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segunda-feira, abril 20, 2026

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Congresso da Abraji trará bastidores da delação da JBS e furos da Lava Jato

A 12ª edição do Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo, que a Abraji realiza de 29/6 a 1º/7 em São Paulo, trará entre seus destaques painéis sobre a cobertura da Lava Jato, com foco nas histórias exclusivas que transformaram o cenário político nacional.

Dentre os destaques desta edição do Congresso da Abraji está Guilherme Amado. Repórter da coluna de Lauro Jardim em O Globo, foi o único no jornal, além do próprio colunista, a analisar o material da delação da JBS. Ele conta ter dedicado três semanas na verificação das informações antes de publicar, fazendo constantes checagens com diferentes fontes e consultando documentos da investigação para confirmar as informações que recebia. Segundo Amado, há mais a ser revelado a partir do material. O restante dos bastidores ele deve contar no painel “Não renunciarei!”: o furo da delação da JBS, em 1º/7, das 14h às 15h30.

No Estadão e na Folha, repórteres também fizeram revelações-chave. Enquanto Breno Pires divulgou a Lista de Fachin antes de todo mundo, Bela Megale foi responsável por ao menos 12 notícias relacionadas às delações da Odebrecht adiantadas pela Folha. Eles participarão do painel Sigilo de investigações e furos do caso Odebrecht, em 30/6, das 14h às 15h30. A mediação será de Maiá Menezes, editora de Política em O Globo e diretora da Abraji.

Com mais de 60 painéis e oficinas, o Congresso da Abraji tem apoio de Jornalistas&Cia e deste Portal dos Jornalistas.

 

Novo site 

 

A Abraji apresentou em 29/5 seu novo website. A página, mais moderna e fácil de navegar, foi desenvolvida nos últimos cinco meses pela equipe da Studio Cubo Web e inaugura a nova identidade visual da associação. O novo logotipo, desenvolvido em 2016 pela agência Oz Design, tem circulado desde o começo de abril.

O site foi concebido de maneira a refletir as três áreas de atuação da Abraji: Liberdade de expressão, Acesso à informação e Formação de profissionais. Na home, além de notícias, estão destacados alguns projetos e iniciativas de cada um desses pilares. O conteúdo também está organizado por tipo: há telas com todos os projetos, todos os cursos, informações dos congressos, notícias.

Novo site da Abraji

Ricardo Schott resgata histórias obscuras no Pop Fantasma

Ricardo Schott lançou o site Pop fantasma, em que pretende resgatar histórias obscuras, mas memoráveis, da cultura pop, além de apresentar novidades do mercado.

Fotos raras, vídeos curiosos e entrevistas exclusivas estão em pauta. O site tem também um podcast, o Invisível, com novidades do universo do rock e da música pop.

“Tem muita coisa que está invisível e que não deveria estar”, diz Ricardo, fã de punk, pós-punk e, em especial, de David Bowie e de rock feito entre 1973 e 1983. “O site vai ser uma boa fonte para quem gosta desse tipo de som e estética”.

Ex-JB e O Dia, ele é produtor e apresentador do programa de rock Acorde, na rádio Roquette Pinto, autor de dois livros sobre rock e MPB, e tem um Prêmio Petrobras de reportagem cultural.

 

* Por Cristina Vaz de Carvalho, editora de Jornalistas&Cia no Rio de Janeiro

 

Renata Carvalho começa na assessoria da Citroën

Renata Carvalho - Divulgação/Citroën
Renata Carvalho – Divulgação/Citroën

A área de Comunicação da Citroën, comandada pelo gerente-geral de Relações Públicas e Imprensa Rogério Accorsi Franco, passou a contar desde 15 de maio com o reforço de Renata Carvalho. Depois de quatro anos na produção do programa Auto Esporte, ela aceitou o convite e parte agora para um novo desafio profissional: atuar pela primeira vez do outro lado do balcão.

“A expectativa é muito positiva. As formas de comunicação estão se transformando e hoje há muito foco em branded content, digital, audiovisual. Quero explorar essas ferramentas e conceitos no mundo corporativo, agora”, destaca Renata. “Há muito conteúdo interessante e relevante para ser noticiado e acredito que o papel do assessor é encontrar maneiras criativas e inteligentes de fazer com que as informações cheguem ao público-alvo de forma precisa e completa. É o que espero fazer na Citroën”.

Formada em Jornalismo pela Cásper Líbero, Renata começou a carreira cobrindo a área de construção civil na Editora Pini, para as revistas Construção Mercado e Téchne. Ainda como estagiária, ingressou em 2002 na revista Autoesporte, permanecendo 11 anos na casa, até sua ida para o programa da TV Globo, em 2013.

Ainda sem e-mail de contato definido, atende pelo 11-2536-3129.

Brio cria áreas de experimentos jornalísticos e de audiovisuais

O Brio, empresa de jornalismo independente criada em 2015, que atua como produtora de conteúdo e, atualmente, tem no Brio Hunter seu carro-chefe – um serviço de coaching em jornalismo, com análise, qualificação e auxílio para inserção no mercado –, passou a contar com dois novos serviços: Brio Lab e Brio Room.

“No primeiro, produziremos ‘experimentos jornalísticos’”, informa o diretor-geral Breno Costa. “São equipes que irão mergulhar em temas específicos e produzir pautas para outros veículos ou, dependendo do caso, publicadas pelo próprio site. O Room é um espaço para a criação, pesquisa e desenvolvimento de projetos audiovisuais”.

Breno conta que o Lab parte de três grupos: “#scanner, que produzirá conteúdo sobre ações do Governo Federal, em áreas diversas; #BR2019, em que farão, desde já, um acompanhamento sistemático e diferenciado sobre os atuais candidatos a governar o Brasil a partir de 2019; e #sentinelas, em que atuarão da maneira mais discreta possível, buscando apurações mais complexas sobre temas variados – “Nossa Spotlight”, diz Breno, numa referência à equipe do Boston Globe responsável pela investigação de abusos de crianças por padres católicos que deu origem ao filme homônimo.

 

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André Trigueiro lança livro em Rio, BH, Araxá e São Paulo

André Trigueiro – Divulgação

André Trigueiro lança Cidades e soluções: como construir uma sociedade sustentável, pela editora LeYa Brasil. Há dez anos na GloboNews no comando do programa que dá título ao livro, Trigueiro se especializou em buscar, apresentar e debater experiências transformadoras, capazes de impactar positivamente a qualidade de vida dos habitantes das cidades, por meio do uso inteligente e sustentável dos recursos naturais.

No livro, ele acrescenta informações e dados inéditos. Dividida em nove grandes temas, a obra é feita de textos curtos, para o público não especializado. Ao fim de cada capítulo, o autor inclui entrevistas com personalidades de influência internacional, como Noam Chomsky, Al Gore, Jeffrey Sachs, Vandana Shiva e Muhammad Yunus, entre outros. Há também a seção Ecodicas, com sugestões sustentáveis de fácil aplicação no dia a dia.

As seções de autógrafos são muitas:

 

– No Rio de Janeiro, nesta segunda-feira (5/6), às 19h30, na livraria da Travessa do Shopping Leblon (av. Afrânio de Melo Franco, 290);

– Em Belo Horizonte, em 9/6, também às 19h30, no auditório da Cemig (av. Barbacena, 1.200, Santo Agostinho)

– Ainda em Minas Gerais, em 10/6, ele estará em Araxá, às 20h, no Teatro Municipal (av. Antônio Carlos, s/nº).

– E em São Paulo, em 13/6, às 18h, na livraria Cultura do Conjunto Nacional (av. Paulista, 2.073.

Além de editor-chefe do Cidades e soluções, André é escritor, professor de Jornalismo Ambiental na PUC-Rio e comentarista da CBN.

Usiminas amplia comunicação

SAO PAULO, SP, BRASIL, **-**-2012, **:00h. ***** (Alexandre Rezende/Folhapress EDITORIA) *** EXCLUSIVO FOLHA ***

A LVBA renovou contrato e ampliou a estrutura de comunicação externa para consultoria em comunicação, gestão de crises e relações com a imprensa da Usiminas.

Carolina Lenoir ([email protected]) continua como a principal executiva de atendimento da empresa em Belo Horizonte e agora conta com o apoio de Ana Paula Cotta Doné (adone.lvba@), que passa a integrar a equipe de comunicação da agência em BH.

Em São Paulo, a coordenação fica com Elisandra Escudero ([email protected]), com suporte de Lygia Torelli (lygia.torelli@) e supervisão geral de Valéria Allegrini (valeria.allegrini@).

Os contatos gerais das equipes em Belo Horizonte são 31-3499-8191 / 8918 e em São Paulo, 11-3218-7806.

Toda a comunicação externa e interna da Usiminas está sob a gerência geral de Ana Gabriela Dias Cardoso ([email protected]), que assumiu a posição há um ano. Ela atuou anteriormente na Gerdau – por mais de cinco anos –, e na própria Usiminas, na Superintendência de Comunicação Social, por nove anos.

IBGE lança agência multimídia

* Por Cristina Vaz de Carvalho, editora de Jornalistas&Cia no Rio de Janeiro

 

O IBGE lançou em 29/5 sua agência de notícias multimídia. Sob o slogan A notícia de quem produz a informação, a Agência IBGE Notícias reúne uma equipe multidisciplinar para abastecer os núcleos de Jornalismo Digital, Imagem e Design, Audiovisual, Mídias Sociais e Imprensa. Na ocasião, foi lançada também a revista Retrato.

O dia do lançamento foi escolhido por ser o do 81º aniversário de fundação do IBGE. Foi também a última cerimônia presidida pelo presidente do órgão, Paulo Rabello de Castro, recém-nomeado para a Presidência do BNDES. Em 11 meses na gestão do Instituto, ele renovou o parque tecnológico e viabilizou o Censo Agropecuário. A agência tem como primeira tarefa de peso, aguardada pelos meios de comunicação, já nesta quinta-feira (1º/6), a divulgação do PIB brasileiro no primeiro trimestre.

Marcelo Kieling (ex-Ejesa), coordenador de Comunicação Social do IBGE desde dezembro, afirma: “Ao chegar aqui, verifiquei a necessidade de criação de uma agência de noticias, face o volume de informações produzidas pelo Instituto diariamente, e para poder transformar a tecnicidade dos dados em algo de ampla compreensão para a sociedade e, ao mesmo tempo, ampliar nosso relacionamento com a mídia. A Agência IBGE Notícias é o primeiro passo para uma comunicação multiplataforma que estamos definindo”.

Além de favorecer a comunicação das informações estatísticas e geocientíficas, os produtos da Agência serão distribuídos, por meio de um acordo de cooperação com a EBC, para a mídia regional, que, geralmente, não tem acesso às entrevistas coletivas com os técnicos, realizadas na sede, no Rio de Janeiro. Em todas as unidades estaduais do IBGE, os jornalistas encontram profissionais que podem atendê-los.

Os contatos da Coordenação de Comunicação Social são [email protected] e 21-2142-4651. Coordenador Marcelo Kieling (marcelo.kieling@ e 4506) e gerente Diana Paula de Souza (diana.souza@ e 8786). Assessores de imprensa: Adriana Saraiva (adriana.saraiva@ e 0986), Irene Gomes (irene.gomes@ e 0890), Luiz d’Albuquerque Bello (luiz.bello@ e 0985), Luiz Eduardo Peret (luiz.peret@ e 0921), Marcelo Ferreira (marcelo.ferreira@ e 3258), Marília Melo (marilia.melo@ e -0941) e Mônica Souza (monica.souza@ e 4620).

Apelido fatídico

Por Ubirajara (Moreira da Silva) Júnior

 

Esta “memória” é de um tempo antes que eu chegasse oficialmente às redações. Corria o Ano da Graça de 1972, do milênio passado, e ainda passava pelo ciclo básico do Curso de Comunicação Social da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), em Minas Gerais.

À época, a instituição era apontada como uma das melhores na formação de jornalistas, forjando profissionais do naipe de Carlos Alberto Luppi, Pedro Paulo Taucci, Eustáquio de Freitas, Luiz Egypto, só para citar alguns.

Pela reputação do curso, a universidade era convidada todo ano a apresentar trabalhos acadêmicos na Semana de Jornalismo promovida pela Escola de Comunicações e Artes (ECA) da Universidade de São Paulo (USP).

Mesmo ainda engatinhando no curso, fui integrado ao grupo que a reitoria autorizou fosse dispensado para viajar e participar do evento. Também estava na galera um uruguaio, estudante matriculado no curso com bolsa de intercâmbio internacional. Perez Scorbachot só era chamado de Tupamaro (**), pois naquele período plúmbeo da política da América Latina não poderia ter apelido mais adequado.

Embora o clima acadêmico fosse dos mais carrancudos e a universidade frequentada por “alunos” muito estranhos, com cabelos cortados no estilo Príncipe Danilo, quando imperavam as cabeleiras hippies, o apelido Tupamaro passava praticamente despercebido no campus.

Faltando dois dias para o encerramento da Semana, um grupo de uns doze estudantes resolveu ir ao centro da cidade para um passeio noturno e uma pizza no famoso bairro do Bexiga.

Por conhecer a cidade como a palma da mão, pois era o único paulista do grupo, fiquei encarregado de organizar a retirada do pessoal da Cidade Universitária. Levei todos até um ponto de ônibus da avenida Afrânio Peixoto, no trecho entre a Praça Reinaldo Porchat e a rua Alvarenga, quase na frente da Academia de Polícia Civil. Inquietos com demora da condução alguns começaram a se afastar do grupo explorando as redondezas.

Quando vi a aproximação de um ônibus cujo itinerário nos era favorável avisei os colegas. Para alertar os que estavam mais afastados alguém resolveu reforçar os pulmões e gritou com vigor: corre Tupamaro!.

Como num passe de mágica fomos cercados pelo pipoqueiro, pelo mendigo, pelo jornaleiro, pelo vendedor ambulante, pelos garis, todos agentes policiais disfarçados que estavam pelo local e em cujas mãos surgiram metralhadoras e revólveres como que acionados por uma varinha de condão.

Gastamos várias horas cercados e explicado que Tupamaro era apenas o apelido do colega uruguaio, que éramos estudantes universitários participando do evento da USP conforme atestavam os documentos e comprovantes apresentados.

Não fomos passear no Dops nem na Oban, mas só nos liberaram depois de termos respondido um monte das mesmas perguntas para dois delegados chamados ao local e que, possivelmente, já haviam visto vários de nós circulado pelas conferências, mesas-redondas e palestras da Semana.

Mesmo ainda com fome, ninguém se dispôs a seguir até o Bexiga, pois qualquer pizza, por melhor que fosse preparada, seria mais um prato indigesto.

(*) Movimento de Liberação Nacional – Tupamaros (MLN-T), ou simplesmente Tupamaros, foi um grupo marxista-leninista uruguaio de guerrilha urbana que operou nas décadas de 1960 e 1970, antes e durante a ditadura civil-militar no Uruguai (1973-1985). O nome deriva da expressão pejorativa dos espanhóis, quando da dominação da Coroa Espanhola, para os seus insurgentes, ou mais provavelmente provém de Tupac Amaru I, cujo nome e história inspiraram o movimento revolucionário Tupamaro.

 

Ubirajara (Moreira da Silva) Júnior ([email protected]) teve passagens por Folha de S.Paulo, Diário Popular, TV Globo, SBT, TV e Rádio Gazeta, Assessoria de Comunicação da Autolatina e Secretaria de Esportes e Turismo de São Paulo; também foi professor da Universidade Braz Cubas, em Mogi das Cruzes. Atua no jornalismo científico em Brasília há quase 20 anos, e até 2016 foi coordenador de Comunicação Social da Agência Espacial Brasileira (AEB).

Programa de Treinamento da Folha recebe inscrições até 4/6

A Folha de S.Paulo recebe até 4/6 inscrições para a quinta edição do Programa de Treinamento em Jornalismo de Ciência e Saúde. Os interessados podem mandar suas fichas de inscrição pelo treinamento.folha.com.br/programadetrainee.

A primeira fase da seleção consistirá em uma prova online. Os mais bem colocados serão selecionados para atividades e uma entrevista na sede do jornal, em São Paulo.

O curso será em período integral e terá duração de cinco semanas, entre julho e agosto. O programa é destinado a profissionais de todas as áreas, não apenas Jornalismo.

Durante um mês, os trainees terão aulas teóricas e exercícios práticos, como acompanhar o dia a dia da Redação e produzir reportagens.

O adeus a Miguel Urbano Rodrigues

Morreu em Lisboa, em 28/5, aos 91 anos, Miguel Urbano Rodrigues, militante histórico do Partido Comunista Português, que na década de 1950 exilou-se no Brasil por causa do regime fascista em Portugal e aqui foi editorialista de O Estado de S. Paulo (1957 a 1974) e editor internacional da revista Visão (1970 a 1974). Durante esse período, acompanhou ou interveio em eventos marcantes da debilitação do governo fascista em Portugal, especialmente a luta pela independência de Angola. Em 1963, aderiu ao Partido Comunista Português.

Nascido em Moura, Alentejo, em 1925, filho de pai jornalista e escritor, em uma família de agricultores abastados de tradição republicana, viu a implantação da ditadura do Estado Novo. Cursou a Faculdade de Letras de Lisboa. Foi redator do Diário de Notícias (com início em 1949) e chefe de Redação do Diário Ilustrado.

Após o exílio no Brasil, voltou a Portugal depois da Revolução dos Cravos, em 1974, no auge da explosão de entusiasmo popular, incorporando-se na construção do regime democrático, como militante comunista. Foi chefe de Redação do Avante!, diretor do jornal O Diário, presidente da Assembleia Municipal de Moura, deputado da Assembleia da República e ainda deputado nas Assembleias Parlamentares do Conselho da Europa e da União da Europa Ocidental.

* Com informações do Opera Mundi

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