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Prêmio J&Cia/HSBC classifica 82 trabalhos para a final

Reunida na sede do HSBC em São Paulo no último dia 17/9, a Comissão de Seleção do Prêmio Jornalistas&Cia/HSBC de Imprensa e Sustentabilidade definiu os trabalhos finalistas que serão levados à avaliação da Comissão de Premiação para a escolha dos vencedores.

Apenas a categoria Jornal não foi decidida nesse dia, por causa de um problema no sistema de armazenamento dos trabalhos no site, o que levou inclusive ao adiamento dessa divulgação e à revisão do número total de inscritos ? 1.023, e não 1.073, como informamos em J&Cia 863; ainda assim, um recorde.

Esta terceira edição do Prêmio Jornalistas&Cia/HSBC de Imprensa e Sustentabilidade teve 75 jornalistas e/ou equipes finalistas, totalizando 82 trabalhos selecionados. Segundo Lena Miessva, coordenadora do Prêmio, ?esta edição mostrou a presença da maioria dos estados brasileiros e crescimento de participação em todas as categorias.

Com 204 trabalhos, revista recebeu o maior volume de inscrições, seguida por Jornal, que teve 196. As categorias Rádio, Televisão, Internet e Imagem também ampliaram seus números, respectivamente para 40, 126, 146 e 128?.

Os finalistas Confira a seguir os finalistas, por segmento, listados sem qualquer ordem de classificação: Jornal Saneamento, o básico para crescer, e Transposição, novos obstáculos, ambos de Giovanni Sandes Cavalcanti Martins ? Jornal do Commercio (PE);Glória, Vergonha e Esperança ? As três faces do Rio Cachoeira, de Julimar José Pivatto, com Ana Paula Fanton e Claudia Baarstch ? A Notícia (Joinville/SC);A cheia do século: estamos preparados para outra?, de Leandro Prazeres Veloso de Souza, com Carla Yael, Cimone Barros, Elaíze Farias e Jonas Santos ? A Crítica (AM);Da gota à nascente, de Marianna Rios Franco, com Cecilia Pinto Coelho, Elio Rizzo, Hara Alcântara, Júlia Coêlho, Laísa Queiroz, Maurenilson Freire, Renato Ferraz e Verônica Machado ? Correio Braziliense (DF);O pesado custo ambiental de Tapajós, de André Borges de Godoi (Especial ? duas edições) ? Valor Econômico (DF);Expedição Cocó: mil dias na floresta, de Demitri Túlio Silva Araújo, com Ana Mary C. Cavalcante, Cláudio Ribeiro, Émerson Maranhão, Érick Guimarães e Fátima Sudário ? O Povo (CE);Veneno em doses diárias, de Natanael Damasceno de Figueiredo Neto, com Carla Rocha e Fábio Vasconcellos ? O Globo (RJ);A ameaça aos rios, de Luiz Ribeiro dos Santos, com Flavia Ayer e Junia Oliveira ? Estado de Minas (MG);Poluição azul, de Pedro Romero ? JC-Agreste / Jornal do Commercio (PE).   Revista A caminho do fim do desperdício, de Natália Cristina C. Martino ? Horizonte Geográfico (SP);A conscientização ambiental através do reaproveitamento, de Luís Vanderlei Vieira da Silva ? Revista Tecnicouro (São Leopoldo/RS);A revolução dos peixes, de Ariosto Mesquita Duarte ? Panorama Rural (Campo Grande/MS);Lixo embaixo do tapete. Até quando?, de Alexandre Aragão, com Elvis Pereira e Lucas Lima ? Revista da Folha de S.Paulo (SP);A ponte da discórdia ? Um colosso de R$ 1 bilhão ameaça a Amazônia, de Leandro Prazeres Veloso de Souza ? Rolling Stone (SP);Guia verde politicamente incorreto, de Karin Hueck, com Jorge Oliveira e Mauricio Horta ? Superinteressante (SP);Dinheiro que vem do lixo, de Marta Vieira Silva ? revista Encontro / Estado de Minas (MG);Agrotóxicos ? Alerta no campo, de Cleide Aparecida Carvalho dos Santos ? revista Amanhã / O Globo (RJ);Um passeio pela terra dos pequenos grandes inventores, de Luciana Gouvêa da Cunha, com Felipe Melo e Igor Mota Magno ? revista Amazônia Viva / O Liberal (PA);A vida nos extremos, de Maria Laura Ferreira das Neves, com Ricardo Corrêa Ayres ? Claudia (SP);Dinheiro no lixo, de Cláudio Motta Rodrigues da Silva ? revista Amanhã / O Globo (RJ).   Rádio ABC da Sustentabilidade, de Nestor Tipa Júnior, com Marcus Wesendonk ? Gaúcha FM (RS);Uma sociedade democrática sobre a bicicleta de bambu, e Morada da Floresta: de casa para a rua, ambas de Karina Gomes da Silva ? CBN FM (SP);Rio Bonito do Iguaçu tem o maior assentamento de trabalhadores rurais da América Latina, de Wisland Schneider ? Chopinzinho AM (Chopinzinho/PR);A mobilidade urbana na América do Sul. Exemplos de como Porto Alegre está atrasada, de Felipe Daroit, com Marcus Wesendonk ? Gaúcha AM (RS);Caminhos do lixo: origem e destino, de Kamilla dos Santos Dourado ? BandNews FM (DF);Caminhões Piratas, de Wellington Carvalho dos Santos ? Estadão ESPN (SP);Caminhos, cerrado e lixo ? a Brasília dos carroceiros, de Daniele Lessa Soares, com Aprígio Nogueira, Cristiane Valle e Lucélia Cristina ? Rádio Câmara FM (DF);Veta Dilma ? Código Florestal chega à sanção da presidente, de Cirley Virgínia Ribeiro ? Cultura FM (SP);Sustentabilidade na construção civil: nada se cria, tudo se transforma, de Ivna Ponte Coelho ? Jangadeiro FM (CE)   Televisão Caminhos da Reportagem ? Especial lixo eletrônico, e Caminhos da Reportagem ? Especial uso de agrotóxicos no Brasil, ambos de Lucas Reis Rodrigues e equipe ? Caminhos da Reportagem/TV Brasil (DF);O Ecológico, de Thiago Correia, com Denis Karlysson, Janilton Silva, Márcio Alberto e Wando Cajueiro ? TV Pajuçara/Record (AL);Índios protegem a floresta com smartphones, de André Trigueiro Mendes, com Aline Peres dos Santos, Clarissa Cavalcanti, Franklin Feitosa, Jakson Binas, Klara Lavinas, Raunheitti Duccini e Silvana Requena ? Cidades e Soluções/GloboNews (RJ);A capital sustentável ? economia verde, de Fernanda Mathias Orlando, com Diego Panziera, Lourival Furtado, Luiz Felipe Fernandes e Orsiro Oliveira ? MS Record 1ª edição/TV Record (MS);Moda Sustentável, de Marina Sueli Cunha Mendes, com Aline Resende de Carvalho, Daniel Diniz, Dirceu Alves, Breno Machado Alves, Fernando Resende, Hélio Eduardo de Ávila, George Anderson Leite Almeida, Maria Isabel Costa de Andrade Almeida, Mateus Fagundes, Rogéria Rocha de Almeida e Wagner Marzagão ? Rede Minas (MG);Bike Bambu, de Heródoto Barbeiro, com Ailton José Nasser, Aline Rocha Soares, Caroline Machado, Domingos Fraga Filho, Luís Lima, Maria das Neves Martinez Pardo, Mauro Wedekin Bonilha e Yu Teh Huang ? Jornal Record News/RecordNews (SP);Programa sobre a reserva de Mamirauá, de Virgínia Queiroz, com Franklin de Oliveira Feitosa, Mariane Salerno, Rafael Quinalha e Tiago Correia ? Globo Cidadania/Ação/TV Globo (SP);As vidas do atol das rocas, de Ana Paula Vianna Chinelli ? Good News/RedeTV (SP);Ecotrem ? um novo olhar para o cerrado baiano, de Sílvia Nancy Torres da Silva ? Bahia Rural/TV Globo Barreiras (Barreiras/BA).   Internet Energia ? A hora de renovar, de Julliana de Melo, com Gustavo Berlarmino Santos e Inês Calado ? NE10/Jornal do Commercio (PE);Especial Reciclagem, de Glêdson de Lima Araújo, com Fernanda Brasileiro e Thaís Martins ? Diário do Nordeste (CE);Pernambuco (re)feito à mão, de Carlos Elyson Ayres Maciel ? NE10/Jornal do Commercio (PE);O caminho do lixo, de Bruno Dias Calixto, com Laura Lopes e Liuca Yonaha ? Época Online (SP);A mobilidade urbana na América do Sul. Exemplos de como Porto Alegre está atrasada, de Felipe Daroit, com Andrey Damo ? Gaúcha AM (RS);Cacique de cocar, terno e iPhone comercializa carbono, de Fabíola Ortiz dos Santos ? O Eco (RJ);Com atrativo ambiental e econômico, sobe busca de ”selo verde” em prédios, de Gabriela Mariane Gasparin ? G1/Globo.com (SP);Nilcilene, com escolta e colete à prova de balas: “Eles vão me matar”, de Ana Aranha ? Agência Pública (SP);A terra é dos índios. E o carbono, é de quem?, de Natalia Viana, com Ana Aranha, Carlos Arthur França e Jessica Mota ? Agência Pública (SP);Apesar de fechado, Gramacho é uma história inacabada, de Eduardo José Lobão Pegurier, com Victor Venco Moriyama ? O Eco (RJ).   Imagem ? Criação Gráfica Nas suas mãos (capa), de Denilson Roberth Umbelino, com Paulo Roberto de Oliveira ? jornal A Notícia  (Joinville/SC);Os cinco nós ambientais de Joinville, de Denilson Roberth Umbelino ? jornal A Notícia (Joinville/SC);Série Expedição Cocó, de Amaurício Sampaio Cortez, com Gil Dicelli, Luciana Pimenta de Sá e Pedro Henrique Turano Candolo ? jornal O Povo (CE);A caminho do fim do desperdício, de Walkyria Guimarães Garotti, com Diogo Franco do Nascimento ? revista Horizonte Geográfico (SP);O último paraíso (capa), de Bárbara Polucena Almeida de Carvalho, com Aline Brito Fialho e Edgar Gonçaves Jr. ? Jornal de Santa Catarina (Blumenau/SC);O futuro nas mãos da Educação, de Fábio da Câmara, com Charles Segat, José Deon, Juliana Rech e Ricardo Wolffenbüttel ? jornal Pioneiro (Caxias do Sul/RS);O lixo que ameaça o mundo, de Andrea Pahim ? jornal O Estado de S. Paulo (SP);O legado Lutz, de Norton Ragner Lindemann Voloski, com Carlos Guilherme Ferreira, Gonçalo Rodriguez e Guilherme Mazui ? jornal Zero Hora (RS);Catadores dão destino certo ao lixo, de Marco Antônio Barros da Silva ? O Jornal (AL);Rio+20 ? O futuro dele depende de nós, de Marcos Marques, com Alexandre Lucas, Andre Sarmento, Anne Guedes, Daniel Pastori Pereira, Marcelo Biscola, Marco Antonio Vergotti e Rafael Ramos ? revista Época (SP).   Imagem ? Fotografia Transposição ? Novos obstáculos, de Priscilla Buhr Lopes ? Jornal do Commercio (PE);Seca Verde, de José Sérgio da Cunha Júnior ? Diário do Nordeste (CE);O catador, de Pedro Kirilos Mattar de Oliveira ? O Globo (RJ);Últimos dias do lixão de Gramacho, de Domingos Rodrigues Peixoto ? O Globo (RJ);Fruticultura irrigada ? Um oásis em meio à seca, de Edimar Francisco Soares ? O Povo (CE);A volta do “ouro” da Amazônia, e Retirantes da cheia, ambas de Sergio Ricardo de Oliveira ? Amazonas em Tempo (AM);Abelhas selvagens, de Marcos Francisco de Paula Júnior ? O Estado de S. Paulo (Rio de Janeiro/RJ);Condenado à morte, de Marcio Ricardo Carmin da Silva ? A Crítica (AM);Água é tudo, de Daniel Ferreira Lacerda ? Correio Braziliense (DF).   Rio+20 Rio+20, de Thaís Fernandes Santos Nave, com Frederico Augusto de Castro Furtado, Gabriela Reznik, Henrique Belache Kugler, Jean Remy Davée Guimarães, Joyce Pereira dos Santos e Sofia Luisa Moutinho de Oliveira ? Ciência Hoje Online (RJ);Especial Mercado Ético Rio+20, de Henrique Andrade Camargo, com Christina Carvalho Pinto, Isabel Gnaccarini, Josi Paz, Silvia Marcuzzo e Sucena Shkrada Resk ? site Mercado Ético (SP);Valor Econômico Rio+20, de Celia Beatriz Rosemblum, com Amélia Alves, Carlos Vasconcellos, Carmen Lucia Nery, Giselle Paulino, Isabel Dias de Aguiar, Ivan Accioly, Jacílio Saraiva, Jacqueline Farid, Jane Soares, Janes Rocha, João Francisco Gonçalves Santos, Marcelo Pinho, Maria Carolina Nomura, Marleine Cohen, Paulo Vasconcelos, Rosangela Capozoli, Silvia Torikachvili, Salete Silva, Solange Bagdadi e Suzana Liskauskas ? Valor Econômico (SP);Cobertura Rio+20, de Katia Brembatti, com Carlos Bovo, Gilberto Yamamoto, Matias Peruyera, Rafael Andrade e Sérgio Luís de Deus ? Gazeta do Povo (PR);Rio +20 ? O futuro do planeta 20 anos depois, de Denise de Oliveira Viola ? Rádio MEC AM (RJ);Cidadãos à frente de seus líderes, de Joana Dalmeida Marins ? Revista Horizonte Geográfico (SP);Meio Ambiente: Um balanço crítico da Rio+20, de Adalberto Wodianer Marcondes ? Revista CartaCapital (SP);Planeta Terra ? Lotação esgotada, de Renata Chiara, com Andre Alaniz, Paulo Zero, Sonia Bridi e Tiago Ornaghi ? Fantástico/TV Globo (RJ);Rio+20: desafios da humanidade, de Gustavo Martins Gomes, com César David, Luiz Paulo Mesquita e Míriam Leitão ? Bom Dia Brasil/TV Globo (RJ);SOS Natureza ? uma gota de esperança, de Leandro Stoliar Indig ? Jornal da Record/TV Record (RJ);Série Rio+20, de Daniela Chiaretti ? Valor Econômico (SP).   A Comissão de Seleção: Jornal Aparecida Lucila Cano ? Trabalha com projetos editoriais e escreve a coluna Responsabilidade Social e Ética, publicada semanalmente nos sites UOL Educação, Amar Natureza e Jornal da Comunicação Corporativa e nos jornais A Tribuna (ES), Jornal do Commercio (RJ), A Crítica (AM), O Povo (CE) e Diário do Povo (PI). Joás Ferreira de Oliveira ? Redator da revista O Empreiteiro, publicação com 50 anos de atuação no setor de construção civil. Colaborou com diversas publicações e veículos, como a revista Projeto (arquitetura), Revista do Brasil (ligada a sindicatos de trabalhadores), jornal Unidade (Sindicato dos Jornalistas) e o HCTV (canal de tevê do Hospital das Clínicas de São Paulo), além de Senai, Grupo Villares e Votorantim Celulose e Papel. Luiz Laerte Fontes ? Pós-graduado em Administração de Marketing pela FVG, trabalhou por quase 20 anos na Editora Abril e estabeleceu-se como empresário em 1986. Atualmente produz conteúdo jornalístico para revistas, fascículos, informativos e portais. Martha San Juan França ? Especializada em Ciência e Meio Ambiente, com doutorado em História da Ciência pela PUC/SP e passagens por Revista Unesp Ciência e Brasil Econômico, foi diretora Editorial da Horizonte Geográfico e da Galileu. É uma das autoras do livro Formação & Informação em Jornalismo Científico e autora de Células-tronco: esses ‘milagres’ merecem fé. Roseli Sales de Ramos ? Economista com especialização em Marketing e gerenciamento de organizações do Terceiro Setor, é gerente sênior de Sustentabilidade do HSBC no Brasil e no IHS ? Instituto HSBC de Solidariedade é responsável pelo planejamento estratégico de Sustentabilidade do HSBC no País, relatórios internos e externos. Theo Carnier ? Atualmente na agência Tamer Comunicação, trabalhou como repórter, editor de Economia e editor-chefe em publicações como O Estado de S. Paulo, Veja e DCI. Foi gerente de Relações com a Imprensa e diretor de Comunicação Corporativa de BM&F, Dow Química América Latina e New Holland.   Revista Rodrigo Manzano ? Editor de Mídia no Meio & Mensagem e professor de Jornalismo na ESPM e na pós-graduação da PUC-Campinas.  Wilson Baroncelli ? Pós-graduado em Administração de Recursos Humanos, tem carreira de 40 anos dividida entre redações e comunicação corporativa. Na Jornalistas Editora desde 2005, é editor-executivo da newsletter Jornalistas&Cia e do Portal dos Jornalistas.   Imagem Luiz Machado Pereira Filho (Fotografia) ? Fotógrafo e videomaker, trabalha há 24 anos em diversos segmentos da fotografia: fotojornalismo, ensaios, retratos, entre outros. Tem seis livros publicados e participou de várias exposições sobre temas como investigação pictória, imigrantes, cidades, documentação de processos artísticos. É sócio-fundador da Agência Imagem. Paulo Sant´Ana (Criação Gráfica) ? Profissional atuante na área publicitária e gráfica desde 1983, trabalhando em diversas áreas ? projetos gráficos (livros, revistas, jornais), tratamento e fusões de imagens, tecnologia de pré-impressão (workflows) ?, ministra aulas de programas de diagramação e criação e faz produção e consultoria gráficas. É o autor dos projetos gráficos deste Jornalistas&Cia, bem como diagramador e produtor gráfico nesses 17 anos de vida da publicação. Também responde pelo design gráfico de Jornalistas&Cia ? Imprensa Automotiva.   Rádio Eloiza de Oliveira ? Profissional há mais de mais de 20 anos, trabalhou em Rádio Bandeirantes, TV Bandeirantes, Canal 21 e Rádio Itatiaia (MG). Foi editora, repórter e chefe de Reportagem na CBN-SP, repórter do Meio & Mensagem, assessora de comunicação e professora de Jornalismo em FAAP (Rádio e TV), Universidade São Caetano do Sul e Universidade Metodista. É mestranda em Educação, associada ao Centro Internacional de Estudos em Representações Sociais e Subjetividade ? Educação (Ciers-Ed/Fundação Carlos Chagas ? Maison de Sciences de l´Homme de Paris) e diretora da Gher Consultoria. Zeza Loureiro ? Coordenadora de Conteúdo do Portal dos Jornalistas, fez Engenharia Comunitária pela Fundação Vanzolini da Poli/USP e pós-graduação com especialização em Educação/ISPE/(Brasil), OIPR (França). Começou a carreira em emissoras de rádio, passando por Tupi, Globo/Excelsior e foi correspondente em Londres da Rádio Capital, tendo trabalhado ainda em Jornal da Tarde e TV Bandeirantes (SP).   Rio+20 Gladis Henne Eboli ? Também graduada em Marketing pela ESPM e pós-graduada em Gestão da Comunicação pela ECA/USP, trabalhou em O Estado de S. Paulo e Folha de S.Paulo. Foi diretora de Comunicação do Greenpeace Brasil e do Instituto Ethos e atualmente cuida da comunicação do empresário Ricardo Young, ex-presidente do Ethos. Mateus Furlanetto de Oliveira ? Gerente de Relações Públicas na Aberje ? Associação Brasileira de Comunicação Empresarial e editor regional para a América Latina da revista Communication World, da IABC.  Reinaldo Canto ? Pós-graduado em Inteligência Empresarial e Gestão do Conhecimento. Nos últimos dez anos têm atuado nas áreas de sustentabilidade, cidadania e meio ambiente. Foi diretor de Comunicação do Greenpeace Brasil; coordenador de Comunicação do Instituto Akatu pelo Consumo Consciente e assessor de imprensa do Instituto Ethos. Atuou como correspondente na COP-15, em Copenhague/2009. É colunista da CartaCapital; parceiro em projetos e conteúdos da agência Envolverde; professor da FAPPES nas matérias Gestão Ambiental e Sustentabilidade & Consumo Consciente e palestrante e consultor da área ambiental.   Internet Igor Ribeiro ? Editor do informativo Jornalistas&Cia, é colaborador do jornal Meio&Mensagem e foi editor-executivo da revista Imprensa. Teve passagens pelos jornais O Estado de S. Paulo e Folha de S.Paulo, editou o núcleo de revistas da Escala Educacional e colaborou com veículos como IstoÉ, Veja, Bizz, Época SP e G1. Vany Laubé ? Consultora de comunicação pela +Mosaico Negócios&Comunicação, ministra workshops e aulas de mídias sociais.   Televisão José Donizete ? Com mais de 30 anos de carreira em televisão, tem cursos de especialização em jornalismo econômico, científico e internacional. Foi repórter, apresentador, chefe de Reportagem, redator e editor. Trabalhou em EPTV, TV Globo-SP, TV Manchete-SP, TV Record-SP, Rede Mulher, TV Cultura e TV Brasil. Na mídia impressa, teve passagens por Folha de S.Paulo, Gazeta Mercantil, Revista Visão e Música. Atualmente, desenvolve trabalhos de comunicação corporativa com foco em assessoria de imprensa, produção de vídeos institucionais e treinamentos para relacionamento com a imprensa. Maria Tereza Gomes da Silva ? Diretora de conteúdo da produtora Jabuticaba e mestranda da USP. Foi repórter da Exame, diretora de Redação da Você S/A e diretora de Produção e Programação da IdealTV, todos do Grupo Abril. É autora do livro O Guia dos MBAs, (Campus). Valdeci Verdelho ? Trabalhou nos jornais Diário do Grande ABC, Folha de S.Paulo, O Estado de S. Paulo e nas revistas IstoÉ e Exame. Nos últimos 20 anos, tem-se dedicado a comunicação corporativa, sendo responsável por planejamento estratégico e coordenação de atendimento de dezenas de clientes em diversas áreas. Atualmente trabalha na Verdelho Associados e é professor de Gestão de Crise no MBA em Gestão da Comunicação Empresarial de Aberje e Esec.

Época Negócios premia 200 ?melhores empresas do País?

Época Negócios realizou na noite desta 3ª.feira (25/9) o evento de premiação do anuário Época Negócios 360°, celebrando as 200 melhores empresas do Brasil pela ótica da publicação. A pesquisa avaliou, entre mais de 700 variáveis, conceitos como Governança, RH, Inovação, Visão de Futuro e Responsabilidade Corporativa, além do desempenho financeiro, e foi realizada em parceria com a Fundação Dom Cabral (FDC), de Minas Gerais. David Cohen, diretor Editorial da revista, conduziu a produção da publicação ao lado de Antonio Felix, editor de especiais, e Dárcio Oliveira, redator-chefe da revista. Também auxiliaram na verificação dos dados de empresas de 30 diferentes setores um conselho consultivo formado por Carlos Henrique de Brito Cruz (Fapesp), Gilberto Mifano (Instituto Brasileiro de Governança Corporativa), Keyler Carvalho Rocha (Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças), Luiz Carlos Cabrera (FGV), Mozart Pereira (FDC), Oscar Motomura (Amana-Key) e Ricardo Young (Instituto Ethos). Junto à pesquisa também foi divulgado um ranking das 500 maiores empresas do País segundo sua receita líquida. A produção do anuário contou com o apoio da Economática e da Aberje e a edição entra em circulação nesta 6ª.feira (28/9). 

Saem os vencedores do Prêmio Comunique-se

Em cerimônia realizada na noite desta 3ª.feira (25/9), no HSBC Brasil, em São Paulo, foram anunciados os vencedores das 27 categorias do Prêmio Comunique-se 2012, que este ano teve como tema Edição de Colecionador. Assim como em 2011, foram seis os apresentadores, entre eles Cid Moreira, Marcelo Tas, Rafael Cortez e Tatá Werneck, que também estiveram na edição anterior e que este ano ganharam as companhias de Renata Vasconcellos e Lorena Calábria, além dos esquetes humorísticos de Maurício Menezes sobre casos curiosos e engraçados da imprensa brasileira.

Foram premiados nesta edição: Mídia eletrônica: Joelmir Beting (Rádio Bandeirantes/Band/Bandnews); Mídia impressa: Míriam Leitão (O Globo); Jornalista de Sustentabilidade: Ana Luiza Herzog (Exame/Planeta Sustentável); Jornalista de Tecnologia: Bruno Ferrari (Exame); Blog: Ancelmo.com; Colunista de Notícia: Ricardo Boechat (Isto É); Colunista de Opinião / Articulista: Elio Gaspari (Folha de S.Paulo/O Globo); Colunista Social: Flávio Ricco (UOL); Correspondente Brasileiro no Exterior ? Mídia Impressa: Cláudia Trevisan (Estadão); Correspondente Brasileiro no Exterior ? Mídia Eletrônica: Roberto Kovalick (TV Globo); Correspondente Estrangeiro no Brasil: Helen Joyce (The Economist); Repórter ? Mídia Eletrônica: Sônia Bridi (TV Globo); Repórter ? Mídia impressa: Daniela Pinheiro (Revista Piauí); Repórter ? Imagem: Claudinei Matosão (Band); Jornalista Nacional ? Mídia eletrônica: Ricardo Kotscho (Record News/R7); Jornalista Nacional ? Mídia impressa: Eliane Brum (Época); Jornalista de Esportes ? Mídia eletrônica: Paulo Vinicius Coelho (ESPN); Jornalista de Esportes ? Mídia impressa: Juca Kfouri (Folha de S.Paulo); Jornalista de Esportes ? Locutor Esportivo: Milton Leite (SporTV); Jornalista de Cultura ? Mídia eletrônica: Gilberto Dimenstein (CBN/Catraca Livre);Jornalista de Cultura ? Mídia impressa: Alberto Pereira Jr. (Folha de S.Paulo);Apresentador/Âncora ? TV: Ricardo Boechat (Band);Apresentador/Âncora ? Rádio: Tatiana Vasconcellos (BandNews FM);Executivo de Veículo de Comunicação: Fernando Mitre (Band);Agência de Comunicação: Grupo Máquina;Propaganda e Marketing: Claudia Penteado (iG/Jornal do Commercio);Profissional de Comunicação Corporativa: Felix Ximenez (Google Brasil). BandNews TV

A BandNews TV montou um esquema especial de cobertura para a solenidade de entrega do Comunique-se. Além de transmitir ao vivo os principais momentos da premiação, o canal montou um estúdio no local, de onde ancorou seu noticiário a partir das 20h, até o final da festa.

Fernando Jorge lança obra sobre Drummond

Autor de obras de destaque, como Cale a boca, jornalista!, em Drummond e o Elefante Geraldão (Novo Século) Fernando Jorge convida o leitor a conhecer um pouco mais do universo íntimo do consagrado escritor, relatando diálogos e algumas confidências da personalidade mais famosa de Itabira (MG).Drummond era funcionário do Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional ? onde desenvolvia um trabalho sobre Aleijadinho ? quando conheceu Fernando, na década de 1950. Este também acabara de escrever sobre o artista e ? apresentado por Rodrigo Melo de Franco Andrade, então diretor do Sphan ? ofereceu um livro a Drummond. A empatia entre os dois foi imediata.?Drummond falava que eu era muito sincero na minha amizade e que não o procurava para me exibir ao lado dele: ?Fernando, você gosta de mim simplesmente?, dizia. Ao que eu respondia: ?Eu o compreendo não só com a cabeça, mas também com o coração´. Ele tinha uma inteligência penetrante e também era muito emotivo?, comenta Fernando.Munido sempre de uma caderneta de capa preta, Fernando anotava pensamentos do poeta imaginando que, em um futuro distante, escreveria um livro sobre ele. ?Ele dizia que eu parecia um investigador de polícia! Um detetive que vai atrás de provas para o marido traído?, diz Fernando aos risos.Ele conta também que o título vem de um questionamento que fez a Drummond: ?Certa vez perguntei a ele se tinha vontade de escrever um romance fantástico. Ele disse que sim e me contou a história de um elefante chamado Geraldão que tinha mil metros de altura, comia um boi ou uma baleia por dia, e não conseguia conquistar o coração da elefanta por conta de seu tamanho. E Drummond, tímido e discreto, caiu na gargalhada como uma criança!?.A obra, de 176 páginas, custa R$ 24,90 e pode ser adquirida aqui.Sobre o autorPortador da carteira 088 da Associação Brasileira de Imprensa, Fernando Jorge é formado em Biblioteconomia. Historiador, biógrafo, crítico literário, dicionarista, enciclopedista e jornalista, venceu o Prêmio Jabuti, o Prêmio Clio(Academia Paulistana de História) e recebeu a Medalha Koeler, em 1957, pelos grandes serviços prestados à cultura brasileira. Escreveu as biografias do Aleijadinho, de Santos Dumont, Paulo Setúbal, Olavo Bilac e Ernesto Geisel, além de livros sobre Lutero, Hitler e Barack Obama.

Mauri König é homenageado com prêmio internacional

Mauri König, repórter da Gazeta do Povo (PR), foi anunciado no último dia 13/9 como um dos quatro agraciados com o International Freedom Press Awards, oferecido pelo Comitê de Proteção aos Jornalistas. Além do brasileiro, conquistaram o prêmio ? que será entregue em novembro, em Nova York ? Mae Azango (Libéria), Dhondup Wangchen (China) e Azimjon Askarov (Quirguistão). Em entrevista ao Portal dos Jornalistas, König fala sobre sua opção pelo jornalismo, a satisfação em ser homenageado pelo CPJ e os riscos que envolvem o trabalho de jornalista investigativo. Portal dos Jornalistas ? Como foi sua escolha pelo Jornalismo? Mauri König ? Comecei a trabalhar com Jornalismo em 1991, quando ainda cursava Letras na Universidade do Oeste do Paraná, em Foz do Iguaçu, e dava aulas na rede pública de ensino. Como na época não havia curso de Comunicação na cidade e o pequeno número de profissionais formados não atendia à demanda do mercado local, fui convidado a trabalhar num semanário devido à minha experiência na edição do jornal do Centro Acadêmico de Letras da Unioeste. Larguei as aulas na rede estadual, consegui o registro de jornalista provisionado com o Sindicato dos Jornalistas do Paraná e passei a atuar como repórter no extinto semanário Jornal de Foz. Mais tarde, entrei na primeira turma do curso de Jornalismo aberto na cidade, em 2000. Antes, já havia passado pela sucursal da Folha de Londrina, ao mesmo tempo que me tornei correspondente do Estadão. Ainda em Foz, trabalhei nos jornais O Estado do Paraná e Gazeta Mercantil. Foi ali que ingressei na Gazeta do Povo, em 2002. Oito meses depois fui transferido para Curitiba. Portal dos Jornalistas ? Por que enveredou pelo jornalismo investigativo? König ? Fui correspondente do Estadão durante seis anos na tríplice fronteira do Brasil com Paraguai e Argentina e fiz algumas coberturas longas sobre violência e conflitos de terra entre paraguaios e imigrantes brasileiros, os brasiguaios. Mas foi na Folha de Londrina que fiz minhas primeiras reportagens de cunho mais investigativo, algumas em parceria com um jornalista paraguaio, o César Palácios. Percebi que davam mais repercussão e o processo de produção instigava em mim um antídoto contra o conformismo. Comecei a pesquisar assuntos relevantes e passei a estudá-los melhor, a fazer apurações nas horas de folga e nos fins de semana. Muitas vezes, só quando estava com a reportagem quase toda apurada é que sugeria ao jornal. Fiz isso muitas vezes, em vários jornais onde trabalhei. Dessa forma, fui driblando a falta de tempo e de recursos, e ia emplacando uma reportagem atrás da outra. Portal dos Jornalistas ? Você já venceu prêmios nacionais de destaque, como Esso, Embratel e Herzog. Qual é a importância do International Freedom Press Awards para sua carreira? König ? Salvo engano, o International Freedom Press Awards é o único prêmio do jornalismo mundial que não é concedido por meio de inscrição ou indicação. O próprio Comitê de Proteção aos Jornalistas monitora a imprensa mundial em busca de jornalistas que se destacam pela tenacidade e coragem. Ou seja, os jornalistas são reconhecidos não por um trabalho específico, mas pela carreira profissional, pelo ?conjunto da obra?. Imagino ser o melhor reconhecimento que um jornalista pode esperar. Portal dos Jornalistas ? O que um profissional precisa ter para ser um bom jornalista investigativo? König ? Primeiro é preciso conhecer bem sobre o que vai escrever, se ?especializar? no assunto. Como o tempo nas redações é escasso, costumo pesquisar sobre o tema de uma reportagem nas horas de folga e nos fins de semana. Essas pesquisas permitem ainda identificar fontes qualificadas, além daquelas de que já se dispõe. Também é preciso ter paciência e persistência. Nem sempre as coisas saem como e no tempo que imaginamos, mas isso também serve como aprendizado. Portal dos Jornalistas ? Quem você destaca, no Brasil e no exterior, como sinônimo de excelência no jornalismo investigativo? König ? É difícil destacar um nome, pois jornalismo se faz em equipe. Somos todos devedores daqueles que contribuem com o nosso trabalho. Há sempre o risco de incorrer em omissões, mas destaco nomes como Mário Magalhães, Lucas Figueiredo, Thiago Herdy, Andreza Mattais, Rubens Valente, Humberto Trezzi, Cláudio Júlio Tognolli, Fernando Rodrigues, Eduardo Faustini, Caco Barcellos. No exterior, a ProPublica tem sido uma incubadora de grandes reportagens investigativas, um modelo a seguir. Portal dos Jornalistas ? Por conta de seu trabalho, você já sofreu diversas ameaças e lidou com situações de perigo real. Em alguma delas achou que não fosse sair vivo? König ? A situação mais drástica por que passei ocorreu em 19 de dezembro de 2000, no Paraguai, quando fui espancado quase à morte por três homens, um deles vestido com a farda da Polícia Nacional do país. Estava investigando o recrutamento ilegal de adolescentes para o serviço militar no Paraguai. Fui interceptado na minha quinta ida ao país, quando estava sozinho com o carro do jornal O Estado do Paraná. Parei numa suposta blitz numa estrada vicinal, os três me arrancaram do carro e começaram a me chutar e a bater com uma corrente e pedaços de pau. Um deles forçou o joelho nas minhas costas e enlaçou a corrente no meu pescoço. Começou a forçar enquanto os demais continuavam chutando. Quando eu estava praticamente perdendo os sentidos, ele puxou a corrente, levantou e deu mais alguns golpes com a corrente nas minhas costas. Eles riam muito e falavam em guarani (a língua nativa do Paraguai). A única coisa que disseram numa mistura de espanhol e português foi logo no início, quando tentei argumentar: ?Você nunca mais vai voltar ao Paraguai?. De repente, foram embora. Destruíram minha máquina fotográfica e amassaram o carro. Com uma faca ou pedra, escreveram no capô: ?Abajo prensa de Brasil?. Mesmo dolorido, consegui dirigir por uns 80 km até a sucursal do Diário Notícias em Ciudad del Este. O jornalista Juan Carlos Salinas avisou à imprensa paraguaia, que cobriu a agressão, e depois me levou ao consulado brasileiro. No Instituto Médico-Legal de Ciudad del Este encontraram mais de 100 hematomas no meu corpo. O Ministério Público paraguaio abriu um inquérito, arquivado um ano depois por ?falta de provas?. Portal dos Jornalistas ? Qual é a reportagem ou série da qual você mais se orgulha? König ? Essa do recrutamento de adolescentes no Paraguai foi a que mais me marcou. Depois do atentado que sofri, a imprensa de lá passou a dar maior visibilidade à questão do recrutamento de menores de 18 anos para o serviço militar. Na ocasião, agências internacionais também noticiaram a agressão, o que ajudou a dar visibilidade às irregularidades nos quartéis do Paraguai, a ponto de a Organização das Nações Unidas (ONU) cobrar do governo paraguaio. Depois disso, não soube de novas mortes de adolescentes nos quartéis paraguaios. Senti-me incomodado pelo descaso dado às investigações oficiais contra os agressores, que nunca foram identificados, mas é maior o sentimento de satisfação ao ver que a reportagem ajudou a mudar a situação. Valeu a pena o esforço até para provar aos agressores que eles não conseguiram calar a imprensa. Portal dos Jornalistas ? O que o motiva a seguir como repórter investigativo? König ? Indignação é a palavra que melhor define minha motivação. Acho que, no meu caso, o jornalismo é o melhor instrumento para provocar mudanças, expor injustiças, intervir em governos corruptos, delatar uma polícia arbitrária.

54º Prêmio Jabuti anuncia finalistas

A Câmara Brasileira do Livro anunciou na última 6ª.feira (21/9) os finalistas do 54º Prêmio Jabuti, primeira etapa do processo que irá apontar os melhores livros de 2011. Na segunda fase do prêmio, marcada para 18/10, os escolhidos serão submetidos a uma nova avaliação, quando serão conhecidos os vencedores de cada uma das 29 categorias. Buscamos relacionar a seguir, dentre os finalistas, os profissionais de imprensa/comunicação, embora com o risco de uma ou outra omissão. Concorrem na categoria Livro-Reportagem: Fernando Morais, com Os últimos soldados da Guerra Fria (Companhia das Letras); Miriam Leitão, com Saga brasileira: a longa luta de um povo por sua moeda (Record); Tom Cardoso, com O cofre do dr. Rui (Civilização Brasileira); Ivan Sant’Anna, com Perda total (Objetiva); Mauro Ventura, com O espetáculo mais triste da Terra (Companhia das Letras); Leonencio Nossa, com O rio: Uma viagem pelo Amazonas (Record), Rodrigo Lopes, com Guerras e Tormentas ? Diário de um correspondente internacional (Besourobox); Juremir Machado da Silva, com Um escritor no fim do mundo: Viagem com Michel Houellebecq à Patagônia (Record); Amaury Ribeiro Jr., com A privataria tucana (Geração Editorial); e Christian Carvalho Cruz, com Entretanto, foi assim que aconteceu: quando a notícia é só o começo de uma boa história (Arquipélago). Na categoria Comunicação concorrem: O Império dos livros: instituições e práticas de leitura na São Paulo oitocentista (Edusp), de Marisa Midori Deaecto; Linha do tempo do design gráfico no Brasil (Cosaf&Naify), de Chico Homem de Melo e Elaine Ramos Coimbra; Repressão e Resistência: censura a livros na ditadura militar (Edusp), de Sandra Reimão; 70 anos de radiojornalismo no Brasil, 1941-2011 (Eduerj), de Sonia Virgínia Moreira; Olho de vidro: a televisão e o estado de exceção da imagem (Record), de Marcia Tiburi; As capas desta história (Instituto Vladmir Herzog), de Ricardo Carvalho, Vladimir Sacchetta e Jose Luiz Del Roio; Revistas de invenção ? 100 revistas de cultura do modernismo ao século XXI (Azougue Editorial), de Sergio Cohn; Lanterna Mágica: infância e cinema infantil (Civilização Brasileira), de João Batista Melo; O negro nos espaços publicitários brasileiros: perspectivas contemporâneas em diálogo, de Leandro Leonardo Batista e Francisco Leite; e Música e Propaganda (A9), de Paulo Cezar Alves Goulart. Nas demais categorias, destaque para Luciana Hidalgo (ex-JB e O Globo), duas vezes ganhadora do Jabuti nas categorias Livro-Reportagem e Teoria Literária, que agora concorre com o romance O passeador (Rocco). Outro segmento que reúne obras de jornalistas é a categoria Infantil, com O capetinha do espaço ou o menino de Mercúrio (Melhoramentos), de Ziraldo; Votupira, o vento doido da esquina (Edições SM), de Fabrício Carpinejar; e O menino que perguntava (Objetiva), de Ignácio Loyola Brandão. A cerimônia de premiação acontece em São Paulo, em 28/11, e a lista completa de finalistas está disponível em http://www.premiojabuti.com.br/resultado.

Diário Catarinense reformula caderno Sobre Rodas

O Diário Catarinense estreou na 5ª.feira (20/9) o novo projeto editorial do Sobre Rodas. O caderno tem agora oito páginas de reportagens, avaliações e classificados, além do serviço de preços de novos e usados com referência na Tabela Fipe. Há também dicas de manutenção de motor, pneus e equipamentos de segurança e a estreia da coluna da instrutora Gisele Flores, sobre novidades do mercado de motocicletas. A edição trouxe reportagem sobre o Hyundai HB20 e sobre o envelopamento, serviço cada vez mais comum nas ruas catarinenses. José Olavo de Moraes ([email protected]) edita o caderno, com reportagens de Jean Balbinotti ([email protected]). 

Vaivém das redações!

Confira o resumo das mudanças que movimentaram nos últimos dias as redações de São Paulo, Distrito Federal e Minas Gerais:   São Paulo: A Folha de S.Paulo deslocou da sucursal de Brasília para a sede a repórter especial Catia Seabra ([email protected] e 61-3426-6605 / 8175-0170), que fica na capital paulista até o final do período eleitoral. Segundo ela, como cobre eleições desde 1992 e em Brasília não há disputa municipal, acaba sendo requisitada: ?Em 2000, por exemplo, passei dois meses no Rio pelo Globo. Nos outros anos de corrida municipal estava nas sedes das redações: no Rio, pelo Globo, de 92 a 97, e em São Paulo, pela Folha, de 2004 a 2010?.Ainda por lá, Daniela Loreto ([email protected] e 11-98405-6846), que estava no jornal havia sete anos, deixou o cargo de editora-adjunta de Mundo online na última 3ª.feira (18/9) e deve definir nas próximas semanas seu novo destino profissional, que poderá ser tanto em redação como em comunicação corporativa. Ela foi substituída por Gabriela Manzini, no jornal desde 2004, que já havia sido interina de Daniela em outras ocasiões.Marcelo Moreira foi confirmado recentemente como editor dos cadernos de Defesa do Consumidor e Economia do Jornal da Tarde. Com passagens por Agência Estado, Folha de S.Paulo, Gazeta Mercantil e Diário do Grande ABC, ele também é responsável pelo blog Combate Rock JT.Lucas Bessel deixa o R7, onde desde março era editor de Carros, e deve trabalhar em área diversa da imprensa automotiva. Antes, Lucas foi repórter de Carros e de Internacional no próprio R7, onde chegou em 2009. Também teve passagens pelas editoras Abril e Três.E na última 2ª.feira (17/9), Marsílea Gombata começou no portal como redatora de Saúde. Ela havia deixado no começo do mês a redação do iG, onde atuava como repórter de Mundo. Também passou por Terra, Band e JB.Elia Junior estreia Pá e Bola na Bradesco Esportes FM. É a primeira vez que ele comanda um programa esportivo no rádio. Pá e Bola vai ao ar de 2ª a 6ª.feira, das 11h ao meio-dia, e terá, além de atualidades, o quadro Arquivo Vivo, que resgata narrações antigas de grandes momentos do esporte.   Distrito Federal: Ana Lisboa (ex-Agência UnB) e Amanda Almeida, vinda de O Globo/MG, são as novas contratadas do Correio Braziliense. Ana entra na vaga de Paula Filizola, na cobertura de Educação; e Amanda, na de Josie Jerônimo, em Política ? e não Jose e menos ainda Economia, como equivocadamente publicamos na nota sobre a saída delas, em J&Cia 863. Amanda esteve antes, por quatro anos, no Estado de Minas.Chris Samarco deixou a sucursal do Estado de S. Paulo na semana passada. Ela cobria a Câmara dos Deputados e sua vaga ainda não foi preenchida. Em carta encaminhada à redação escreveu: ?…sinto que se fechou um ciclo, estou aberta à mudanças e acho isto muito bom. Ganhei de brinde a oportunidade de sair da zona de conforto e viver o novo. Sendo assim, dou vivas ao tempo presente. Vamos lá, é vida que segue…?. Os contatos dela são [email protected] e 61- 9333-2590.   Minas Gerais: Mariana Celle ([email protected]) assumiu a editoria de Gastronomia de Veja BH. Ela teve passagens pelo núcleo de publicações da agência Press e pela redação do Brasil Econômico, em São Paulo.Na mesma área, a repórter Aline Gonçalves retornou ao caderno Gastrô, de O Tempo, que havia deixado em maio para tocar projetos pessoais. Lorena Martins, ex-Pampulha, que a havia substituído naquela ocasião, foi para o portal do jornal.Luciana Smith ([email protected]) começou a escrever no jornal Pampulha uma coluna (http://bit.ly/Ufowdt) sobre as últimas tendências da moda e dicas preciosas para as mulheres estarem sempre belas e elegantes.Ana Clara Otoni é a mais nova colaboradora do blog de Variedades Surf de Sofá, do portal Hoje em Dia. Com MBA em Mídias Sociais e Gestão da Comunicação Digital, ela é também repórter do portal.Após férias, Bernardo Caram está de volta à produção do Brasil das Gerais, na Rede Minas. 

Memórias da Redação – Não deu namoro

A história desta semana é novamente uma colaboração de Sandro Villar ([email protected]), correspondente do Estadão em Presidente Prudente (SP).

 

Não deu namoro

 

Atores, cantores, jogadores e locutores sempre fizeram sucesso com as mulheres. Alguns casaram com fãs e outros até mantinham haréns. “Eu tinha umas quatro ou cinco por semana, até dispensava mulher”, confessou um locutor paulistano em conversa com o cronista.

Evidente que não pega bem divulgar seu nome, pois os netos poderiam achar que o avô era um tarado. Tal divulgação também poderia resultar em divórcio. O cronista não é detetive particular, esse destruidor de lares, como deve dizer alguma letra de bolero.

Com suas vozes calientes, há locutores que enlouquecem as mulheres. Vai daí que elas não se cansam de telefonar para as rádios a fim de marcar encontros amorosos com seus ídolos, dos quais, na maioria das vezes, só conhecem a voz e têm a curiosidade de conhecê-los pessoalmente. Na sua polêmica entrevista à revista Playboy, o Tutinha, diretor da Jovem Pan FM, disse que tem sujeito que quer trabalhar no rádio para, digamos, comer mulher, expressão chula pela qual peço desculpas ao respeitável público.

Desculpas, aliás, extensivas ao sexo frágil, que de frágil não tem nada. Mas, entre o grupo citado na primeira linha, lembro que nos dias que correm – não sabemos bem para onde (estamos indo rumo ao desconhecido?) – os jogadores de futebol talvez sejam os preferidos da mulherada na relação amorosa ídolo-fã. Todo mundo sabe que eles são assediados por mulheres chamadas de Marias Chuteiras. Não faz muito tempo, o Flamengo, num ato de vingança contra Ronaldinho Gaúcho, mostrou uma mulher saindo do quarto do jogador em um hotel. E daí? Esquisito seria se do quarto tivesse saído um homem. E mesmo que fosse homem não seria, presumo, de espantar ninguém nestes tempos espantosos.

As Marias Chuteiras não entram em campo. Elas preferem jogar com duas bolas fora do campo e também, neste caso, acho que estou sendo meio chulo e tome de desculpa mais uma vez. Ufa! Confesso que nem sei mais como prosseguir com esta prosa. Prossigo falando do grande locutor-noticiarista Antônio Pimentel, um dos melhores de todos os tempos, lembrando o envolvimento dele com uma fã de voz de veludo, sensual à beça, parecendo a Dita Von Teese. Antes de seguir, lembro que Hélio Ribeiro teria se inspirado em Pimentel e transcrevo o que dois notáveis radialistas e jornalistas falaram do Pimentel.

“Ele tinha uma voz que enchia o rádio”, afirmou Paulo Edson, que trabalhou com ele na Rádio Tupi e com quem narrou, em 1969, a chegada do homem à Lua. “Ele era um locutor de cinema, extraordinário”, resumiu Salomão Esper, da Rádio Bandeirantes, referindo-se aos trailers de filmes e jornais falados do cinema narrados por locutores, como Ramos Calhelha e Gaspar Coelho.

Escalado pelo jornalista Alexandre Kadunc, de saudosa memória, Pimentel, também de saudosa memória, apresentava os jornais falados da Rádio Bandeirantes, salvo engano ainda na sede da rua Paula Souza, centro de São Paulo. Época: entre o fim dos anos 1950 e começo da década de 1960 ? e, por falar nisso, Pimentel noticiou, em 1961 (outro ano perigoso), a renúncia de um certo ex-presidente que também foi, por dois mandatos, o prefeito londrino de São Paulo. Com aquele vozeirão bonito que Deus lhe deu, Antônio Pimentel, sempre humilde, fazia o maior sucesso.

Todo santo dia uma ouvinte telefonava para ele na redação da rádio. Com voz melíflua, como diz o Salomão Esper, a mulher se abria mais que paraquedas em Vacatuva ? quer dizer, Boituva ? e, assanhada, já na primeira conversa propôs um encontro com o locutor. As ligações continuaram por pelo menos um mês. Haja conversa erótica! Pimentel deu trela à fã misteriosa e como não era de ferro, ao contrário do nosso companheiro Clark Kent, concordou em se encontrar com ela, que certamente imaginou ser um avião. Marcaram a data, combinaram de se encontrar na praça da República. Dizem que ele vestiu a melhor roupa, calçou o sapato mais bonito, enfim, se produziu para o encontro marcado e, se a expressão lembra Fernando Sabino, a intenção é essa mesmo.

O locutor chegou à praça e esperou. Depois de algum tempo, apareceu um colega da rádio, redator dos noticiários. Surpreso, Pimentel perguntou: ?O que você está fazendo aqui?? Mudando a voz, o rapaz falou: ?Não reconhece a minha voz??  Era ele que fingia ser a fã misteriosa, que da própria redação, escondido e imitando voz feminina, ligava pro Pimentel. Mais irritado que a Fifa com o Brasil por causa do atraso nas obras da Copa do Mundo, o locutor avançou sobre o jornalista, que saiu em disparada pela praça. ?Era só uma brincadeira?, justificou o colega de trabalho. Eles ficaram um tempão sem conversar. Tudo por causa de um trote que Pimentel não perdoou, pois não deu namoro e nem uma rapidinha depois de gastar mais saliva do que candidato em campanha.

A história que não quer calar

O império de comunicação de Adolpho Bloch ? e a personalidade do carismático capitão de imprensa ? continuam rendendo livros, doze anos após a falência da Manchete. Saíram, em 2008, Rede Manchete: aconteceu, virou história, de Elmo Francforte (Coleção Aplauso, Imprensa Oficial de SP); Os irmãos Karamabloch, de Arnaldo Bloch (Companhia das Letras); e Aconteceu na Manchete/As histórias que ninguém contou, autoria coletiva de ex-jornalistas da Bloch (Desiderata). Em 2010, Felipe Pena lançou Seu Adolpho/Uma biografia em fractais de Adolpho Bloch, fundador da TV e da revista Manchete, pela Usina de Letras. Agora, é a vez de Arnaldo Niskier, que trabalhou 37 anos na Bloch. Nesta 5ª;feira (20/9), ele lançou na Academia Brasileira de Letras, no Rio de Janeiro, Memórias de um sobrevivente/A verdadeira história da ascensão e queda da Manchete (Nova Fronteira). Detalhe importante: todos os livros usaram com destaque na arte gráfica da capa as cores e o logotipo da revista que foi o carro-chefe da Bloch durante 48 anos.

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