Muita coisa no dia 16: almoço dos ex-Manchete, homenagem a Ramiro Alves e documentário na Pública

A agenda deste sábado (16/6) começa com almoço dos ex-funcionários da extinta TV Manchete, que se encontram para lembrar os antigos tempos da emissora. Fundada em 1983 por Adolpho Bloch, a Manchete completaria 35 anos caso ainda existisse. Muitas pessoas sentem saudades desses tempos. Uma é Luiz Santoro, que foi âncora do Jornal da Manchete e que hoje organiza o evento. Das 12h às 18h, no restaurante Graça da Vila (rua do Catete, 133, ao lado da estação Catete do metrô).

Enquanto isso, no bairro de Ouro Preto, em Olinda, Pernambuco, o terreno onde fica a antiga antena da TV Manchete foi ocupado por dezenas de famílias em busca de moradia, e que começaram a demarcação para a construção de casas. Paralelamente ao movimento de reivindicação, vândalos aproveitaram a ocasião para invadir a estrutura projetada por Niemeyer há cerca de 30 anos, para saquear e depredar a edificação. A torre está em processo de tombamento na Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco desde 2017, a pedido da Associação de Imprensa de Pernambuco.

Na tarde do mesmo sábado, roda de samba do bloco Imprensa que eu gamo em homenagem a Ramiro Alves, diretor do bloco, falecido em maio. Quem comanda a roda é Eduardo Galotti, e estão convidados todos os compositores e amigos do bloco para darem suas canjas. No mesmo dia comemora-se o aniversário de Aziz Filho, grande amigo e sócio de Ramiro na agência Avenida. Às 16h, no Armazém Cardosão (rua Cardoso Júnior, 312).

Também às 16h, lançamento do curta Sob constante ameaça, uma conversa da Pública sobre as mulheres e o direito à cidade. Após a exibição do documentário, haverá uma entrevista ao vivo com a urbanista e arquiteta Tainá de Paula, e Iazana Guizzo, fundadora do escritório coletivo de arquitetura Terceira Margem. O evento será mediado por Andréa Dip, que foi uma das diretoras do filme. Coproduzido pela Agência Pública e pela SPCine, o curta-metragem acompanha a caminhada de mulheres por São Paulo e revela como o medo de assédio e violências de gênero influenciam a forma de ocupar a cidade. Na Casa Pública (rua Dona Mariana, 81), com entrada franca.

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