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sábado, abril 17, 2021

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Prisão de australiana e magnata de mídia na China mostram que país segue como pior carcereiro do mundo para jornalistas

Cheng Lei

A prisão da jornalista australiana Cheng Lei na China, que veio a público nesta segunda-feira (8/2), mostra que o país segue sendo o pior carcereiro do mundo para jornalistas, segundo levantamentos publicados no final do ano passado por Repórteres sem Fronteiras (RSF) e Comitê para Proteção dos Jornalistas (CPJ).

Cheng vinha sendo mantida desde agosto sob “vigilância residencial em local designado”, que poderia durar até seis meses sem acusação formal. Agora, autoridades chinesas declararam que ela é acusada de fornecer ou tentar fornecer ilegalmente segredos do Estado a uma organização ou indivíduo estrangeiro.

O caso mostra que a tensão diplomática entre China e Austrália atinge também o jornalismo. O governo australiano manifestou descontentamento com o ocorrido e preocupação com o bem-estar e condições de detenção de Cheng Lei.

Além disso, em 9/2,  o magnata de mídia Jimmy Lai, de 73 anos, dono de um patrimônio superior a US$ 1 bilhão, teve o pedido de fiança negado por um tribunal de Hong Kong. Crítico feroz do governo chinês, ele foi preso em agosto do ano passado, libertado sobre fiança e preso novamente em dezembro. A decisão é apoiada na nova lei de segurança nacional introduzida pela China em Hong Kong a fim de sufocar os protestos. Outro caso que mostra a repressão a jornalistas no país.

Entenda a história em MediaTalks by J&Cia.

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