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Guilherme Kolling substitui Pedro Maciel no comando do Jornal do Comércio

Guilherme Kolling
Guilherme Kolling

Depois de 18 anos como editor-chefe do Jornal do Comércio, Pedro Maciel deixou a casa em 23 de novembro. Quem assumiu o cargo foi Guilherme Kolling, que até então era secretário de Redação do jornal. Em entrevista ao Coletiva.net, Maciel disse que, infelizmente, a crise o atingiu: “É um processo pelo qual veículos de todo o Brasil estão passando. É reflexo da queda de faturamento”.

Natural de São Francisco de Assis, ele é formado pela UFRGS e atuou na extinta Folha da Tarde e em Zero Hora, antes de ingressar no JC, além de ter integrado a equipe de reportagem da sucursal da revista Veja em Porto Alegre.

Guilherme é formado em Jornalismo pela PUC e em Letras pela UFRGS. Ingressou no JC em 2007, como editor assistente de cadernos especiais, função que exerceu até 2008, quando assumiu como editor de Política. Saiu do impresso em abril de 2012 para morar em Madri, onde passou uma temporada de estudos que durou nove meses. Voltou e era secretário de Redação desde fevereiro de 2013. Autor do livro Lanceiros Negros (2005), ao lado de Geraldo Hasse, colaborou para as revistas Placar, Amanhã, Veja Porto Alegre, Caros Amigos e Carta Maior, e para o Jornal Extraclasse.

Também em conversa com o Coletiva.net, Guilherme destacou que este é um momento importante na carreira de quase duas décadas: “É um compromisso que tenho com o jornal, que tem tradição de mais de 80 anos e leitores qualificados e exigentes. Minha ideia é atender às expectativas do público, seguir com o trabalho realizado até agora e pensar em novos projetos ao longo dos próximos meses. Quero tornar o conteúdo cada vez melhor em todas as plataformas”.

Marcelo Mota assume núcleo na FleishmanHillard

Marcelo Mota passou a integrar o grupo de diretores da FleishmanHillard, que completa três anos no início de dezembro. O executivo assume a gestão do núcleo de Negócios e Finanças e a direção da conta de Fibria.

Formado em Jornalismo pela PUC-Rio, com MBA em Derivativos e Informações Financeiras pela FIA, Marcelo tem mais de 20 anos de experiência em comunicação e marketing. Iniciou a carreira em redação, tendo trabalhado por dez anos em veículos como Valor Econômico, Reuters, Folha de S.Paulo e Gazeta Mercantil antes de migrar para a área corporativa. Foi Head de Comunicação & Marketing do J.P. Morgan no Brasil e gerenciou as áreas de relacionamento com a Imprensa de Unibanco e Itaú BBA.

Como consultor, atuou no planejamento estratégico de relacionamento com a mídia para o Banco de Tokyo-Mitsubishi UFJ Brasil, na oferta pública de troca de dívida da GOL e na gestão da crise da desapropriação da Refinaria de Manguinhos. Os novos contatos dele são [email protected], 11-3185-9939 e 991-271-779.

Editor da PR Week é convidado da festa de 15 anos da Abracom

Entidade homenageia Eduardo Ribeiro, de J&Cia

O que está acontecendo com a indústria da comunicação no mundo? Para onde vão as verbas, quais são as tendências? Vivemos na era do conteúdo e da comunicação nas mídias e redes sociais? Empresas de publicidade, PR e digital estão disputando os mesmos espaços dentro das organizações? Para saber um pouco mais do mercado de comunicação em escala global, a Associação Brasileira das Agências de Comunicação (Abracom) promove no Centro Brasileiro Britânico (rua Ferreira de Araújo, 741), na próxima quarta-feira (6/12), a partir das 18h, debate com Steve Barrett, editor da PR Week, principal publicação do mundo especializada em comunicação corporativa.

No evento, que também marca os 15 anos de fundação da Abracom, Barrett fará uma apresentação sobre as tendências da comunicação corporativa e uma análise do ambiente de negócios nos principais mercados. Claudia Rondon, presidente do Conselho Diretivo da entidade, falará sobre os 15 anos da Abracom. A entidade também homenageará Eduardo Ribeiro, diretor deste J&Cia e da Mega Brasil, pelo papel decisivo que teve na sua criação.

Ediana Balleroni passa a se dedicar à carreira acadêmica e a consultorias

Ediana Balleroni
Ediana Balleroni

Profissional que ocupou posições executivas em comunicação no Brasil e na América Latina em multinacionais como Telefonica e PepsiCo, além de assessorar inúmeras outras quando trabalhou nas agências The Jeffrey Group e Imagem Corporativa, Ediana Balleroni está deixando o Brasil e a área. “Decidi investir em um doutorado que me abra outras possibilidades. Estou indo para Portugal, onde fui aceita no curso Impactos Sociais da Ciência e Tecnologia, da Faculdade de Economia de Coimbra. A tese que irei desenvolver propõe analisar o provável fim do trabalho, seu impacto sobre a sociedade e a Renda Básica Universal como uma alternativa para endereçá-lo”, explica ela.

Segundo Ediana, a automação, combinada com a inteligência artificial, a Internet das Coisas (IoT) e o Big Data, deverá impactar profundamente o setor industrial em um curto espaço de tempo: “A área de serviços virá em seguida. A comunicação será algo totalmente diferente na próxima década. Um cenário global combinando maciça redução de empregos e de trabalho disponível é concreto, não é fantasioso. Pessoas que hoje têm dez, 15 anos provavelmente nunca terão emprego fixo. Não é à toa que Mark Zuckerberg, Elon Musk e Richard Branson passaram a defender a Renda Básica Universal. Tratar dessa questão é urgente, até mesmo para garantir a estabilidade social no mundo. A sociedade precisa se preparar para essa mudança, que não é apenas econômica, é também psicológica, social e política”.

Após o curso, ela diz que pretende voltar às suas origens de advogada, atuando como consultora em questões relacionadas à Renda Básica Universal. Para isso, reativou seu registro na OAB no início do ano e associou-se ao escritório de advocacia Loturco, Borja & Neiva. “É um escritório-butique, com larga experiência em Direito Público e Administrativo, Direito do Trabalho e Direito de Família – áreas que terão de ser acessadas na construção de programas de Renda Básica Universal”, explicou. “As grandes consultorias – como McKinsey, PwC, Accenture e outras – já começaram a integrar serviços de comunicação oferecidos por agências dentro dos seus pacotes de análise de gerenciamento, compliance, M&As. Reputação, construção de marca, mídias sociais, awareness e relacionamento com diferentes stakeholders tornaram-se itens de uma oferta de valor bem mais ampla. Creio que o mercado de comunicação será bastante reduzido nos próximos anos devido a essa combinação de fatores”.

Ediana formou-se em Direito pela USP, onde também cursou mestrado em Direito do Trabalho. O contato dela é [email protected].

Coleção particular – um especial sobre apropriação de espaços públicos

*Por Cristina Vaz de Carvalho, editora de Jornalistas&Cia no Rio de Janeiro.

A Agência Pública começou a veicular esta semana a coletânea Coleção particular, que combina jornalismo investigativo, desenvolvimento tecnológico e criação artística, sob a coordenação de Natália Viana. São praias, ruas e vistas tratadas como se fossem propriedade particular, fechadas ao público, só atravessadas por convidados VIPs.

Composta por dez reportagens de Rogério Daflon, que passou quatro meses pesquisando como acontece a usurpação de bens públicos nas cidades, a série procura responder à questão: por que a apropriação de dinheiro público causa tanta indignação e a apropriação de espaços públicos não?

O artista plástico Cassiano Reis criou ilustrações para cada uma dessas reportagens. Alexandre Vogler e Guga Ferraz fizeram o caminho oposto, e levaram sua arte às ruas do Rio de Janeiro, chamando atenção para o roubo de bens públicos. Essa intervenção artística começou em 24/11 e segue nas próximas semanas. O holandês Babak Fakhamzadeh fez o design e desenvolvimento do site; a direção de arte é de Veruscka Girio.

Octavio Guedes deve deixar o Extra

Octavio Guedes
Octavio Guedes

Octavio Guedes, diretor de Redação do Extra, não deve continuar no cargo no ano que vem. A notícia não é oficial, mas a informação circula com insistência no mercado carioca.

Octavio está no Extra desde a fundação do jornal, há 20 anos. Entrou como editor executivo, foi editor-chefe e, nos últimos quatro anos, diretor de Redação. Esteve à frente de vários prêmios que o veículo recebeu pelo jornalismo investigativo. Notabilizou-se também por capas críticas e criativas, que lhe renderam três prêmios Esso e um da Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP). É comentarista do programa Estúdio i, na GloboNews. Apresentou o programa CBN Rio, na rádio.  Naquela ocasião, já se comentava na redação que ele pretendia sair. Mas aparentemente aguardou a integração das redações da Infoglobo.

Ainda no Extra, em sua gestão, a equipe inovou na área digital. Foi a primeira a utilizar o WhatsApp para interagir com os leitores. Tamanha novidade em âmbito mundial, levou, na época, um dos criadores do WhatsApp a fazer contato com Fábio Gusmão, encarregado do projeto no jornal, para saber como o processo funcionava, e a elevar o Extra à categoria VIP do aplicativo. Em termos de produção de notícias, o jornal também foi pioneiro em estabelecer os chamados “repórteres 3G”, que respondessem não apenas pelo texto, mas fossem multimídia.

A se confirmar a saída, informaremos aos leitores os planos de Octavio após deixar o jornal e quem a Infoglobo indicará para o substituir.

Ex-sócios da corretora Rico unem-se ao site Money Times

Monica Saccarelli e Frederico Meinberg, ex-sócios da Rico Corretora, assinaram acordo com Gustavo Kahil para comprar uma participação minoritária no site independente de jornalismo econômico e financeiro Money Times. O portal contabiliza hoje dois milhões de pageviews e 100 mil usuários únicos por mês.

Com larga experiência em serviços para pessoa física, Monica e Frederico veem no Money Times a possibilidade de explorar o universo da educação financeira. “O que me atrai é poder, cada vez mais, informar melhor as pessoas para que elas tracem o melhor caminho no seu investimento. E a independência é fundamental”, diz Monica. Ela foi sócia-fundadora da Rico, responsável pela aquisição de clientes e atendimento, atuando ao lado de Frederico, também fundador da Rico e da Link Investimentos.

“A chegada da Monica e do Fred, que juntos têm uma experiência de sucesso no mercado financeiro, reforça o compromisso de que o jornalismo financeiro independente é o caminho correto para tratar deste tema no Brasil”, afirma o editor e fundador do Money Times Gustavo Kahil.

O site nasceu em dezembro de 2016 com o objetivo de fazer jornalismo econômico independente na internet. Em agosto passado Gustavo anunciou o reforço de Conrado Mazzoni, que tem mais de dez anos de noticiário financeiro na bagagem. Renato Del Rio e Francisco Kahil são os programadores e desenvolvedores.

Na luta com as mulheres

Jornalistas de todo o Brasil são convidadas e convidados a participar das ações dos 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres, que se iniciaram em 20/11 e continuarão até 10/12, Dia Internacional dos Direitos Humanos. Em artigo publicado no site da Fenaj, Maria José Braga, presidente da entidade, destacou a importância dessa mobilização, o papel da imprensa e a violência contra as jornalistas no exercício das atividades profissionais.

Semana começa com o Mega Brasil Benchmarking

Nas próximas segunda e terça-feiras (4 e 5/12), São Paulo sediará a primeira edição do Mega Brasil Benchmarking, encontro que reunirá as experiências de comunicação corporativa de 31 das principais organizações empresariais brasileiras, em apresentações dos titulares da área. O encontro, no hotel Tulip Inn São Paulo Paulista (rua Apeninos, 1.070), no bairro do Paraíso, conta com apoio de Abracom, Conrerp 2ª Região e deste Jornalistas&Cia.

As apresentações serão em quatro salas simultaneamente, com a presença máxima de 30 pessoas por sala. Inscrições e informações no www.megabrasil.com.br ou 11-5576-5600.

Massey Ferguson revela vencedores do seu 16º Prêmio de Jornalismo

Foi realizada nessa quarta-feira (22/11), em Canoas(RS), a cerimônia de entrega da 16ª edição do Prêmio de Jornalismo da Massey Ferguson aconteceu, que prestigia conteúdos jornalísticos relacionados ao agronegócio. Os trabalhos concorreram nascategorias Jornal, Revista, Multimídia, TV, Fotojornalismo, Estudantes e América do Sul, Central e Caribe, escolhidos pela Comissão Julgadora em outubro. Confira os vencedores:

Jornal: Agronegócio entra na era da agricultura digital, de Clarice Couto, para O Estado de S.Paulo.

Revista: A carne no olho do furacão, de Cristiano Dias Vieira, para a Press Agrobusiness.

Multimídia: Sozinhas – A história de mulheres que sofrem violência no campo, de Ângela Bastos, para o Diário Catarinense.

TV: Sons do campo – Máquinas e ferramentas”, de Ronaldo Ragadali, para a RPC Foz do Iguaçu.

Fotojornalismo: Domínio da uva”, de Sergio Raghin Ranalli, para a Folha de Londrina.

Estudante: Campo e ideias”, de Ronaldo Fontana de Faria, para o Canal Universitário da TV UFSC.

América do Sul, Central e Caribe: A Renovarse o Morir, de Maria Eugenia Fernández, para a Revista MundoAgro.

O conferencista, escritor, jornalista e publicitário José Luiz Tejon recebeu a homenagem especial Destaque AGCO do Agrojornalismo Brasileiro, como reconhecimento por sua contribuição para o desenvolvimento, promoção e valorização do agrojornalismo brasileiro.

Foram 774 conteúdos inscritos, o que representa um aumento de 20% em comparação com a edição anterior.

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