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segunda-feira, abril 13, 2026

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Clara Arreguy faz sessão de leitura de Tempo seco, em Brasília

Clara Arreguy faz nesta 3ª.feira (30/6), às 19h, em Brasília, leitura pública de seu romance Tempo seco. O evento faz parte da série A voz do autor, promovida pela LeCalmon Livraria e Café (111 Sul, bloco C, loja 22). Lançada em 2009, a obra tem na política um pano de fundo para tratar de amizade, amor e traição.

3º Prêmio ABEAR de Jornalismo abre as inscrições

Nova categoria e premiação especial são novidades O 3º Prêmio ABEAR de Jornalismo, promovido pela Associação Brasileira das Empresas Aéreas, abre suas inscrições e apresenta novidades: a premiação foi aumentada – são R$ 48 mil, em valores líquidos, distribuídos no total; foram incluídas uma nova categoria – Imprensa Setorizada – e uma premiação especial – Imprensa Regional. Ao todo, serão apontados sete vencedores. As inscrições já estão abertas e poderão ser feitas até 22 de setembro pelo www.premioabear.com.br. Podem concorrer matérias veiculadas entre 1º de outubro de 2014 e 20 de setembro de 2015. Os resultados serão conhecidos até outubro e a cerimônia de premiação acontece em novembro. Todas as informações estão disponíveis no site do prêmio. Para concorrer, os jornalistas ou representantes de equipes de reportagem (no caso de trabalhos coletivos) devem acessar o site do Prêmio ABEAR, consultar o regulamento, fazer o cadastramento e enviar os trabalhos pelo sistema. Segundo Adrian Alexandri, diretor de Comunicação da ABEAR, “a cada edição temos dado foco a determinados aspectos que merecem ser valorizados na cobertura da aviação comercial nacional. Desta vez estamos incentivando a produção dos veículos especializados, que podem tratar simultaneamente de um ou mais dos temas tradicionais da cobertura do setor”. Ainda segundo Adrian, a experiência das edições anteriores permitiu “que o prêmio buscasse tornar mais justa a competição entre profissionais das diferentes mídias, sejam eles autônomos ou contratados, representantes de veículos generalistas ou especializados, de abrangência local ou nacional, e por isso esta edição inclui a premiação especial Imprensa Regional”. O objetivo do Prêmio é estimular a cobertura jornalística da aviação e contribuir para a sua qualificação ao apontar os trabalhos de referência. A primeira edição recebeu 65 trabalhos e a segunda teve 118 trabalhos inscritos. Cada candidato pode submeter até três trabalhos jornalísticos diferentes. Concorrem matérias de jornal, revista, rádio, televisão e internet, inscritas em quatro categorias temáticas (Cargas, Competitividade, Experiência de Voo, e Inovação e Sustentabilidade). Os candidatos apontam a categoria em que cada trabalho melhor se enquadra. Além dessas categorias temáticas, há a categoria Imprensa Setorizada, que vai receber trabalhos de todas as plataformas publicados em veículos especializados em aviação, turismo, logística e áreas afins. Encerradas as inscrições, os jurados apontarão as reportagens finalistas de cada uma dessas cinco categorias. Desse grupo, o melhor trabalho será escolhido como vencedor do Grande Prêmio ABEAR, que recebe troféu e R$ 12 mil. Dos finalistas remanescentes sairão os vencedores das categorias temáticas e da categoria Imprensa Especializada, que levam para casa troféu e R$ 6 mil, cada um. O vencedor do Prêmio Especial Imprensa Regional será escolhido pelos jurados especificamente dentre as matérias finalistas remanescentes das quatro categorias temáticas e que não tenham sido produzidas por veículos ou jornalistas das cidades do Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília. Ele também será reconhecido com troféu e R$ 6 mil. Todos os prêmios são em valores líquidos.

Mexidas em redações do Rio

Malu Gaspar vai para Piauí e Thiago Prado assume como editor de Veja. Paula Cesarino licencia-se da Direção da Folha e Álvaro Costa e Silva, o Marechal, assina coluna no jornal até agosto Malu Gaspar, ex-editora da Veja no Rio, começou como repórter da revista Piauí. Na Veja, será substituída por Thiago Prado, que era o segundo da coluna Radar. Lauro Jardim, o titular da coluna, já escolheu a pessoa para ocupar o lugar de Prado e deve fechar a negociação esta semana. A Piauí tinha vagas abertas, com a saída de Claudia Antunes da Chefia de Reportagem, entre outras. Paula Cesarino Costa, diretora da Folha de S.Paulo no Rio, saiu em licença-maternidade até janeiro de 2016. Paula e o marido, Plínio Fraga, adotaram um bebê. Na ausência dela, o repórter especial Leonardo Souza e o secretário de Redação Marco Aurélio Canônico vão se revezar no comando da Redação e também na coluna Rio, da pág. A2, às 5as feiras. À mesma coluna Rio da Folha, chega Álvaro Costa e Silva, apelidado de Marechal. Ele substitui, interinamente, às 2as e 6as feiras, o titular Ruy Castro até 21 de agosto. Castro reduziu sua colaboração à metade (continua escrevendo às 4as e sábados) enquanto termina um novo livro. Às 3as e domingos, o espaço é de Carlos Heitor Cony. Na Folha, Álvaro é colaborador da dominical Ilustríssima, onde assina a coluna Diário do Rio.

Ricardo Galuppo regressa a Sampa

Ricardo Galuppo, que no último ano e meio liderou a reformulação editorial do Hoje em Dia, de Belo Horizonte, está de volta a São Paulo. E vem com a missão de levantar novos negócios para o jornal e para a empresa que o edita, o Grupo Bel (que possui, além do Hoje em Dia, emissoras de rádio e negócios em TI). O objetivo é incluir novos negócios digitais na plataforma do jornal e cuidar da expansão daquelas que já existem. Nesse trabalho, ficará entre São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e, claro, Belo Horizonte. O e-mail permanece [email protected].

Memórias da Redação ? Uma louca história com Zito

A história desta semana, sobre o recém-falecido jogador de futebol Zito (José Ely de Miranda), é de Joaquim Alessi, ex-Diário Popular, que hoje apresenta o Programa Joaquim Alessi, na NET ABC, toda 6ª.feira, às 21h, a revista ABCD Real, mensal, e é colunista do Diário de S.Paulo, Caderno Bom Dia ABCD. Uma louca história com Zito Final do Paulistão de 1978. São Paulo e Santos no Morumbi. Os Meninos da Vila haviam vencido o primeiro jogo por 2 a 1, na Vila. Se vencessem no domingo, seriam os campeões. Do contrário, mesmo um empate provocaria o terceiro jogo. Em início de carreira, no Popular da Tarde, fui escalado por Walter Lacerda para acompanhar o Peixe. Eu só assistiria ao jogo, e, caso eles fossem campeões, acompanharia o trajeto do ônibus até a Baixada para descrever tudo. Na tribuna do Morumbi começou um clima de disputa entre jornalistas-torcedores. Lembro de Álvaro Paes Leme (o pai), Sérgio Carvalho… Eu, muito jovem (20 anos), são-paulino fanático, entrei no clima. O Santos fez 1 a 0, e tudo indicava que seria campeão. Pouco antes do fim do jogo, resolvi ir para o vestiário, que ficaria superlotado. Peguei o elevador, desci no saguão, entrei no vestiário (naquela época era fácil) e fui caminhando pelo túnel. Quando cheguei perto da escada, ouvi a explosão de uma torcida em festa. Imaginei os santistas comemorando. Mas ao subir os primeiros degraus vi torcedores são-paulinos vibrando. No impulso, gritei “Gooooollll”. Zé Sérgio havia empatado no último lance. Aí entra Zito, diretor de futebol, o primeiro a descer a escada. Eu peguei nos braços dele, irresponsavelmente, e perguntei, em festa: “Zito, o São Paulo empatou?” E ele, com a eterna simpatia, respondeu: “Empatou, não tava vendo o jogo?” Hoje eu vejo o quanto fui imprudente. Se fosse nesse momento, poderia haver confusão no vestiário. Mas jamais com Zito, gênio da bola e do profissionalismo. O futebol hoje está triste. Descanse em paz, craque! A propósito de histórias de jornalismo e de jornalistas, vale conferir o blog Histórias da imprensa – Memórias de um certo jornalismo, lançado por Thales Guaracy. Disse ele no facebook sobre a iniciativa: “Organizando meu baú, resolvi escrever algumas histórias da imprensa, que narram bastidores do jornalismo brasileiro. A primeira é o perfil de Lula vencedor… em 1989 (!), que escrevi como editor de assuntos nacionais em Veja e, com a vitória de Collor, nunca foi publicado. A história da matéria que saiu, e da que não saiu, na cobertura que rendeu um prêmio Esso a Veja, está lá. Com a participação de  Expedito Filho, Eduardo Oinegue, Arlete Salvador e outros grandes companheiros. A historia dá muitas cambalhotas”.

Vem aí a Bolsa Wikipedia?

Por Wilson Moherdaui, diretor de Redação do Informática Hoje Jimmy Wales, um dos criadores, junto com Lary Sanger, da Wikipedia, está no Brasil por uns dias. Wikipedia, segundo a Wikipedia, é “um projeto de enciclopédia [1]  multilíngue [2] de licença livre [3] , baseado na web [4], escrito de maneira colaborativa [5] e que se encontra atualmente sob administração da Fundação Wikimedia [6], organização sem fins lucrativos [7]”. Na semana passada, Jimmy Wales fez uma palestra no Ciab, o congresso de tecnologia da informação da Febraban (Federação Brasileira de Bancos), em São Paulo. E respondeu a uma série de perguntas. Em uma delas, pedi a ele que contasse qual foi o caso mais dramático de dano à reputação de uma pessoa ou a uma empresa, na história da Wikipedia. Ele explicou que, quando ocorrem, esses danos são muito menos graves do que nas redes sociais de forma geral, pela velocidade com que os ataques indevidos costumam ser corrigidos. Segundo ele, o fato de ser um site colaborativo permite que as intervenções em casos desse tipo sejam quase imediatas. Mesmo assim, não fugiu da minha provocação: disse que um caso clássico foi uma informação caluniosa incluída no perfil de um jornalista, no caso, norte-americano. O jornalista atingido processou não a Wikipedia, mas o autor do ataque, devidamente rastreado pela polícia. O curioso é que o caso mais notório de fraude em verbetes da Wikipedia, aqui no Brasil, também atingiu jornalistas: no ano passado, os perfis de Carlos Alberto Sardenberg e Miriam Leitão foram adulterados por um funcionário público federal, Luiz Alberto Marques Vieira Filho, então chefe da Assessoria Parlamentar do Ministério do Planejamento. Depois de acenar com o argumento pífio de que seria impossível rastrear o autor da fraude, o governo, pressionado, acabou por identificá-lo. Dias depois, o funcionário, que havia utilizado a rede do próprio Palácio do Planalto para o malfeito, pediu desligamento e foi exonerado do cargo. Em sua palestra no Ciab, Jimmy exibiu seu orgulho pelo fato de a Wikipedia, lançada em janeiro de 2001, ser o 5º site mais popular da internet, lido mensalmente por mais de 500 milhões de pessoas em todo o mundo. E apresentou mais alguns números superlativos: a Wikipedia contém hoje 32 milhões de verbetes (876 mil em português), está disponível em 287 línguas diferentes (inclusive o tupi-guarani), e é alimentada por uma equipe que varia entre 3.500 e 5 mil voluntários. Mas Jimmy Wales não veio ao Brasil só para dar a palestra no Ciab. Ele quer discutir por aqui, especialmente com as operadoras de telecom, o seu projeto chamado The People’s Operator (TPO), uma operadora de telefonia móvel virtual (MVNO). Segundo ele, 10% dos recursos arrecadados pela TPO serão destinados a instituições filantrópicas e 25% do lucro serão doados ao que ele chama de “uma boa causa”. A TPO é parte do projeto Wikipedia Zero, cujo objetivo é oferecer acesso gratuito à Wikipedia em smartphones, em países emergentes, nos mesmos moldes que algumas operadoras já fazem com o Facebook e o WhatsApp. Na palestra, ele disse que a Wikipedia Zero pode ser um instrumento importante de aprendizagem em países em desenvolvimento que se preocupam com a inclusão digital, como o Brasil. E já opera, entre outros países, na Índia, na Malásia, na Tailândia, no Nepal e em Bangladesh, por exemplo. A nota desalentadora da palestra de Jimmy Wales no Ciab: a Wikipedia está censurada na China.

CDN assume controle da BH Comunicação e cria a CDN Sul

Nova empresa terá atuação no RS, PR e SC e sede em Porto Alegre

A CDN anunciou a criação da CDN Sul, unidade que surge da aquisição do controle da BH Comunicação, que era sua parceira na Região Sul do País. Baseada em Porto Alegre, a nova empresa faz parte do plano de expansão da CDN – empresa que integra o Grupo ABC –, já está presente nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Distrito Federal, além de Washington (EUA).

Para o presidente da CDN, João Rodarte, os investimentos na criação da CDN Sul representam uma evolução da parceria com a BH Comunicação, que começou em 2014: “Já estamos em quatro capitais, mas ainda faltava um escritório próprio nessa região, que tem alto potencial econômico e onde já mantivemos parcerias locais para atendimentos de vários clientes”.

Ele ressalta que a sintonia com as sócias Ana Cássia Hennrich e Catia Bandeira (BH Comunicação) foi imediata. “Desde o início, estabelecemos uma parceria muito boa com a BH, além de uma grande identificação com os valores e o perfil empreendedor das nossas sócias”.

Segundo comunicado divulgado pela agência, “toda a equipe da BH Comunicação será mantida e integrada à nova CDN Sul, que passa a funcionar em um escritório recém-inaugurado e mais amplo e moderno, no bairro Moinhos de Vento. A carteira de clientes será mantida, e o atendimento a partir de agora passará a contar com a estrutura de uma agência de porte nacional, com mais de 400 colaboradores, e atuação nas diversas áreas da comunicação”.

Wall Street Journal e Dow Jones anunciam demissões

O centenário Wall Street Journal e a agência de notícias Dow Jones anunciaram no último dia 18/6 que vão fechar 100 vagas nos dois veículos nas próximas semanas. E que a medida é parte de uma estratégia de implementar o programa de alocação de recursos ao meio digital. A informação foi divulgada pela France Press. Integrante do Grupo News Corporation, de Rupert Murdoch, os veículos fecharão escritórios em Helsinki e em Praga e reduzirão as equipes que atuam na Europa e na Ásia. Em mensagem aos funcionários, Gerard Baker, editor-chefe do WSJ e da Dow Jones, informou que a reestruturação implicará “redução de pessoal e eliminação de algumas posições para promover a adaptação à internet, setor que impõem mudanças a um ritmo impressionante”. Na nota que circulou internamente, Baker explica que os cortes serão acompanhados “de uma dúzia de criações de empregos nos setores de informação, financeiro, tecnológico, de mercados e de economia global”. Fundado em 1889 por Charles Dow, Edward Jones e Charles Berstresser, o jornal conquistou o Prêmio Pulitzer 36 vezes, além de cerca de dual mil premiações por reportagens sobre Economia.

Dois brasileiros entre os mais influentes profissionais de comunicação do mundo

Flávio Castro (FSB) e Ciro Dias Reis (Imagem Corporativa) fazem parte da lista do Global Power Book, que acaba de ser divulgada pela PR Week A PR Week, uma das mais importantes publicações mundiais na área de comunicação corporativa e relações públicas, divulgou nesta 3ª.feira, 23/6, o Global Power Book, com a lista dos 500 mais influentes executivos de comunicação do mundo. E nela estão apenas dois nomes da América Latina, ambos do Brasil: Flávio Castro, sócio diretor da FSB, e Ciro Dias Reis, presidente da Imagem Corporativa. Ciro tem se destacado pela ampla incursão pessoal e de negócios no campo internacional, através de múltiplas parcerias e participações institucionais mundo afora. E Flávio é o executivo que tem representado a FSB no plano internacional, nos mais variados fóruns. Sobre a conquista diz: “A inclusão do meu nome é, na verdade, um reconhecimento da importância e do sucesso da FSB em nível global. Sou apenas a cara pública da FSB no exterior”. 

Aberto credenciamento para o Wine Weekend São Paulo Festival

Já está aberto o credenciamento para a sexta edição do Wine Weekend São Paulo Festival, maior evento de vinhos voltado para o consumidor final da América Latina, que deve receber cerca de 25.000 visitantes entre os dias 2 e 5/7, no Pavilhão das Culturas, no Parque Ibirapuera.

Basta acessar o site ou solicitar diretamente para a assessoria de imprensa, a g6 Comunicação. A equipe de atendimento é integrada por Sandra Polo ([email protected]) e Eduardo Sanches (eduardo@). No dia 1º de julho, a partir das 14h30, vai acontecer uma apresentação do evento em primeira mão para jornalistas e convidados.

Organizado pela Market Press, o festival, segundo o idealizador e diretor Eduardo Viotti, que por muitos anos atuou na imprensa automotiva, vai apresentar perto de 2.000 rótulos do mundo todo. “Serão centenas de degustações durante os quatro dias, permitindo que o consumidor experimente muitas marcas de qualidade que ainda não conhece”, afirma. O público também poderá adquirir vinhos de todas as faixas, com preços entre R$ 40,00 e R$ 1.000,00 a garrafa.

Além disso, o evento vai reunir uma série de outras atrações para o público, como palestras de especialistas sobre vinhos, jantares harmonizados, um inédito museu que vai contar a história de seis séculos do vinho no Brasil e até uma área exclusiva para degustação e compra de cervejas especiais.

Pela primeira vez, o público poderá acompanhar as degustações do Concurso Mundial de Bruxelas Edição Brasil – Concurso Nacional de Vinhos e Destilados, nos dias 2 e 3 julho. O concurso, respeitado mundialmente, terá neste ano 420 rótulos inscritos, sendo 245 de vinhos e 175 de destilados. Nos dias 4 e 5 de julho, as bebidas vencedoras serão expostas no local.

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