Criador e editor do site Sport Motor, Antonio Fraga assumiu na última semana o comando da Associação Brasileira da Imprensa Automotiva (Abiauto) para o biênio 2017/2018, em substituição a Celia Murgel. “Tenho certeza, nosso trabalho não será fácil, mas conto com a participação e apoio de todos, colegas, assessores, executivos públicos e da indústria da mobilidade”, destacou em comunicado à imprensa.
Na diretoria, ele terá ao seu lado Carolina Vilanova (vice-presidente), Evandro Magnusson Filho (1º Secretário), Fernando Campos (2º Secretário), Chico Lelis (1º Tesoureiro), Marcondes Viana (2º Tesoureiro), e José Roberto Nasser, Paulo Brandão e Norton Ferreira (Conselho Fiscal). Nos próximos dias deverão ser anunciados cinco representantes regionais e cinco membros para a Comissão de Ética.
Na nota, Fraga assegurou que “como um dos idealizadores e sócio fundador da Abiauto, nunca almejei a Presidência da entidade, apenas sempre desejei fosse atuante e representativa do segmento dos jornalistas especializados e dedicados ao tema. E é isso que pretendo e que prometo. Não posso deixar de agradecer todo trabalho realizado pela Célia e sua diretoria. Só quem acompanhou seu esforço e empenho sabe de sua importância para a Associação e a quantidade de injustiças que recebeu. Neste item, novos tempos chegam à Abiauto. A diretoria cuja companhia me honra trabalhará visando ao cumprimento estatutário, em especial adensar o relacionamento entre colegas, aprimorar nosso conhecimento sobre o tema, cumprir a missão social como formadores de opinião. Aos meus antecessores na Presidência, a minha homenagem e respeito”.
Walter Vasconcelos é o novo diretor de Marketing e Relações Públicas (DMark) da Embratur, que já havia comandado de 2008 a 2014.
Natural de Belo Horizonte, foi diretor de programas na Comunicação do Ministério da Saúde; de Negócios Corporativos do Instituto Tomie Ohtake, em São Paulo; e do Centro Cultural Banco do Brasil, no Rio de Janeiro e em São Paulo. Também coordenou a Gerência Executiva de Promoção e Propaganda do Banco do Brasil, a Secretaria Executiva para Assuntos Parlamentares do banco e dirigiu a subsidiária BB Turismo em Minas Gerais e Mato Grosso do Sul.
Tecnólogo em Administração Executiva de Escritório Jurídico e bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais pela Anhembi Morumbi (SP), tem especialização em Marketing Industrial pela FGV-Rio, Altos Executivos pela USP e Governança Corporativa pela Fundação Dom Cabral-BH.
A Fenaj anunciou que vai recorrer ao STF para impedir a posse de Valéria Baptista Aguiar, indicada pela Associação Comercial do RJ, para a suplência da representação da categoria dos jornalistas no Conselho de Comunicação Social do Congresso Nacional. A entidade já havia alertado o presidente da Casa, senador Eunício Oliveira, para a ilegalidade da indicação, que foi confirmada pelos congressistas na eleição dos novos conselheiros, realizada em 13 de julho.
Como entidade que representa nacionalmente os jornalistas, a Fenaj indicou para a representação da categoria no Conselho sua presidente Maria José Braga, como titular, e a secretária-geral Beth Costa para a suplência.
“Ao eleger uma representante de uma entidade patronal e sem qualquer relação com o Jornalismo, o Congresso Nacional desrespeitou a Fenaj e toda a categoria profissional”, protestou Maria José. Ela lembrou ter sido a primeira vez, desde a instalação do Conselho, que as indicações da Federação não foram integralmente respeitadas.
Para a entidade, além de não atenderem aos critérios sugeridos, indicações para vagas da sociedade civil repetem prática recorrente de ocupação por pessoas/entidades ligadas às empresas de comunicação ou ligadas diretamente à Mesa do Senado.
Entre os eleitos para a representação da sociedade civil estão Fábio Augusto Andrade, indicado pela Mesa do Senado, mas que representa as empresas de telecomunicações. Também foram eleitos Ranieri Moacir Bertolli, da Associação Catarinense de Emissoras de Rádio e Televisão (Acaert) e Patrícia Blanco, indicada pelo Conar, o conselho de autorregulamentação da publicidade.
O Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC) também divulgou nota afirmando haver “usurpação” das vagas da sociedade civil.
A Mastercard anuncia Sarah Buchwitz como nova vice-presidente de Marketing e Comunicação Brasil e Cone Sul – que inclui as operações de Argentina e Chile. Com a ida de Andrea Denadai para a região América Latina e Caribe no ano passado (atualmente, está no escritório da Mastercard em Miami), o escopo do cargo também abrange comunicação corporativa.
Formada em Economia pela USP, a executiva tem especialização em branding e mídias sociais pela Kellogg Scholl of Management. Nos últimos dois anos, esteve à frente do setor de Marketing da ESPN Brasil, onde liderou o reposicionamento da marca e dos principais produtos. Ela também teve passagens por PepsiCo Brasil, Global (em Nova York) e Mondelez Brasil.
A Rede Globo confirmou nesta sexta-feira (28/7) o nome de Dony De Nuccio para assumir a bancada do Jornal Hoje, ao lado de Sandra Annenberg. Ele substituirá Evaristo Costa, que na última semana decidiu não renovar seu contrato com a emissora do Grupo Globo.
Na casa desde 2011, Dony comanda há quase dois anos o Jornal das Dez, da GloboNews. Recebeu, em junho de 2015, dos organizadores do Prêmio Sebrae de Jornalismo o título de Jornalista Parceiro do Empreendedor e no ano seguinte esteve entre os Top 50 +Admirados da Imprensa de Economia, Negócios e Finanças, em eleição promovida pelo Jornalistas&Cia em parceria com a Maxpress.
No J10 será substituído por Renata Lo Prete, que já exerce as funções de editora e comentarista de política do telejornal. Renata também continuará a substituir William Waack no Jornal da Globo nas suas ausências temporárias.
“Seja bem-vindo! Conte comigo! O Jornal Hoje é o jornal do gerúndio, tudo está acontecendo no nosso horário, é muito bom!”, ressaltou Sandra Annenberg em mensagem de boas-vindas ao novo companheiro de bancada,
Confira o comunicado de Ali Kamel, diretor-geral de Jornalismo da Globo, sobre as movimentações:
“O substituto de Evaristo Costa na bancada do Jornal Hoje será Dony De Nuccio, até aqui âncora do ‘Jornal das Dez’, da Globo News. Dony entrou na Globo, em 2011 e passou por diversos telejornais. Foi repórter do Bom Dia São Paulo, SPTV e Jornal da Globo, comentarista de economia do Hora 1, apresentador do Conta Corrente da Globo News. Atualmente além de âncora do Jornal das Dez, apresenta o programa Globo News Internacional. Por onde passou, demonstrou ter um talento nato para o jornalismo televisivo: seja como repórter, comentarista ou apresentador, trata dos assuntos com grande capacidade de comunicação. Além da graduação em Jornalismo, possui bacharelado e mestrado em Economia, área na qual atuou por 6 anos, antes de se dedicar exclusivamente ao jornalismo. Terá em Sandra Annemberg, jornalista que sabe tudo da profissão, e um pouco mais, a colega ideal para enfrentar o novo desafio. Por tudo isso, Dony terá uma carreira de sucesso no Jornal Hoje, estamos convencidos disso.
Renata Lo Prete, editora e comentarista de política do Jornal das Dez, será também a âncora do telejornal, que passará a ser apresentado de São Paulo. Renata, na Globo desde 2012, tem se revelado uma profissional completa: apresenta, analisa e contextualiza as notícias do mundo político com com rara clareza. Com certeza fará o mesmo com os outros tópicos do noticiário. Ela continuará a ser a substituta de William Waack nas ausências temporárias dele no Jornal da Globo.
Renata e Dony estrearão nas novas funções nas próximas semanas.
À Renata e ao Dony, sucesso nas novas funções.
Ao Evaristo, que dividiu a bancada do Hoje com Sandra com enorme sucesso por 14 anos, felicidades nessa nova etapa de sua vida profissional.”
A Record TV Rio lançou em 25/7 sua nova grade de programação. Entre as novidades estão dois telejornais: o Balanço geral manhã, às 6h30, que conta com a volta de Wagner Montes, e o RJ Record, com Lívia Mendonça, às 19h05. Com esses, a emissora passa a ter mais de sete horas de programação regional.
O diretor de Jornalismo André Ramos avalia: “Wagner foi chamado para alavancar nossa audiência logo cedo e dar um presente aos telespectadores, todas as manhãs”. Com uma hora de duração, o Balanço geral manhã passa a ser gerado no Rio e tem na pauta serviços, trânsito e outras informações, para quem estiver saindo para trabalhar. Além, é claro, dos comentários tão típicos do apresentador, e o que ele pensa sobre as notícias.
No início da noite, o RJ Record, com 40 minutos de duração, aborda temas como economia popular, política local e também prestação de serviços para quem estiver voltando para casa. Diz Ramos: “Como temos acesso a tudo o que acontece na cidade em tempo real através de ferramentas tecnológicas inovadoras, vamos dar essas informações para o telespectador via telão”.
Na Record TV há sete anos, a apresentadora Lívia Mendonça já esteve à frente do Balanço geral.
Depois do Balanço geral, seguem-se o RJ no ar, às 7h30, com Gustavo Marques; Fala Brasil às 8h55; Hoje em dia, às 10h. Tino Júnior vem ao meio-dia no Balanço geral RJ e traz coisa nova: misturando entretenimento e informação, esse Balanço tem a participação do DJ Tubarão, do cenário funk, que complementa o programa com músicas e interação descontraída. O noticiário policial do Cidade alerta, às 16h45, interrompe as novelas da tarde e o Jornal da Record vem com Adriana Araújo e Celso Freitas, às 21h45.
Durante minha passagem pela Folha de S.Paulo, entre 1975 e 1983, fui chefe de Reportagem de Economia de uma equipe que tinha no comando Pedro Cafardo, que havia assumido o cargo no lugar do Alexandre Gambirasio, e como subeditor, Rubens Barbosa de Mattos. Na ausência do Pedro, era o Rubens quem assumia a edição da área.
Um dia, Pedro estava em férias e Rubens ficou gripadíssimo, sem condições de trabalhar. Comuniquei isso ao secretário de Redação Emir Nogueira. Muito constrangido, ele me perguntou: “Olha, Nair, sei que você está aqui desde cedo, mas você pode editar Economia hoje? Daremos um espaço menor para não a sobrecarregar mais”. “Sim”, respondi e comecei a me preparar para a edição.
Quando Claudio Abramo, diretor de Redação, chegou, Emir contou a ele que eu editaria Economia naquele dia. Claudio não falou comigo e foi pedir ajuda ao editor da Internacional, Pedro Del Picchia, que cedeu seu sub, Flávio Nascimento. Repórteres e redatores da Economia não gostaram muito da interferência, mas pedi para que todos colaborassem com o Flávio e fui para casa.
Meses depois, Claudio Abramo pediu ao Pedro Cafardo para que preparasse, para o editorial do jornal, uma cronologia de um caso de denúncia ambiental levantada pelo correspondente da Folha em Paris, J.B. Natali. O assunto vinha sendo publicado havia algumas semanas, com ampla repercussão. Eu tinha terminado meu trabalho, já ia embora, mas sem mão de obra disponível naquele momento Pedro me pediu para atender ao pedido do Cláudio.
Fui ao arquivo, levantei o material e montei a cronologia antes de sair. No dia seguinte, Pedro me contou que o Cláudio perguntara quem havia feito o trabalho. Achou-o muito bom e decidiu publicá-lo da forma que eu havia preparado, incluindo apenas um texto curto de abertura do editorial.
A partir daí, Claudio Abramo passou a me cumprimentar e a me incluir nas conversas com os colegas com quem tinha afinidade. Aprendi muito com ele. Principalmente que, numa redação de grande jornal, é imprescindível poder contar com a colaboração e a boa vontade de todos, sem distinção de editoria.
* Em 48 anos de profissão, Nair Keiko Suzuki ([email protected]) trabalhou nas redações dos jornais Folha de S.Paulo, Jornal do Brasil, O Estado de S. Paulo e Gazeta Mercantil e das revistas IstoÉ, Afinal, Construção em São Paulo e Notícias da Fiesp.
Marcelo Rodrigues chega à Ketchum pelo escritório da afiliada JCM, como diretor associado. A agência, multinacional que no Brasil tem sede em São Paulo, investe no mercado carioca contratando um diretor com a missão de expandir sua operação na cidade. Afiliada da Ketchum desde 2014, a JCM tem trabalhos conjuntos em todo o Brasil.
Rosana Monteiro, diretora-sócia da Ketchum, comenta a abordagem do mercado carioca: “Queremos clientes que procuram por um trabalho de PR integrado, com profissionais especializados e que produzem conteúdo de qualidade, geram ideias inovadoras e engajadoras para qualquer plataforma. Queremos criar conteúdo que engaje, mas que também venda; afinal, o cliente precisa de resultado real para sua comunicação”.
Formado pela Facha, Rodrigues tem mestrado em Administração pelo Ibmec e especialização em Comunicação pela Ucla (Universidade da Califórnia, Los Angeles, Estados Unidos). Foi responsável pelo Departamento de Comunicação da Nissan do Brasil e trabalhou por dez anos na Edelman, onde dirigiu os grupos Corporativo, B2B e Public Affairs. Passou pela MVL Comunicação, agência em que coordenou o lançamento da GOL Linhas Aéreas, e atuou como repórter no jornal O Globo e na TVE, além de produtor da Paramount Pictures, em Los Angeles. Atualmente também é professor de Gestão de Crise e de Relações Públicas na pós-graduação da ESPM/RJ.
Eliane Brum é conhecida pela sensibilidade ao fazer reportagens sobre gente simples do nosso País, e foi muitas vezes premiada por isso. Mas a cada novo texto ela parece querer se superar, o que frequentemente faz com maestria.
Esse é o caso de E se a classe média de Pinheiros tivesse se omitido?, que publicou em 24/7 no site de El País, para o qual escreve atualmente. Tendo como subtítulo A reação diante do assassinato do carroceiro risca um limite no país sem limites, ela faz uma análise profunda das implicações do movimento deflagrado em São Paulo a partir da execução do catador de material reciclável Ricardo Silva Nascimento, de 39 anos, negro, no último dia 12/7, no bairro de Pinheiros, por um policial militar branco, de 24 anos, e das raízes da violência por parte de agentes públicos que grassa em nosso país, principalmente contra pessoas mais humildes. Ela também aborda a omissão das pessoas em lutar contra a usurpação de seus próprios direitos, afirmando que não basta agir nas mídias sociais, “é preciso botar o corpo na rua”.
O protesto contra a morte de Ricardo uniu a classe média local e moradores de rua, com direito a passeata e missa de sétimo dia na Catedral da Sé, que teve como um dos articuladores Audálio Dantas. Em 1975 ele liderou um movimento de resistência à ditadura a partir da morte, sob tortura, do jornalista Vladimir Herzog, cujo marco inicial foi justamente um culto ecumênico de sétimo dia na Catedral.
Ato diante da Catedral da Sé contra o assassinato do catador Ricardo Nascimento pela PM – Foto: Lilo Clareto
Em seu texto, Eliane compara os dois episódios:
“Se lá a instituição que representava a repressão era o Exército, hoje, a instituição que representa a repressão é a Polícia Militar. E este é um dado fundamental para compreender o atual momento do país, assim como as semelhanças e as diferenças dos personagens e da aliança conservadora que comanda o Brasil.
Herzog foi assassinado no DOI-Codi, num país comandado por generais, com o apoio de parte significativa do empresariado nacional. Ricardo foi executado pela PM do governador Geraldo Alckmin, num país comandado por uma aliança conservadora que inclui o PSDB, partido fundado por ex-exilados da ditadura, com a participação significativa do empresariado nacional. Michel Temer (PMDB) ou Rodrigo Maia (DEM), seu sucessor, caso Temer não consiga barrar o processo de denúncia no Congresso, são peões de um jogo muito mais intrincado.
O mais significativo ato de potência num país interditado foi ignorado ou tratado como algo menor pela grande imprensa, num noticiário dominado pela Lava Jato, pela condenação de Lula, pelo aumento da gasolina e pelas barganhas no Congresso. Sobre a missa na Sé, muito pouco. Mas talvez nada seja mais importante hoje do que enxergar onde está o movimento. Ou onde estão as pequenas rachaduras nos muros. É assim que as transformações profundas, as estruturais, começam ou continuam. A potência hoje e já há algum tempo está em outros lugares e em outros atores.
É importante fazer a pergunta pelo avesso: e se os moradores de Pinheiros tivessem se omitido, como faz a maior parte da população mais rica e mais branca?
Se os moradores de Pinheiros tivessem se omitido, algo invisível e terrível teria acontecido. Numa camada mais profunda, foi isso que algumas pessoas que entrevistei relataram. O que provocou o movimento foi também a percepção de que, caso ficassem caladas, estariam todas perdidas. Testemunhar a execução de alguém que conheciam, em plena rua, no horário de pico, sem nada fazer, porque era negro e porque era pobre, teria tornado impossível voltar a riscar qualquer limite. Estariam todas além de qualquer retorno, e com elas o país.” (Confira a íntegra do artigo)
Ainda como desdobramento do episódio, está marcada para esta sexta-feira (28/7) missa no Largo de Pinheiros em memória a Gilvan Artur Leal, conhecido como Piauí, principal testemunha da execução do carroceiro Ricardo. Pouco dias depois de presenciar o crime, Piauí, que era morador de rua, morreu de AVC. A missa será às 18h na paróquia Nossa Senhora de Monte Serrat – Largo da Batata/Estação Metrô Faria Lima.
Com os votos de 464 profissionais de grandes empresas da cidade de São Paulo, foi aprovada em plebiscito a proposta patronal da Campanha Salarial 2017-2018 do Sindicato dos Jornalistas de SP para as empresas de jornais e revistas da capital. Com isso, o piso de cinco horas será reajustado em 3,82% (0,5% de aumento real) e passa a valer R$ 3.100, retroativamente a 1º de junho. O conjunto dos demais salários terá reajuste de 3,5% na mesma data.
Como o acordo foi comunicado às empresas em 20/7, o Sindicato espera que haja tempo para a correção dos salários ainda na folha de julho. O prazo para pagar a diferença retroativa a junho (e eventuais férias) é a data de pagamento do salário de agosto (valor pago até o início de setembro).
A Convenção Coletiva será mantida, havendo reajuste no auxílio-creche (R$ 460 mensais para filhos que ainda não entraram no 1º grau), vale-refeição (o valor mínimo do benefício diário passa a ser de R$ 12,50 para as empresas com até 20 jornalistas, e de R$ 18,50 nas demais) e multa de R$ 761 para as empresas que não têm programa de Participação nos Lucros e Resultados (PLR), a ser paga com os salários de dezembro.
Na cláusula de adoção, os jornalistas homens passam a ter direito a licença-maternidade, mas apenas um dos cônjuges poderá receber o benefício, segundo decisão do casal.