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terça-feira, abril 21, 2026

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Novas mudanças na Redação do Hoje em Dia (MG)

Segue o vaivém na Redação do Hoje em Dia (MG). Carlos Moreira é o novo editor de Primeiro Plano. Ana Paula Pereira Lima, após permanecer durante alguns anos como editora-adjunta do Minas, passa a editora de primeira página. Janaína Martins edita as notícias nacionais e internacionais da editoria Primeiro Plano, tendo Rogério Wagner Mendes como adjunto. Amílcar Brumano é sub de Esportes. O repórter Pedro Arthur deixa o caderno de esportes e assume a mesma função no Almanaque. Ele ainda não foi substituído. 

I Curso de Informação sobre Jornalismo e Direitos Humanos recebe inscrições

Estão abertas até 18/9 as inscrições para o I Curso de Informação sobre Jornalismo e Direitos Humanos. Um dos módulos do Projeto Repórter do Futuro, a iniciativa é dirigida a estudantes universitários de Jornalismo e de outras áreas do conhecimento e será realizada ao longo de quatro sábados seguidos: 4, 11, 18 e 25/10. Nesta primeira edição, os estudantes participarão de palestras e entrevistas coletivas temáticas sobre direito penal e sistema carcerário, política externa brasileira e direitos humanos, empresas e direitos humanos e sistema internacional de direitos humanos. A ficha de inscrição já está disponível e o investimento para os aprovados será de um salário mínimo. Haverá reembolso ao final do curso caso o aluno atinja algumas metas estabelecidas pela organização do curso.

Marcus Barreto assume Jornalismo da Record Litoral/Vale

Após seis meses como gerente de Jornalismo da Record Bahia, Marcus Barreto assumiu a Direção de Jornalismo da Record Litoral/Vale, que cobre todo o litoral paulista, Vale do Paraíba e Vale do Ribeira. Barreto tem 26 anos de profissão, 16 deles na Rede Record. Também atuou em SBT, Band e Rede TV. Para o lugar dele seguiu Ana Raquel Copetti, que estava em Porto Alegre, substituída por Fábio Behrend, que era editor do Cidade Alerta em São Paulo.    

Débora Fortes deixa PEGN para assumir comunicação da Technisys

Depois de 14 anos de redação, Débora Fortes muda de lado e assume o Departamento de Marketing e Comunicação da Technisys. A empresa, especializada em tecnologia para o mercado bancário, acaba de montar escritório em São Paulo e pretende investir até 2015 US$ 11 milhões no País, em uma operação que deve empregar 100 funcionários. Débora era redatora-chefe da Pequenas Empresas & Grandes Negócios, e ainda pela Editora Globo foi editora executiva da Época Negócios. Antes, esteve por 11 anos na revista Info, onde entrou como repórter especial e saiu como diretora de Redação. Em assessoria, teve passagens por S2 e IBM Brasil.    

Prêmio Abrafarma incentiva reflexão sobre setor na sociedade

O Prêmio Abrafarma de Jornalismo está com inscrições abertas até 5 de novembro e receberá trabalhos veiculados entre 1º de novembro de 2013 e 31 de outubro de 2014. Criado pela Abrafarma com o objetivo de incentivar e reconhecer a produção jornalística e ampliar o debate na sociedade sobre o setor de comércio de medicamentos e de produtos direcionados à saúde e ao bem estar, a iniciativa vai reconhecer os três melhores trabalhos da categoria Grande Imprensa com R$ 10 mil (primeiro lugar), R$ 6 mil (segundo) e R$ 4 mil (terceiro); e com R$ 5 mil o melhor trabalho da categoria Imprensa Especializada. Os valores são líquidos, já descontado o Imposto de Renda. O prêmio tem o objetivo de mostrar o potencial do setor e sua contribuição para o desenvolvimento econômico e social, razão pela qual vai se debruçar sobre trabalhos que focalizem o desenvolvimento setorial; mostrem a abrangência dos serviços prestados em farmácias e drogarias; apontem entraves conjunturais que impeçam o desenvolvimento do setor; e apresentem iniciativas inovadoras internacionais com possibilidade de aplicação no Brasil, entre outros aspectos. O participante encontra ficha de inscrição, regulamento e um conjunto de perguntas e respostas em página específica no site da Abrafarma. O Prêmio é uma correalização de Jornalistas&Cia e Scritta – Serviço de Notícias. Outras informações pelo [email protected], com Lena Miessva.    

Publishers assumem compromisso com novo posicionamento da ANJ

No encerramento da 10ª edição do Congresso Nacional de Jornais, em São Paulo, nesta 3ª.feira (19/8), os publishers de quatro dos principais jornais brasileiros comprometeram-se publicamente com a nova campanha liderada pela ANJ, Jornal. Está em tudo, que tem por objetivo posicionar o jornal não só como o mais influente e o mais relevante difusor de notícias, mas também como um meio importante para lançar, fortalecer e renovar marcas e produtos. Francisco Mesquita Neto, de O Estado de S.Paulo, João Roberto Marinho, das Organizações Globo, Luiz Frias, presidente do Grupo Folha, e Nelson Sirotsky, presidente do Conselho de Administração do Grupo RBS, uniram-se em apoio à campanha, que terá anúncios nos jornais associados à ANJ, spots de rádio e uma grande quantidade de peças interativas na internet, plataforma que ganha ainda mais importância no trabalho de reposicionamento do meio, dada a grande audiência gerada pelos canais digitais dos jornais. Mesquita, por exemplo, ressaltou que “as novas iniciativas vão facilitar o restabelecimento do tripé do mercado, formado por anunciantes, agências e jornais”. Marinho, das organizações Globo, partiu dos sentimentos contraditórios gerados pelo surgimento da internet nos empresários e executivos de jornais para concluir que hoje, depois de décadas, a percepção predominante é a de que, na “geleia” de informação e desinformação característica do meio digital, as oportunidades são maiores do que as ameaças para empresas de mídia com marcas de credibilidade, acostumadas a desconfiar da informação e a checá-la. “Os jornais são grandes exemplos”, afirmou. Para Frias, o principal patrimônio dos jornais continua a ser o pluralismo e a independência, mas o modelo de negócio tradicional, que permitiu e financiou o jornalismo independente, é que sofreu abalos com a internet. Mas esse abalo não deverá perdurar, segundo ele: “Os jornais avançaram muito nessa busca por modelo correto de negócios. Há experiências exitosas, aqui e lá fora, de que podemos construir carteiras de assinantes que poderão ser maiores que as do passado”. E Sirotsky enfatizou que a união dos jornais na busca do fortalecimento de sua independência financeira não se restringe à sobrevivência dos veículos: “Quando nos unimos para reforçar a relevância do meio e criamos ferramentas para garantir a independência econômica, estamos garantindo de certa forma a liberdade de expressão. Por isso, este é, sim, um momento histórico, com medidas concretas para assegurar a continuidade econômica das nossas atividades e, como consequência, do bom jornalismo”.

Universidade Candido Mendes lança prêmio jornalístico sobre drogas

O Centro de Estudos de Segurança e Cidadania, da pós-graduação e pesquisa da Universidade Candido Mendes, lançou o Prêmio Gilberto Velho – Mídia e Drogas. Primeira premiação jornalística brasileira dedicada ao tema, propõe-se a estimular o debate público sobre políticas e legislação relacionadas às drogas. Serão considerados o ineditismo das informações; fatos e dados que contribuam para desafiar ideias pré-concebidas em relação ao tema; abordagens sobre a relação entre direitos humanos e políticas de drogas; a diversidade de fontes e ângulos de interpretação; a qualidade do texto; e a capacidade de comunicar visões inovadoras sobre as políticas públicas e a legislação na área de drogas no Brasil. Idealizado pela socióloga e pesquisadora Julita Lemgruber, o concurso, que tem organização de Ana Bela Paiva, homenageia o antropólogo Gilberto Velho (1945-2012), pioneiro da Antropologia Social, decano da UFRJ, e um dos primeiros a propor a discussão sobre a regulação das drogas no País. Podem concorrer trabalhos de todo o Brasil, publicados em jornais, revistas e páginas da internet entre 1º/1 e 18/10/2014. O prêmio não contempla reportagens de rádio e televisão. Também não poderão concorrer trabalhos que tenham sido produzidos originalmente para campanhas políticas ou veiculados como informe publicitário. A inscrição deve ser feita até 22/10 pelo formulário no site do prêmio. Os jurados são: Bruno Torturra, da rede Fora do Eixo, um dos idealizadores da Mídia Ninja; Cristiane Costa, coordenadora do curso de Jornalismo da ECO-UFRJ; o médico Dartiu Xavier da Silveira, professor da Unifesp; Luciana Boiteux, professora de Direito Penal e Criminologia da UFRJ; o autor e ex-secretário de Segurança do Rio Luiz Eduardo Soares; Marcelo Moreira, da Abraji; o antropólogo Mauricio Fiore, da Unicamp; e Sílvia Ramos, coordenadora do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania. A comissão julgadora vai eleger três reportagens, que recebem o primeiro prêmio no valor de R$ 7 mil, o segundo prêmio de R$ 3 mil, e uma menção honrosa sem valor pecuniário. Para mais informações e contato com a equipe, estão disponíveis os e-mails [email protected] e [email protected], e os telefones 21- 2531-2033 / 2232-0007, com Daniella Vianna ([email protected]).

Comissão tem 30 dias para investigar alterações de perfis da Wikipédia

Miriam Leitão diz que explicação do Planalto é de corar de vergonha O Governo Federal começou em 12/8 o processo de sindicância para investigar alterações nos perfis de Carlos Alberto Sardenberg e Mírian Leitão, colunistas e comentaristas de TV Globo, O Globo e CBN, na Wikipédia, em maio de 2013, a partir de um IP da rede do Palácio do Planalto, sede da Presidência da República. O perfil de Miriam foi alterado três vezes. Segundo especialistas, é possível saber quem acessou a enciclopédia virtual, verificando no servidor de rede do Palácio do Planalto qual computador fez a solicitação de acesso, por meio do endereço físico do equipamento, conhecido como mac address. E por ele identificar qual foi o usuário que fez o login e acessou a página. A comissão será chefiada pelo auditor fiscal e secretário-executivo da Casa Civil Valdir Simão, e terá 30 dias de prazo. Por meio de nota, a Secretaria de Comunicação da Presidência considerou lamentável o episódio e informou que, por razões técnicas, “é impossível” localizar os computadores de onde partiram as alterações nos perfis na Wikipédia. E que até julho passado, os conteúdos da rede de internet do Palácio do Planalto eram arquivados por no máximo seis meses. “Outro dado técnico que dificulta a identificação de quem fez as modificações nos textos é o fato de elas terem sido realizadas por um número de rede de internet do Palácio que também funciona para a rede wi-fi. Ou seja, qualquer pessoa, mesmo que estivesse em visita ao Palácio, poderia, em tese, ter realizado as alterações”, afirma a nota oficial. Apesar disso, Gilberto Carvalho, secretário-geral da Presidência, disse que é preciso investigar. Entidades de classe como ABI, ANJ, Abert e Fenaj cobram do Executivo a apuração rigorosa do caso. Sobre essas medidas, Miriam disse a J&Cia que “o governo nada fez a não ser se dar um prazo. Não pensei ainda em tomar nenhuma providência. A pauta do Brasil é intensa e há outras emergências mais sérias. O esquisito ali não é o ataque a mim ou ao Sardenberg, mas usar a estrutura do Planalto e a primeira explicação de que poderia ter sido um visitante é de corar de vergonha”.

Secom abre licitação de R$ 45 milhões em comunicação digital

A Secretaria de Comunicação da Presidência da República, em parceria a Associação Brasileira dos Agentes Digitais (Abradi), lançou em 7/8 edital de licitação para a contratação de soluções de comunicação digital para o órgão. A Secom prevê investimento anual de R$ 45 milhões a serem divididos entre as duas empresas escolhidas. Atualmente, a conta está com a TV1.com, que tem contrato até o final do ano. A entrega das propostas das agências está marcada para até dia 25 de setembro e os contratos iniciais serão assinados pelo período de um ano, podendo ser renovados até, no máximo, cinco anos. O briefing fornecido às agências interessadas pede a elaboração de estratégias de comunicação digital para melhorar o acesso do público às informações sobre o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec). Esta será a primeira vez que o Governo Federal fará uma licitação na área de comunicação digital em que a proposta técnica é a determinante. “Antes, as agências digitais eram contratadas por pregão eletrônico, nos quais vencia quem cobrava menos, independentemente da capacidade de atendimento à conta, ou por licitações que mesclavam técnica e preço, mas nas quais as agências que cobravam menos acabavam levando vantagem na fase final e ultrapassando as melhores qualificadas na fase técnica”, explica Alexandre Gibotti, diretor-executivo da Abradi. Dúvidas ou esclarecimentos sobre o edital podem ser enviadas para [email protected] ou para Vinícius Cordoni, pelo [email protected].   Ainda na Secom, Gilberto Scofield Jr., que deixou recentemente O Globo, aceitou convite do ministro Thomas Traumann para reforçar a equipe de comunicação nesta reta final de governo de Dilma Rousseff e das eleições. Gilberto certamente sabe que não terá refresco nesses próximos meses, como já ficou claro no episódio das alterações indevidas nos perfis de Miriam Leitão e Carlos Alberto Sardenberg na Wikipédia, a partir de computadores do Planalto, quando o governo viu-se acuado por uma saraivada de críticas na imprensa e nas redes sociais, sobretudo pelas evasivas e questionáveis explicações e providências prometidas.   

Tensão no Sindicato do Rio, terceira semana

“A única ferramenta institucional que o jornalista tem é o Sindicato” No dia 11/8 (2ª feira), o movimento oposicionista realizou uma reunião na ABI. Ali, ficou decidido que a nova denominação do grupo é Viva Santiago – União em defesa dos jornalistas e por uma sociedade sem violência, e foi formada uma comissão para representá-lo. São nomes de peso no jornalismo carioca: Arnaldo César Ricci Jacob, Fernando Molica, Flávia Oliveira, Ivan Accioly e Marcelo Moreira. Arnaldo César falou a Jornalistas&Cia, e relatou que a reunião foi convocada para uma análise do que ocorreu na plenária da Emerj (Escola da Magistratura): “Achavam que iam lá discutir questões de segurança dos jornalistas e, na verdade, o Sindicato fez um comício. No clima da reunião, não foi possível fazer um debate sobre a questão da violência. O que nos preocupa é a questão da segurança, e não a questão ideológica. Nenhum problema de o Sindicato ter viés ideológico. Isso não é defeito”. Lembrou também que, historicamente, desde os tempos de Getúlio Vargas, os sindicatos são ligados a partidos políticos – mudam os partidos, mas permanece a ligação. E todo sindicato é corporativista, seja na defesa da relação capital-trabalho, seja em qualquer outra reivindicação. Ele prosseguiu: “O grupo não é contra manifestação, mas contra o cerceamento dos jornalistas. Não importa se é jornalista do grande veículo ou de um blog, ele tem o direito de cobrir. O número de jornalistas atingidos é muito alto, tanto pelos registros da Abraji como do próprio Sindicato. Independentemente de a cobertura ser boa ou ruim, quem não quiser ver, mude de jornal, mude de canal. O que as pessoas estão começando a entender? Se não se tem liberdade para ir à rua apurar o que está acontecendo, isto é cerceamento da liberdade de imprensa”. E concluiu: “O que me fez me envolver nesse negócio? A questão concreta, da violência contra jornalistas, tem que ser atacada. A única ferramenta institucional que tem o jornalista é o Sindicato. E os atingidos eram jornalistas que esperavam o apoio do Sindicato”. Disse ainda: “Estamos muito preocupados com a manifestação de amanhã”.

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