6.3 C
Nova Iorque
sábado, abril 25, 2026

Buy now

Início Site Página 1134

Nelson Cadena lança livro sobre festas populares da Bahia

Nelson Cadena lança em 14/1, no terceiro piso do Shopping da Bahia (Iguatemi), em Salvador, a partir das 18h30, Festas Populares da Bahia – Fé e Folia. A obra dá destaque para 24 festas baianas da atualidade, dentre elas as do Senhor do Bonfim, Iemanjá, 2 de Julho, Nossa Senhora das Candeias, Festa de Reis e Santa Bárbara. Segundo Cadena, o diferencial do livro são as fontes primárias colhidas em jornais do século XIX, mais de 80 títulos consultados, com novidades que permitem o aporte de elementos e uma revisão histórica quanto à cronologia de origem de algumas dessas manifestações. Na ocasião do lançamento, será inaugurada no terceiro piso do Shopping da Bahia, na Praça Mãe Menininha do Gantois, uma exposição contendo 30 painéis com fotos e textos das principais festas populares da Bahia. A mostra fica em exposição até 16 de fevereiro. Colombiano de nascimento, Cadena vive em Salvador desde 1973. É articulista de publicidade e propaganda de diversos veículos, diretor da agência ABC Mídia e autor de livros sobre a área e sobre a história da Bahia.

Prêmio Sebrae prorroga inscrições até 31/1

Interessados em concorrer ao Prêmio Sebrae de Jornalismo têm até 31/1 para se inscreverem. Dividido nas categorias Jornalismo impresso, Radiojornalismo, Telejornalismo, Webjornalismo e Imagem jornalística, o prêmio reconhece reportagens que tratem de temas ligados aos microempreendedores individuais e às micro e pequenas empresas. A melhor reportagem entre todas receberá o Grande Prêmio Sebrae de Jornalismo. O primeiro lugar de cada categoria ganha R$ 15 mil e o vencedor da premiação principal leva mais R$ 15 mil.

Memórias da redação ? Solidão experimental

A história desta semana é uma colaboração de Flávio Tiné, ex-Abril, Estadão e Diário do Grande ABC, assessor de imprensa do Hospital das Clínicas de São Paulo durante 21 anos, que hoje atua como escritor e cronista de Jornal do Commercio do Recife e revista Medicina Social de São Paulo. Solidão experimental Um dos maiores problemas das cidades grandes é a solidão. Quanto maior a cidade, maior o isolamento das pessoas de todas as idades, principalmente as idosas, cujos filhos ou parentes partiram em busca de suas próprias vidas. Os filhos casam, os parceiros viajam antes do tempo normal, ocorrem divórcios e separações pelo desgaste dos relacionamentos, e assim por diante. Percebendo ou não, sofrendo ou não, um dia a gente se surpreende morando só. Todos conhecem as vantagens e desvantagens da solidão. A liberdade, o direito de escolher o livro, o programa de televisão, o filme, o que fazer nas horas vagas, sem o inconveniente de outras pessoas exercendo também o mesmo direito, num mesmo ambiente, atrapalhando nosso desfrute. As desvantagens são incontáveis, talvez em maior número. Não ter com quem dividir os sentimentos é o mais premente. Tenho uma vizinha mais solitária do que eu. Não tem carro, não vai ao cinema, não discute futebol, não vai sequer à missa, como eu. Identifico-me com ela quando abro ou fecho a janela, ligo ou desligo a televisão, acendo ou apago a luz do banheiro, abro ou fecho a janela para espiar os que desfilam no passeio que divide os prédios. Quando percebo, é um horror. Sinto-me a mais infeliz das criaturas, tendo que repetir gestos de uma idosa de oitenta anos, tão solitária quanto eu. Certa vez ela me contou que passou o dia inteiro preparando uma sopa especial que uma das filhas apreciava. Foi ao mercadinho, comprou todos os ingredientes, caprichou no tempero, e ela não veio. Teve de tomar a sopa no jantar e no almoço e ainda me trouxe uma porção, para não jogar fora, e dividiu com os gatos, que proliferam entre os prédios em notívagos miados. Eu, pelo menos, ainda dirijo e quando quero vou à casa dos filhos, ao cinema, às livrarias e até ao Sesc, onde ocorre a maior concentração de idosos no exercício de um lazer programado. Só me recuso a ir às praças onde alguns homens jogam dama ou baralho. Prefiro os cafés, onde além de saborear uma iguaria, pode-se jogar conversa fora com alguma classe, dependendo do interlocutor. Minha vizinha solitária não reclama de quase nada, exceto do calor, quando faz, ou do frio, quando incomoda. Nunca está mal-humorada. Sempre que o telefone toca lembro-me do personagem de Gabriel Garcia Marquez em Ninguém escreve ao coronel, que li e reli tentando buscar similitudes. Não achei nenhuma, ainda. Ele se queixava da falta de cartas. Ia aos Correios diariamente perguntar se não chegou alguma. Quase todo dia recebo holerites, multas de trânsito, pedidos de ajuda, cobranças indevidas e folhetos de pizzas as mais variadas. Daria pra viver o resto da vida sem sair de casa, só comprando por telefone e pagando com cheque ou cartão. Uma colega de trabalho me relatou que o maior sonho de sua vida seria alugar alguns filmes e passar uns três dias em casa. Marido e filha não permitem. Fiz a experiência, ou melhor, tentei. Uma coisa é ver um filme no cinema, em casa não tem graça. E quando tentei a solidão experimental, permanecendo um fim de semana em casa, foi também a pior experiência. Caiu de vez a tese que tentava defender de que a gente pode viver bem, sem depender de ninguém. Na verdade, a solidão é boa em algumas circunstâncias, ruim em outras. Num determinado momento pode ser conveniente, mas já me convenci de que não deve ser adotada como estilo de vida.  

Estado de Minas demite 13 jornalistas

O Estado de Minas demitiu nesta 4ª.feira (7/1) 13 jornalistas de sua redação, entre os quais profissionais experientes, com muito tempo de casa, como o então editor de Opinião Pedro Lobato. Além dele, estão na lista Arnaldo Viana (Gerais), Carlos Herculano Lopes (Cultura), Gracie Santos (Cultura), Eduardo Aquino (Veículos), Paula Takahashi (Suplementos), Silas Scalioni (Suplementos), Marlyana Tavares (Suplementos), Leonardo Augusto de Azevedo (Política), Norma Ferreira (Veículos), Marcos Michelin (Fotografia), Eustáquio Soares, o Taquinho (Fotografia) e Alexandre Coelho (Arte). O jornal ainda não se pronunciou oficialmente sobre os cortes. Extraoficialmente, a informação é de que mais profissionais deixarão a redação em fevereiro e março. Em sua página do facebook, o Sindicato dos Jornalistas de Minas Gerais emitiu nota solidarizando-se com os demitidos e afirmando que “o fortalecimento da profissão e da liberdade de imprensa passa pela produção de um jornalismo vigoroso, informativo e democrático, exatamente o oposto das medidas que vêm sendo tomadas pelo Estado de Minas. A renovação urgente do jornalismo mineiro não pode prescindir de profissionais experientes como estes que acabam de ser dispensados.”.

Diário da Região fecha edições em Votuporanga e Catanduva

O Grupo Diário de Comunicação, de São José do Rio Preto, no noroeste do Estado, fechou nesta 3ª.feira (6/1), o Diário da Região/Votuporanga e o Diário da Região/Catanduva, veículos com o mesmo padrão gráfico do Diário da Região/Rio Preto, tiragem de 1,5 mil exemplares cada, que havia lançado naquelas cidades no final de março do ano passado. O motivo, segundo a direção do Grupo divulgou internamente, foi que, em função da queda da atividade econômica no País a partir do segundo semestre, eles não deram o retorno esperado. Com isso, deixaram a empresa oito dos 13 profissionais das equipes fundadoras que ainda permaneciam na casa. Ademir Terradas, editor-chefe da edição de Votuporanga, é o único a ficar, em função ainda não definida. Segundo o Portal dos Jornalistas apurou, editorialmente os dois jornais haviam sido bem-sucedidos, mas, ante o cenário pouco promissor, a empresa desistiu de apostar no amadurecimento do projeto de jornalismo hiperlocal. Com essas oito baixas, mais as seis que houve quando da saída do diretor de Redação Decio Trujilo, em meados de dezembro, o Grupo Diário perdeu perto de 20% de sua equipe editorial em menos de um mês.

Ranking J&Cia Todos os Tempos ? Talentos que fazem a diferença

José Hamilton Ribeiro, agora em companhia de Miriam Leitão (ambos do Sudeste), Mauri König (Sul), Fernando Rodrigues (Centro Oeste), Demitri Túlio (Nordeste) e Lúcio Flávio Pinto (Norte) escrevem seus nomes como os campeões regionais de Todos os Tempos Aí acima estão alguns dos profissionais brasileiros que vão de fato entrar para a história do jornalismo brasileiro. O que falar de nosso repórter maior, José Hamilton Ribeiro, eleito pelo Conselho Consultivo Líder Hors Concours do Ranking dos Mais Premiados Jornalistas Brasileiros, por não ter que provar mais nada a ninguém? E de Miriam Leitão, repórter, comentarista, escritora, mãe, avó e uma história de vida comovente. E o nosso Lúcio Flávio Pinto, repórter que nunca abriu mão de sua Amazônia e que ali construiu sua carreira de fama internacional. Mauri König? Ora, basta só olhar os prêmios que ganhou e os riscos de vida que correu (e ainda corre) para ver com que seriedade leva seu trabalho. E de Fernando Rodrigues, pioneiro na arte de vasculhar números para entregar informações (de qualidade), fundador e um dos líderes da Abraji? Eles, no conjunto, ostentam a liderança como os mais premiados jornalistas brasileiros de todos os tempos, nas respectivas regiões.   Veja quem são os mais premiados de todos os tempos em cada região: + Centro-Oeste + Sudeste + Nordeste + Sul + Norte

Folha de S.Paulo corta cinco profissionais em Ribeirão Preto

A necessidade de “conter custos em razão da prolongada estagnação da economia brasileira”, levou a Folha de S.Paulo a reduzir drasticamente nesta 2ª.feira (5/1) a equipe editorial que mantinha na sucursal de Ribeirão Preto. Dos sete profissionais que ali trabalhavam na redação, ficaram apenas dois. No total, seis vagas foram fechadas (um profissional do administrativo e cinco jornalistas), com cinco demissões, já que um jornalista será transferido para outra editoria. A região, que o jornal considera muito importante para os seus propósitos, passará a ter dois correspondentes, Marcelo Toledo e Gabriela Yamada. Os que saíram foram os repórteres Isabela Palhares, Camila Turtelli, João Carlos Pedrini e o fotógrafo Edson Silva. Vale lembrar que apenas Ribeirão e Campinas sobraram do projeto de regionalizar a cobertura da Folha no fim da década de 1980, que incluía, entre outras, sucursais em ABCD, Vale do Paraíba e Bauru.

Ranking J&Cia Todos os Tempos Região Norte ? Patrão de si próprio, Lúcio Flávio Pinto reina na Amazônia

Ele comanda há décadas o Jornal Pessoal, que pauta, escreve, edita e distribui para assinantes que o apoiam na sobrevivência. Foi o jeito que encontrou de se livrar dos patrões tradicionais e fazer jornalismo independente, com o seu próprio DNA. Com matérias denunciando os malfeitos na Amazônia, foi conquistando respeito, admiração e prêmios, vários deles. Muitos internacionais, o que lhe garante a liderança na Região Norte. Mesmo sem vencer nenhum prêmio em 2014, Lúcio Flávio Pinto manteve-se na liderança entre os jornalistas mais premiados de todos os tempos na Região Norte, com 235 pontos. Mas o ano não passou em branco. Além de ter figurado na lista dos Cem+Admirados Jornalistas Brasileiros, foi o único brasileiro integrante da lista de Heróis da liberdade da informação, publicada em 29/4 pela organização francesa Repórteres sem Fronteiras, iniciativa criada em referência ao Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, celebrado em 3 de maio. Nas demais posições, não houve mudanças: Ronaldo Brasiliense (O Paraense) se manteve na segunda posição, com 190 pontos, seguido por Manoel Dutra (O Liberal) e Ulisses Campbell (A Província do Pará), empatados em terceiro com 150 pontos cada. Confira a lista com os mais premiados jornalistas de todos os tempos na Região Norte:  

Ranking J&Cia Todos os Tempos Região Nordeste ? Demitri Túlio, do Ceará, é o cara

Poucas foram as mudanças registradas nesta edição do Ranking J&Cia entre os mais premiados jornalistas do Nordeste de todos os tempos. Nos Top 10, foram registradas apenas algumas mudanças de posições, com Demitri Túlio Silva Araújo, de O Povo (CE), mantendo a liderança, com 370 pontos. Na segunda posição, a repórter Sílvia Bessa, do Diário de Pernambuco, diminuiu a distância para Demitri com os 32,5 pontos conquistados em 2014, e termina o ano com 355 pontos. Ciara Nubia de Carvalho Alves, do Jornal do Commercio (PE), segue na terceira posição, com 290 pontos, seguida por Cláudio Ribeiro (O Povo), com 275 pontos, e Vandeck Santiago (Diário de Pernambuco), com 272,5 pontos. Seguem os Top 50 mais vitoriosos jornalistas de todos os tempos da Região Nordeste:

Ranking J&Cia Todos os Tempos Região Sul ? Paraná lidera com Mauri König

Terceiro jornalista mais premiado do Brasil em 2013, e quinto no Ranking de Todos os Tempos, o repórter especial da Gazeta do Povo (PR) Mauri König não precisou celebrar nenhuma nova conquista para se manter, pelo segundo ano consecutivo, à frente dos jornalistas mais premiados da Região Sul. Curiosamente, é o único que atua fora do Rio Grande do Sul a integrar a lista dos dez mais premiados de todos os tempos na região, posição que alçou ao longo de uma brilhante carreira, que por duas vezes lhe obrigou a deixar o País por causa de ameaças sofridas. Estas de certo modo contribuíram também para um reconhecimento internacional, com conquistas de peso, como o Maria Moors Cabot, um dos mais importantes do mundo, e diversos outros de expressão, como Lorenzo Natali, SIP e CPJ Internacional Press Freedom, além de nacionais como Esso, Embratel e Vladimir Herzog. Entre os dez mais da região, poucas mudanças. Humberto Trezzi, por exemplo, ultrapassou seu colega de Zero Hora Nilson Cezar Mariano e assumiu a 5ª colocação, e Fabio Almeida, da Rádio e TV Gaúcha, subiu da 10ª para a 8ª posição. Seguem os 52 mais vitoriosos jornalistas de todos os tempos da Região Sul:

Últimas notícias

pt_BRPortuguese