Secom abre licitação de R$ 45 milhões em comunicação digital

A Secretaria de Comunicação da Presidência da República, em parceria a Associação Brasileira dos Agentes Digitais (Abradi), lançou em 7/8 edital de licitação para a contratação de soluções de comunicação digital para o órgão. A Secom prevê investimento anual de R$ 45 milhões a serem divididos entre as duas empresas escolhidas. Atualmente, a conta está com a TV1.com, que tem contrato até o final do ano. A entrega das propostas das agências está marcada para até dia 25 de setembro e os contratos iniciais serão assinados pelo período de um ano, podendo ser renovados até, no máximo, cinco anos. O briefing fornecido às agências interessadas pede a elaboração de estratégias de comunicação digital para melhorar o acesso do público às informações sobre o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec). Esta será a primeira vez que o Governo Federal fará uma licitação na área de comunicação digital em que a proposta técnica é a determinante. “Antes, as agências digitais eram contratadas por pregão eletrônico, nos quais vencia quem cobrava menos, independentemente da capacidade de atendimento à conta, ou por licitações que mesclavam técnica e preço, mas nas quais as agências que cobravam menos acabavam levando vantagem na fase final e ultrapassando as melhores qualificadas na fase técnica”, explica Alexandre Gibotti, diretor-executivo da Abradi. Dúvidas ou esclarecimentos sobre o edital podem ser enviadas para abradi@abradi.com.br ou para Vinícius Cordoni, pelo vinicius@ocacomunicacao.com.br.   Ainda na Secom, Gilberto Scofield Jr., que deixou recentemente O Globo, aceitou convite do ministro Thomas Traumann para reforçar a equipe de comunicação nesta reta final de governo de Dilma Rousseff e das eleições. Gilberto certamente sabe que não terá refresco nesses próximos meses, como já ficou claro no episódio das alterações indevidas nos perfis de Miriam Leitão e Carlos Alberto Sardenberg na Wikipédia, a partir de computadores do Planalto, quando o governo viu-se acuado por uma saraivada de críticas na imprensa e nas redes sociais, sobretudo pelas evasivas e questionáveis explicações e providências prometidas.