Oito dos mais lidos colunistas/blogueiros/articulistas do Estadão – Fausto Macedo, Ruth Manus, Marcelo Rubens Paiva, Eliane Cantanhêde, Guga Chacra, José Roberto de Toledo, Sonia Racy e Jamil Chade – estão com páginas próprias no Facebook vinculadas ao jornal. Considerado o portal de notícias com maior engajamento da internet brasileira, segundo pesquisa da consultoria Bites, o Estadão teve a ajuda do próprio FB para montar essas páginas. “Mesmo que não dispuséssemos de métricas precisas, tínhamos a percepção de que o nosso engajamento era alto, principalmente no FB”, diz Luís Fernando Bovo, editor executivo de Conteúdos Digitais do jornal. “A pesquisa da Bites só veio a confirmar e quantificar isso. E é claro que, com o algoritmo de que dispõe, o FB também já sabia. Tanto que, antes ainda, há uns dois meses, nos procurou com a proposta de facilitar a criação de páginas dos nossos líderes de audiência na rede social. A vantagem é que, embora individuais, elas são vinculadas ao jornal – ou seja, as interações continuam a ser computadas como nossas –, não têm as limitações das páginas comuns da rede e recebem o selo azul de página verificada, o que permite às pessoas saberem que são autênticas. Desde então os autores vêm aderindo paulatinamente e o processo vai continuar”.
Vera Lúcia Canfran é a nova secretária de Comunicação do GDF
O governador Rodrigo Rollemberg (PSB) escolheu Vera Lúcia Canfran, uma militante de seu partido, para ser a nova secretária de Comunicação do Governo do Distrito Federal. Ela, que chega também para organizar a publicidade institucional, assumirá o cargo no lugar de Hélio Doyle, que deixou recentemente o governo e passou a integrar o time de colunistas do Brasil 247 (ver J&Cia 1.005), mas permanece, por ora, como assessor especial, e informal, do governador nessa fase de transição – Vera está de luto, pelo falecimento do pai, Juan Canfran, no último final de semana. No novo cargo, ela contará com o apoio de Ricardo Taffner, que já atuava no governo, como chefe adjunto. Vera trabalhou, entre outros locais, na assessoria dos ministérios da Ciência e Tecnologia e da Integração. Também atuou por quatro anos na Comunicação da Liderança do PSB na Câmara Federal. Com a nomeação dela, pediu exoneração do cargo o subsecretário Institucional do governo, Ricardo Callado. Por isso, a nova secretária deverá também se dedicar à tarefa de cuidar das mídias digitais, iniciada por ele. De acordo com a publicação do Diário Oficial do DF, na semana passada, as mudanças na Comunicação do governo local incluem a vinculação da pasta diretamente ao gabinete do governador.
Renato Mendes deixa a Netshoes para lançar sua própria consultoria
Depois de quatro anos como gerente-sênior de Comunicação e Marketing da Netshoes para a América Latina, Renato Mendes despede-se da empresa nesta semana e se prepara para um novo projeto profissional: a criação de sua própria empresa. Nesta 4ª.feira (1º/7) nasceu a E-Sporte, consultoria para empresas conectadas ao mundo dos esportes focada em Digital. Antes da Netshoes, Renato foi diretor de Comunicação no Grupo Máquina, atendendo a marcas como Ambev, Grupo Telefonica, Camargo Corrêa e Redecard, e entre 2002 e 2009 foi repórter e editor de diversas publicações, entre elas IstoÉ Dinheiro, Você SA, Exame e Época Negócios.
Queda na receita do Projor provoca reestruturação do Observatório da Imprensa
Mundanças principais são as saídas de Mauro Malin e Luiz Egypto, a interrupção por tempo indeterminado das análises de Luciano Martins Costa no programa de rádio e a nomeação de Carlos Castilho como redator-chefe do site, no lugar de Luiz Egypto A escassez de recursos que atinge praticamente toda a imprensa brasileira não deixou incólume o Projor – Instituto para o Desenvolvimento do Jornalismo, que tem como carro-chefe o Observatório da Imprensa nas versões digital, televisiva e radiofônica. Em entrevista a este ao Portal dos Jornalistas, Angela Pimenta, diretora do Projor, afirmou que as mudanças, embora provocadas em razão da descontinuidade de alguns patrocínios, não afetarão os rumos da instituição e de seus projetos e, ao contrário, servirão para fortalecer e aprimorar os processos de gestão, a governança e a própria estrutura da instituição dentro dessa nova realidade. Segundo ela, longe de ser um passaralho, as medidas mais drásticas serão temporárias e para compensá-las a instituição passará a contar com novos colaboradores, entre eles Matinas Suzuki, que chega para integrar o Conselho Fiscal. A reestruturação está sendo feita com o apoio de Ana Toni, que foi da Fundação Ford e tem grande ligação com a gestão do Greenpeace, e do professor da Unesp Francisco Belda, mais próximo do dia a dia da instituição, de sua direção e dos projetos editoriais. “Vamos manter praticamente intacta a equipe deixada e recomendada pelo Luiz Egypto e mesmo quem está saindo seguirá com as portas abertas no Projor. Queremos manter a saga de ser um observatório pluralista, relevante e que continue a fazer a crítica da mídia de forma civilizada, sem sectarismo, buscando audiência, mas sem perder a densidade” diz Angela, que lembra que isso estará garantido pelos nomes que zelam pela instituição e por sua reputação, seja atuando diretamente, como o inspirador e fundador do Observatório Alberto Dines, o editor Jô Amado, no conteúdo, e Andrea Baulé, no fechamento técnico da web; sejam os que integram o Conselho Consultivo e também atuam como colaboradores, casos de Carlos Eduardo Lins da Silva, Eugênio Bucci e Caio Túlio Costa. No editorial que publicou nesta 3ª.feira, a equipe do OI salientou: “Faltando pouco para completar 20 anos de existência, estamos vivendo as mudanças que o tempo e as inovações tecnológicas nos impõem. Não somos os únicos, nem os primeiros e muito menos os últimos projetos jornalísticos a enfrentar esse desafio. As bases materiais e humanas que animaram a nossa proposta sofreram mudanças, algumas delas radicais, ao longo das últimas duas décadas. Conjunturalmente, fomos também atingidos nos meses mais recentes pela crise econômica que o País inteiro enfrenta. Vários parceiros tiveram de atrasar pagamentos ao OI, outros foram obrigados a desistir de antigos vínculos de cooperação”. Mauro Malin, que agora deixa oficialmente a cúpula do Projor e do Observatório, havia se licenciado no início do ano para se dedicar ao livro que está escrevendo sobre Armênio Guedes. Preferiu não comentar as decisões. Luiz Egypto, redator-chefe, que também no início do ano havia cogitado um possível desembarque – por entender ter chegado a hora de finalizar um ciclo que, apenas no site, já se estendia por 16 anos, mas com anos adicionais, a se considerar todo o ciclo de vida do Observatório –, chegou a um acordo e também deixa a organização, sendo substituído na função por Carlos Castilho. Luciano Martins Costa, outro decano do projeto, titular há vários anos da versão radiofônica do Observatório de Imprensa, transmitida por emissoras de várias regiões, sai do ar por tempo indeterminado, mas tem convite para continuar com o programa em versão semanal e também por meio de podcast. Ainda não se decidiu e vai aproveitar as próximas semanas para definir os futuros passos. Boa parte da equipe seguirá na produção do site do OI Em seu texto de despedida, postado nesta 3ª.feira (30/6), Luiz Egypto lembra que, antes de assumir o posto de redator-chefe (um misto de editor geral e gerente do site), sua integração dera-se como responsável pela edição impressa do Observatório da Imprensa, que circulou mensalmente por 29 edições, a partir de julho/agosto de 1997: “Agora, olhando para trás, constato que é muito, muito tempo. É mesmo chegada a hora de passar o bastão”. Segundo ele, participar do Observatório foi um privilégio pela contribuição decisiva para a qualificação do debate sobre a mídia no Brasil: “Este é um site jornalístico cuja pauta primordial é a crítica de mídia; em concomitância – e aí está o pulo do gato –, é um fórum de discussão sobre o jornalismo, a imprensa e a comunicação aberto à participação da cidadania. Essa norma é uma cláusula pétrea de sua política editorial. Não foram poucas as vezes que publiquei artigos com os quais não concordava um pingo, mas tinham espaço garantido no Observatório porque era nossa obrigação publicá-los. Aí reside o segredo da longevidade de um veículo jornalístico ao mesmo tempo plural e diversificado, embora a sua agenda, pauta e conteúdo não necessariamente interessem a uma grande massa de leitores. Essa abertura a opiniões diversas, ao debate e ao contraditório está no corpo e na alma deste site, tal como Alberto Dines o concebeu na primeira metade dos anos 1990. E eu me orgulho por ter sido um dos responsáveis pela manutenção dessa linha editorial radicalmente anti-sectária”. Ao Portal dos Jornalistas, Luiz disse que na semana que vem sai para 12 dias de férias: “Na volta (apud Millôr), livre como um táxi e com conta no Uber, se necessário”. Sobre ele, diz o editorial desta 3ª.feira: “Durante 16 anos, Luiz colocou todo o seu conhecimento e experiência a serviço do projeto, transformando a página do OI numa referência obrigatória em matéria de observação crítica da mídia. Sem ele, muito provavelmente nada disso teria sido possível. A marca da presença de Luiz, e da equipe que ele montou, permanecerá indelével nos novos tempos que se abrem para o Observatório. Boa parte dessa equipe continuará participando da produção da página web e outros colaboradores se somam ao projeto com o objetivo de manter viva a preocupação do OI em promover a diversidade de percepções e de opiniões em nossa produção editorial. Além disso, claro, Alberto Dines, fundador, inspirador e alma do Observatório da Imprensa, continuará a postos”. Luciano Martins Costa explica em seu texto de despedida, também desta 3ª, que a crise de gestão que se abateu sobre o OI tornou insustentável a manutenção do trabalho que vinha liderando ininterruptamente desde julho de 2007, sem contar os outros sete anos de participação na fase inicial do projeto: “Os motivos que levam à interrupção desta jornada são muitos, entre os quais não é possível fazer uma hierarquia de relevâncias. Talvez fosse possível contornar alguns deles, mas há uma causa que não pode ser ignorada: não há muito mais o que se analisar na mídia informativa brasileira. Os principais veículos da imprensa se transformaram em panfletos políticos e vasculhar o noticiário em busca de jornalismo que valha uma referência tem sido como buscar um fio de cabelo no palheiro”. Ele encerra o texto lembrando que “os primeiros artigos escritos para o Observatório tratavam de sustentabilidade e de propostas para superação da crise que desde então ameaçava o futuro dos jornais” e que “esta derradeira observação não pode ser mais otimista, em relação à mídia tradicional, do que as daquele tempo”. E conclui afirmando: “Mas sabemos todos que, uma vez colocada a lente da crítica sobre a imprensa, você nunca mais vai ler jornal do mesmo jeito”.
Abertas inscrições para 18ª turma do curso Novos Talentos de O Povo
Estão abertas as inscrições para a 18ª turma do curso de Novos Talentos de O Povo. Podem participar alunos de faculdades localizadas em Fortaleza, que estejam cursando do quarto período em diante. No decorrer dos três meses do curso, os estudantes terão aulas de Português, Redação e Apuração Jornalísticas, além de treinamento prático nas editorias dos veículos do Grupo de Comunicação O Povo: jornal, rádio, portal e tevê. As inscrições seguem até 9 de agosto.
Américo Martins deverá assumir a presidência da EBC no lugar de Nelson Breve
Nelson, por sua vez, voltará à Secom da Presidência da República Américo Martins, que desde fevereiro ocupa o cargo de diretor-geral da EBC, deverá assumir a presidência da empresa, no lugar de Nelson Breve. Este voltará a ser secretário de Imprensa na Secom/PR em substituição a Olímpio Cruz, que passará a responder pela diretoria de Conteúdo da EBC. O convite a Nelson, que comanda a EBC desde novembro de 2012, teria feito na semana passada, mas nem a Secom nem a EBC confirmaram a informação. Na Secom, Breve foi braço direito do ex-ministro Franklin Martins no segundo mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Comenta-se em Brasília que, com as mudanças, o ministro-chefe da Secom Edinho Silva quer tornar a EBC “menos estatal e mais pública”, aproveitando a experiência dos 13 anos que Américo Martins passou na BBC. A EBC controla TV Brasil, TV Brasil Internacional, Agência Brasil, Radioagência Nacional e o sistema público de rádio, composto por oito emissoras.
Prêmio CNI divulga finalistas
O Correio Braziliense é o maior finalista do Prêmio CNI deste ano, com trabalhos em três categorias: Impresso jornal, com a série Quanto custa a felicidade; a reportagem Aprendizado que vale a pena: capacitação só chega a 3% dos presos no Brasil, em Internet; e a série Um país na ressaca, uma das escolhidas na categoria Destaque Regional Centro-Oeste. A relação com os três melhores trabalhos em cada uma das 12 categorias foi anunciada nesta 2ª feira (29/6). Os vencedores serão escolhidos em 30/7 por uma comissão formada por quatro jornalistas, dois empresários da indústria e um acadêmico: Marcelo Canellas (TV Globo), José Paulo Kupfer (O Estado de S. Paulo), Bruno Thys (Sistema Globo de Rádio) e Suzana Singer (Folha de S.Paulo); além de Humberto Barbato (presidente da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica), Rafael Cervone (presidente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção) e Wladimir Gramacho (UnB). O prêmio distribui neste ano R$ 310 mil em valores brutos.
Petrobras anuncia vencedores do seu prêmio de jornalismo
Fabiana Moraes, do Jornal do Commercio (PE), leva o Grande Prêmio pela série Casa grande e senzala 80 anos A segunda edição do Prêmio Petrobras de Jornalismo anunciou seu resultado nesta 3ª.feira (30/6), na Sala Cecília Meireles, no Rio. Entre os 1.104 trabalhos inscritos, os jurados da Comissão Julgadora – Ana Estela de Sousa Pinto, Aziz Filho, Pedro Cafardo, Pedro Martinelli, Sonia Soares e Vicente Nunes – apontaram os 35 vencedores. Apresentada por George Vidor, a cerimônia começou com uma homenagem a Beatriz Thielmann, falecida em março, por sua participação no prêmio do ano passado. A modalidade Regional reflete a divisão adotada pela Petrobras em suas regionais de comunicação: o Norte, Centro-Oeste e Minas Gerais (Rondônia, Acre, Amazonas, Roraima, Amapá, Pará, Tocantins, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Distrito Federal e Minas Gerais); o Nordeste (Sergipe, Alagoas, Bahia, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Ceará, Piauí e Maranhão); o São Paulo e Sul (interior do Estado de São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul); o Rio de Janeiro e Espírito Santo (interior do Estado do Rio de Janeiro e Espírito Santo). Assim, temos os vencedores da modalidade Regional, e cada um recebe R$ 7,6 mil. o Nordeste – Cultura: Felipe Torres; Esporte: Vladimir Paulino; Socioambiental: Ciara Carvalho; Petróleo, Gás e Energia: Sérgio Souza. o São Paulo e Sul – Cultura: Paulo Germano; Esporte: Michele Corrêa; Socioambiental: Fernanda Ribas; Petróleo, Gás e Energia: Eduardo Arraia. o Rio de Janeiro e Espírito Santo – Cultura: Kamille Viola; Esporte: Márcia Vieira; Socioambiental: Luciano Rosetti. Não foi concedido prêmio para Petróleo, Gás e Energia, pois os jurados consideraram que os trabalhos não estavam de acordo com o regulamento. o Norte, Centro-Oeste e Minas Gerais – Cultura: Mauro Morais; Esporte: André Laurent; Socioambiental: Frederico Bottrel; Petróleo, Gás e Energia: Vilhena Soares. o É concedido apenas um prêmio regional de Fotojornalismo, e foi para Daniel Marenco, da Folha de S.Paulo, com foto sobre a instalação da UPP na Vila Kennedy. Na modalidade Nacional, os ganhadores recebem R$ 18,25 mil. Na categoria Cultura, por subcategoria: Jornal/Revista, André Miranda; Rádio, Sérgio Vieira; Televisão, Bianca Vasconcellos, Internet, Glauco Araújo. Na categoria Esporte: Jornal/Revista, Natalia Zenkievski; Rádio, Jesse Nascimento; Televisão, Marcelo Prata; Internet, Vicente Seda. Em Socioambiental: Jornal/Revista, Maristela Crispim; Rádio, Juliana Cezar Nunes; Televisão, Marcelo Canellas; Internet, Márcia Dementshuk. Márcia, da Agência Pública, ressaltou a importância de o prêmio ser concedido a uma reportagem resultante de financiamento coletivo, em que os leitores quotistas – e não uma redação convencional – escolhem as pautas, o que ela considera um novo caminho para o jornalismo. Em Petróleo, Gás e Energia: Jornal/Revista, Fábio Rodrigues; Rádio, Fabiana Novello; Televisão, André Trigueiro; Internet, Naiara Bertão. Em Fotojornalismo, o vencedor nacional foi, mais uma vez, Domingos Peixoto, de O Globo, com a imagem de Santiago Andrade atingido pelo rojão que o matou durante manifestação. Depois de tantos prêmios, Domingos afinou o discurso, e disse: “Eu sou o que fotografo, assim como vocês são o que escrevem. Eu sou Santiago”. Na categoria Reportagem Internacional ganhou Andreas Wunn e a equipe de correspondentes da tevê alemã ZDF, que fizeram jus a R$ 18,25 mil. O anúncio do Grande Prêmio Petrobras foi precedido por uma fala do diretor financeiro Ivan Monteiro, que entregou o troféu à pernambucana Fabiana Moraes, pela série Casa grande e senzala 80 anos, publicada no Jornal do Commercio, de Recife. Quando a obra de Gilberto Freyre completa oito décadas, a repórter a transpôs aos dias de hoje, comparando a situação das escravas à de meninas carentes. Mereceu R$ 31,8 mil.
Pela primeira vez, Flip terá lançamento de livro brasileiro sobre HIV
Roseli Tardelli lança nesta 4ª.feira (1º/7), na Festa Literária de Paraty, O valor da vida – 10 anos da Agência Aids A jornalista Roseli Tardelli estará na Flip (Festa Literária Internacional de Paraty), nesta 4ª.feira (1º/7), lançando o livro O Valor da Vida – 10 Anos da Agência Aids, na Casa Literária e Gastronômica Senac/Câmara Brasileira do Livro (CBL). É a primeira vez que uma publicação nacional com esse tema é lançada durante a maior feira de literatura do País. Fundadora e diretora da Agência Aids, a autora aborda na obra sua experiência no combate à doença e ao preconceito, causa que abraçou nos anos 1990, quando seu único irmão, Sérgio Tardelli, adoeceu em consequência da infecção pelo HIV e morreu quatro anos depois. “Eu sabia da importância de registrar o processo todo. Mas, na hora em que decidi registrar, vi que não conseguiria fazer sozinha. Então, recorri à jornalista Cristina Sant’Anna. Ela ouviu meus depoimentos, anotou, editou e nós finalizamos os capítulos juntas”, conta Roseli, que também ministrará palestra sobre o tema na feira. A obra tem, ainda, prefácio da colunista Dora Kramer e orelha do editorialista José Nêumanne Pinto.
SPC faz em São Paulo, nesta 4ª.feira (1/7), coletiva sobre consumo consciente
O Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) realiza nesta 4ª.feira (1/7), no Hotel Tivoli São Paulo (al. Santos, 1.437), às 10h30, coletiva de imprensa para divulgar o resultado da pesquisa Consumo Consciente e as Práticas Sustentáveis do Brasileiro. A economista-chefe do SPC Brasil Marcela Kawauti e outros educadores financeiros da instituição comentarão o resultado do estudo, realizado com consumidores nas 27 capitais. A pesquisa aponta, entre outras coisas, hábitos da população relacionados ao consumo consciente, questões ambientais, práticas de educação financeira e consumo de produtos falsificados. O credenciamento de jornalistas deve ser feito pelo [email protected] ou [email protected].







