9.4 C
Nova Iorque
domingo, abril 26, 2026

Buy now

Início Site Página 1227

Mariana Carneiro assume a Diretoria de Conteúdo do Grupo A Tarde

Ela é a primeira mulher a ocupar o posto na empresa Vaguinaldo Marinheiro, que trabalhou por 23 anos na Folha de S.Paulo, está de volta à capital paulista depois de um ano e meio como diretor de Conteúdo do Grupo A Tarde, em Salvador, onde era responsável por dois jornais (A Tarde e Massa!), um portal (atarde.com.br), uma revista (Muito) e uma emissora de rádio (A Tarde FM). No lugar dele, assumiu em 28/2 Mariana Carneiro, que passa a ser a primeira mulher a ocupar o posto nos 101 anos de vida da empresa. Marinheiro, que na Folha foi de repórter a secretário de Redação, além de correspondente do jornal em Londres, fez uma série de mudanças no principal título do grupo, o jornal A Tarde, entre elas a ampliação do espaço para a polêmica nas páginas de Opinião, a volta do caderno de esporte a ser diário, a criação do prêmio de gastronomia Muito Sabor (que aponta os melhores lugares para comer e beber em Salvador) e a incorporação, às 2as.feiras, do International Weekly, caderno semanal com as principais reportagens do New York Times. Ele continuará colaborando com o grupo, como consultor. Formada pela Faculdade de Comunicação da UFBA, com especialização em relações públicas na Uneb e master em Gestão de Empresas de Comunicação pelo IICS, Mariana tem 42 anos e está há dez na empresa, onde exerceu as funções de editora, editora-coordenadora e, nos últimos três anos, secretária de Redação, respondendo pelo planejamento editorial e coordenação geral das equipes da Redação. Antes, atuou como repórter e editora em jornais diários em Salvador – Jornal da Bahia, Bahia Hoje e Gazeta Mercantil. Mantém desde 2009 o blog Pequenópolis: crianças à solta na soterópolis, sobre crianças e maternidade.

Vaivém das Redações!

Veja o resumo das mudanças que movimentaram nos últimos dias as redações de São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal e Minas Gerais: São Paulo Andreia Lago deixou em dezembro a Agência Estado, onde atuou por 12 anos como titular de AE Mercado, sobre Macroeconomia, e mais dois em Internacional, na plataforma digital da empresa. Com passagens pelas rádios CBN e Jovem Pan AM (em São Paulo e Brasília), e pela Folha de S. Paulo, ela se dedica à conclusão de seu livro sobre ficção histórica, ainda sem título e editora. Seu contato é [email protected]. Outra que deixou a AE foi Patricia Braga, ex-assistente de Andreia em AE Mercado, na qual esteve por sete anos. De dezembro a 14/2, data de sua saída, foi adjunta de Internacional. Ela está disponível para novas oportunidades pelo [email protected]. Rio de Janeiro A repórter mineira Luisa Brasil começou 2ª.feira (17/2) na Economia de O Dia, vinda da redação de Veja BH, onde não será substituída. Entra no lugar de Osni Alves, de saída para a sucursal da Folha de S.Paulo. Antes, ela foi da BandNews FM e do site do Estado de Minas.   Distrito Federal O repórter especial de Economia Eduardo Cucolo está de volta à sucursal da Folha de S.Paulo, onde atuou de 1999 a 2005 e de 2008 a 2011. Ele deixou a Agência Estado e começa por lá em 1º/3, em substituição a Sheila D’Amorim, que deixou há pouco o jornal..   Minas Gerais Luiz Fernando Rocha deixou a edição do jornal Metro e começou no Hoje em Dia como responsável pela integração de mídias. No Metro, foi substituído interinamente por Juvercy Júnior. Em férias no período de 5/3 a 4/4, Raphael Lucca, produtor do programa Tribuna Livre na rádio América, será substituído por João Paulo Ribeiro. No Estado de Minas, quem está de férias, até 7/3, é a repórter do caderno Gerais Júnia Oliveira. Na ausência dela, as sugestões de pauta devem ser enviadas para [email protected]. E Júnior Moreira substitui a Bruna Dornas durante as férias dela na produção do programa Alvorada Social da rádio Alvorada, até 12 de março.    

Memórias da Redação ? A mulher proibida de escrever

Este é o 250º texto publicado pelo Jornalistas&Cia na seção Memórias da Redação, que, pelas manifestações dos leitores, há quase quatro anos é uma das mais lidas. Queremos aproveitar a marca para agradecer de público a todos os que com ela colaboraram nesse período e em especial a Ignácio de Loyola Brandão ([email protected]), que gentilmente atendeu ao nosso convite para escrever algo sobre os tempos em que trabalhou em redações. Escritor e colunista do Estadão, Ignácio lançou há quase um ano seu livro mais recente, Solidão no fundo da agulha, quase memórias. É dele, pois, esse presente aos leitores de Jornalistas&Cia e deste Portal. A mulher proibida de escrever             Trabalhei seis anos na revista Claudia. Tinha saído de um jornal diário, fechamento diário, pressões e entrei numa mensal, com outro ritmo. Pela primeira vez em anos e anos – fiquei nove na Ultima Hora – eu sabia o que era final de semana livre, ocioso. Certa vez, recebi um pacotão de cartas de leitores. Thomaz Souto Corrêa, o diretor, tinha por lema responder a cada leitor. Era divertido, curioso, chato, vez ou outra. Recebi um conto de uma leitora. Havia uma boa ideia, escrevi a ela, sugerindo onde mexer, o que cortar, mudar. Meses depois, outra carta com o conto reescrito. Faltavam pequenos ajustes, escrevi de novo. Meses depois veio o conto finalizado, decidimos publicar. Naquela época, vejam só, as revistas publicavam ficção, o que desapareceu da mídia.             Quando comuniquei à leitora a boa notícia, recebi uma carta desesperada. Ela pedia, suplicante, que trocássemos o nome. Se a historia saísse com seu nome real, o marido a mataria. Ele odiava que ela escrevesse, tinha proibido, vigiava, sufocava. Daí as demoras na ida e volta da correspondência. As cartas iam para a casa de uma amiga, quando dava certo, ela buscava, lia, respondia, a amiga colocava no correio. Para escrever, todas as noites, ela esperava o marido dormir e quando tinha certeza de que ele estava num sono firme, ia para a cozinha, colocava um cobertor sobre a mesa, entrava debaixo com uma lanterna e escrevia a mão, ouvido alerta a qualquer ruído na casa.             Certas noites, ela dormia antes do marido, cansada. Pagamos o conto por intermédio da amiga e recebemos uma carta da pessoa mais feliz do mundo. Passaram 30 anos, atravessei várias redações, de Setenta, Realidade, Planeta, Ciência e Vida, Lui e finalmente Vogue. A partir de 1993 passei a fazer uma crônica semanal no jornal O Estado de S. Paulo. Um dia, poucos anos atrás, recebi uma carta dessa mulher. Morava em Mauá, no Itatiaia, o marido morrera, ela descobrira o mundo da gastronomia, tinha publicado um livro. Estava feliz, realizada, era outra pessoa. Fiz uma crônica, claro!

Fabiano Brasil é o novo apresentador da Ulbra TV (RS)

Luiz Carlos Reche fechou em 24/2 a contratação de Fabiano Brasil, ex-Rádio e TV Guaíba, que será presença permanente na bancada do programa Cadeira Cativa, da Ulbra TV, e também o substituirá no comando da atração como apresentador interino.

O programa passará a ser transmitido direto dos estúdios da emissora em Canoas, no Complexo da Ulbra, a partir de 5 de março, e irá ao ar em novo horário, das 20h às 21 horas. Marcelo Salzano segue na equipe do Cadeira Cativa e também no Grupo Bandeirantes.

Fabiano atuou por quase seis anos ao lado de Reche na rádio e tevê Guaíba, e na própria Ulbra TV. Também teve passagens pelas rádios Metrô, Bandeirantes e GreNal, além de atuar na televisão com o programa de variedades Conversa de Bar, exibido pela POA TV.

LP&M relança clássico de Hélio Silva

A LP&M Editores relança o clássico de Hélio Silva 1964: Golpe ou contragolpe?. O autor, definido pelo editor como “jornalista de profissão e historiador de vocação”, começou a publicar suas pesquisas de história contemporânea ainda na Tribuna da Imprensa, de que foi chefe de Redação. Logo percebeu que poderia captar depoimentos dos personagens da História, agregá-los à pesquisa e, assim, construir seus relatos. O livro é um complemento aos 17 volumes da série Ciclo de Vargas, e volta agora repaginado, por sua atualidade, no ano em que se completa o cinquentenário do golpe. O próximo lançamento da editora será 1964: O golpe, de Flávio Tavares, hoje articulista de Zero Hora, em Porto Alegre. Cobrindo Política em Brasília nos anos 1960, conviveu, como observador atento, com os principais personagens civis e militares da época. Mais tarde, em arquivos norte-americanos, encontrou documentos – mencionados no livro ou transcritos na íntegra – que comprovam a participação do governo dos Estados Unidos no episódio.

Carnaval em revista

As escolas de samba editam suas revistas durante o Carnaval, para serem distribuídas a um mailing dirigido e também na Marquês de Sapucaí. Jean Claudio Santana responde pelas publicações da Estação Primeira de Mangueira e da Acadêmicos do Salgueiro, e convidou um time experiente, que cobre a folia carioca há anos. Na revista da Mangueira colaboram Alba Valéria Mendonça, Aydano André Motta, Cesar Tartaglia, Fabiana Sobral, Fernando Molica, Luciano Dias, Rubem Machado e Solange Duart. O design gráfico é de Luiz Berrix e Luísa Bousada. Já a do Salgueiro conta também com Flávia Oliveira, Igor Ricardo e Roberta Hoertel, e tem design de Leonardo Marques. As escolas seguem o modelo inaugurado pela revista Rio, Samba e Carnaval que, desde os anos 1970, circula com um exemplar anual. A edição deste ano tem à frente Leonardo Bruno (da coluna Roda de samba, no Extra). Seu antecessor na edição, Lula Branco Martins, comparece agora com a crônica que fecha a revista. O editor de Fotografia é Alexandre Vidal. Uma entrevista de Ramiro Costa, par de Leonardo na coluna, traça o perfil de Boni, homenageado da Beija-Flor e do camarote da Rio Samba. Claudio Vieira, ex-O Dia, vem com matéria sobre os 30 anos do Sambódromo, ele que assistiu aos 30 desfiles ali realizados. Para falar sobre os blocos de rua, Clarissa Monteagudo traz muitos personagens. E sobre os patrocínios das escolas de samba – surpresa! – o olhar pouco habituado ao Carnaval de um jornalista de Economia, Henrique Gomes Batista.

Laerte publica charge semanal na página de Opinião da Folha

O cartunista Laerte Coutinho começou em 25/2 a desenhar uma charge semanal na página de Opinião da Folha de S.Paulo. Em declaração ao jornal, ele disse que charge é como uma coluna de opinião, que vai tratar de questões do dia a dia: “O cartum é um espaço mais de ficção, você pode construir uma narrativa. Na charge, vou dar minha opinião, fazer comentários sobre as coisas que estão acontecendo”. Os cartunistas Angeli, Jean Galvão, João Montanaro e Benett continuam publicando na página A2.

Funcionários da EBC em reta final de negociação

Em reta final de negociação, funcionários da EBC enviaram à direção da empresa propostas para a revisão do Plano de Empregos, Carreiras e Salários. A FIA, consultora contratada para elaborar a nova versão do documento, tem até março para entregar o texto definitivo.

Dos 237 profissionais que votaram pela aprovação da lista de propostas dos trabalhadores locais para a campanha salarial, 228 foram a favor do documento. O Sindicato dos Jornalistas do DF protocolará a pauta junto ao Sindicato das Empresas de Televisão, Rádios, Revistas e Jornais para iniciar a negociação deste ano, que abrange cláusulas econômicas e sociais da Convenção Coletiva.

Um dos principais itens da negociação é a proposta de reajuste de 11,3% nos salários, resultado do índice da inflação calculado com base no IPCA mais 6% de reposição de perdas. Detalhes no www.sjpdf.com.br.

Aberta indicação de nomes para o Conselho de Comunicação Social do Congresso 

O presidente do Senado Renan Calheiros encaminhou em 19/2 ofícios para que entidades representativas da sociedade indiquem novos nomes para compor o Conselho de Comunicação Social do Congresso Nacional. Os mandatos dos atuais titulares se encerram em agosto. O Conselho é composto por representantes das empresas de rádio e televisão, dos jornalistas, dos radialistas e de outros segmentos da sociedade civil. Após indicados, os nomes precisam ser aprovados pelo Plenário do Congresso. O colegiado conta com 13 integrantes titulares e 13 suplentes, para um mandato de dois anos. Ele é responsável pela emissão de pareceres e recomendações ligadas à produção e programação de emissoras de rádio e tevê, além de avaliar as finalidades educativas, artísticas, culturais e informativas da programação das emissoras e analisar questões ligadas à liberdade de manifestação do pensamento, da criação, da expressão e da informação.

Segurança em pauta

Entre as medidas para tratar da segurança dos profissionais da imprensa na cobertura de manifestações, o Ministério da Justiça anunciou o lançamento de um manual para padronizar a atuação conjunta dos profissionais. O assunto foi tratado em reunião realizada em 18/2 com o ministro da Secom/PR Thomas Traumann e representantes da Abert e da Fenaj. O ministro José Eduardo Cardozo afirmou que “a Secretaria Nacional de Segurança Pública fará um estudo sobre os equipamentos necessários para a proteção dos jornalistas. Também irá dialogar com os representantes dos jornalistas e das empresas para que possamos prevenir novos incidentes”. Ele também destacou a importância de que todos os profissionais envolvidos em manifestações, como jornalistas e policiais, façam um treinamento específico para saber como atuar nesse tipo de situação.

Últimas notícias

pt_BRPortuguese