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Vera Magalhães deixa o Painel e a Folha para assumir a coluna Radar da Veja

Nesta 2a.feira (28/9), a coluna Painel, da Folha de S.Paulo, foi publicada pela última vez sob batuta de Vera Magalhães. Ela começa em 5/10 na Veja, como editora da coluna Radar, nas versões online e impressa, sucedendo a Lauro Jardim, que foi para O Globo.

Vera tem dez anos de Folha, sendo oito no Painel, primeiro sob a chefia de Renata Lo Prete e depois como titular do espaço. Chegou a licenciar-se da Folha na última campanha eleitoral, em decorrência de seu marido, Otávio Cabral, ter sido contratado para atuar na campanha presidencial de Aécio Neves, retornando após as eleições. Para o lugar dela vai Natuza Nery, repórter especial em Brasília.

Julgamento da 37ª edição do Prêmio Vladimir Herzog será em 30/9

Na próxima 4ª.feira (30/9), a Comissão Organizadora do Prêmio Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos reúne-se na Câmara Municipal de São Paulo, em sessão pública transmitida ao vivo, para a escolha dos vencedores da 37ª edição do concurso. Segundo a organização, foram 612 trabalhos inscritos, recorde da década, e a primeira etapa de julgamento, iniciada em 15/8, contou com a participação de 24 jurados, representando quase todo o País. Na segunda fase, a comissão julgadora será composta por 11 dirigentes das entidades organizadoras, que avaliarão os trabalhos com as três maiores notas em cada categoria para eleger os ganhadores. Neste ano, a cerimônia de premiação está marcada para 20/10, a partir das 20h, na Arena Tuca, em São Paulo.

A agonia do rádio no Brasil

*por Álvaro Buffara   Historicamente, o rádio no Brasil é um veículo de comunicação de grande audiência, mas pouco reconhecido pelo mercado publicitário, o que lhe rendeu o apelido de “primo pobre” entre as mídias, uma referência ao quadro com Brandão Filho e Paulo Gracindo, na Rádio Nacional do Rio (Primo pobre e Primo rico).  No dia 25 de setembro é comemorado o Dia do Rádio, em homenagem ao dia de nascimento do Edgard Roquette Pinto, professor que junto com Henrique Morize trouxe o rádio para o País oficialmente. Porém, o assustador é que o rádio, enquanto meio de comunicação, está em agonia profunda, sem verbas, sem criatividade e sem profissionais. Embora as pesquisas demonstrem que ainda é o veículo de maior audiência das oito da manhã às seis da tarde, a grande maioria das emissoras não consegue o mínimo de investimentos para manter suas programações. A história do rádio no Brasil tem início com uma injustiça, pois o padre gaúcho Landell de Moura inventou o primeiro equipamento para a transmissão de voz humana a distância sem fio, mas acabou sem o reconhecimento devido, vindo a falecer sem que sua história fosse contada aos ouvintes brasileiros. Ou seja, de saída, o inventor já foi premiado com o ostracismo. A morte do rádio foi anunciada com a chegada do cinema, da TV e, mais recentemente, da internet e mesmo após 90 anos de serviços prestados ainda se fala nisso. Mas, uma pesquisa do Grupo de Profissionais de Rádio de SP, com os criativos das agências de publicidade, mostra que o veículo é o que melhor se adapta às novas plataformas digitais. Então, o que deu errado para que o meio seja tão desprestigiado? Vários motivos podem ser listados. O primeiro, e mais assustador, é que as emissoras não conseguiram profissionalizar a gestão e muitas ainda não conseguem se reconhecer como empresas de comunicação, não têm planejamento, nem organização, nem fluxo de caixa. Dentro deste aspecto, também não há uma política de gestão de talentos. É comum perderem profissionais formados nas rádios para outros veículos que pagam mais e oferecem alguns benefícios considerados básicos, como plano de saúde. Muitas vezes, não há bons gestores nem profissionais qualificados na produção de conteúdo. Com isso, a qualidade e a criatividade do que vai ao ar cai e não se encontram traços mínimos de um produto diferenciado. Para os gestores, tem de haver mais cortes; para os conteudistas, tem de haver mais investimento. E quem sofre é o ouvinte,que não reconhece nenhuma diferença entre as programações das emissoras. As empresas estão perdendo um ótimo momento e boas ferramentas digitais para interagirem com seus ouvintes e fidelizá-los por meio de uma participação muito mais ativa. A internet veio para ficar e com ela um novo perfil de ouvinte, mais rápido e seguro de suas necessidades. O rádio não morre, mas tem de se reciclar, se reinventar, levando uma nova programação para a internet. Não adianta aguardar uma solução mágica que levará o veículo a uma nova era de ouro. O tempo passa e as pessoas mudam, os veículos também têm de mudar.     *Alvaro Bufarah é jornalista e pesquisador do meio rádio na Universidade Presbiteriana Mackenzie, em São Paulo, mestre em comunicação e mercado pela Faculdade Cásper Líbero, pós-graduado em Administração de Empresas pela Fundação Armando Alvares Penteado e professor do curso de Rádio e TV. Atuou mais de 20 anos no mercado de rádio nacional e internacional.

Maísa Vasconcelos, Luiz Viana e Plínio Bortolotti reforçam equipe da rádio O Povo/CBN

A partir de 28/9, os jornalistas Maísa Vasconcelos, Luiz Viana e Plínio Bortolotti conduzirão três dos principais programas da rádio cearense O Povo/CBN.  O objetivo do reforço, segundo comunicado da rádio, é trazer o ouvinte para cada vez mais perto da notícia, debater temas cotidianos e interagir com outros meios de comunicação. Durante as manhãs, das 9h às 11 horas, Luiz Viana apresenta o programa O POVO no Rádio. Comunicador com trajetória no jornal impresso, na tevê e na comunicação corporativa, Luiz destaca a importância que o rádio tem na formação de opiniões. Das 11 horas ao meio-dia, o Debates do POVO, um dos mais antigos programas do rádio cearense, será apresentado por Plínio Bortolotti. Ex-membro do grupo fixo de debatedores do programa, o jornalista garante que a essência não mudará: “Trazer a atualidade de forma diferente, com contrapontos e pessoas que pensam de várias maneiras”. Ele destaca ainda a importância da resposta imediata dos ouvintes, o que dá uma “dinâmica vigorosa ao programa”, diz Plínio em nota. No meio da tarde, Maísa Vasconcelos comandará o Revista O POVO. Para a jornalista conhecida pela presença na televisão, este será o começo de um dos desejos mais antigos: o de trabalhar no rádio. Maísa diz que tentará fazer os fortalezenses olharem mais para Fortaleza, mesclando o que está em alta na Internet com o que está em pauta no Grupo de Comunicação O POVO.  

A agonia do rádio no Brasil

*por Álvaro Buffara   Historicamente, o rádio no Brasil é um veículo de comunicação de grande audiência, mas pouco reconhecido pelo mercado publicitário, o que lhe rendeu o apelido de “primo pobre” entre as mídias, uma referência ao quadro com Brandão Filho e Paulo Gracindo, na Rádio Nacional do Rio (Primo pobre e Primo rico).  No dia 25 de setembro é comemorado o Dia do Rádio, em homenagem ao dia de nascimento do Edgard Roquette Pinto, professor que junto com Henrique Morize trouxe o rádio para o País oficialmente. Porém, o assustador é que o rádio, enquanto meio de comunicação, está em agonia profunda, sem verbas, sem criatividade e sem profissionais. Embora as pesquisas demonstrem que ainda é o veículo de maior audiência das oito da manhã às seis da tarde, a grande maioria das emissoras não consegue o mínimo de investimentos para manter suas programações. A história do rádio no Brasil tem início com uma injustiça, pois o padre gaúcho Landell de Moura inventou o primeiro equipamento para a transmissão de voz humana a distância sem fio, mas acabou sem o reconhecimento devido, vindo a falecer sem que sua história fosse contada aos ouvintes brasileiros. Ou seja, de saída, o inventor já foi premiado com o ostracismo. A morte do rádio foi anunciada com a chegada do cinema, da TV e, mais recentemente, da internet e mesmo após 90 anos de serviços prestados ainda se fala nisso. Mas, uma pesquisa do Grupo de Profissionais de Rádio de SP, com os criativos das agências de publicidade, mostra que o veículo é o que melhor se adapta às novas plataformas digitais. Então, o que deu errado para que o meio seja tão desprestigiado? Vários motivos podem ser listados. O primeiro, e mais assustador, é que as emissoras não conseguiram profissionalizar a gestão e muitas ainda não conseguem se reconhecer como empresas de comunicação, não têm planejamento, nem organização, nem fluxo de caixa. Dentro deste aspecto, também não há uma política de gestão de talentos. É comum perderem profissionais formados nas rádios para outros veículos que pagam mais e oferecem alguns benefícios considerados básicos, como plano de saúde. Muitas vezes, não há bons gestores nem profissionais qualificados na produção de conteúdo. Com isso, a qualidade e a criatividade do que vai ao ar cai e não se encontram traços mínimos de um produto diferenciado. Para os gestores, tem de haver mais cortes; para os conteudistas, tem de haver mais investimento. E quem sofre é o ouvinte,que não reconhece nenhuma diferença entre as programações das emissoras. As empresas estão perdendo um ótimo momento e boas ferramentas digitais para interagirem com seus ouvintes e fidelizá-los por meio de uma participação muito mais ativa. A internet veio para ficar e com ela um novo perfil de ouvinte, mais rápido e seguro de suas necessidades. O rádio não morre, mas tem de se reciclar, se reinventar, levando uma nova programação para a internet. Não adianta aguardar uma solução mágica que levará o veículo a uma nova era de ouro. O tempo passa e as pessoas mudam, os veículos também têm de mudar.     *Alvaro Bufarah é jornalista e pesquisador do meio rádio na Universidade Presbiteriana Mackenzie, em São Paulo, mestre em comunicação e mercado pela Faculdade Cásper Líbero, pós-graduado em Administração de Empresas pela Fundação Armando Alvares Penteado e professor do curso de Rádio e TV. Atuou mais de 20 anos no mercado de rádio nacional e internacional.

Edelman Significa é a nova agência do Booking.com e Texas Tourism

O núcleo de Turismo da Edelman Significa expande sua atuação com a conquista de duas contas: Booking.com e Texas Tourism. A agência será responsável pelo relacionamento com a imprensa e influenciadores do site especializado em reservas online de acomodações, e que no Brasil conta atualmente com 120 profissionais em quatro escritórios (São Paulo, Rio de Janeiro, Natal e Porto Alegre). Já para a Texas Tourism, a Edelman trabalhará em conjunto com a marca com o objetivo de aumentar a visibilidade do destino no mercado brasileiro e atrair mais visitantes ao estado norte-americano. As duas contas reforçam a área voltada a turismo da agência, que engloba ainda Air France-KLM, Accor Hotels, Iberostar Hotels & Resorts, Visit California e Holland Alliance. No atendimento de ambas as contas, Raysa Himelfarb (21-3590-8411 e [email protected]), sob a gerência de Priscilla Gonçalves (8403 e priscilla.goncalves@).

STF restaura sigilo da fonte de Allan de Abreu

A segunda turma do Supremo Tribunal Federal restabeleceu nesta 3ª.feira (22/9) decisão liminar do próprio tribunal e suspendeu a abertura dos registros telefônicos do repórter Allan de Abreu e do Diário da Região, de São José do Rio Preto (SP), em que ele trabalha. Abreu foi acusado de violar segredo de justiça por publicar reportagens sobre uma operação da Polícia Federal contendo informações sigilosas. A liminar havia sido derrubada no início do mês pelo ministro Dias Toffoli, que apontou uma falha procedimental no pedido apresentado pela ANJ (Associação Nacional de Jornais) contra a quebra do sigilo telefônico determinada pela Justiça Federal paulista no fim de 2014. Na prática, a abertura dos registros permitiria a identificação da fonte que repassou as informações privilegiadas a Abreu e violaria o direito constitucional de jornalistas manterem suas fontes em anonimato.  Agora, o próprio Toffoli argumentou em defesa do sigilo da fonte, apontando não haver indícios de que a atuação do repórter tenha contribuído para violar o segredo judicial da operação da Polícia Federal. Além de suspender novamente a abertura dos registros telefônicos, o ministro propôs o trancamento do inquérito contra Allan de Abreu por vazamento ilegal de informações. A ministra Cármen Lúcia endossou o entendimento de Toffoli e afirmou ver na decisão da Justiça Federal de SP “tentativa de criminalizar a fonte, cujo sigilo é garantido constitucionalmente”. O ministro Teori Zavascki manifestou-se contrário ao encerramento da investigação em relação ao jornalista. Segundo ele, “jornalista que publica informação guardada por segredo de justiça, sob pena de sanção penal, teoricamente pode sofrer sanção”. A decisão sobre o trancamento do inquérito foi adiada por um pedido de vista do ministro Gilmar Mendes. A Abraji manifestou profunda preocupação com o voto de Zavascki a respeito do trancamento do inquérito contra o repórter. De acordo com a entidade, “o ministro inverte os preceitos do Direito e parte do pressuposto da culpa, não da inocência do repórter. Além disso, sugere que um jornalista está sujeito a sanções por divulgar documento de interesse público protegido por sigilo judicial, o que contraria  entendimento prévio do STF, segundo o qual ‘jornalistas, em tema de sigilo da fonte, não se expõem ao poder de indagação do Estado ou de seus agentes e não podem sofrer (…) a imposição de qualquer sanção penal, civil ou administrativa’”. *Com Abraji

Começa a eleição do prêmio Os +Admirados Jornalistas Brasileiros

Iniciativa, que conta com o apoio da Maxpress, passará a destacar também Os +Admirados Jornalistas de Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul Começou nesta semana a votação para a edição 2015 do prêmio Os +Admirados Jornalistas Brasileiros, que, ao final, destacará, em dois turnos, Os Cem +Admirados Jornalistas Brasileiros nas versões Top 100, Top 50 e Top 10. Várias novidades marcarão esta edição, entre elas a criação das categorias regionais, para destacar Os +Admirados Jornalistas das Regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul; a ampliação do colégio eleitoral, que a partir deste ano passa a incluir também todos os jornalistas brasileiros em atividade, além dos profissionais de comunicação corporativa; e a ampliação de cinco para dez profissionais que cada eleitor poderá indicar, tanto no primeiro quanto no segundo turno de votação, medida que permitirá um resultado final ainda mais expressivo. O primeiro turno começou nesta 4ª.feira (23/9) e vai até 14 de outubro. Nele, os profissionais poderão indicar livremente um mínimo de três e um máximo de dez profissionais de sua admiração. Os mais votados nacional e regionalmente seguirão para o segundo turno, em que serão submetidos a novo escrutínio, em eleição dirigida, ou seja, só poderão ser votados os finalistas, cujos nomes estarão na cédula. O segundo turno terá início em 26/10, estendendo-se até 18 de novembro. Nele, os profissionais deverão escolher, entre os finalistas, até dez nomes nacionais e até cinco regionais, porém em ordem de preferência (1º ao 10º, entre os nacionais; e 1º ao 5º, entre os regionais). Daí sairão Os Cem +Admirados Jornalistas Brasileiros (Top 100, Top 50 e Top 10) e Os Dez +Admirados Jornalistas das Regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul. O resultado final será publicado em duas edições consecutivas de Jornalistas&Cia, com imediata repercussão no Portal dos Jornalistas: Os Cem +Admirados Jornalistas Brasileiros estarão na edição de 25 de novembro; e Os Dez +Admirados Jornalistas das Regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul, na edição de 2 de dezembro. A festa de premiação será em março, em data e local a serem ainda anunciados.

Site Consultor Jurídico e a OAB-SP lançam Anuário da Justiça do Trabalho 2015 

O site Consultor Jurídico e a OAB-SP lançam nesta 6ª.feira (25/9) o Anuário da Justiça do Trabalho 2015. O evento acontece a partir das 17h, na Sede da entidade (rua Dona Maria Paula, 35). Confirmações de presença pelo [email protected].

Prêmio ABEAR prorroga inscrições

Os profissionais de mídia ganharam mais uma semana para inscrever matérias no 3º Prêmio ABEAR de Jornalismo. Criado pela ABEAR – Associação Brasileira das Empresas Aéreas, o prêmio contempla trabalhos jornalísticos que focalizem a aviação civil comercial nacional e que possibilitem, direta ou indiretamente, a ampliação do conhecimento sobre o setor. Agora, os profissionais terão até o dia 29/09 para enviar os trabalhos. Os participantes poderão concorrer a quatro categorias temáticas – Cargas, Inovação e Sustentabilidade, Competitividade e Experiência de Voo – e à categoria Imprensa Setorizada. Além disso, a matéria poderá ganhar como Prêmio Especial Imprensa Regional que será escolhida entre as finalistas das quatro categorias temáticas. A melhor matéria será indicada vencedora do Grande Prêmio ABEAR. O total a ser distribuído é de R$ 48 mil, já livres de impostos. Podem participar trabalhos de qualquer plataforma (jornal, revista, rádio, televisão e internet), desde que veiculados entre 1º de outubro de 2014 e 30 de setembro de 2015. Os trabalhos deverão ser enviados pelo site do prêmio, que também abriga a ficha de inscrição, o regulamento e uma seção de perguntas e respostas. Dúvidas podem ainda ser esclarecidas pelo e-mail [email protected]. O 3º Prêmio ABEAR de Jornalismo conta com o apoio de Jornalistas&Cia e Portal dos Jornalistas.

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