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Corpo de Robson Pandolfi é encontrado em praia do Uruguai

Robson Pandolfi
Robson Pandolfi

Foi encontrado na manhã desse domingo (7/1), nas proximidades de Punta Del Este, o corpo do jornalista gaúcho Robson Pandolfi. Ele passava férias com a família e amigos na cidade uruguaia de Piriápolis. Na tarde do sábado, durante um banho nas águas de Portezuelo, no encontro do Rio da Prata com o mar, ele, o amigo Alexandre Blankl Batista e um sobrinho de Pandolfi começaram a ser levados pela correnteza para o fundo. Segundo relatos, Batista teria conseguido empurrar a criança para o raso, mas em seguida os dois desapareceram.

Natural de Mariano Moro, Pandolfi era formado em Jornalismo, sócio-diretor da agência de conteúdo República e foi professor universitário na UniRitter, onde lecionou nos cursos de Relações Internacionais e Jornalismo. Vinha se especializando em Jornalismo de Dados e em 2015, pela revista Amanhã, foi um dos vencedores do Grande Prêmio Heitor Stockler de França, do Sistema Fiep. Ele deixou esposa.

Pai de Robson, o radialista e também jornalista Décio Pandolfi informou ao GaúchaZH que a expectativa é de que o corpo saia do país vizinho nesta terça-feira (9/1). O velório e o sepultamento serão em Mariano Moro, no norte do Rio Grande. A outra vítima, Alexandre, nasceu em Viamão, era casado e dava aula de História na Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste). O velório dele deverá ocorrer em Marechal Cândido Rondon, onde residia.

Como identificar fake news ?

Bette Romero e Terezinha Santos ministram o curso Fact-checking: como identificar e combater as fake news. A checagem de informações, também conhecida como fact-checking, hoje não é apenas uma área em expansão e que oferece novas oportunidades para os profissionais de comunicação, mas tornou-se essencial para as corporações e pessoas públicas.

É usada por grandes empresas para combater a desinformação de forma técnica e ética. Os profissionais dessa nova área, os fact-checkers, também têm um amplo campo de trabalho, especialmente em campanhas eleitorais, como a que ocorre em 2018. Serão 12 horas/aula, entre os dias 15 a 24/1, das 18h30 às 21h30, na sede do Radix (av. Treze de Maio, 23, 2º).

Morre José Louzeiro, pioneiro do livro-reportagem

José Louzeiro
José Louzeiro

José Louzeiro morreu na madrugada de sexta-feira (29/1), aos 85 anos, enquanto dormia, em casa, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. Ele morava com uma filha e era acompanhado por cuidadores. Há algum tempo, sofria de diabetes e cardiopatias que o levaram à morte.

Nascido em São Luís do Maranhão, começou, aos 16 anos, como aprendiz no jornal O Imparcial. Radicado no Rio desde os 22 anos, trabalhou em O Jornal, Última Hora, Correio da Manhã, Diário Carioca e revista Manchete, veículos hoje extintos. Durante 20 anos, foi repórter de polícia e, como resultado dessa experiência, passou a escrever romances-reportagens, gênero em que era pioneiro no Brasil. Em São Paulo, esteve na Folha e no Diário do Grande ABC.

Deixou o jornalismo para se dedicar aos romances, tornando-se uma referência para filmes que fizeram sucesso no cinema: Lúcio Flávio, passageiro da agonia, de 1976, e Pixote, a lei do mais fraco, de 1980, ambos sob a direção de Hector Babenco; e O homem da capa preta, de Sérgio Rezende, em 1986, sobre Tenório Cavalcanti. O livro Lúcio Flávio começou a ser elaborado quando Louzeiro recebeu, na redação de O Globo, um telefonema do assaltante de bancos que queria dar uma entrevista. Autor de quase 40 títulos no gênero, destaca-se também Em carne viva, sobre o drama da estilista Zuzu Angel e seu filho Stuart Angel Jones. Foram dez roteiros de filmes.

Um romance-reportagem marcante foi Aracelli, meu amor, em 1973, sobre o assassinato de uma criança, livro proibido pela censura do regime militar, pois o autor concluiu que os culpados eram membros da elite de Vitória, no Espírito Santo. Outra obra censurada antes de ser veiculada, em 1993, quando não havia mais censura no Brasil, foi a telenovela O marajá, com base na vida do ex-presidente Fernando Collor. Foi ainda autor das telenovelas Qorpo santo e Guerra sem fim, para a TV Manchete, e de livros infanto-juvenis, como A gang do beijo.

Facebook censura fotos de índios

Paulo Santos, fotógrafo e editor do site Panamazônica, de Belém, teve sua página no Facebook bloqueada pela rede social ao compartilhar, em apoio, a foto e comentário do ativista e também fotógrafo Caetano Scannavino, com imagem de indígenas tarjados em vermelho. No comentário, sobre censura do FB a fotos feitas por Sebastião Salgado, Scannavino destacou: “Lamentável que uma empresa de 1,2 trilhão de dólares não saiba distinguir cultura de pornografia”. Confira a íntegra.

E não sabe mesmo, pois em pesquisa rápida pela rede do FB este J&Cia Norte encontrou de pedofilia a sexo explícito. Lá estavam, por exemplo, páginas das “boqueteiras safadas” e “boqueteiras do Face”, esta última com foto de menina com menos de dez anos. Sem falar de páginas homofóbicas e racistas.

Raul Juste Lores assumirá Veja São Paulo

Raul Juste
Raul Juste

Repórter especial da Folha de S.Paulo, Raul Juste Lores assumirá no final de janeiro a Direção de Veja São Paulo a convite da diretora editorial da Abril Alecsandra Zapparoli, em substituição a Sergio Ruiz Luz, que comandou a revista nos últimos seis anos e que em fevereiro passará a dirigir a área de projetos da editora. Raul deixa o jornal depois de quase 12 anos, em que ocupou diversos postos, entre eles o de correspondente em Nova York e Washington.

Para ele, “a Vejinha é uma baita instituição paulistana. Falar sobre esta cidade é minha paixão, não vai faltar amor entre nós”. A propósito, com o hábito de caminhar pelas ruas de São Paulo, notou que seus edifícios preferidos datavam das décadas de 1950 e 1960. Quando voltou à cidade, em 2015, após sua temporada como correspondente, partiu para escrever São Paulo nas alturas (Três Estrelas), fruto da perto de 200 entrevistas e da leitura de 80 livros e teses.

Nele, reconstitui a história e os projetos dos expoentes daquele período, batizado como “milagre da arquitetura”, que traz obras de Oscar Niemeyer (Edifício Copan), David Libeskind (Conjunto Nacional), Otto Meinberg e Franz Heep (Edifício Itália) e Israel Gafman (Edifício Suzana).

Levantamento analisou 154 prêmios jornalísticos em 2017

No mesmo ritmo de crescimento no número de prêmios analisados, o Ranking 2017 reúne informações de 154 iniciativas, 84 delas com edições realizadas neste ano, e mais uma dezena de concursos bienais, com próxima edição prevista para 2018. Confira a relação completa dos prêmios analisados:

  • 3M
  • Abag/RP
  • ABCR
  • ABCZ
  • Abdias Nascimento
  • Abear
  • Abecip
  • Abimilho
  • ABP
  • Abraciclo
  • Abracopel
  • Abrafarma
  • Abraji
  • Abramge
  • Abrapp
  • Abrelpe
  • Abril
  • Abvcap
  • Aceesp
  • ACI
  • ACIE
  • Adpergs
  • AEA de Meio Ambiente
  • Agência Estado
  • Águas Guariroba
  • Aimex/Danilo Remor
  • Alexandre Adler/Sindhrio
  • Allianz Seguros
  • AMB
  • Amrigs
  • ANA
  • Anamatra
  • Andifes
  • ANTF
  • ARI
  • Asdep
  • Automação Imprensa
  • Ayrton Senna
  • Biodiversidade da Mata Atlântica
  • BM&FBovespa
  • BNB
  • Bracelpa
  • Brasil Ambiental
  • Braskem
  • Caixa
  • Câmara Espanhola
  • Cbic
  • CDL/BH
  • Chico Lins
  • Citi
  • Cláudio Abramo
  • CNA
  • CNH
  • CNI
  • CNT
  • Comissão Europeia de Turismo
  • Comunique-se
  • Corecon-MG
  • Corecon-RJ
  • CPJ Internacional Press Freedom
  • Crea-MG
  • Cristina Tavares
  • CRO-SC
  • Crosp
  • Délio Rocha
  • Direitos Humanos-RS
  • Econômico Ibero Americano
  • Ecopet
  • Editora Globo
  • Embrapa
  • Embratel
  • Engenho
  • Eset-LA
  • Esso
  • Estácio de Sá
  • Estadão
  • Ethos
  • Every Human Has Rights
  • Fapeam
  • Fecomércio-PR
  • Fenabrave-SC
  • Fenacon
  • Fiesc
  • Firjan
  • Folha
  • Fraterno Vieira
  • Fundação Feac
  • Gabriel Garcia Marquez (antigo FNPI)
  • Gandhi
  • Gilberto Velho
  • Global Shining Light Award
  • GTPS
  • Iberoamericano Rei da Espanha
  • IBGC
  • IGE
  • Imprensa de Educação ao Investidor
  • Itaú de Finanças Sustentáveis
  • Jabuti
  • João Valiant
  • Jornalistas&Cia
  • José Hamilton Ribeiro
  • José Lutzemberger
  • José Reis
  • Latino Americano em Saúde Vascular
  • Latinoamericano de Jornalismo Investigativo
  • Líbero Badaró
  • Longevidade
  • Lorenzo Natali
  • Maria Moors Cabot
  • Massey Ferguson
  • Medtronic
  • Microcamp
  • Ministério Público-RN
  • Ministério Público-RO
  • Ministério Público-RS
  • Mobilidade Urbana
  • Mobilidade Urbana Sustentável (ITDP)
  • Mongeral Imprensa
  • MPT
  • Mulher Imprensa
  • New Holland
  • OAB-GO
  • Ocepar
  • Octávio Brandã
  • Onip
  • Personalidade da Comunicação
  • Petrobras
  • Prefeitura de Fortaleza
  • Press
  • RBS
  • Roche
  • SAE Brasil
  • Sangue Bom
  • Santos Dumont
  • SBD
  • Sbim
  • Sebrae
  • Secovi-rio
  • Sefin
  • Senai
  • Setcergs
  • SIP
  • Sistema Fiep
  • Sistema Fiepa
  • Telesp
  • Tim Lopes (Andi)
  • Tim Lopes (Disque Denúncia-RJ)
  • Top Etanol
  • Transparência
  • Unisys
  • Vladimir Herzog
  • Volvo
  • Wash Media Awards
  • Zero Hora

Ranking +Premiados: Como funciona o sistema de pontuação?

Sem mudanças em relação ao ano passado, o sistema distribui de 100 a 5 pontos pelos prêmios conquistados. Essa escala varia de acordo com o perfil da premiação (internacional, nacional, regional ou interno de veículo), seu tipo (por matérias jornalísticas, conjunto da obra ou votação direta) e a temática (geral ou específica).

Vale lembrar que apenas conquistas individuais rendem ao vencedor 100% da pontuação. As conquistas em equipe (dois ou mais integrantes) rendem metade (50%) dos pontos a cada um.

Confira a grade completa:

 

Patrícia Vasconcellos deixa Buenos Aires e começa no SBT em Brasília

Patrícia Vasconcellos
Patrícia Vasconcellos

O SBT anunciou o retorno ao Brasil de Patrícia Vasconcellos, que ocupava o posto de correspondente em Buenos Aires, para se incorporar à reportagem da emissora em Brasília. Patrícia era a responsável pela cobertura de notícias da América Latina.

Ainda sobre o Jornalismo da emissora, depois da saída de Joseval Peixoto, os apresentadores que se revezarão na bancada do SBT Brasil, aos sábados, serão: Daniel Adjuto (repórter de Brasília) e Cassius Zeilmann (apresentador do SBT Notícias), além de Marcelo Torres, que já apresenta o telejornal nas escalas.

William Waack deixa definitivamente a Rede Globo

William Waack
William Waack

Por Cristina Vaz de Carvalho, do Rio de Janeiro

Na última semana de dezembro, Ali Kamel, diretor-geral de Jornalismo e Esportes da Rede Globo, emitiu comunicados sobre trocas de lugares entre apresentadores da Rede Globo.

Como era esperado, William Waack teve seu contrato rescindido pela emissora. Ele estava afastado desde novembro, por aparecer num vídeo com conotações racistas. As imagens de bastidores, datadas do ano anterior, foram veiculadas em rede social por um desafeto do apresentador. Na ocasião, Waack respondia pelo Jornal da Globo e o programa Painel na GloboNews. A emissora suspendeu-o das funções durante um mês, ponderou a questão nesse meio tempo e se definiu pela rescisão contratual, que veio acompanhada do pedido público de desculpas. Foram 21 anos de Globo.

Waack fora substituído interinamente por Renata Lo Prete, agora efetivada nessas posições. Renata está na GloboNews há cinco anos; foi comentarista e depois editora de política do Jornal das Dez. Antes, trabalhou no Jornal da Tarde, mas consolidou sua carreira na Folha de S.Paulo, como repórter, correspondente em Nova York, ombudsman e editora da coluna Painel. Em 2005, recebeu o Esso de Jornalismo pela série de entrevistas que revelou o escândalo do mensalão.

A vaga de Renata no Jornal das Dez – o telejornal mais importante e de maior audiência do canal por assinatura – foi preenchida por Heraldo Pereira. Ele começou como repórter em emissoras do interior de São Paulo, e esteve na TV Manchete e no SBT antes de chegar à Globo de São Paulo. Foi também da sucursal de Brasília, onde se notabilizou por ter fontes exclusivas nos Três Poderes. Participou ainda de importantes coberturas internacionais e, há 15 anos, apresenta o Jornal Nacional nos finais de semana e nas ausências de William Bonner.

Natuza Nery, que substituiu interinamente Renata Lo Prete no Jornal das Dez, passa a comentarista de política do mesmo telejornal, com participação em outros horários. Na Globo há apenas um ano, Natuza afirmou-se como uma jornalista versátil.

É muita mudança

Em retrospecto, se considerarmos todas as mudanças ocorridas no Jornalismo da Rede Globo no segundo semestre de 2017, temos que concordar com o que Daniel Castro, no UOL, chamou de “maior dança das cadeiras do século” na emissora. Mesmo levando em conta que o novo século está ainda no início – e que é precipitado eleger os maiores desse tempo –, a Globo fez alterações que, juntas, talvez tenham reflexo no perfil dos noticiários da casa, tanto na tevê aberta como na tevê paga.

Em agosto, Evaristo Costa deixou a Globo e o Jornal Hoje, e foi substituído por Dony De Nuccio que estava no Jornal das Dez da GloboNews. Aí, quem ocupou sua vaga foi Renata Lo Prete, até então na edição e comentários da política desse telejornal. E na véspera deste Natal (24/12/17), De Nuccio substituiu Tadeu Schmidt no Fantástico.

Além dos rostos que aparecem na telinha, conhecidos da audiência, houve trocas também na cúpula. Ainda em agosto, Eugênia Moreyra, diretora geral da GloboNews, anunciou seu desligamento para o final do ano. Foi substituída por Miguel Athayde, até então diretor da Regional Rio, que cedeu o lugar a Vinicius Menezes, editor do Bom Dia.

Em novembro, Luiz Nascimento, diretor do Fantástico por 25 anos, comunicou que acompanharia sua mulher, Eugênia Moreyra, numa mudança do casal para Portugal. Nascimento foi substituído por Bruno Bernardes, há vários anos no expediente do programa.

A expectativa é que o padrão Globo se mantenha, independentemente dos nomes que o fazem. E será curioso observar se haverá contribuições significativas, em termos de criatividade, para esse paradigma, na medida em que as condições materiais são as ideais no Brasil… desde que respeitada a cobrança por um exagero de audiência, e desde que haja uma resistência obstinada a um clima organizacional talvez hostil, como observamos no início deste texto.

R7 contrata 25 antes do Natal

O R7, portal de notícias, serviços e entretenimento que integra a Rede Record, fez 25 contratações antes do Natal.

Para a Home, chegaram os editores Karina Yamamoto e Marco Rogério de Castro Oliveira (ambos ex-UOL), a repórter/redatora Nayara Winny Batista Fernandes (que era freelance) e a redatora Brenda Marques (ex-Secretaria Municipal de Pessoa com Deficiência); para Cidades, a editora Ingrid Cassia de Carvalho Alfaya (ex-Comunicação do HC) e os repórteres Fabíola Perez Correa (ex-Isto É), Marcio Neves (ex-UOL e Folha de S.Paulo) e Plínio Aguiar (ex-estagiário do próprio R7); para Internacional, a editora Cristina Charão Marques (ex-Veja e Estadão) e os redatores Beatriz Sanz (ex-El País) e Fábio Fleury (ex-NHK e Reuters); para Brasil/Política/Economia, o editor Paulo Rodolfo Lima (ex-CBN) e as repórteres Giuliana Saringer (ex-estagiária do R7) e Thais Skodowski (ex-IstoÉ); para Esportes, o editor Adalberto Leister Filho (ex-Máquina do Esporte, que segue como professor de programas de pós-graduação de Anhembi Morumbi, Faap e Ipog São Paulo), o editor e blogueiro Rodolfo Martins Rodrigues (ex-UOL e Estadão), os redatores Carla Canteras (ex-TV Globo) e Guilherme Padin (ex-El País) e o repórter Cesar Sacheto (ex-Estadão); para Tecnologia e Ciências, o editor Pablo Marques (ex-Poder 360); para a Coluna do Fraga, o repórter Caio Vigneron Sandin (ex-Jornal da Record); para o Hora 7, o repórter David Plassa (ex-Estrelando); para Novas Mídias, o editor sênior Leonardo Martins (ex-Gizmodo); para Saúde, a editora Deborah Giannini (ex-UOL); e para Entretenimento, a redatora Marília Aguena (ex-CBN).

Embora o portal não informe, muitos certamente substituirão os demitidos no início de dezembro após paralisarem o trabalho entre 30/11 e 1º/12 em protesto contra mudanças na escala de trabalho nos finais de semana sem prévia negociação.

Segundo o Sindicato dos Jornalistas de São Paulo, essas demissões, que informa serem “quase 30”, ainda estão sub judice, com julgamento previsto para o final do mês no TRT2-SP. Antes, porém, em 11/1, está marcada reunião entre a empresa e o Sindicato para negociar a mudança de escala de plantão que deu origem ao protesto.

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