A revista CartaCapital promove em 26/10, no Hotel Unique (av. Brig. Luís Antônio, 4.700), um café da manhã para a cerimônia de premiação da 18ª edição de As empresas mais admiradas no Brasil. O evento será aberto com um debate sobre Os rumos do Brasil para 2016 com o ex-ministro Delfim Netto e o economista Luiz Gonzaga Belluzzo. Mais informações com Renata Rosa ([email protected]) ou Lilian Michelan (lilian.michelan@).
Leandro Martins deixa a Folha de S.Paulo
O repórter Leandro Martins deixou na semana passada a Folha de S.Paulo, onde esteve por quase sete anos. Atuou nos últimos dois anos na coluna de economia Mercado Aberto, editada por Maria Cristina Frias, e antes ficou por quase cinco na sucursal de Ribeirão Preto, cobrindo principalmente economia, agronegócios e energia. Em busca de novas oportunidades, atende pelos [email protected].
Mauri König ganha prêmio internacional
Com Albari Rosa e Diego Antonelli, ele faturou o Global Shining Light Award por matéria na Gazeta do Povo Mauri König, Albari Rosa e Diego Antonelli foram agraciados em 10/10 com o Global Shining Light Award, prêmio concedido pela Rede Global de Jornalismo Investigativo. A cerimônia foi na Noruega, durante a 9ª Conferência Global de Jornalismo Investigativo. O trabalho produzido pelo trio foi Império das Cinzas, publicado em abril de 2014 pela Gazeta do Povo, de onde Mauri foi recentemente demitido. A série aborda o contrabando de cigarros na América Latina, um negócio multimilionário que se tornou um incômodo para o narcotráfico e que reconfigurou a geopolítica do crime organizado na região.
Luciano Faccioli assume a bancada do RedeTV News
Jornalista é o novo apresentador do noticiário ao lado de Amanda Klein Luciano Faccioli, que desde 12/10 divide a bancada do RedeTV News com Amanda Klein, foi oficializado como apresentador do telejornal. O anúncio foi feito nesta 5ª.feira (15/10) pelo superintende de Jornalismo e Esportes da emissora, Franz Vacek. Contratado pela RedeTV em maio, Luciano continuará no comando da Super Faixa do Esporte nas tardes de sábado. Já Augusto Xavier, que ocupou a bancada do RTVN por 15 anos, integrará, de acordo com a emissora, novos projetos do jornalismo no canal. Ao mesmo tempo, segue no comando do Documento Verdade, recente aposta do Núcleo de Reportagens Investigativas da emissora. Em nota, Faccioli comenta o novo desafio: “Assumir a bancada de um jornal que o mundo vê é algo de grande responsabilidade, mas me sinto extremamente confortável na RedeTV e feliz. É uma casa que me recebeu de portas escancaradas e espero trazer mudanças positivas para o RedeTV News, bater papo com o telespectador e deixar o programa cada vez mais próximo das famílias brasileiras. Esse é o jeito que eu gosto de trabalhar”.
Luiza Damé deixa O Globo
Luiza Damé deixou na semana passada a sucursal brasiliense de O Globo e o jornal ainda não definiu sua substituição. Ela cobria o Palácio do Planalto juntamente com os setoristas Catarina Alencastro e Washington Luiz. Izabelle Torres, que deixou a pedido a sucursal da IstoÉ logo após voltar de licença-maternidade e cumprir aviso prévio em acordo com a empresa, trabalha agora em dois projetos: prestará pelos próximos seis meses consultoria política para um grupo de quase 30 deputados, com o objetivo de prepará-los para a próxima campanha eleitoral; e está finalizando um site sobre comportamento, que vem sendo gerado há um ano e meio e deverá estrear em dezembro. Alagoana, Izabelle trabalhou por três anos na Presidência do Senado, foi repórter de Política no Correio Braziliense pelo mesmo período, e permaneceu na IstoÉ por cerca de quatro anos.
Rosenildo Ferreira deixa IstoÉ Dinheiro
Para o lugar dele vai Fabrícia Peixoto. Saiu também Edyges Neres, o Ed, chefe de Arte, substituído por Cinthia Behr Rosenildo Gomes Ferreira deixou após 17 anos a Redação de IstoÉ Dinheiro, onde nos últimos sete foi editor assistente de Negócios e por 12 colunista de Sustentabilidade. Carioca de nascimento, passou, entre outros, por Jornal do Commercio, Rádio JB, Correio Braziliense, sucursal em Brasília de Zero Hora e Gazeta Mercantil. Sai em função de ajustes promovidos pela Editora Três, mas com o convite do diretor Milton Gamez para continuar como colunista do portal da revista. Disse ele ao Portal dos Jornalistas: “Ainda não tenho uma resposta para este honroso convite, pois nos últimos meses vinha usando parte das manhãs e os finais de semana para dar um gás no Projeto Colaborativo 1 Papo Reto, que inclui o portal de notícias 1 Papo Reto, o programa de rádio 1 Papo Reto (na Mega Brasil Online, apresentado por minha mulher e sócia, Carolina Stanisci) e o selo Bate Papo Livros. Esses negócios são tocados em parceria com um grupo de amigos que inclui Fernando Neves e Sergio Cross, o chef Maílson da Silva, o arte-educador Rodrigo Garcia e a DJ Miria Alves. Até definir meu novo rumo, vou intensificar as ações nesta frente e analisar alguns convites de recolocação profissional que já começaram a surgir. Felizmente. Além disso, vou desenvolver ainda mais a minha vertente de palestrante sobre sustentabilidade e escritor, serviços que constam do portfólio de 1 Papo Reto”. O contato de Rosenildo é [email protected]. Para o lugar dele foi Fabrícia Peixoto, que era editora da Status e da Platinum e que já havia trabalhado anteriormente na Dinheiro. Ela comporá a equipe do editor de Negócios Hugo Cilo. A coluna Sustentabilidade que Rosenildo assinava passará a ser feita por Rodrigo Caetano, editor assistente de Negócios. Também deixou a revista e a empresa Edyges Neres, o Ed, chefe de Arte, que contava 18 anos de Editora Três, em que começou como office-boy. Ed tem família em Blumenau e seus planos podem passar por mudar de cidade. No lugar dele entra Cinthia Behr, que liderava a Arte da Status.
Movimento Landell de Moura ? Os 111 anos de um marco do rádio
Por Hamilton Almeida, especial para o Portal dos Jornalistas Há 111 anos, na cidade de Washington, a capital dos Estados Unidos, um acontecimento silencioso estabeleceu um dos marcos da história das telecomunicações, ainda que não seja devidamente valorizado. No dia 11 de outubro de 1904, o Departamento de Patentes, hoje chamado United States Patentand Trademark Office, outorgou a carta-patente da invenção do WaveTransmitter (Transmissor de Ondas) ao padre cientista brasileiro Roberto Landell de Moura (1861-1928). O Transmissor de Ondas era capaz de transmitir a voz humana e a música, quaisquer sons, à distância, sem fios. Nascia ali o aparelho precursor do rádio! Naquela época, o que existia de mais moderno nas telecomunicações era o telégrafo sem fio, invenção patenteada por Marconi, na Inglaterra, em 1896. Examinado com o olhar atual, o rádio do padre Landell atingia uma larga faixa do espectro de radiofrequência, sendo captado, inclusive, na faixa de FM. A reprodução da voz não era perfeita e nem se podia esperar mais do aparelho pioneiro. O importante, contudo, é o seu significado histórico. Padre Landell também havia patenteado o rádio no Brasil (em 1901) e não lhe deram nenhum apoio para industrializá-lo, nem mesmo após o seu reconhecimento nos EUA. Foi um raro inventor, um gênio, porém sem glória! Nos EUA, onde ficou três anos e meio, fez pelo menos uma experiência de radiodifusão para poder ter direito à carta-patente. Sabe-se que residiu e montou um modesto gabinete de física no distrito de Manhattan, em Nova York. Recebeu correspondências na famosa avenida Broadway nº 80. Atualmente, está erguido ali um enorme edifício com agências do BNY Mellon Bank e do Chase Bank. Bem perto está a igreja anglicana Trinity Church, um marco da cidade, em pleno centro financeiro. Antes de patentear suas invenções, padre Landell realizou várias experiências públicas na cidade de São Paulo para sensibilizar potenciais investidores: entre o Colégio Santana e a Ponte das Bandeiras, entre a avenida Paulista e a colina de Santana, por exemplo. E ficou à margem da história.
Em busca da publicidade perdida: Folha cria estúdio para branded content
Com a missão de atender à demanda de anunciantes e do mercado publicitário, a Folha da Manhã, empresa que edita a Folha de S.Paulo, criou mais um núcleo de negócios, o Estúdio Folha. “Há demanda muito forte por uma comunicação que vá além da publicidade normal e que também difira do antigo informe publicitário”, disse em nota Antonio Manuel Teixeira Mendes, diretor-superintendente do Grupo Folha. “É uma tentativa de conversar com o seu cliente, com seu público, oferecendo um conteúdo que seja relevante. Estamos colocando nossa capacidade de produzir conteúdo, com o rigor e a qualidade da marca da Folha da Manhã, a serviço dessa demanda”. O Grupo esclarece que a redação do Estúdio é independente da redação do jornal, convergindo nos princípios de qualidade editorial da publicação para oferecer conteúdo patrocinado para marcas, em diferentes plataformas e formatos. No comando da nova unidade está Cleusa Turra, na empresa desde 1988 e que desde 2004 dirigia o Núcleo de Revistas, responsável pelo lançamento de sãopaulo e Serafina. Na nova função, também se reportará a Mendes. Para ela, a demanda por conteúdo patrocinado – branded content ou publicidade nativa – aumentou na era digital mas não é novidade: “Um exemplo disso é o tradicional Guia Michelin, essa referência editorial que todos conhecem”. Todo o conteúdo produzido pelo estúdio e publicado no jornal é identificado com a assinatura Estúdio Folha e o nome do patrocinador. O objetivo é deixar transparente que se trata de material patrocinado. As reportagens também têm tratamento gráfico diferente em relação ao do jornal, com tipos de letras distintos. Dentre os primeiros clientes do Estúdio, com trabalhos já publicados, estão a Siemens e o cartão Elo.
Mais de 90% dos assassinatos de jornalistas ficam impunes, diz Unesco
Às vésperas da Conferência Internacional sobre impunidade de crimes contra jornalistas – realizada em 9 e 10/10 na Costa Rica –, a Unesco divulgou um alerta dando conta de que mais de 90% dos assassinatos de jornalistas em todo o mundo ficam impunes.
De acordo com Pilar Alvarez, diretora da Unesco para a América Central, a ação tem por objetivo estimular a criação de uma “política pública eficiente” para mudar a situação atual na qual somente oito em cada cem assassinatos de comunicadores são esclarecidos.
A conferência antecedeu as comemorações do Dia Internacional pelo Fim da Impunidade dos Crimes contra Jornalistas, celebrado todos os anos em 2 de novembro, e recebeu especialistas de mais de 30 países para refletir sobre os desafios atuais e os melhores mecanismos de proteção, bem como os padrões de prevenção e proteção de jornalistas contra atos de violência.
Entre 2014 e 2015, ao menos 40 profissionais de comunicação foram assassinados nas Américas, segundo dados da Relatoria Especial para a Liberdade de Expressão da Comissão Interamericana.
Petrobras vai cortar 511 da Comunicação nos próximos seis meses
Prevê-se que a empresa faça nova licitação para serviços à área em abril Como resultado de um plano de reestruturação que começou a ser desenhado em março, quando Luis Fernando Nery substituiu Wilson Santarosa na Gerência de Comunicação Institucional da Petrobras, que este ocupava desde 2003, a empresa informa que deve reduzir 511 postos de serviço do efetivo total da área nos próximos seis meses, a partir de novembro (estima-se que esse total ultrapasse 1.300 profissionais).
Segundo a Gerência de Imprensa da Petrobras, o corte “decorre da diminuição no volume de serviços contratados, com consequente redução no número de pessoas envolvidas na execução das atividades; de profissionais de empresas contratadas que passarão a atuar fora das instalações da Petrobras; além de empregados próprios que se aposentaram ou que migraram para outras áreas para ocupar funções gratificadas”.
A Petrobras esclarece ainda que, “dentro do processo de reestruturação da atividade de comunicação, serão reduzidos em 30% os gastos referentes ao corpo gerencial, com gerências que deixarão de existir ou que mudarão de status. O número de gerências de primeira linha passará de 37 para seis, e o de gerências setoriais cairá de 24 para 22. O trabalho de reestruturação teve como premissas principais a centralização das atividades, melhoria dos processos e otimização de recursos.
O novo modelo da comunicação – que é parte de uma revisão mais ampla do modelo de gestão da Petrobras como um todo – foi aprovado pela Diretoria Executiva e está previsto para entrar em vigor a partir de 1º de novembro”. Segundo o Portal dos Jornalistas apurou, dentro da estrutura atual, cada sub-área da empresa tem um núcleo de comunicação e o presidente Aldemir Bendine já havia comentado sobre a necessidade de enxugar o setor, que tem muita gente. Há quem diga que a área de comunicação da Petrobras é a maior do mundo, em termos corporativos. As agências de comunicação que hoje prestam serviços à empresa são:
• S2Publicom, fazendo atendimento à imprensa com dois contratos distintos, um válido para o Rio de Janeiro e o outro para o restante do Brasil, que lá é chamado de primeiro atendimento; ou seja, quando a imprensa liga, é alguém da S2Publicom que faz esse atendimento para encaminhar os processos
• Máquina da Notícia – responsável pela análise de clipping
• Hill&Knowlton – que cuida da divulgação internacional
• Textual – responsável pelos treinamentos
• FSB – que iniciou seu trabalho com Bendine, para atuar na CPI da Petrobras (Lava Jato)
Os contratos da S2Publicom foram prorrogados por seis meses e a explicação é que a Petrobras está preparando uma nova licitação geral para essas várias atividades, que deverá ser feita até abril. O objetivo é uma ampla reestruturação da comunicação, que deverá operar num novo formato. Há ainda uma outra questão: além das agências que prestam serviços diretos de comunicação, a Petrobras conta com empresas fornecedoras de mão de obra terceirizada, casos de Protemp, Houpe e Persona, que abastecem a empresa com porteiros, motoristas e também jornalistas.
Segundo fonte do Portal dos Jornalistas, essas é que estariam na alça de mira nesse primeiro momento. Em termos de regime de contratação, diz a fonte do Portal dos Jornalistas que há uma situação inusitada, que vem ganhando a aderência do governo embora sofra duro questionamento por parte dos fornecedores: o pagamento por “entregável”, ou seja, a empresa se compromete a pagar apenas pelo que foi entregue no final do mês
No entanto, ela exige dedicação integral, tem muitas vezes o poder de postergar determinadas iniciativas, prevê funcionários fixos etc., o que significa que muitas vezes as contas não fecham. Isso tem desestimulado a participação de algumas empresas em determinadas licitações, pois ao grau de exigência não corresponde a contrapartida dos pagamentos.






