A comunicadora Lana Holanda entrou para o Programa de Proteção Legal para Jornalistas, da Associação de Jornalismo Investigativo (Abraji).
Em razão do processo movido por Luciano Hang, dono da Havan, a comunicadora Lana Holanda entrou para o Programa de Proteção Legal para Jornalistas, da Associação de Jornalismo Investigativo (Abraji). Lana responde na Justiça de Santa Catarina a uma ação de indenização por danos morais por um comentário que fez no Twitter em agosto de 2022.
O comentário foi feito no contexto das discussões sobre a CPI da Pandemia, na qual Hang foi investigado e convocado a depor. No interrogatório, ele confessou que sua mãe faleceu em decorrência da Covid-19 e que no tratamento dela foram usados medicamentos sem eficácia comprovada. Holanda, respondendo a uma postagem sobre o tema realizada por uma figura pública, disse, em tom crítico, que Hang autorizou a realização de ozonioterapia na mãe até a morte dela.
Por esse comentário, que até fevereiro passado havia recebido apenas 53curtidas, Hang pede uma indenização por danos morais no valor de R$ 50 mil, além da exclusão do conteúdo sob pena de multa diária de R$ 10 mil.
No programa da Abraji, a defesa de Lana está a cargo do escritório Flora, Matheus e Mangabeira Sociedade de Advogados (FMMSA).
A Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (Aberje) promoverá uma live com o tema Mulheres e a diversidade na comunicação
Um conteúdo:
Em celebração ao Dia Internacional da Mulher, nesta quarta-feira (8/3), a Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (Aberje) promoverá uma live com o tema Mulheres e a diversidade na comunicação. Com mediação de Maria Fernanda de Freitas, head de Media da Enel Brasil, a live gratuita será das 15h às 17 horas.
Com discussões sobre diversidade na sociedade, e pontos como cultura, etnia, orientação sexual, gerações e corpos, o encontro contará com um debate entre Ananda Puchta, coordenadora de Ativismo, Cultura e Missão Social na Ben & Jerry’s; Debora Moura, head de Diversidade e Inclusão do Grupo Dreamers; e Marilia Tocalino, gerente de Diversidade, Equidade e Inclusão para América Latina na Bayer.
O #diversifica é um hub de conteúdo multiplataforma sobre Diversidade, Equidade e Inclusão (DEI) do Portal dos Jornalistas e da newsletter Jornalistas&Cia. Ele conta com os apoios institucionais da Associação de Jornalismo Digital (Ajor), International Center for Journalists (ICFJ), Meta Journalism Project, Imagem Corporativa e Rádio Guarda–Chuva.
A Associação Interamericana de Imprensa (SIP, na sigla em espanhol) recebe até 1º de julho inscrições para o Prêmio SIP de Excelência em Jornalismo 2023. A inciativa, destinada a reconhecer o trabalho da imprensa nas Américas e Espanha, é uma das mais antigas ainda em atividade no mundo, sendo realizada desde 1953.
A grande novidade neste ano está no período estendido das inscrições. Tradicionalmente o prazo se encerrava no final de janeiro, mas com a nova data poderão concorrer reportagens publicadas entre 1º de Julho de 2022 e 30 de Junho de 2023.
“Nesta edição ajustamos as datas para a apresentação das candidaturas, aproximando-as da cerimónia de entrega dos prêmios, em outubro”, explica Leonor Mulero, presidente do Comitê de Prêmios da SIP. “O concurso seguem com seu objetivo central e permanente: destacar o melhor do jornalismo, para que possa servir de referência de qualidade”.
Os trabalhos inscritos poderão concorrer em 14 categorias:
Caricatura
Cobertura de Notícias na Internet
Cobertura de Notícias
Entrevista
Relatório
Direitos Humanos e Serviço Comunitário
Fotografia
Infografia
Opinião
Jornalismo de Dados
Jornalismo de Profundidade
Jornalismo Ambiental
Jornalismo de Saúde
Jornalismo Universitário
Além das categorias, a SIP também entregará o Grande Prêmio para a Liberdade de Imprensa a um profissional ou organização com realizações significativas em prol desta causa.
O primeiro colocado de cada categoria receberá um prêmio de US$ 2 mil e a cerimónia de entrega acontecerá na Cidade do México, em outubro, durante a 79ª Assembleia Geral da SIP. Não é necessário ser membro da entidade para concorrer.
A Igreja Universal, liderada pelo bispo Edir Macedo, entrou na Justiça contra o Intercept Brasil após a publicação de uma reportagem que revela que está em curso no Ministério Público de São Paulo uma investigação sobre um suposto esquema de lavagem de dinheiro da igreja.
A reportagem, publicada em julho de 2022, revelou um levantamento sigiloso do MPSP que mostra que a Igreja Universal recebeu, entre 2011 e 2015, cerca de R$ 33 bilhões apenas em depósitos bancários, “que nem de longe são a principal fonte de captação da Universal”, destaca o Intercept. Entre os depósitos estão transações sob suspeita. O Intercept analisou centenas de documentos e detectou que o maior beneficiado dessas operações foi o círculo mais próximo do bispo Edir Macedo.
A Igreja Universal foi procurada pela reportagem para se pronunciar sobre o caso, mas não deu retorno ao Intercept Brasil. Agora no final de fevereiro, a igreja entrou na justiça contra o veículo pedindo abertura de uma investigação policial por “divulgação sem justa causa” e “quebra de sigilo dos documentos revelados”.
O Intercept Brasil comentou sobre o caso: “Nossa equipe esmiuçou transações bancárias entre as mais de 100 empresas que compõem o império econômico de Edir Macedo. Mostramos como funciona a arquitetura financeira secreta da Universal, e não será um processo que irá nos impedir de continuar nossas investigações sobre o tema. A igreja tem um histórico de ações contra jornalistas por todo o Brasil, mas não vamos nos calar, nem dar um passo sequer para trás. Esta ação é mais um exemplo de quanto nosso trabalho incomoda”.
Entidades defensoras da liberdade de imprensa repudiaram a ação da igreja. O Instituto Vladimir Herzog classificou o ocorrido como “uma inaceitável forma de perseguição e de tentativa de intimidação a um veículo jornalístico que traz informações relevantes, verificadas e de inegável interesse público. (…) É absolutamente fundamental, portanto, que a Justiça não dê vazão ao pedido arbitrário perpetrado pela Igreja Universal e faça valer os preceitos constitucionais que asseguram a liberdade de imprensa e o direito à informação a todos os cidadãos brasileiros”.
IVH vs. governo Bolsonaro
O Instituto Vladimir Herzog, inclusive, teve vitória na justiça contra o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro. A 22ª Vara Cível Federal de São Paulo decidiu em primeira instância pela extinção de um processo do antigo governo que questionava o enquadramento do instituto na Lei Rouanet.
Segundo a Secretaria da Cultura do governo Bolsonaro, o instituto não poderia enquadrar-se na lei como instituição cultural pois realiza também ações na área de Jornalismo e Liberdade de Expressão. Mas a própria União reconhecia várias atividades do Vladimir Herzog como artísticas e culturais. A Justiça julgou esta avaliação anterior do governo como contraditória.
A RedeTV anunciou Stephanie Freitas como a nova superintendente de Jornalismo da emissora. Ela substitui a Franz Vacek, que deixou a empresa no final de fevereiro.
Na nova gestão, Stephanie desenvolverá um trabalho conjunto com Kennedy Alencar, conselheiro editorial e diretor da Sucursal de Brasília.
Stephanie teve uma passagem anterior pela RedeTV em 2015, trabalhando no programa É Notícia. Tornou-se editora do telejornal e atuou na chefia de Redação, coordenação de rede e reportagem em outros programas da casa, como RedeTV News e Leitura Dinâmica. Foi responsável pela produção do debate eleitoral de 2018 e de toda a programação voltada às eleições daquele ano.
Em 2021, deixou a emissora e foi para Secretaria de Estado dos Transportes Metropolitanos, onde atuou como assessora executiva. No mesmo ano, foi para a TV Jovem Pan News, produzindo e coordenando entrevistas políticas de programas jornalísticos.
No ano passado, voltou à RedeTV, como chefe de Política, e coordenou toda a cobertura das últimas eleições. Posteriormente, assumiu a chefia de Redação e, neste ano, interinamente, a Superintendência de Jornalismo.
Morreu no sábado (4/6) o jornalista esportivo Márcio Guedes, aos 76 anos, no Rio de Janeiro. Há meses ele enfrentava sintomas de uma hepatite C, e faleceu em decorrência de um câncer.
Márcio tinha mais de cinco décadas de carreira como jornalista. Passou por Jornal do Brasil, Correio da Manhã, Jornal da Tarde e Estadão. Foi colunista e comentarista em O Dia, Band, TV Manchete, TV Globo, Record e ESPN. Desde 2001 trabalhava na TVE/RJ, atual TV Brasil. Além do esporte, era também apaixonado por cinema.
Ultimamente era comentarista dos programas esportivos Bate Bola Nacional e No Mundo da Bola, da Rádio Nacional, e Stadium e No Mundo da Bola, da TV Brasil, veículo da Empresa Brasil de Comunicação (EBC).
Em Mundo da Bola dividia a bancada com Sergio du Bocage. Desde o início dos anos 2000, ambos comandavam um bate-papo descontraído com a participação de convidados.
Morreu na manhã deste sábado (4/3) o cartunista Paulo Caruso, aos 73 anos, em São Paulo. Ele estava internado no Hospital 9 de Julho e lutava contra um câncer no intestino. O velório será no domingo (5/3) e o enterro na segunda-feira, reservado à família e amigos. Paulo deixa o irmão gêmeo Chico Caruso, também cartunista, e o filho Paulinho Caruso, diretor de videoclipes, filmes e programas de TV.
Paulo José Hespanha Caruso nasceu em 6 de dezembro de 1949, em São Paulo. Formou-se em Arquitetura na USP, no início dos anos 1970, mas não chegou a exercer a profissão. Antes, em 1960, havia iniciado a trajetória de chargista no Diário Popular, de São Paulo. Na década seguinte, trabalhou para O Pasquim, ao lado de ícones do cartum brasileiro como Ziraldo, Jaguar, Henfil, Millôr Fernandes, Fortuna e Reinaldo Figueiredo.
Em 1981, inaugurou a página de humor Bar Brasil, na Revista Careta, que posteriormente migrou para a revista Senhor. Em 1988, passou a publicar a coluna de humor Avenida Brasil na revista Isto É. Em 2015, foi para a revista Época. Também colaborou com outros veículos, como Folha de S.Paulo e revista Veja, e publicações especializadas em humor, como Circo, Chiclete com Banana, Geraldão e Pasquim 21.
Paulo notabilizou-se pelas charges que fazia ao vivo durante o Roda Viva, da TV Cultura, desde a estreia do programa, em 1986. Os desenhos eram sobre o entrevistados ou os entrevistadores da bancada, acompanhados de frases marcantes ditas nas entrevistas.
Publicou livros como As origens do Capitão Bandeira (1983), Ecos do Ipiranga (1984), Bar Brasil (1985) e Bar Brasil na Nova República (1986). Em 1989, passou a publicar uma série de livros que reúnem as charges da antiga Avenida Brasil. Ao longo da carreira, recebeu diversos prêmios por seu trabalho como cartunista, entre eles o de melhor desenhista pela Associação Paulista dos Críticos de Arte (APCA), em 1994.
Colegas e entidades do cartum brasileiro lamentaram a morte de Paulo. Laerte Coutinho despediu-se do amigo, que descreveu como “herói do quadrinho brasileiro”. O cartunista Aroeira comentou que Paulo “continua vivo, pelo trabalho, pela obra, por tudo que ele deixa”.
O repórter Caco Barcellos, do Profissão Repórter (TV Globo), será o homenageado da 18ª edição do Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), a ser realizado de 29 junho a 2 de julho, em São Paulo.
A decisão de homenagear Caco Barcellos foi tomada pela diretoria da Abraji, considerando sua relevância jornalística, por ser muito influente entre colegas mais experientes e uma fonte de inspiração para novos jornalistas. Ele se junta a outros nomes que já foram homenageados no evento, como José Hamilton Ribeiro, Lúcio Flávio Pinto, Rosental Calmon Alves, Zuenir Ventura, Tim Lopes, Clóvis Rossi, Elio Gaspari, Elvira Lobato, Miriam Leitão, entre outros.
A premiação ocorrerá durante a programação do evento, e incluirá a exibição de um documentário. O local e o dia da homenagem ainda serão anunciados pela Abraji.
Perto dos 73 anos, Caco foi responsável por apurações exaustivas que revelaram abusos cometidos pelas forças de segurança no País. É autor de obras que se tornaram referências no jornalismo, como Nicarágua: a revolução das crianças, de 1982; Rota 66 − A História da Polícia que Mata, de 1992; e O Abusado: O Dono do Morro Dona Marta, de 2003.
Na matéria, o jornalista escreveu sobre cerca de 13 trabalhadores que foram fotografados e filmados em 27/2 chegando em uma unidade de Bem-estar e Proteção Animal de Joinville. Eles almoçaram em locais reservados a cães e outros animais, com condições insalubres para pessoas fazerem refeições. A denúncia foi liderada pelo Sindicato dos Servidores Públicos de Joinville. Os trabalhadores filmados prestam serviços para a terceirizada pela Prefeitura de Joinville, Celso Kudla Empreiteiro Eireli, responsável pela obra de reestruturação do local.
Leandro comentou a demissão: “Não gostaria de me manifestar muito, porque os fatos falam por si sós. Eu digo sempre para todo mundo que me procura que não quero prejudicar ninguém, apenas fazer o meu trabalho. Acatei uma denúncia do Sindicato (Sinsej), ouvi todos os envolvidos, fiz o que qualquer jornalista profissional faria. O veículo para o qual eu trabalhava emitiu uma nota dizendo que minha saída se deu por motivos financeiros e ajustes internos”. O jornalista, que é também servidor da Prefeitura de Joinville, diz que espera trabalhar de novo.
O caso teve grande repercussão negativa nas redes. A Folha Metropolitana declarou que a demissão já estava programada e que o veículo está “passando por reestruturações de equipe para atender à produção jornalística com a nova realidade financeira e editorial desde que o jornal parou de ser impresso”.
Em nota, o Sinsej solidarizou-se com Leandro, e escreveu que “a demissão claramente é fruto de pressão da Prefeitura de Joinville, que, como contratante, deveria fiscalizar os trabalhos de sua terceirizada na obra. É importante frisar que a matéria cumpre todos os preceitos básicos do jornalismo. O jornalista deu voz a todos os envolvidos e apresentou vídeos e fotos como provas do que havia apurado. A prefeitura, inclusive, foi uma das ouvidas e tem sua resposta citada no texto”.
Um novo relatório da ONG britânica Hope Not Hate sobre a extrema-direita no Reino Unido, lançado esta semana, traz um capítulo dedicado a um “coach do Campari” em escala global, o influenciador misógino Andrew Tate.
O documento, State of Hate 2023, examina temas como ódio a migrantes, teorias conspiratórias, terrorismo e movimentos anti-LGBTQIA+.
Tate é apresentado como o mais grave exemplo do uso da internet para manipular audiência e ganhar dinheiro fazendo mal à sociedade. Ele está preso na Romênia por acusações de estupro, tráfico humano e crime organizado.
Nascido nos EUA, mas criado em Luton, perto de Londres, área onde residem muitos imigrantes, o influenciador começou como lutador de kickboxing e ficou famoso em 2016 participando do Big Brother. Foi expulso depois do surgimento de um vídeo em que aparecia batendo na namorada.
O que para alguns seria devastador virou uma oportunidade que ele soube aproveitar, criando uma persona que se tornou ícone para comunidades anti-feministas.
Andrew Tate não é o único a fazer isso. Mas foi mais longe do que muitos que tentaram.
Em 2022, tornou-se a pessoa mais buscada no Google. Seus vídeos no TikTok alcançaram 11 bilhões de visualizações, promovendo desprezo a mulheres, racismo e homofobia em uma atmosfera de luxo e riqueza, com casas e carros de luxo.
Sua suposta fortuna (que alguns duvidam que seja tão grande) veio de vídeos pornográficos. Ele também percebeu que a ilusão de dinheiro fácil era um filão, e criou uma “universidade” online para ensinar “estudantes” a manipular mídias sociais, repostar seu conteúdo e também ficarem ricos.
O misógino foi banido das redes em agosto passado, quando ONGs como a Hope Not Hate soaram o alarme. Só que não adiantou − e isso mostra a fragilidade dos controles das plataformas.
Seus seguidores, que ele chama de “soldados”, continuam disseminando suas teses, sua fama, e a teoria conspiratória de que a prisão na Romênia é um ato do establishment, ou “The Matrix”.
No Twitter ele nem precisa de soldados, pois Elon Musk restabeleceu sua conta.
Parece tudo difícil de acreditar e restrito a nichos. Mas uma pesquisa de opinião encomendada pela Hope Not Hate mediu a extensão da influência de Andrew Tate na sociedade, quantificando o impacto que não cessou mesmo depois que ele foi preso e acusado de crimes.
Andrew Tate
Entre todos os pesquisados na faixa de 16 a 24 anos, 94% ouviram falar dele, 67% assistiram ou leram algo de sua autoria e 28% têm uma visão positiva sobre ele.
A taxa de visão positiva aumenta para 47% entre pessoas do sexo masculino. A principal razão é a crença de que ele “quer que os homens sejam homens de verdade”, alimentando a violência contra mulheres e a intolerância.
Uma comparação entre Tate e os principais políticos do país, que estão todos os dias nas primeiras páginas dos jornais e nos noticiários da TV, confirmou o que outras pesquisas já revelaram: o distanciamento dos jovens da mídia tradicional.
Quase 8 em cada 10 jovens do sexo masculino entre 16 e 17 anos disseram ter consumido conteúdo produzido por Andrew Tate, mas 58% deles afirmaram não ter ouvido falar do primeiro-ministro Rishi Sunak, enquanto 58% não tinham ouvido falar do prefeito de Londres, Sadiq Khan, e 32% disseram não conhecer o líder da oposição, Keir Starmer.
A pesquisa da Hope Not Hate constata como as visões do influenciador estão moldando comportamentos, com mais de 30% dos jovens afirmando que não há mal em fazer piadas sobre a religião ou raça de alguém, ou compartilhar fotos íntimas enviadas em confiança por um parceiro romântico.
A ONG alerta para os reflexos da normalização da violência online no mundo real. E engrossa o coro dos que pedem a erradicação de conteúdos que glorificam a masculinidade tóxica e incentivam a violência contra a mulher.
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