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domingo, abril 19, 2026

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Ainda as mudanças em Época

Uma discreta nota em Brasília na edição 998 do Jornalistas&Cia informava que Murilo Ramos, repórter especial de Época na sucursal de Brasília, assumiu interinamente o posto deixado por Felipe Patury na coluna de notas sobre Política e Economia, que agora se chama Expresso. Em contato conosco, o diretor de Redação João Gabriel de Lima informou que Felipe, “um profissional que admiro e respeito”, saiu para tocar projetos pessoais. João aproveitou para atualizar outras novidades na revista:  “Eu e Diego [Escosteguy, editor-chefe] fizemos uma troca. Marcos Coronato, que era de Ideias, foi para Tempo. Guilherme Evelin, que era de Tempo, foi para Ideias.  “Marcos é apaixonado por hard news e está contribuindo para esquentar a parte inicial da revista. Ele é também o responsável pela seção de abertura, que acabamos de reformar – e que vem trazendo elogios pela mistura entre rigor jornalístico, criatividade e uma pitada de humor. O personagem da semana desta edição – a Panela, que tanto vem incomodando nossos governantes – é uma amostra do tom que Coronato vem imprimindo à nossa abertura.  “Guilherme acaba de promover uma revolução na seção de Ideias. Os debates e provocações da seção agora têm também uma versão digital, onde o leitor pode dar sua opinião sobre vários assuntos. E, desde 4/5, Guilherme passou a organizar também debates de fato, em parceria com a Faap. O objetivo é que Época cada vez seja mais um espaço onde as ideias dialogam. A página digital de Ideias traz alguns debates. Vale a pena percorrer.  “A mudança trouxe um gás novo para os dois, que estão motivados com o desafio – e também para a revista.” Felipe Patury iniciou a carreira como repórter de política em Brasília. Esteve por cerca de dez anos em Veja, em duas passagens, onde foi titular da coluna Holofote. Saiu em outubro de 2011 para assumir a coluna em Época.

Vencedores do X Prêmio AMB de Jornalismo levam R$ 115 mil

A Associação dos Magistrados Brasileiros contemplou na noite de 11/5, no espaço Villa Rizza, em Brasília, os vencedores do X Prêmio AMB de Jornalismo, que distribuiu R$ 115 mil para ganhadores das categorias Mídia Impressa, Webjornalismo, Radiojornalismo, Fotografia, Telejornalismo, Assessoria de Imprensa e Grande Prêmio AMB de Jornalismo – Direitos Humanos.

Concorreram 127 matérias que tenham contribuído para a importância do Judiciário e da magistratura como fator de promoção da segurança jurídica e da paz social. O vice-presidente de Comunicação da AMB Gil Guerra destacou que o prêmio foi criado com o objetivo de “quebrar paradigmas em relação à magistratura e à imprensa”.

Após a cerimônia premiação, a banda Judges, formada por juízes gaúchos, animou a festa. Os vencedores foram: Vinicius Sassine, de O Globo, com Retratos da vida insana no cárcere (Grande Prêmio AMB de Jornalismo – Direitos Humanos); Clarissa Cavalcanti, César Menezes e equipe, da TV Globo, com a série Impunidade (Telejornalismo); Bruno Feittosa e equipe, da BandNews FM, com Os órfãos da Justiça (Radiojornalismo); Bruna Maestri e equipe, da Gazeta do Povo/PR, com Crime sem castigo (Mídia Impressa); Marília Banholzer e Mariana Dantas, NE10 Portal/PE, com Por trás do muro (Webjornalismo); Domingos Peixoto, de O Globo, com Crime à liberdade de Imprensa (Fotografia); e Marcia Amy e Camilla Cahet, da Almagis, com Ações da Justiça regularizam documentos de idosos (Assessoria de Imprensa).

Adriana Carranca lança Malala neste sábado (16/5)

A repórter especial do Estadão Adriana Carranca lança neste sábado (16/5), às 16h, na Livraria da Vila dos Jardins (al. Lorena 1.731), Malala – A menina que queria ir para a escola (Cia. das Letrinhas), primeiro livro-reportagem dirigido ao público infantil. Nele, Adriana conta a história da paquistanesa Malala Yousafzai, que virou símbolo da luta pelo direito das meninas estudarem em seu país. Em outubro de 2012, ela levou um tiro na cabeça quando voltava da escola. Esteve entre a vida e a morte e sobreviveu para contar sua história ao mundo. Pouco depois do atentado, Adriana visitou o Vale do Swat, onde a menina nasceu e morava, e, no livro, além da história da vida da Malala, conta tudo o que viu e aprendeu por lá.   Leia mais + Adriana Carranca lança Malala neste sábado (16/5) + Vitor Moreno deixa o F5 da Folha de S.Paulo + Laurentino Gomes fará trilogia sobre a história da escravidão no Brasil  

Vitor Moreno deixa o F5 da Folha de S.Paulo

Após mais de seis anos na Folha de S.Paulo, onde era editor-assistente do site de entretenimento F5, Vitor Moreno deixou o jornal para se dedicar a outros projetos. Além do F5 ele assinou interinamente a coluna Outro Canal até o final de abril. Antes, passou pelos cadernos Cotidiano e Ilustrada, além de participar de coberturas em outras editorias. Vitor ([email protected]) começou na Folha em 2009, por meio do Programa de Treinamento. Leia mais + Laurentino Gomes fará trilogia sobre a história da escravidão no Brasil + Chamada para despedida fake de Rogério Ceni gera processo judicial + Panini lança revista sobre o Papa Francisco

Laurentino Gomes fará trilogia sobre a história da escravidão no Brasil

Laurentino Gomes, autor da trilogia de livros-reportagem 1808, 1822 e 1889, sobre a história do Brasil no período monárquico, anunciou nesta 2ª.feira (11/5)  em sua página no facebook que partirá agora para outra trilogia, desta vez sobre a história da escravidão no País, com previsão de lançamento a partir de 2019.

Reproduzimos a seguir o que ele escreveu:

“Desde o lançamento do meu último livro, 1889, sobre a Proclamação da República, leitores e amigos têm-me perguntado com frequência qual seria a minha próxima obra. São muitos os temas que me atraem na história do Brasil. Por isso, relutei por algum tempo a dar uma resposta conclusiva. Chegou a hora de desfazer o mistério. Meu novo projeto editorial é uma série de três livros sobre a história da escravidão no Brasil, com previsão de lançamento a partir de 2019. Eu acredito que, 127 anos depois da assinatura da Lei Áurea pela Princesa Isabel, esse é um passivo histórico que os brasileiros ainda não conseguiram resolver. O grande abolicionista pernambucano Joaquim Nabuco afirmava que o Brasil estava condenado a continuar no atraso enquanto não resolvesse de forma satisfatória a herança escravocrata. Para ele, não bastava libertar os escravos. Era preciso incorporá-los à sociedade como cidadãos de pleno direito, o que até hoje não aconteceu de fato. Por essa razão, escolhi a escravidão como tema dessa nova trilogia. Acredito seja o assunto mais importante de toda a nossa história. O Brasil foi o maior território escravagista do hemisfério ocidental por mais de 350 anos. Estima-se que de um total de onze milhões de cativos africanos trazidos para as Américas 40% tiveram como destino as senzalas brasileiras. Foi também o país que mais tempo resistiu a por fim ao tráfico negreiro e o último do continente americano a abolir a mão de obra escrava pela chamada Lei Áurea, de 13 de maio de 1888 – quatro anos depois de Porto Rico e dois depois de Cuba. O tráfico de escravos era um negócio gigantesco, que movimentava centenas de navios e milhares de pessoas dos dois lados do Atlântico. Tenho vários outros projetos em andamento, incluindo iniciativas na área audiovisual e livros em coautoria que serão anunciados em breve, mas a escravidão é o tema que vai dominar minha agenda pelos próximos seis ou sete anos. É um trabalho de longo prazo, para ser concluído em 2021 ou 2022, porque exige pesquisas exaustivas em bibliotecas, museus e centros de estudos no Brasil e outros países. A bibliografia é enorme, com centenas de livros publicados aqui e no exterior. Como são livros-reportagem, vou percorrer três continentes – África, Europa e Américas – com o objetivo de entrevistar pessoas e visitar dezenas de lugares relacionados à história da escravidão, como os pontos de onde partiam os navios negreiros na costa da África e as regiões de desembarque no Brasil, no Caribe e nos Estados Unidos. Espero que os leitores tenham paciência de aguardar por tanto tempo essa nova trilogia – e, principalmente, que gostem do resultado!”

 

Chamada para despedida fake de Rogério Ceni gera processo judicial

A agência de comunicação Sing está no centro de uma polêmica envolvendo a fabricante de materiais esportivos Penalty e o goleiro do São Paulo Rogério Ceni. Em novembro do ano passado, a Sing chamou por e-mail veículos de imprensa para o lançamento da última camisa comemorativa do goleiro, também para a que seria a última entrevista coletiva da carreira dele, o que surpreendeu a todos. Logo em seguida, porém, a diretoria do clube do Morumbi pronunciou-se oficialmente, dizendo que havia um engano em relação ao convite, e desmentiu tratar-se da despedida de Ceni – seria apenas a apresentação do uniforme. Mais tarde, o goleiro renovou seu contrato até agosto deste ano. A Sing alega na ação que, desde novembro, a Penalty preparava a despedida de Ceni, inclusive com um e-mail enviado para o São Paulo indicando no assunto Plano de ativação despedida do Rogério Ceni. No dia 5 de novembro, por meio de um e-mail de uma funcionária do Morumbi, fora confirmado que a fornecedora de material também apresentaria a camisa do goleiro. Em 19/11, a Penalty enviou o convite do evento (marcado para 21/11) à assessoria para que fosse encaminhado aos jornalistas. No processo, a Babel é a agência identificada como responsável pela parte de marketing da “despedida”. Narra a requerente (Sing) no processo: “No dia 19 de novembro de 2014, às 12:25 horas, recebemos o e-mail da senhora Isabel (Penalty) fornecendo a arte final do convite a ser enviado para a imprensa convidando para a coletiva de imprensa. Frise-se que foram os prepostos da Requerida que confirmaram, na data acima informada, a realização da coletiva de imprensa de despedida do senhor Rogério Ceni. Destacamos que Rafael Carqueijo Gouveia, diretor de marketing da Penalty, em e-mail encaminhado a senhora Melissa Sayon, sócia da Requerente, assumiu a falha como sendo cometida pela Requerida”. No processo, a Sing também se isenta da responsabilidade pelo fim do contrato entre o Penalty e o São Paulo, que ocorreu logo depois do incidente.   Leia mais + Panini lança revista sobre o Papa Francisco + O buraco é mais embaixo: ainda sobre mudanças no CarroEtc + Vaivém das Redações!  

Panini lança revista sobre o Papa Francisco

A revista Meu Papa, que já circula em 13 países latino-americanos, chegou ao Brasil. Publicada pela Panini, traz matérias sobre o universo católico, mensagens de fé, depoimentos de fiéis e detalhes sobre a agenda diária do pontífice. A revista foi desenvolvida com um projeto gráfico simples e dinâmico, em formato 20,5 x 27,5 cm, com 64 páginas. A primeira edição chegou às bancas este mês, pelo preço de R$ 5,90. A equipe de redação é composta por Érico Rodrigo Rosa (gerente de Publicações), Emerson Lagune e Levi Trindade (editores seniores), Tatiana Yoshizume (editora-assistente), que contam com a colaboração do Baruk Studio para tradução, edição e diagramação.  Leia mais + Vaivém das Redações! + Educação em pauta no Diário do Grande ABC + RedeTV contrata Luciano Faccioli

O buraco é mais embaixo: ainda sobre mudanças no CarroEtc

Muita coisa de fato mudou desde o anúncio de reestruturação no CarroEtc, suplemento de O Globo, em janeiro deste ano. Segundo apurou o Portal dos Jornalistas, para reduzir os gastos da Redação com papel, foi decidido que, além de CarroEtc, Morar Bem e Boa Chance seriam transferidos para a responsabilidade e o orçamento do Departamento Comercial, sem qualquer vínculo com a Redação. Com isso, os repórteres Fernando Miragaya e Marcelo Cosentino (entre outros) foram dispensados de O Globo. Porém, como o Departamento Comercial não contava com repórteres em seu quadro, passou a ter que comprar textos de uma empresa terceirizada. E quem foi contratado por essa empresa? Fernando e Marcelo, que assumiram a edição do CarroEtc, com matérias não assinadas sobre lançamentos, mercado e serviços. “Não houve mudança na linha editorial”, disse Fernando. “Trabalho de casa, cubro os eventos, faço matérias e edito o caderno nesse sistema home office. Mas procuro ir à redação no dia do fechamento para agilizar o trabalho junto ao diagramador, que fica no jornal”. Em abril, Marcelo deixou definitivamente a publicação e seguiu para a Renault, em Curitiba. Mais gente no Comercial Nesta semana, o mesmo esquema passou a valer para Motor Extra (do jornal Extra) e Carro Expresso (do Expresso). Por conta disso, Roberto Dutra, que editava os cadernos, deixou O Globo e passou a trabalhar com Fernando como contratado da empresa terceirizada. Roberto teve passagens por Auto Press, CarroEtc e Automania (de O Dia). Enquanto isso, Jason Vogel lança site Carros, em O Globo Com as mudanças no CarroEtc – do qual foi editor-chefe até janeiro –, Jason Vogel acabou transferido para a Economia de O Globo, permanecendo como contratado do jornal. Na nova editoria, lançou o site Carros, dentro do portal O Globo, e comemora: “Em março, primeiro mês dessa nova fase, a página teve 317.497 visualizações. Em abril, foram 294.239 visualizações”.

Vaivém das Redações!

Veja o resumo das mudanças que movimentaram nos últimos dias redações de São Paulo, Distrito Federal e Goiás: São Paulo Com as mudanças na editoria de Ciência da Folha de S. Paulo, também em função dos recentes cortes, saiu do jornal na semana passada o repórter Rafael Garcia. Ele tem mais de 20 anos de jornalismo (mais de dez na cobertura especializada) e foi bolsista da Fundação Knight, quando estudou no MIT em 2010 e 2011. Estava na Folha desde 2006, em sua segunda passagem por lá, após ter trabalhado em Scientific American, Galileu e, mais recentemente, colaborado para a revista britânica Nature. Ele seguirá com a coluna Teoria de Tudo na Folha.com. O e-mail pessoal dele é [email protected] Distrito Federal Carolina Oms assumiu recentemente o cargo de coordenadora do Valor PRO, na sucursal do Valor Econômico, após a saída de Mônica Izaguirre. Esta é a segunda passagem de Carolina pelo jornal, onde trabalhou de 2011 a 2012. Ela também atuou em IstoÉ Dinheiro, Agência CMA e Folha de S.Paulo.   Sirlene Rodrigues, que em 20 anos de carreira atuou especialmente em tevê, rádio, impresso e assessoria de imprensa, em cargos que vão de reportagem a coordenação, avisa estar disponível para trabalhos em Brasília ou em outro estado. Os contatos dela são 61-3326-0604 / 8212 e [email protected] Goiás Wanderley de Faria deixou o jornal O Popular (de Goiás), no qual atuou por 38 anos, 23 dos quais como editor de Economia e Veículos. Ele, no entanto, não se afastará do setor automotivo: em breve lançará um site sobre veículos e abordará o tema também na Rádio Executiva, do Grupo Jaime Câmara, em que há dez anos produz programetes sobre Economia & Negócios, também com enfoque no mercado de veículos. Os contatos pessoais de Wanderley são [email protected] e 62-9968-8820.

Educação em pauta no Diário do Grande ABC

Em parceria com a Universidade Municipal de São Caetano do Sul e com a prefeitura da cidade, na Região Metropolitana de São Paulo, o Diário do Grande ABC lançou o Observatório da Educação. Especialistas na área elegeram mais de 400 parâmetros para aferir o desempenho da educação pública de modo amplo, como políticas públicas, alunos, professores etc..

Na primeira etapa do processo, que começou em fevereiro e deve durar até o fim do ano, vêm sendo feitas análises quantitativas a partir de dados fornecidos pelo Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira). Com o conhecimento do cenário das escolas da região terá início a segunda fase do projeto, que consiste em estudo qualitativo in loco por meio de entrevistas com professores e gestores e análises dos currículos e projetos pedagógicos das unidades de ensino.

Em março, os primeiros resultados foram publicados num suplemento especial (que será trimestral, circulando sempre no segundo domingo do trimestre), com o objetivo de, em breve, ter-se um panorama completo da educação pública na região do ABC paulista. E, com isso, dar início a um amplo (e prático) debate na busca de soluções para os problemas encontrados. Quem comanda o processo é Sergio Vieira, diretor de Redação do Diário do Grande ABC.

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