8.3 C
Nova Iorque
terça-feira, abril 7, 2026

Buy now

" "
Início Site Página 943

RBS apresenta nova estrutura para cobertura de segurança, serviços e cotidiano

Novembro marca uma mudança na produção de reportagens investigativas e na cobertura de temas de segurança, serviços e cotidiano de Porto Alegre em jornais do Grupo RBS. “Estamos fortalecendo nosso propósito de um jornalismo de qualidade para os gaúchos, que transforma e toca a vida da população”, informa Andiara Petterle, vice-presidente de Jornais e Mídias Digitais do Grupo RBS. “O investimento nessas quatro frentes (segurança, investigativo, Porto Alegre e serviços) é resultado de muita pesquisa e um trabalho de reformulação de posicionamento e produto junto aos leitores”. A primeira novidade é a formação do Grupo de Investigação (GDI), uma estrutura composta por experientes jornalistas de Zero Hora, Diário Gaúcho, Rádio Gaúcha e RBS TV. Com a formalização do GDI, serão ampliadas as condições de atuação de repórteres altamente especializados e premiados em suas trajetórias. No grupo estão profissionais como Humberto Trezzi, José Luiz Costa, Renato Dornelles, Jonas Campos, Cid Martins e Eduardo Mattos. De forma coordenada e em diferentes formatos, a equipe produzirá ainda mais conteúdo de impacto social, político e econômico. Transformações também virão da soma de forças entre Diário Gaúcho e Zero Hora, com a criação da Editoria de Segurança permanente e a Central de Serviços. Desde 26/8, quando a crise na área da segurança na capital gaúcha se intensificou, o Grupo RBS lançou, como parte da mobilização editorial Segurança Já – tema que abordamos no Portal dos Jornalistas –, uma força-tarefa para abordar o assunto de forma integrada entre os veículos da empresa. A partir de agora, uma equipe fixa, envolvendo jornalistas de ZH e DG, comporá a editoria de Segurança e produzirá conteúdo para ambas as marcas, unindo o conhecimento segmentado das duas redações em um dos assuntos que os leitores mais pedem para ler. Com a mesma lógica de integração, a Central de Serviços vai dar atenção especial a reportagens que facilitem a vida do leitor, qualificando e ampliando a produção de conteúdos de serviço. Seções como Encare a Crise ZH ou DG Ajuda Você, já presentes em ZH e DG, serão maximizadas por ambos os jornais com o objetivo de ampliar a entrega de informações úteis para o dia a dia das pessoas. Todas essas iniciativas – Central de Serviços, Editoria de Segurança e GDI – são lideradas pelo editor-chefe do Diário Gaúcho Carlos Etchichury. “Com essas mudanças e novidades, queremos entregar a nossos públicos conteúdos que sejam relevantes e úteis para suas vidas e um jornalismo de ainda maior qualidade. A redação se renova para reforçar os temas mais importantes para os nossos leitores”, afirma Marta Gleich, diretora de Redação dos Jornais do Grupo RBS. Em Zero Hora, está previsto para dezembro o lançamento da Editoria de Porto Alegre, intensificando a cobertura de assuntos sobre o cotidiano e as tendências da cidade no papel e no digital. A integração também será física, pois jornalistas de ZH e DG passarão a ocupar o mesmo espaço. Além de viabilizar os novos produtos, a integração fortalecerá a operação digital, que conta com uma Mesa Digital para concentrar toda a operação de ZH (website, mobile site, aplicativos, ZH Noite, Domingo Digital, redes sociais), DG (website e redes sociais) e clicRBS.

Lei cancela débitos e garante isenção tributária para ABI, ABL e IHGB

O Diário Oficial da União de 4/11 publicou sanção do presidente Michel Temer à Lei 13.353/2016, que garante isenção tributária a Associação Brasileira de Imprensa (ABI), Academia Brasileira de Letras (ABL) e Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB). O texto é proveniente do Projeto de Lei do Senado (PLS) 191/2006, do então senador José Sarney (PMDB-AP), aprovado no Senado em outubro de 2011 e pela Câmara dos Deputados em outubro passado. A lei isenta a ABL, a ABI e o IHGB do pagamento de Cofins, IR sobre aplicações financeiras, IOF e PIS-Pasep, além de cancelar todos os débitos fiscais daquelas instituições relativos a tributos administrados pela Secretaria da Receita Federal.

Mariza Tavares estreia coluna sobre longevidade no G1

Mariza Tavares, ex-diretora da CBN, estreou em 3/11 no G1 a coluna Longevidade: modo de usar. O espaço é dedicado à busca de uma maturidade prazerosa e com vitalidade. Cuidados com a saúde, com as relações afetivas e com as finanças estão entre os tópicos explorados. As atualizações serão às terças, quintas e domingos. “A velhice terá que ser reinventada por quem está chegando lá: essa geração que derrubou dogmas e é dona do próprio nariz, e que não está nem um pouco disposta a ter um papel secundário no cenário mundial”, explica a jornalista.

#Violênciacontrajornalistas: na régua da impunidade, Brasil é o 9o pior do mundo

“De todas as razões que levam à violência contra jornalistas, a mais importante é a impunidade, a falta de investigação dos atos de violência e dos assassinatos de jornalistas”, disse Frank La Rue, subdiretor geral de Comunicação e Informação da Unesco, em um vídeo alusivo a 2 de novembro, Dia internacional pelo fim da impunidade dos crimes contra jornalista. “Toda vez que um ato de violência permanece sem investigação, sem culpados, sem julgamento, sem punição, é um convite não só para que aconteça outro caso, mas para que ocorram muitos mais”. Desde que foi criado pela ONU em 2013, a cada 2/11 a Unesco lidera as comemorações desse dia, clamando para que Estados “implementem medidas firmes para combater as atuais tendências de impunidade”, como observa a resolução da ONU. No Brasil, a Artigo 19 celebrou a data com a divulgação do relatório O Ciclo do Silêncio: impunidade em homicídios de comunicadores no Brasil. O objetivo da publicação é analisar o contexto de impunidade nesse tipo de crime no País. O estudo examina as principais características de 12 casos de homicídio de radialistas, blogueiros, jornalistas e fotojornalistas monitorados pela entidade entre 2012 e 2014 e que constam nas edições anuais de seu relatório Violações à Liberdade de Expressão. Para corroborar com a percepção de que o País tem sido violento com seus jornalistas, pesquisa da CPJ, divulgada no final de outubro – também em alusão ao dia 2 de novembro –,  aponta Brasil e México como os mais violentos da América Latina. Para compor o índice, o Comitê para Proteção dos Jornalistas conta o número de assassinatos não solucionados de jornalistas, em um período de dez anos, como uma porcentagem em relação à população do País. Dos 13 países que fazem parte do índice este ano, o México ocupa o sexto lugar e o Brasil, o nono. 

Content e StyleHaul Inc. lançam StyleHaul Brasil

O Grupo New Content, com base em São Paulo, e a multi-platform network (MPN) StyleHaul Inc, sediada em Los Angeles, estabeleceram uma joint-venture para o lançamento da StyleHaul Brasil, operação local da rede internacional especializada em conteúdo e entretenimento digital para lifestyle feminino, que tem mais de 6.500 produtores de conteúdo. “O acordo viabiliza a integração de capacidade de produção, expertise de conexão entre marcas e conteúdos, e a força comercial de dois players que atuarão de forma conjunta para oferecer soluções mais eficientes para anunciantes e creators do Brasil, com base em métricas de desempenho disponibilizadas por nossas ferramentas”, disse em nota Márcio Costa, vice-presidente de Desenvolvimento de Mercado da StyleHaul para a América Latina. A StyleHaul Brasil contará com a liderança comercial de Daniel Freixo, sócio diretor da New Sell, empresa focada em gestão comercial do Grupo New Content.

Clotilde Dantas é a nova âncora do Bom Dia Pará

Depois de seis meses como repórter na TV Liberal, afiliada Rede Globo, Clotilde Dantas aceitou o convite para dividir com Márcio Lins a apresentação do Bom Dia Pará, em substituição a Layse Santos, uma das profissionais mais experientes da casa.

Cearense, Clotilde atuou como repórter, editora e apresentadora durante 11 anos na TV Diário, em Fortaleza, um dos veículos do Sistema Verdes Mares de Comunicação, e foi coordenadora de Comunicação da Secretaria de Cidadania e Direitos Humanos da Prefeitura de Fortaleza.

No Pará há pouco mais de um ano, teve uma breve passagem pela Reportagem da Rede Record e em janeiro estreou na TV Liberal.

Clotilde disse ao Portal dos Jornalistas que “tem sido uma honra apresentar um telejornal tão importante para o Estado. O Bom Dia Pará tem duração de 1h30 e se destaca pela linha editorial. Além de dinâmico, presta importantes serviços à população, que interage com os apresentadores e entrevistados, ao vivo. A plataforma do telejornal oferece uma experiência extremamente, enriquecedora para qualquer jornalista”.

Comunicação do Senado produz livros sobre o impeachment de Dilma

O Senado lançou dois livros sobre os processos que culminaram com o impeachment da ex-presidente Dilma: Impeachment – O julgamento da presidente Dilma Rousseff pelo Senado Federal; e 20 Horas na História — A longa sessão de admissibilidade do impeachment da Presidente Dilma Rousseff. A organização foi da Secretaria de Comunicação da Casa. No primeiro, a edição de luxo, de capa dura, de 664 páginas e tiragem de 1.500 exemplares, traz todos os discursos de senadores da base e da oposição, dos advogados de acusação e defesa, do então presidente do STF Ricardo Lewandoski, e da própria Dilma. Segundo a assessoria do Senado, o livro, que reproduz a transcrição de 109 horas de sessões que vararam madrugadas, custou em torno de R$ 86 mil. A publicação inclui ainda uma galeria de fotografias de todas as etapas do processo de julgamento final no Senado. A apresentação da obra é de Renan Calheiros e dos secretários-gerais Luiz Fernando Bandeira de Mello, do Senado, e Fabiane Pereira de Oliveira Duarte, do STF. Já a outra obra, de 348 páginas e tiragem de mil exemplares, custou cerca de R$ 34 mil. Na semana passada, o presidente Renan Calheiros minimizou os gastos com as publicações, argumentando que o Senado economizou R$1,2 bilhão em quatro anos. Segundo a assessoria de imprensa da instituição, eles foram impressos na gráfica do Senado, e os exemplares serão destinados aos gabinetes parlamentares, bibliotecas e universidades.

Roberto Lameirinhas e Mônica Manir deixam o Estadão

Dois dos profissionais mais experientes e com muitos anos de casa deixaram o Estadão nos últimos dias. Alguns dias atrás saiu Mônica Manir, repórter especial e ex-editora do Aliás, que estava no jornal desde 2004, e esta semana, Roberto Lameirinhas, editor de Internacional, que contabilizava 29 anos de casa. De forma discreta, o jornal vem fazendo cortes na equipe, atingindo sobretudo os altos salários, e com isso ajustando seus custos à atual realidade financeira da empresa. Mônica é formada em Jornalismo pela ECA-USP e fez mestrado em Bioética no Centro Universitário São Camilo, onde cursa doutorado. Tem experiência na área de Comunicação, com ênfase em Saúde, Educação, Ciência e Comportamento. O contato dela é [email protected]. Lameirinhas começou no jornal em 1987, passou pelo Arquivo e pela Agência Estado e um ano depois foi para a Internacional, de onde não mais saiu. Ali atuou como repórter, sub e desde 2010 era editor. Participou de grandes coberturas internacionais, inclusive dos mais importantes processos políticos da América Latina. Disse ao Portal dos Jornalistas que vai tirar férias e só buscará recolocação no início de 2017, “pois este ano já acabou”. O contato dele é [email protected].

Nilson Camargo entra em sabático

Cesar Camasão assume interinamente como editor responsável do Agora Nilson Camargo entrou na última terça-feira (1º/11) em licença do posto de editor responsável do jornal Agora São Paulo, iniciando período sabático. Foi substituído, em caráter interino, pelo secretário de Redação Cesar Camasão. O chefe de Reportagem interino passa a ser Fábio Haddad, até então editor da Primeira Página. Formado em Jornalismo pela Metodista, Cesar entrou no Grupo Folha no final dos anos 1990, como repórter de Geral do Notícias Populares, passando depois a editor assistente. Com o fechamento do NP em 2001, foi transferido para o Agora como repórter, na área de Cidades (naquela época a editoria se chamava São Paulo/Polícia, hoje é Nas Ruas). Depois foi redator, editor assistente e editor, tendo comandado coberturas importantes, como os ataques do PCC. Deixou o Agora por um ano, em que foi secretário de Redação no Diário do Grande ABC, região com a qual tem forte ligação: cresceu em Mauá e até três anos atrás morou em São Caetano do Sul (hoje reside em São Paulo). Voltou ao Agora já como chefe de Reportagem e depois, com a saída de Antonio Rocha Filho, em 2013, foi promovido a secretário de Redação. Com a saída do Luiz Carlos Duarte do jornal, no ano passado, tornou-se o número 2 da Redação. Os contatos dele são [email protected] e 11-3224-3849.

Joaquim Ferreira dos Santos lança biografia de Zózimo

Joaquim Ferreira dos Santos estará nesta quinta-feira (3/11) na livraria Travessa do Shopping Leblon, no Rio (av. Afrânio de Melo Franco, 290, 2º), às 19h30, para autografar seu livro mais recente, Enquanto houver champanhe, há esperança: uma biografia de Zózimo Barrozo do Amaral, editado pela Intrínseca. Com esse título, precisou oferecer um coquetel no lançamento. Zózimo teve, no extinto Jornal do Brasil, a mais respeitada grife do colunismo de sua época, e introduziu no gênero as notícias de bastidores da política, da economia, do esporte. No início da carreira, colaborou com a coluna Swann, de O Globo, espaço não assinado por onde passaram alguns dos principais colunistas do Rio. Convidado pelo JB, em seus tempos áureos, exigiu que a coluna tivesse seu nome, e ali esteve por 28 anos. Voltou ao Globo e levou junto seu prestígio. Joaquim é exímio biógrafo de tipos cariocas que marcaram época – como Antônio Maria e Leila Diniz – além de autor de vários livros de crônicas. Começou no jornalismo como repórter do Diário de Notícias, e ocupou diversos cargos em veículos como Veja, JB, O Dia e O Globo. Com a morte de Zózimo, O Globo descontinuou a coluna que levava o nome dele. Mais tarde, Joaquim ocupou aquele espaço no Segundo Caderno com a coluna Gente Boa, por dez anos. Confira a seguir a conversa dele sobre colunistas com Cristina Vaz de Carvalho: Portal dos Jornalistas – De quem foi a ideia dessa biografia? Joaquim Ferreira dos Santos – Foi do Jorge Oakim, dono da editora Intrínseca, e do Bruno Porto, que era editor naquele momento, em 2013. Foi uma ótima ideia: eu estava saindo do Globo e tinha sido colunista. Ocupei aquele espaço com outro tipo de coluna, mas que não teria acontecido se o Zózimo não tivesse ampliado o interesse da coluna de notas. Portal dos Jornalistas – Você destaca a qualidade do texto do Zózimo. Joaquim – Zózimo reduziu o tamanho das notas – é conhecido como o melhor texto em três linhas. Percebeu que quanto mais rápido, melhor. Por isso as colunas são tão lidas, como um jornal dentro do jornal. Além da concisão, o humor é fundamental. Coluna só de notícia é muito chato. Coluna tem que ter personalidade, senão é papel jogado fora. Zózimo fazia isso: tentava transformar a coluna num papo sem impostação. Gostava do humor, de reproduzir a cena. E teve a vantagem de viver num tempo em que o politicamente correto ainda não era cobrado, porque abusava de notas que tiravam sarro de mulheres, negros, índios. E o limite que ele tinha entre o texto da coluna de notas e o texto da crônica. Zózimo dava furo, se preocupava com hard news, mas para ele cabe o que Manuel Bandeira disse sobre Rubem Braga: um cronista genial, que quando não tinha assunto era mais genial ainda. O livro tem uma grande coleção de frases. Portal dos Jornalistas – Zózimo não tinha um bordão, mas Ancelmo Gois faz notas que ele chama de “à la Zózimo” e começam com: “E Fulano, hein?”. Como aparecem esses maneirismos? Joaquim – Zózimo tinha poucos, principalmente o “hein”. Outro era: “Não será surpresa para esta coluna”. Isso é um truque, todo colunista tem seus truques. Com isso, ele preenchia as três ou quatro linhas que faltavam para completar o espaço. Portal dos Jornalistas – Apesar de ser mais conhecido como cronista, você também foi colunista. Em quê sua trajetória se encontra com a do biografado? Joaquim – Zózimo pegou o espaço de uma coluna social no JB e entrou para fazer um jornal próprio, um texto com muito humor. Antes, as colunas sociais não tinham esse título, mas só falavam de gente fina. Com minha experiência de repórter – sou basicamente repórter de Geral, passei 30 anos fazendo reportagem –, com um acento carioca, chamei a coluna de Gente Boa, gente que fazia alguma coisa pela sociedade, pela comunidade, gente que fazia alguma coisa legal. Sem o Zózimo eu não teria feito essa coluna. Portal dos Jornalistas – Colunista falando de colunismo? Joaquim – Trabalhei dez anos em coluna. Pode ser a tarefa mais fácil ou a mais difícil. O que chegam de pseudonotícias na mesa de um colunista… Já viu o que tem de chef de cozinha nos jornais? Sem um espírito crítico mais aguçado, fazer uma coluna séria, com mix, vários tipos assuntos, fica muito difícil. Noticia boa é aquela que você procura; a que chega tem interesse por trás. Como há uma competição muito grande de bons colunistas, fica difícil conseguir as coisas boas para você. Os jornais criaram um monstro: a expectativa de que a coluna vai dar um furo. Você, com dois assistentes, quer dar furo no jornal inteiro. Portal dos Jornalistas – O que o livro deixou em você? Joaquim – Pena que Zózimo morreu muito jovem, com 56 anos. Era um grande personagem, principalmente no Rio. Sempre conseguia o que mais gostava: tirar um sorriso do leitor todo dia de manhã.

Últimas notícias

pt_BRPortuguese