipe Harry. Em 2010, fez em Londres o curso de TV Presentation na London Academy e dois anos depois o Internacional Communications Course. Atualmente é consultora em produção de conteúdo e planejamento estratégico.
O Globo é o grande campeão do Prêmio CNI de Jornalismo 2015
O Prêmio CNI de Jornalismo 2015 divulgou nesta 5ª.feira (30/1) os 11 trabalhos premiados, que abordaram temas ligados ao setor industrial, incluindo os especiais de Educação e Inovação. O vencedor do Grande Prêmio José Alencar de Jornalismo foi a série de reportagens Quando o mar vira estrada, de Henrique Gomes Batista, de O Globo.
A série mostrou as vantagens e gargalos do transporte de mercadorias pelo mar, e levou o prêmio também na categoria Impresso Jornal. Os demais vencedores foram TV Globo, com a série Start Ups (Especial – Inovação e Televisão); Revista Muito / Jornal A Tarde, com Revolução Silenciosa (Especial – Educação); Revista Exame, com Chefe, sou gay (Impresso Revistas); Folha de S. Paulo Online, com Líquido e Incerto: O futuro dos recursos hídricos no Brasil (Internet); Jovem Pan, com a série Indústria em marcha lenta (Radiojornalismo); Correio Braziliense, com a série Um país sem ressaca (Destaque Regional – Centro-Oeste); TV Cabo Branco, com Os fios que vencem a seca (Destaque Regional – Nordeste); TV Liberal, com Apanhador de Açaí (Destaque Regional – Norte); Folha de S. Paulo, com a série O Brasil que trabalha (Destaque Regional – Sudeste); e Revista Amanhã, com A vida depois da crise (Destaque Regional – Sul).
Os vencedores das categorias Impresso Jornal, Impresso Revista, Telejornalismo , Radiojornalismo e Internet, levaram R$ 25 mil cada. Para os destaques de cada região, o prêmio é de R$ 15 mil para cada. Nas modalidades especiais de Educação e Inovação, o valor foi de R$ 30 mil, e para o Grande Prêmio, R$ 50 mil.
Festival oferece workshops gratuitos sobre produção de conteúdo para crianças
A sétima edição do Festival Comkids Prix Jeunesse Iberoamericano está com inscrições abertas para workshops com especialistas internacionais em produção de conteúdos audiovisuais para crianças. O evento, gratuito, terá tradução simultânea. Os interessados devem inscrever-se no site www.comkids.com.br. Haverá análise para a aprovação da vaga. Marcado para 15 a 23 de agosto na capital paulista, o festival é um evento internacional que debate a produção eletrônica voltada ao público infanto-juvenil. O encontro terá espaço de exibição de conteúdos audiovisuais e interativos produzidos na América Latina e workshops e debates, com entrada franca, mediante inscrição prévia.








