O Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) realiza nesta 4ª.feira (1/7), no Hotel Tivoli São Paulo (al. Santos, 1.437), às 10h30, coletiva de imprensa para divulgar o resultado da pesquisa Consumo Consciente e as Práticas Sustentáveis do Brasileiro. A economista-chefe do SPC Brasil Marcela Kawauti e outros educadores financeiros da instituição comentarão o resultado do estudo, realizado com consumidores nas 27 capitais. A pesquisa aponta, entre outras coisas, hábitos da população relacionados ao consumo consciente, questões ambientais, práticas de educação financeira e consumo de produtos falsificados. O credenciamento de jornalistas deve ser feito pelo [email protected] ou [email protected].
Prêmio Vladimir Herzog abre inscrições
Estão abertas até 31/7 as inscrições para o 37º Prêmio Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos. Um dos mais importantes prêmios de jornalismo do País, o Herzog reconhece trabalhos que valorizam a Democracia, a Cidadania e os Direitos Humanos em oito categorias: Artes (ilustrações, charges, cartuns, caricaturas e quadrinhos), Fotografia, Documentário de TV, Reportagem de TV, Rádio, Jornal, Revista e Internet. Para concorrer, os candidatos devem inscrever-se no site do prêmio, preenchendo a ficha cadastral e anexando sua obra, que deve ter sido publicada entre 6 de agosto de 2014 e 31 de julho de 2015. Assim como nas três últimas edições, a escolha dos vencedores será em duas etapas, sendo que a fase final em sessão pública, com transmissão ao vivo pela internet, em 30 de setembro, na Sala Oscar Pedroso Horta da Câmara Municipal de São Paulo. A cerimônia de premiação será em 20/10, às 20h, no TUCA – Teatro da Universidade Católica, em São Paulo.
Brasil é o país onde mais se consome notícia via redes sociais
O levantamento Digital News Report, divulgado anualmente pela Reuters, apontou que o Brasil, entre 12 países avaliados, é onde mais se consome notícias pelas redes sociais, representando assim o maior mercado de mídia da América do Sul. O estudo é feito com base no total de usuários da internet, que, no Brasil, é estimado em 108 milhões de pessoas, número que corresponde a cerca de 54% da população. Do total, 70% informam-se por meio das redes sociais e aproximadamente 47% das notícias são compartilhadas nessas áreas. Na conclusão do relatório, cerca de 72% dos brasileiros usuários da internet consomem notícia online. Utilizado por 70% dos internautas, o facebook foi indicado como a plataforma mais usada, seguida por youtube e whatsapp com 34%, e google+ e twitter com 15%. Os sites mais acessados são G1, UOL e R7.
Como o jornalismo empreendedor está decolando no Brasil
Kiratiana Freelon, jornalista, escritora, blogueira e empreendedora norte-americana que está agora morando no Brasil e trabalhando como copresidente do NABJ Digital Journalism Task Force, publicou artigo no Observatório da Imprensa no último dia 16/6 em que credita o nascimento de diversas startups de jornalismo independente no País à crise na mídia tradicional. Diz ela que nos últimos anos esses veículos “enxugaram pessoal, demitindo centenas de jornalistas por ano. Embora essas publicações ainda desfrutem de um número grande de leitores, jornalistas brasileiros ambiciosos não estão mais se esforçando para passar toda a sua carreira lá. Além disso, a tecnologia digital reduziu as barreiras à entrada do jornalismo empreendedor. Nos últimos dois anos, jornalistas brasileiros estabelecidos lançaram dezenas de sites independentes, tanto de fins lucrativos quanto sem fins lucrativos. Estes sites são especializados em temas específicos, como o sistema judicial, educação e injustiça social no Brasil. Talvez um outro indicador do aumento do interesse de jornalistas brasileiros em start-ups seja a participação em programas de educação americanos”. Confira a íntegra do artigo.
Jorge Caldeira lança coletânea sobre Julio Mesquita
Jorge Caldeira lança nesta 3ª.feira (30/6), em São Paulo, Julio Mesquita, a expressão do Brasil moderno. Na obra, em quatro volumes, o autor narra a trajetória do filho de imigrantes portugueses analfabetos, nascido em Campinas, em 1862. Júlio Mesquita aprendeu a ler por acaso, meteu-se na luta abolicionista na adolescência, estudou Direito e, com 26 anos, em 1888, empregou-se em um jornal com 904 assinantes. Fez a empresa dar lucro e acabou comprando O Estado de S. Paulo. Em 1927, ano de sua morte, o jornal tinha 48,6 mil assinantes, um crescimento de 10,5% ao longo de 40 anos. Júlio Mesquita dividiu as carreiras de jornalista e político. Foi vereador, deputado, líder de bancada e dirigente partidário. O lançamento será a partir das 19h, no Espaço Aberje (rua Amália de Noronha, 151, conj. 602). Veja também a entrevista que Caldeira deu a José Maria Mayrink, para o Observatório da Imprensa.
Clara Arreguy faz sessão de leitura de Tempo seco, em Brasília
Clara Arreguy faz nesta 3ª.feira (30/6), às 19h, em Brasília, leitura pública de seu romance Tempo seco. O evento faz parte da série A voz do autor, promovida pela LeCalmon Livraria e Café (111 Sul, bloco C, loja 22). Lançada em 2009, a obra tem na política um pano de fundo para tratar de amizade, amor e traição.
3º Prêmio ABEAR de Jornalismo abre as inscrições
Nova categoria e premiação especial são novidades O 3º Prêmio ABEAR de Jornalismo, promovido pela Associação Brasileira das Empresas Aéreas, abre suas inscrições e apresenta novidades: a premiação foi aumentada – são R$ 48 mil, em valores líquidos, distribuídos no total; foram incluídas uma nova categoria – Imprensa Setorizada – e uma premiação especial – Imprensa Regional. Ao todo, serão apontados sete vencedores. As inscrições já estão abertas e poderão ser feitas até 22 de setembro pelo www.premioabear.com.br. Podem concorrer matérias veiculadas entre 1º de outubro de 2014 e 20 de setembro de 2015. Os resultados serão conhecidos até outubro e a cerimônia de premiação acontece em novembro. Todas as informações estão disponíveis no site do prêmio. Para concorrer, os jornalistas ou representantes de equipes de reportagem (no caso de trabalhos coletivos) devem acessar o site do Prêmio ABEAR, consultar o regulamento, fazer o cadastramento e enviar os trabalhos pelo sistema. Segundo Adrian Alexandri, diretor de Comunicação da ABEAR, “a cada edição temos dado foco a determinados aspectos que merecem ser valorizados na cobertura da aviação comercial nacional. Desta vez estamos incentivando a produção dos veículos especializados, que podem tratar simultaneamente de um ou mais dos temas tradicionais da cobertura do setor”. Ainda segundo Adrian, a experiência das edições anteriores permitiu “que o prêmio buscasse tornar mais justa a competição entre profissionais das diferentes mídias, sejam eles autônomos ou contratados, representantes de veículos generalistas ou especializados, de abrangência local ou nacional, e por isso esta edição inclui a premiação especial Imprensa Regional”. O objetivo do Prêmio é estimular a cobertura jornalística da aviação e contribuir para a sua qualificação ao apontar os trabalhos de referência. A primeira edição recebeu 65 trabalhos e a segunda teve 118 trabalhos inscritos. Cada candidato pode submeter até três trabalhos jornalísticos diferentes. Concorrem matérias de jornal, revista, rádio, televisão e internet, inscritas em quatro categorias temáticas (Cargas, Competitividade, Experiência de Voo, e Inovação e Sustentabilidade). Os candidatos apontam a categoria em que cada trabalho melhor se enquadra. Além dessas categorias temáticas, há a categoria Imprensa Setorizada, que vai receber trabalhos de todas as plataformas publicados em veículos especializados em aviação, turismo, logística e áreas afins. Encerradas as inscrições, os jurados apontarão as reportagens finalistas de cada uma dessas cinco categorias. Desse grupo, o melhor trabalho será escolhido como vencedor do Grande Prêmio ABEAR, que recebe troféu e R$ 12 mil. Dos finalistas remanescentes sairão os vencedores das categorias temáticas e da categoria Imprensa Especializada, que levam para casa troféu e R$ 6 mil, cada um. O vencedor do Prêmio Especial Imprensa Regional será escolhido pelos jurados especificamente dentre as matérias finalistas remanescentes das quatro categorias temáticas e que não tenham sido produzidas por veículos ou jornalistas das cidades do Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília. Ele também será reconhecido com troféu e R$ 6 mil. Todos os prêmios são em valores líquidos.
Mexidas em redações do Rio
Malu Gaspar vai para Piauí e Thiago Prado assume como editor de Veja. Paula Cesarino licencia-se da Direção da Folha e Álvaro Costa e Silva, o Marechal, assina coluna no jornal até agosto Malu Gaspar, ex-editora da Veja no Rio, começou como repórter da revista Piauí. Na Veja, será substituída por Thiago Prado, que era o segundo da coluna Radar. Lauro Jardim, o titular da coluna, já escolheu a pessoa para ocupar o lugar de Prado e deve fechar a negociação esta semana. A Piauí tinha vagas abertas, com a saída de Claudia Antunes da Chefia de Reportagem, entre outras. Paula Cesarino Costa, diretora da Folha de S.Paulo no Rio, saiu em licença-maternidade até janeiro de 2016. Paula e o marido, Plínio Fraga, adotaram um bebê. Na ausência dela, o repórter especial Leonardo Souza e o secretário de Redação Marco Aurélio Canônico vão se revezar no comando da Redação e também na coluna Rio, da pág. A2, às 5as feiras. À mesma coluna Rio da Folha, chega Álvaro Costa e Silva, apelidado de Marechal. Ele substitui, interinamente, às 2as e 6as feiras, o titular Ruy Castro até 21 de agosto. Castro reduziu sua colaboração à metade (continua escrevendo às 4as e sábados) enquanto termina um novo livro. Às 3as e domingos, o espaço é de Carlos Heitor Cony. Na Folha, Álvaro é colaborador da dominical Ilustríssima, onde assina a coluna Diário do Rio.
Ricardo Galuppo regressa a Sampa
Ricardo Galuppo, que no último ano e meio liderou a reformulação editorial do Hoje em Dia, de Belo Horizonte, está de volta a São Paulo. E vem com a missão de levantar novos negócios para o jornal e para a empresa que o edita, o Grupo Bel (que possui, além do Hoje em Dia, emissoras de rádio e negócios em TI). O objetivo é incluir novos negócios digitais na plataforma do jornal e cuidar da expansão daquelas que já existem. Nesse trabalho, ficará entre São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e, claro, Belo Horizonte. O e-mail permanece [email protected].
Memórias da Redação ? Uma louca história com Zito
A história desta semana, sobre o recém-falecido jogador de futebol Zito (José Ely de Miranda), é de Joaquim Alessi, ex-Diário Popular, que hoje apresenta o Programa Joaquim Alessi, na NET ABC, toda 6ª.feira, às 21h, a revista ABCD Real, mensal, e é colunista do Diário de S.Paulo, Caderno Bom Dia ABCD. Uma louca história com Zito Final do Paulistão de 1978. São Paulo e Santos no Morumbi. Os Meninos da Vila haviam vencido o primeiro jogo por 2 a 1, na Vila. Se vencessem no domingo, seriam os campeões. Do contrário, mesmo um empate provocaria o terceiro jogo. Em início de carreira, no Popular da Tarde, fui escalado por Walter Lacerda para acompanhar o Peixe. Eu só assistiria ao jogo, e, caso eles fossem campeões, acompanharia o trajeto do ônibus até a Baixada para descrever tudo. Na tribuna do Morumbi começou um clima de disputa entre jornalistas-torcedores. Lembro de Álvaro Paes Leme (o pai), Sérgio Carvalho… Eu, muito jovem (20 anos), são-paulino fanático, entrei no clima. O Santos fez 1 a 0, e tudo indicava que seria campeão. Pouco antes do fim do jogo, resolvi ir para o vestiário, que ficaria superlotado. Peguei o elevador, desci no saguão, entrei no vestiário (naquela época era fácil) e fui caminhando pelo túnel. Quando cheguei perto da escada, ouvi a explosão de uma torcida em festa. Imaginei os santistas comemorando. Mas ao subir os primeiros degraus vi torcedores são-paulinos vibrando. No impulso, gritei “Gooooollll”. Zé Sérgio havia empatado no último lance. Aí entra Zito, diretor de futebol, o primeiro a descer a escada. Eu peguei nos braços dele, irresponsavelmente, e perguntei, em festa: “Zito, o São Paulo empatou?” E ele, com a eterna simpatia, respondeu: “Empatou, não tava vendo o jogo?” Hoje eu vejo o quanto fui imprudente. Se fosse nesse momento, poderia haver confusão no vestiário. Mas jamais com Zito, gênio da bola e do profissionalismo. O futebol hoje está triste. Descanse em paz, craque! A propósito de histórias de jornalismo e de jornalistas, vale conferir o blog Histórias da imprensa – Memórias de um certo jornalismo, lançado por Thales Guaracy. Disse ele no facebook sobre a iniciativa: “Organizando meu baú, resolvi escrever algumas histórias da imprensa, que narram bastidores do jornalismo brasileiro. A primeira é o perfil de Lula vencedor… em 1989 (!), que escrevi como editor de assuntos nacionais em Veja e, com a vitória de Collor, nunca foi publicado. A história da matéria que saiu, e da que não saiu, na cobertura que rendeu um prêmio Esso a Veja, está lá. Com a participação de Expedito Filho, Eduardo Oinegue, Arlete Salvador e outros grandes companheiros. A historia dá muitas cambalhotas”.







