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domingo, abril 26, 2026

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Margot Pavan passa a coordenar o Comitê de Estratégias Digitais da ANJ

A convite do diretor executivo Ricardo Pedreira, Margot Pavan passou a coordenar em 7/7 o Comité de Estratégias Digitais da Associação Nacional de Jornais, em substituição a Luiz Dutra, que pediu para sair depois de um ano e meio na função. Desde maio de 2014 responsável por análises de BI (Business Intelligence), levantamento de oportunidades de produtos e projetos digitais, discussão de parcerias e outros no Valor Econômico, Margot foi editora de Estratégias Digitais do Grupo Estado, integrou a equipe que fundou o UOL, tendo permanecido no Grupo Folha por 12 anos, além de ter atuado por três anos como gerente de Estratégia para Mídia Digital da Editora Abril.

Veja começa a integrar redações on e off-line

Carlos Graieb e Vera Magalhães deixam a revista. Maurício Lima chega para comandar a coluna Radar Veja começou a implementar esta semana um processo de integração de suas redações on e off-line, que, segundo o Portal dos Jornalistas apurou, foi longamente discutido e planejado para que em breve elas constituam uma única. Como parte desse processo, o site Veja.com passou nessa terça-feira (12/7) a operar com novo publicador e novo visual. Também em função dele, deixaram a revista Carlos Graieb, o redator-chefe encarregado de Veja.com, e Vera Magalhães, titular da coluna Radar. Para o lugar dela chega como redator-chefe Maurício Lima, que estava na Infoglobo e neste começo vai trabalhar a partir da sucursal do Rio de Janeiro, fazendo a coluna no site, no impresso e na TVeja. Sobre os dois que saem, disse o diretor de Redação André Petry: “Graieb é um dos melhores profissionais com que já trabalhei na minha carreira e espero voltar a trabalhar um dia. E sou muito grato pela contribuição que Vera deu a Veja, onde ela só tem admiradores, entre os quais sou o primeiro da fila”. Aparentemente, além de integrar as redações, André, que assumiu em março, vai aos poucos, e com cuidado, montando a sua própria equipe. Maurício trabalhou com Petry quando este chefiou a sucursal da revista em Brasília. Trajetórias Carlos Graieb chegou à revista em dezembro de 1997 para comandar a criação do site, depois de seis anos como editor de Opinião do Estadão. Desde então foi responsável por toda a sua evolução técnica e no que se refere a desenvolvimento de marca, crescimento de tráfego e projetos especiais, entre eles TVeja, lançada em abril de 2015. Sem abrir mão dessas atividades, em abril passado foi promovido a redator-chefe, numa das primeiras medidas de Petry após assumir a Diretoria de Redação. Vera Magalhães fazia o Radar de Veja, nas versões online e impressa, desde outubro de 2015, quando substituiu Lauro Jardim, que foi para O Globo. Ela vinha de dez anos na Folha de S.Paulo, sendo oito no Painel, primeiro sob a chefia de Renata Lo Prete e depois como titular do espaço. Maurício Lima era há dois anos diretor executivo da Unidade Populares da Infoglobo – os negócios dos jornais Extra e Expresso, nas diversas plataformas –, depois de 17 anos na Editora Abril, onde foi repórter e editor de Veja, editor executivo da Exame e publisher de Veja Rio, Veja Brasília e Veja BH, entre outros.

Mariza Tavares deixa o Sistema Globo de Rádio

Mariza Tavares, diretora executiva de Jornalismo do Sistema Globo de Rádio, deixará a organização no final do mês. Um comunicado interno do diretor-geral Marcelo Soares, na tarde de 11/7, logo circulou entre os profissionais da área e surpreendeu o mercado. Álvaro Oliveira Filho, gerente executivo de Jornalismo, ocupará o cargo até ser definido o novo diretor executivo. Os acionistas procurariam, primeiramente, alguém dentro do grupo, mas parecem estar abertos a considerar profissionais de fora.

Formada pela UFF, Mariza começou na imprensa escrita, de início na Editora Bloch e depois no jornal O Globo. Em 2002, assumiu a direção executiva da CBN. Durante três anos, apresentou o programa Notícia em foco, sobre mídia, e atualmente apresenta, aos sábados, o 50 Mais CBN. É mestre em Comunicação pela UFRJ, tem extensão na Fundação Dom Cabral e MBA em Gestão de Negócios pelo Ibmec.

Conquistou um Prêmio Esso em 1988 e por duas vezes recebeu o Troféu Mulher Imprensa. É coautora dos livros CBN, a rádio que toca notícia, editado para celebrar os 15 anos da emissora, e Manual de Redação CBN, publicado no 20º aniversário. É também autora de dois livros de poemas e três infantis, o último lançado há um mês. Em 2010, representou a CBN na conquista do Prêmio de Veículo do Ano em Sustentabilidade, concedido por Jornalistas&Cia em parceria com o HSBC.

Álvaro é comentarista esportivo da CBN desde 2002. Além da gerência e das transmissões esportivas, vai ao ar duas vezes por dia, de segunda a sexta-feiras, na CBN Rio: às 8h20, no Momento do esporte, e às 11h40, no Toque de letra. É considerado um profissional habilidoso, que conhece bem a CBN.

Mariza, ao que se sabe e que ela própria informou à equipe, já vinha amadurecendo a ideia de deixar a empresa. E se também a empresa tinha esse desejo, o melhor, na opinião de todos, era sair agora em julho, um período mais tranquilo, do que depois, com os três eventos de impacto que deverão sacudir o País: Olimpíadas, impeachment e eleições. Mariza, vale ressaltar, fazia parte do Comitê Editorial, que se reúne semanalmente na TV Globo, com a presença de um dos acionistas da família Marinho. E ali, possivelmente, em uma das reuniões, surgiu um dos atritos que seriam decisivos para esse desfecho, pelo que apurou o Portal dos Jornalistas.

Ela, que era considerada mais poderosa que qualquer diretor-geral, foi questionada pela queda nos índices de audiência, e não gostou. Um salário alto, no antigo padrão do grupo Globo e que não deve permanecer, aliado a um baixo resultado, em termos de audiência, talvez tenham selado sua saída. Mas cortar salários não parece ser a principal questão.

Especialistas entendem que a programação envelheceu – o Jornalismo não dá mais furos – e, para uma rede nacional, precisaria ter um sotaque paulista. Além disso, foi citado que os profissionais do esporte “acham que futebol é o centro do mundo”, e não adequaram a informação esportiva para o transporte, onde o horário nobre dessa mídia – das 6h às 12h – aparece nos rádios do carros ou nos fones de ouvido em ônibus e metrô.

A questão da audiência pesa. O Ibope das FM no Rio, enviado aos assinantes para o último trimestre, mediu mais de 30 mil ouvintes no trânsito para a BandNews FM, com pico de 46 mil ouvintes. Em seguida, vêm a JB FM, com 23 mil; a FM O Dia, com 15,6, e só depois a CBN, com 12 mil ouvintes. A Rádio Globo, com 7 mil, aparece em 9º lugar.

A liderança da BandNews FM é avassaladora; chega, às vezes, a triplicar os índices da CBN. Ao que tudo indica, Ricardo Boechat, com sua pegada aguerrida contra as mazelas da cidade e do País nas manhãs da BandNews, faz uma enorme diferença. O SGR informa, oficialmente, que está definindo uma nova estrutura. Vamos acompanhar.

Ignácio de Loyla Brandão recebe láurea máxima da ABL

Aos 79 anos, Ignácio de Loyola Brandão é o primeiro ganhador do Prêmio Machado de Assis, pelo conjunto da obra. A divulgação foi feita em 7/7, pela Academia Brasileira de Letras. Loyola receberá R$ 300 mil e diploma, que serão entregues em solenidade no Salão Nobre do Petit Trianon, na próxima quarta-feira (20/7), quando a Academia comemora 119 anos de fundação. Na oportunidade, a ABL também fará a entrega das Medalhas João Ribeiro ao educador Carlos Alberto Serpa de Oliveira e ao escritor Maxmiano de Carvalho e Silva. Segundo a entidade, em seu novo formato, o Prêmio Machado de Assis valoriza e reverencia o autor brasileiro, ao consagrar o conjunto de sua obra. Até 2015, a ABL concedia prêmios em diversas áreas (poesia, ficção, ensaio, literatura infanto-juvenil, tradução, cinema e História e Ciências Sociais), mas a partir deste ano apenas o Machado de Assis será o representativo da Academia, intercalando as áreas de Literatura e de Humanas. À Folha de S.Paulo, Loyola afirmou que o reconhecimento destravou o processo de escrever seu próximo romance, Desta terra nada vai sobrar a não ser o vento que sopra sobre ela. Sobre o livro, ele disse ao jornal “que é um pouco como vai ser este País”.

Jogos da Crise, por Ilustranet

Como faz todos os anos, a Ilustranet – estúdio online de ilustração e desenho – publica seu projeto especial, sobre um tema específico. Já estiveram na pauta Copa do Mundo, cinema nacional e clássicos do rock, entre outros. Para 2016, os chargistas do estúdio resolveram misturar o principal evento do ano, as Olimpíadas, com os fatos que fazem o País viver um de seus momentos mais críticos dos últimos tempos. Daí, nasceram modalidades olímpicas como “arremesso de provas” e “canoagem na lama”. Confira!

Sócrates e Casagrande, novamente juntos, em livro

O comentarista Walter Casagrande Júnior e o jornalista esportivo Gilvan Ribeiro assinam Sócrates & Casagrande – Uma história de amor, lançamento da Globo Livros que revela memórias da amizade entre dois dos maiores craques do Corinthians. Segundo a editora, o livro nasceu do desejo de Casagrande de criar um espaço em que pudesse conversar com Sócrates como nos velhos tempos – ocasião em que declararia seu amor e também acertaria contas com o amigo, falecido em 2011. A obra relata o envolvimento de Sócrates e Casagrande em episódios fundamentais como a Democracia Corinthiana e a campanha das Diretas Já, além de detalhes inéditos e reveladores sobre boemia, vícios, amores e a existência de um possível filho de Sócrates. Raras exceções no mundo do futebol, Casão e Magrão eram jogadores preocupados com questões sociais e políticas. Além de participarem da luta contra a ditadura militar, enfrentaram com coragem o autoritarismo dos clubes. Apoiavam um ao outro, também, nos problemas sofridos devido ao abuso de álcool, por Sócrates, e de drogas, por Casagrande. Com prefácio de Marcelo Rubens Paiva, traz um caderno repleto de imagens da dupla dentro e fora dos campos. Quatro lançamentos estão marcados: 12/7 – 19h – FNAC Paulista (av. Paulista, 901, São Paulo/SP) 16/7 – 11h – Memorial do Corinthians ( rua São Jorge, 777, São Paulo/SP) 19/7 – 19h – Saraiva do Shopping Rio Sul (av. Lauro Muller, 116, Rio de Janeiro/RJ) 26/7 – 19h30 – Saraiva do Cineclube Cauim (rua São Sebastião, 920, Ribeirão Preto/SP)

FNPI oferece bolsas de Jornalismo Cultural

A Fundação Novo Jornalismo Iberoamericano (FNPI), fundada em 1994 pelo jornalista e escritor Gabriel García Márquez, abre inscrições para bolsas de Jornalismo Cultural. Os selecionados visitarão as cidades de Cartagena de Indias e San Basilio de Palenque, na Colômbia, entre 29/8 e 3/9, para participarem uma série de oficinas, além de produzirem reportagens relacionadas ao jornalismo cultural. Interessados devem inscrever-se até 12 de julho. Ao todo, serão selecionados 15 jornalistas de todo o mundo, sendo cinco colombianos, cinco latinoamericanos e cinco de outros países. Para concorrerem à bolsa, os interessados devem ter experiência na cobertura de assuntos culturais, com ênfase na cultura popular, e na cobertura de temas raciais. Devem ainda ter fluência em inglês, no mínimo três anos de experiência jornalística e trabalhar ou publicar com frequência nos meios impresso ou digital.

Mônica Foltran deixa o Diário Catarinense

Autora da série de reportagens Órfãos do Brasil, que em 2012 abordou o tráfico de crianças brasileiras – principalmente para Israel – em meados da década de 1980, Mônica Foltran deixou o Diário Catarinense, depois de cinco anos no jornal. Em entrevista ao site Making Of, ela diz orgulhar-se de ter “ajudado a mudar a vida de algumas pessoas e esse é o meu principal prêmio. Tive a sorte de trabalhar com pessoas que apostaram na pauta, o que trouxe grande repercussão ao jornal. A autora Glória Perez se inspirou com a reportagem e o Diário Catarinense foi citado algumas vezes na novela Salve Jorge, no Programa do Faustão e no Jornal Hoje. O jornalismo é feito de boas histórias e de pessoas apaixonadas. E é o que pretendo continuar fazendo, em outros veículos e outros meios”.

Pedro Lobato deixa o Estado de Minas

Depois de 13 anos no Estado de Minas, Pedro Lobato chegou a um acordo com a direção e está deixando o jornal. Segundo ele, foram seis anos como editor de Economia e outros sete em Opinião: “Com passagens por Diário do Comércio, O Globo, Veja e Gazeta Mercantil (este por 17 anos), minha carreira ficou mais completa com a experiência de editor do Estado de Minas, onde fiz grandes amigos. Depois de um tempo para descansar, pretendo tocar novos projetos e posso ser encontrado pelo e-mail [email protected]”.

Rádio Brasil Atual: diversidade e boa música

A Rádio Brasil Atual 98,9 FM completou dois meses com a nova grade de programação, que mescla jornalismo e música popular brasileira.

“Não fizemos nenhuma pesquisa específica, mas está claro que há uma carência de música brasileira variada no dial de São Paulo, ao contrário do Rio de Janeiro, que é melhor servido. Nosso termômetro é o whatsapp do ouvinte. Está bombando de elogios”, diz o diretor Oswaldo Luiz Colibri Vitta, que também apresenta o programa Hora do Rango.

Novos programas para todas as tribos estão previstos para os horários noturnos, das 20h até meia-noite – atualmente a programação segue até as 19h –, no que Colibri promete ser “um grande espaço para diversidade cultural brasileira”. O whatsapp da rádio – cantada pelos convidados – é 11-968-937-672.

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