11.9 C
Nova Iorque
domingo, abril 5, 2026

Buy now

" "
Início Site Página 877

Greenlees e Flecha de Lima deixam a CDN para criar a Flag

Andrew Greenlees e Luiz Antonio Flecha de Lima
Andrew Greenlees e Luiz Antonio Flecha de Lima

Andrew Greenlees e Luiz Antonio Flecha de Lima deixaram no início do mês a CDN – em que estavam, respectivamente, há 18 e oito anos – e criaram seu próprio negócio, a empresa Flag Public Affairs, que oferece serviços de relações institucionais e governamentais, ao qual ambos se dedicavam na CDN.

Eles entenderam que este era o momento de passarem a atuar autonomamente com perspectivas de ampliação e profissionalização do mercado. “A parceria com a CDN continua, inclusive no atendimento aos atuais clientes, sendo um dos pilares de atuação da Flag”, assegura Flecha de Lima.

Andrew disse a J&Cia que as relações entre a iniciativa privada e o poder público são cada vez mais relevantes, o que abre enormes oportunidades para a agência, tanto que já começam a prospectar clientes.

A Flag começa atuando com seis profissionais nos escritórios de São Paulo (três), Belo Horizonte (um) e Brasília (dois), mais pessoal de apoio. Em São Paulo, está instalada na rua Dr. Renato Paes de Barros, 717, conj. 61, tel. 11-3073-1220. Os e-mails são [email protected] e [email protected].

Publicidade

Memórias da redação – O Brasil tem três poderes

Praça dos Três Poderes, por Oscar Niemeyer
Praça dos Três Poderes, por Oscar Niemeyer
* Por Tão Gomes Pinto ([email protected])

 

Já era madrugada do dia 31 de março quando o jovem repórter do Notícias Populares chegou à rua Conselheiro Crispiniano, onde ficava o QG do II Exército. Na redação do extinto NP ele fazia matérias para a editoria de Esportes. Ou seja, sobre futebol, assunto que podia atrair leitores de um jornal cujo público-alvo era o chamado “povão”.

A partir do momento em que o redator-chefe Narciso Kalili reuniu toda a redação – cerca de 30 pessoas, era a chamada redação enxuta – e comunicou que todos, a partir daquele momento, estavam cobrindo o golpe de 64, e que a ele caberia a cobertura da área sindical, o jovem repórter ficara excitadíssimo.

Começou fazendo uma checagem no Sindicato dos Gráficos, cuja sede ficava a menos de um quilômetro do pardieiro onde funcionava o NP, no largo do Gasômetro. No sindicato ocorreria um episódio digno de risos. Contarei em outra oportunidade, para não alongar demais este post.

O fato é que, ao tentar falar com a chefia dando conta dos acontecimentos – pelo telefone do chaveiro Zumbano, ali na rua Marconi, pois o celular ainda não fora inventado –, o jovem repórter foi informado por um vigia de que não havia mais ninguém na redação. Kalili decidira fechar mais cedo, com a manchete sobre o golpe em andamento.

Assim, ficamos eu, uma kombi e o motorista sem saber o que fazer. Depois de consultado, o motorista topou continuarmos na cobertura do tal golpe, que àquela altura já provocava tímidas reações na cidade.

Como o episódio da tomada da Telefônica pelo jornalista Nelson Gatto e mais um ou dois parceiros, outro episódio digno de risadas. Depois de um cerco que mobilizou (ou imobilizou) mais de três mil homens, Gatto e cia. saíram do prédio por uma porta dos fundos, que dava para a Galeria Metrópole.

Uma vez acertado que passaríamos a noite atrás de possíveis reações ao tal golpe, o motorista lembrou-se que, à tarde, vira uma movimentação estranha num quartel da Lapa, exatamente onde ficava o Hospital do Exército. Lá eu descobriria que, num golpe, deve ser muito importante a logística. Do ponto onde estávamos, barrados por dois soldadinhos, dava para ver uns 20 ou 30 ônibus da Breda Turismo, em fila, diante do quartel.

Publicidade


Saímos dali e decidi que devíamos voltar para o centro, onde ficava o QG do II Exército. No caminho, subindo a Abilio Soares, outro bloqueio. Na rua Tutóia ficava o quartel da PE. Aproveitei. Perguntei a um soldadinho:

– O que está acontecendo?

– Não sei –, respondeu. Apenas mandaram que eu viesse para cá.

Finalmente chegamos ao QG. A Conselheiro Crispiniano, também bloqueada por uma corda. Junto dela, um tenente do Exército andava de um lado para outro. Reparei. Estava de capacete e tinha no coldre uma pistola 45.

Aos poucos juntava-se um grupinho de pessoas, gente que saíra dos cinemas ou apenas os notívagos habituais. O tenente aproveitava o pequeno auditório para explicar, gentil e didaticamente:

– No Brasil existem três poderes. O Executivo, o Legislativo e o Judiciário. Quando um deles extrapola, tenta anular o outro, o Exército tem a obrigação de intervir.

Depois de escutar duas ou três vezes essas “explicações” – e de cogitar em vão tentando descobrir qual poder extrapolara (como eu disse, minha área era o futebol e não a política) –, aproveitei uma distração do tenente, envolvido em algum questionamento por parte de um assim chamado “popular”.

Passei por baixo da corda (que temeridade, meu Deus) e fui me esgueirando junto à parede em direção a um grupo de cavalheiros, todos de terno, que conversavam diante do portão do QG.

Hoje, gato escaldado, jamais cometeria tamanha ousadia. Mas eu era um jovem repórter, deslumbrado por estar cobrindo um golpe…

Aproximei-me, sorrateiro, do grupo. Mas claro, fui detectado no ato:

– Rapaz, o que você tá fazendo aqui?

Antes que eu pudesse responder, o cidadão ordenou:

– Dá o fora ! Paisano aqui não tem vez…

P.S.: Lembro bem da frase… Ele não disse “civil” ou qualquer coisa do gênero. Ele disse “paisano”.

 

* Tão Gomes Pinto ([email protected]) começou a carreira há mais de 50 anos na Última Hora, integrou as equipes fundadoras de Notícias Populares, Jornal da Tarde, Veja, IstoÉ e Jornal da República, foi articulista de Folha e Estadão, editor-chefe de Manchete e Executive News, diretor da Revista Imprensa, passou pela Comunicação do Governo do Estado de São Paulo e do Ministério da Indústria e Comércio, além de ter sido auditor adjunto da EBC.

Prefeita de cidade mineira é presa por morte de jornalista

Roseli Ferreira Pimentel (PSB-MG), prefeita da cidade mineira de Santa Luzia, foi indiciada na última segunda-feira (11/7) por homicídio duplamente qualificado do jornalista Maurício do Campos Rosa, editor e proprietário do jornal local O Grito. A informação é da Abraji.

Presa desde a semana passada, Roseli é apontada como mandante e financiadora do assassinato, segundo nota da Polícia Civil do Estado de Minas Gerais. De acordo com o delegado César Matoso, ela pagou R$ 20 mil pela morte de Rosa.

Até a prisão da prefeita, a motivação e a autoria do crime não haviam sido esclarecidas, apesar das suspeitas de que a morte estivesse relacionada ao trabalho de Rosa. O jornalista investigava o envolvimento irregular de vereadores da cidade com uma cooperativa de coleta de lixo.

 

Publicidade

Fernando Pacheco Jordão morre em São Paulo aos 80 anos

Faleceu em São Paulo na madrugada desta quinta-feira (14/9), aos 80 anos, de falência de múltiplos órgãos, Fernando Pacheco Jordão, que, junto com Audálio Dantas, então presidente do Sindicato dos Jornalistas de São Paulo, teve destacada atuação na resistência à ditadura militar na época do assassinato de seu amigo e companheiro de trabalho Vladimir Herzog nos porões do regime, em outubro de 1975.

Fernando, que sofreu um AVC 15 anos atrás e desde então ficou afastado do trabalho, estava internado há 40 dias no Hospital Premier, na capital paulista, para tratar de uma pneumonia. O velório vai até as 22h na TV Cultura e a cerimônia de cremação será nesta sexta-feira (15/9), às 10h, no Crematório da Vila Alpina (Av. Francisco Falconi, 437). Ele deixa viúva, a socióloga Fátima, e três filhos: a bióloga Beatriz, o jornalista Rogério e a cineasta Júlia Pacheco Jordão.

Começou no jornalismo em 1957, como redator e locutor de noticiários na antiga Organização Victor Costa, que abrangia as rádios Nacional, Excelsior e Cultura. Passou depois pela rádio Difusora, e por dois anos acumulou esse trabalho com o de copydesk no Estadão, seu único emprego em jornal. Mais tarde atuou na TV Excelsior, como editor e apresentador do telejornal diário Show de Notícias.

Em 1964, após o golpe militar, foi contratado pelo Serviço Brasileiro da BBC, para onde logo depois também seguiu Vladimir Herzog, que trabalhara com ele no Estadão. Em Londres, fez um curso de produção de televisão e, ao regressar, em 1968, foi convidado a atuar na TV Cultura, onde produziu programas didáticos, documentários e criou o jornalismo na emissora, que começou com o programa diário Hora da Notícia. Em 1974, seguiu para a TV Globo, onde editou em São Paulo o Jornal Nacional e foi diretor do Globo Repórter.

Foi ainda correspondente da IstoÉ em Londres e da Editora Abril em Paris, e atuou como assessor de imprensa em duas campanhas de Mário Covas ao governo do Estado, bem como de Geraldo Alckmin.

Dirigente do Sindicato dos Jornalistas de São Paulo na época do assassinato de Herzog, escreveu o livro Dossiê Herzog – Prisão, tortura e morte no Brasil. Em homenagem a ele, o Instituto Vladimir Herzog deu o nome de Jovem jornalista Fernando Pacheco Jordão ao prêmio que criou há nove anos para estudantes de Jornalismo.

Publicidade

Ricardo Ribeiro deixa o Agora para fazer mestrado em Portugal

Ricardo Ribeiro, a diagramadora Julia Pellini e o novo editor Fernando Pedroso – Reprodução: Facebook

Depois de quatro anos como editor do caderno Máquina do Agora São Paulo, Ricardo Ribeiro deixou o jornal em 6/9 e já no domingo (10/9) embarcou para Portugal, onde nos próximos dias dará início a um mestrado em Jornalismo e Comunicação pela Universidade de Coimbra.

“Agradeço o privilégio de ter partilhado este trecho de minha jornada com pessoas muito especiais, que largamente superam as não tão especiais também presentes no caminho”, destacou em sua despedida no Facebook. “Fico particularmente feliz que muitos tenham se tornado amigos e os levarei no coração nesta nova fase. Na véspera da Independência, parto para inverter a rota de nossos descobridores e abraçar um sonhado projeto além-mar. Nas palavras da escritora e poetisa portuguesa Natália Correia, ‘o cais é a urgência, o embarque é agora’”.

No lugar dele assumiu Fernando Pedroso ([email protected]), no caderno há três anos. “Ele foi indispensável para entregar um conteúdo com o mínimo de qualidade na estrutura que nos é imposta. Com a merecida promoção, o Máquina continuará bem cuidado”, concluiu Ricardo.

Antes do caderno, Ricardo foi por cinco anos repórter de Veículos da Folha de S.Paulo e teve uma breve passagem por UOL Carros. Fora do segmento automotivo também atuou em rádio e por quatro anos no SBT. Ele segue disponível para trabalhos freelance pelo [email protected].

Publicidade

Lupa e Facebook oferecem cursos gratuitos de checagem de fatos

Com patrocínio do Facebook, a Agência Lupa aceita até este domingo (17/9) inscrições para os workshops gratuitos de checagem de fatos que realizará em outubro para universitários e profissionais de comunicação durante o Festival piauí GloboNews de Jornalismo, em São Paulo.

A iniciativa da Lupa está alinhada ao Projeto Facebook para Jornalismo, lançado no início de 2017, cujos objetivos são assegurar um ecossistema saudável de notícias e trabalhar com educadores e publishers para ajudar as pessoas a se tornarem leitores informados na era digital. As oficinas também contam com apoio da CBN, do Catraca Livre e da revista piauí.

Serão dois workshops com até 14 pessoas cada, um em 7/10, exclusivo a estudantes universitários de qualquer curso, e outro, em 8/10, apenas para profissionais de comunicação de todo o Brasil, ambos das 8h às 12h, no Colégio Dante Alighieri, na capital paulista. Dezoito das 28 vagas destinam-se a inscritos de fora do Estado de São Paulo, com transporte e hospedagem custeados pelos organizadores. A lista de selecionados será divulgada na próxima quarta-feira (20/9). Veja como se inscrever.

“A checagem de fatos é essencial para garantir um jornalismo de qualidade e ajudar na construção de comunidades mais informadas, com pessoas mais conscientes sobre o conteúdo que consomem na internet e fora dela”, afirma Cláudia Gurfinkel, responsável pela área de parcerias do Facebook com veículos de imprensa na América Latina.

Cristina Tardáguila, fundadora e diretora da Lupa, diz que, nas oficinas, “vamos abordar história do fact-checking, apresentar nossa metodologia de trabalho, navegar junto com os alunos nas principais bases de dados do País e conhecer as mais novas ferramentas digitais para enfrentar notícias falsas. As aulas serão superpráticas”.

Publicidade

Klester Cavalcanti começa na Fundação Renova

Klester Cavalcanti
Ele passa a coordenar a comunicação das ações sociais e ambientais nas áreas atingidas pelo rompimento da barragem da Samarco

 

Klester Cavalcanti, que deixou em 18/8 a Direção de Redação do Diário do Pará, em que esteve por mais de dois anos, começou em 4/9 como coordenador de Comunicação na Fundação Renova, criada por Vale e BHP Billiton, acionistas da Samarco, para comandar as ações de reparação, restauração e reconstrução nas regiões atingidas pelo rompimento da barragem de Fundão, em Mariana (MG), em 5 de novembro de 2015. Com passagens por Veja, Vip, Domingo (JB), Fut/A+ (Lance), IstoÉ Gente, Jornal da Tarde e Estadão, entre outras redações, é a primeira experiência dele na área de comunicação corporativa.

“É um desafio que me empolga, pois acredito em causas”, diz Klester. “Ainda que estivesse contratado por uma redação, meu trabalho autoral sempre foi majoritariamente focado em questões sociais e ambientais. Espero olhar para trás daqui a quatro ou cinco anos e ter orgulho do resultado dessa empreitada que estou iniciando”. Embora deva viajar com frequência, ele fica baseado na sede da Fundação, em Belo Horizonte, onde comanda uma equipe de perto de 30 profissionais. O contato dele é [email protected].

Nascido em Recife e formado em Jornalismo pela Universidade Católica de Pernambuco, Klester viveu e trabalhou em Belém entre 1998 e 2000, como correspondente da revista Veja para a Amazônia. A experiência resultou no livro Direto da selva: as aventuras de um repórter na Amazônia. Depois viriam Viúvas da terra (Jabuti de 2005), em que denuncia o extermínio de trabalhadores rurais no Brasil; O nome da morte (2006), que conta a história do assassino de aluguel Júlio Santana; Dias de inferno na Síria (2012), que narra a prisão dele na Síria, onde esteve para fazer uma reportagem sobre a guerra e foi detido pelo exército daquele país; e A dama da liberdade (2015), com a história da auditora fiscal do trabalho Marinalva Dantas, que libertou 2.354 trabalhadores escravos no Brasil em pleno século 21.

“Assinei contrato com a Paris Filmes e fiz o roteiro de cinema de A dama da liberdade”, conta Klester. “Fernando Meirelles, que assina o prefácio do livro, é o produtor executivo de O nome da morte, que vai participar do Festival de Cinema do Rio, agora em outubro, pela TV Zero; vou aproveitar para relançar o livro. E fechei um outro roteiro com essa produtora, sobre uma história real que apurei e eles gostaram. Estava me preparando para dedicar mais tempo a esse trabalho de roteirização, que tenho feito nos últimos anos, quando chegou a proposta da Renova”.

Publicidade

Thaís Naldoni terá programa na AllTV

Thaís Naldoni - Reprodução: Facebook
Thaís Naldoni – Reprodução: Facebook

Thaís Naldoni (ex-portal e revista Imprensa) estreia nesta sexta-feira (15/9), na AllTV, o programa Tá na Pauta!. Ele será transmitido pelo Facebook e Youtube da AllTV e nos canais dela nessas redes, em tempo real, para falar sobre mídia, comunicação e jornalismo de forma leve.

Thaís ([email protected]) segue como coordenadora de Conteúdo na Comunicação Invitro, agência especializada em comunicação interna, na qual está desde outubro do ano passado, tocando projetos como newsletter, revistas, sites e redes sociais.

 

Publicidade

Agência Pública abre nova campanha de financiamento para reportagens

A Agência Pública começou esta semana (12/9) uma campanha de financiamento coletivo para a terceira edição da Reportagem Pública, que vai até 26 de outubro. O projeto tentará levantar R$ 80 mil para produzir oito reportagens. Os repórteres propõem as pautas e o público escolhe as que quer ver transformadas em reportagens investigativas.

A Agência propõe uma parceria com os leitores: quem contribuir com a campanha pode escolher as pautas. Quem participa do projeto tem direito a entrar no grupo de discussões da Reportagem Pública no Facebook. Lá, a equipe divulga novidades sobre as reportagens e também é possível sugerir fontes e informações para os repórteres.

Quem contribuir também ganha recompensas especiais, como adesivos, cadernos, fotografias e ingressos para um workshop sobre como identificar notícias falsas. Em tempos de fake news, a Pública reforça o caráter investigativo de seu jornalismo, com o mote Você só sabe da verdade se você investiga.

Realizado a cada dois anos – o primeiro em 2013 e o segundo em 2015 –, o projeto já rendeu 25 reportagens financiadas por 1.738 apoiadores e que ganharam seis prêmios nacionais e internacionais.

As contribuições devem ser feitas na página do projeto no Catarse. Dúvidas podem ser esclarecidas com Marina Dias ([email protected] ou 11-3661-3887 e 11-948-362-247), coordenadora de comunicação da Agência.

Conselho Consultivo

 

Na semana passada (8/9), a Pública renovou seu Conselho Consultivo, cujo papel é avaliar, opinar e aconselhar os profissionais da Agência tanto sobre o conteúdo publicado como sobre questões institucionais. Criado logo após sua fundação, em 2011, é composto por jornalistas experientes e lideranças do Terceiro Setor, já que a Pública é uma ONG sem fins lucrativos. O Conselho não tem poder decisório nem remuneração, mas se reúne para debater a produção e o planejamento realizados pelos profissionais da equipe. Após a recente renovação, formam o colegiado Ana Toni, Carlos Azevedo, Dorrit Harazim, Eliane Brum, Eugênio Bucci, Jan Rocha, Ricardo Kotscho e Rosental Calmon Alves.

Mais um mês para concorrer ao Fundação Feac

Vai até 11/10 o período de inscrições ao Prêmio Fundação FEAC de Jornalismo 2017. Em sua 20ª edição, o concurso traz como tema Organizações da Sociedade Civil: solidariedade, voluntariado e bem-estar social.

Serão distribuídos R$ 75 mil entre os vencedores de suas 14 categorias. Dentre as nacionais, podem concorrer trabalhos em Mídia Impressa, TV, Rádio, Jornalismo Online, Cinegrafista e Fotojornalismo. Já nas categorias regionais são aceitas apenas reportagens veiculadas na Região Metropolitana de Campinas – onde está instalada a entidade, que presta assessoramento para organizações da sociedade civil atuantes nas áreas de educação, assistência social e saúde –, nas mesmas categorias contempladas nacionalmente, além de Assessoria de Imprensa e Produto Universitário.

As inscrições, ilimitadas e gratuitas, permanecerão abertas até 11 de outubro pelo www.premio.feac.org.br. Podem concorrer trabalhos publicados entre 10/10/2016 e 10/102017. Mais informações pelos 19-3794-3511 / 3515 / 3526.

O concurso conta com patrocínio máster do Iguatemi Campinas, apoio da Fundação Educar DPaschoal e parceria institucional da Associação Campineira de Imprensa (ACI), Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de São Paulo – regional Campinas, deste Jornalistas&Cia e do Portal dos Jornalistas.

Últimas notícias

pt_BRPortuguese