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quinta-feira, abril 23, 2026

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Dança das cadeiras movimenta Redação de O Dia 

Ocorrem mudanças em O Dia. Com a saída de Ramiro Alves, fica extinto o cargo de publisher. Aziz Filho segue como diretor de Redação. Francisco Alves Filho, que era editor executivo, foi promovido a editor-chefe. Roberto Pimentel, que era secretário de Redação, agora é editor executivo. Daniel Pereira, deixa de editar o caderno Niterói e passa a editor de Suplementos, que inclui o tradicional Baixada. Ernesto Carriço assume como chefe da Fotografia. 

Marcio Riscala deixa a Telefônica | Vivo

Depois de quase 16 anos na área de comunicação da Telefônica, Marcio Riscala deixou a empresa nesse início de semana. Nos últimos anos, após a fusão com a Vivo, atuou como diretor de Comunicação Corporativa, responsável pelo relacionamento com a imprensa em todo o Brasil e pela comunicação interna, coordenando uma equipe de quase 30 pessoas. O e-mail pessoal dele é [email protected].

Aos 45 anos de vida, ADS cresce e investe na produção de conteúdo atrelada à geração de resultados

Quando o siciliano Antonio De Salvo chegou ao Brasil com os pais, em 1953, aos 16 anos, talvez não imaginasse que se transformaria num dos pioneiros das relações públicas no Brasil. Hoje, a ADS, agência que ele fundou e dirigiu por 37 anos, até morrer, em 2008, 45ª no ranking do Anuário da Comunicação Corporativa 2015 da Mega Brasil, segue firme nas bases que ele assentou há exatos 45 anos, em janeiro de 1971. Agora sob a direção de sua filha, Rosana De Salvo, e da viúva, Ingrid Rauscher, cresceu 15% no ano passado, a despeito da crise, está investindo fortemente na área digital e vê com otimismo o futuro. Rosana falou ao Portal dos Jornalistas sobre a trajetória da agência e as perspectivas da empresa e do mercado: Portal dos Jornalistas – A ADS completou 45 anos em janeiro. Quais consideram terem sido os principais fatores para essa longevidade? Rosana De Salvo – Temos o orgulho de ser uma das primeiras agências brasileiras de comunicação corporativa do País e a única desde aquela época a manter suas operações. Somos precursores no desenvolvimento de ações de comunicação como responsabilidade social, programas de fidelização de clientes e fornecedores, organização de eventos, relações com a mídia, programas de prevenção e gerenciamento de crises, entre outros serviços. Isso só foi possível graças à visão estratégica dos profissionais que atuaram nesses 45 anos de história, ao reconhecimento dos clientes, à adoção das melhores práticas de comunicação e à constante inovação da agência, tanto que acabamos de mudar nosso slogan para “inovação desde sempre”. Portal dos Jornalistas – Como foi 2015 para a ADS? A agência conseguiu crescer? Em que percentual? Rosana – Nosso crescimento foi de 15% em 2015, especialmente na área de eventos da agência. O ano foi bastante desafiador e buscamos oferecer aos nossos clientes ações diretamente voltadas para resultados, fundamentais num ambiente econômico e político desfavorável. Portal dos Jornalistas – Com que cenários trabalha para 2016? Haverá espaço para crescimento, a despeito da crise política e econômica enfrentada pelo País? Rosana – A crise política e econômica sem dúvida afeta a todos indistintamente. Mas acreditamos que, ao mesmo tempo, ela trouxe uma grande oportunidade que é a valorização da ética e transparência. A sociedade mudou e a forma das empresas se comunicarem com os stakeholders também. Cabe às agências apoiar os clientes nesse cenário em que a comunicação digital assume maior importância. Por isso, a ADS está investindo fortemente no seu braço digital, mas de forma diferenciada, em que a produção de conteúdo de relevância está diretamente atrelada à geração de resultados de vendas para as áreas comercial e de marketing de nossos clientes. Nossa preocupação é proporcionar indicadores confiáveis aos nossos clientes para medirem o retorno dos investimentos realizados em comunicação. Portal dos Jornalistas – E quanto ao setor de RP como um todo, qual avaliação pode ser feita em relação a 2015 e uma projeção para 2016? Rosana – Vemos boas perspectivas, especialmente neste momento de disruptura que nos obriga a acelerar a tomada de decisão. A comunicação tem que dar respostas ágeis e em sintonia com os valores e necessidades das gerações presentes e futuras, em que todos são protagonistas, tendo em vista a nova era digital. Num cenário em que absolutamente tudo é observado, registrado e compartilhado em tempo real, as corporações que não tiverem uma comunicação clara, rápida e eficaz colocam suas imagem e reputação em risco. Uma agência com 45 anos, que vivenciou e superou diversas crises no País, tem a experiência necessária para ajudar os clientes a lidarem com os desafios. Portal dos Jornalistas – Quais os principais investimentos realizados pela agência em 2015 e o que está sendo projetado para os próximos anos, em especial 2016? Rosana – Como já dissemos, os investimentos do grupo ADS estão voltados ao braço digital, sem perder de vista serviços pelos quais também somos bastante reconhecidos pelo mercado, como os de relações com a mídia, organização de eventos, comunicação interna, publicações, programas de fidelização de clientes, prevenção e gerenciamento de crises, media training e ações de responsabilidade social. Estruturamos esse novo serviço e já estamos tendo respostas do mercado. Portal dos Jornalistas – Como anda a prospecção de novos clientes e negócios e o que se pode falar do atual estágio de concorrência no setor? Rosana – A concorrência no nosso mercado é cada vez mais acentuada e, por isso mesmo, há que se estabelecer parâmetros corretos de contratação, ou seja, a concorrência não pode ser baseada apenas no preço e sim no tipo de serviço prestado, na expertise da agência e na estrutura de atendimento disponibilizada. No caso da ADS, a procura por serviços de comunicação corporativa continua acentuada, pois é cada vez maior o entendimento de que a comunicação atua na reputação das empresas e impacta nos seus resultados. Portal dos Jornalistas – A internacionalização do setor de RP, na visão de vocês, deve continuar em 2016? Isso vai mudar muito o perfil do setor? Rosana – Sim, recentes movimentações no nosso mercado demonstram que o interesse de grupos estrangeiros em fusões e aquisições permanece. As agências brasileiras são reconhecidas internacionalmente por seus trabalhos de excelência e o Brasil é visto como um mercado potencial. Nenhum grupo internacional tem visão de curto prazo na efetivação de seus negócios, ou seja, para essas empresas, a crise brasileira é episódica. No caso da ADS, continuaremos representando o grupo Ecco no Brasil. Com sede em Londres, ele tem mais de 40 agências parceiras em todos os continentes.   Portal dos Jornalistas – Que novidades a ADS reserva para 2016? Rosana – Já lançamos no final de 2015 nossa nova identidade visual, incluindo a mudança de logotipia. Tivemos uma excelente aceitação de nossos clientes e do mercado para esse novo momento da agência, que demonstra sua capacidade de inovar. Com a criação do braço digital, a ADS marcará uma atuação diferenciada nesse segmento.

Faap oferece curso gratuito de Economia para jornalistas

A Fundação Armando Alvares Penteado abriu inscrições para a 14ª edição do Agenda Brasil,  curso gratuito de extensão para jornalistas especializados em economia e negócios, que trabalham em veículos de comunicação. Semanal, sempre às 3as.feiras, das 9h15 às 12h30, a partir de 1º/3, ele tem duração de 20 semanas e carga horária de 60 horas. Para participar do processo seletivo, o interessado deve preencher a ficha de inscrição e entregá-la à Faap, pessoalmente ou pelos Correios, juntamente com a documentação necessária, que compreende carta de recomendação escrita pelo superior direto do veículo de imprensa no qual trabalha, curriculum vitae e foto 3×4. A ficha de inscrição pode ser obtida pelos e-mails [email protected]; iracema.carvalho@ e amanda.barbosa@. Mais informações nos 11-3662-7270 / 7271.

Agência Brasil monta equipe de correspondentes

A Agência Brasil, da EBC, passará a contar a partir deste mês com seis correspondentes em capitais brasileiras, além das equipes na sede em Brasília e nas sucursais do Rio de Janeiro e São Paulo. O aumento do número de praças deve descentralizar a cobertura da Agência, permitindo uma visão mais abrangente do que acontece no País e levando aos leitores um Brasil que o Brasil não conhece. Dos seis profissionais, dois já estão em campo, enviando diariamente matérias que são republicadas em sites e jornais do País inteiro. A repórter Edwirges Nogueira, que é cearense, voltou à sua terra natal depois de dois anos e meio em Brasília e, de Fortaleza, vem contribuindo com matérias que trazem uma visão que vai além dos clichês sobre o Nordeste brasileiro. No fim do ano, fez com o fotógrafo Marcello Casal Jr. um especial sobre a seca na represa de Sobradinho. Bianca Paiva, há oito anos na EBC, coordenava o Jornalismo da Rádio Nacional da Amazônia até assumir, em novembro passado, como correspondente da EBC na capital amazonense. As duas vêm produzindo matérias que mostram a riqueza da diversidade regional. Os outros quatro repórteres começam a trabalhar este mês, três deles em tempo de cobrir o Carnaval, que terá o tema Carnavais do Brasil, com reportagens e transmissões de rádio e tevê de várias partes do País. Eles foram escolhidos numa concorrida seleção interna entre os profissionais da Casa. Sayonara Moreno, baiana, na EBC desde 2013, será a repórter da Agência em Salvador. A alagoana Sumaia Villela será a correspondente em Recife. O gaúcho Daniel Isaia, que nos últimos anos atuou nas rádios Nacional e MEC no Rio de Janeiro, também volta para sua terra natal, como repórter em Porto Alegre. Estreou nesta semana, com as consequências do temporal na capital gaúcha. Léo Rodrigues, mineiro, deixa a TV Brasil no Rio de Janeiro para ser correspondente em Belo Horizonte. Apesar de estarem ligados à Redação da sede em Brasília, eles ficarão baseados nas Redações das emissoras parceiras da TV Brasil na rede pública, o que facilitará a troca de informações com outros colegas e evitará a sensação de isolamento que pode acontecer quando se trabalha em casa. A Agência Brasil também ganhou, em janeiro, um correspondente nos Estados Unidos. O repórter José Romildo foi morar naquele país por um ano, de onde cobrirá os principais temas de política e economia americana, especialmente as eleições presidenciais. A criação de uma rede de correspondentes, com uma seleção entre os profissionais da EBC, foi a primeira missão dada por Américo Martins, então diretor-geral, a Denize Bacoccina, quando ela assumiu a Superintendência Executiva de Agências e Conteúdo Digital. Denize conta que no fim do ano passado foram feitas as provas e as entrevistas de seleção, até chegar a um grupo que mostrou ter todas as habilidades para a função. E que a ampliação dessa rede vai permitir à Agência Brasil avançar no projeto de tornar-se cada vez mais relevante no jornalismo brasileiro, com uma linha editorial isenta, equilibrada, de interesse público. 

Fernando Morais quer criar Casa de Mariana

Em entrevista ao jornal mineiro Hoje em Dia, publicada na edição de 25/1, o escritor e jornalista Fernando Morais declarou que busca recursos para concretizar o projeto Casa de Mariana, que será instalado na cidade de Mariana, onde ele nasceu. De acordo com Morais, o lugar abrigará seu acervo de cerca de quatro mil livros, sendo a maior parte de não-ficção e com foco em Brasil e América Latina. Arquivos acumulados em 50 anos de trabalho como profissional de imprensa, deputado, autor e ativista político ficarão disponíveis ao público. São dezenas de reportagens, documentos, depoimentos e entrevistas realizadas para a produção de livros. Integram o acervo áudios de entrevistas com personalidades como Luís Carlos Prestes, Fernando Collor, Fidel Castro, Ulysses Guimarães, José Sarney, Alfredo Stroessner, Yasser Arafat, Eric Hobsbawn, além de três décadas de correspondências trocadas entre Carlos Lacerda e seu advogado Fernando Veloso (doador do material) e centenas de fotos jornalísticas. Segundo o projeto, na Casa de Mariana serão realizadas atividades como workshops, debates, especialização e reflexão para jornalistas, estudantes de Letras, de História e de Cinema. As ações serão ministradas por profissionais como Anthero Meirelles, ex-jornalista, economista e diretor do Banco Central, que levará a Mariana oficinas de trabalho com foco em economia; Eric Nepomuceno, jornalista, escritor e tradutor, com oficinas sobre Jornalismo e Literatura; João Batista da Costa Aguiar, artista gráfico, com workshops sobre a feitura de um livro, da capa ao miolo; e Tatiana Quintella, documentarista, produtora e diretora da Popcom Filmes, com workshops de produção cinematográfica. Alberto Villas, jornalista e escritor, ministrará oficinas sobre a imprensa alternativa no Brasil durante a ditadura militar; Daniele Ottobre, cineasta italiano especializado na temática socioambiental, dará oficinas de trabalho sobre cinema documental e ambientalismo; Afonso Borges, jornalista e produtor cultural, levará para a casa, duas vezes por ano, seu vitorioso projeto Sempre um Papo; Deonísio da Silva, filólogo e escritor, oficinas de narrativas curtas e sobre a origem de palavras e expressões, para ensinar estudantes de Jornalismo e de Letras a contarem uma boa história; e o próprio Fernando fará workshops sobre reportagem, jornalismo investigativo e jornalismo literário. Ele está em busca de recursos para a compra da casa e para adaptá-la para abrigar o acervo. Afirmou que tentará viabilizar o projeto sem recorrer a leis de incentivo fiscal, pois, como é ativista político, não quer dar margem a interpretações equivocadas.

Grupo mais premiado da história, Globo chega ao milésimo prêmio jornalístico

De quebra, é também o mais premiado do ano Maior número de veículos premiados (22) e de prêmios conquistados na história (1.000) levaram o Grupo Globo a terminar 2015 unificando os prêmios de +Premiado Grupo de Comunicação do Ano e da História. No ranking do ano, o conglomerado emplacou três veículos entre os Top 10 (TV Globo, O Globo e Globo News), enquanto no da história, os bons resultados da emissora de tevê e do jornal carioca, respectivamente 1º e 3º colocados, ao longo dos anos garantiram quase o dobro de pontos sobre o segundo colocado, o Grupo RBS. Pódio do ano se repete entre Os +Premiados Veículos de Comunicação da História, com Globo, RBS e Folha +Premiados Grupos de Comunicação do Ano, Globo, RBS e Folha repetiram em 2015 o bom resultado que não vem de hoje. Os três grupos ocupam também, respectivamente, os 1º, 2º e 3º lugares entre Os +Premiados da História. No ano em que chegou ao milésimo prêmio jornalístico de sua história, o Grupo Globo atingiu a impressionante marca de 34.925 pontos, obtidos por 22 veículos, todos ainda ativos. O número é quase o dobro do conquistado pelo Grupo RBS, segundo colocado na pesquisa, com 17.940 pontos. Da terceira à quinta posições a briga é mais intensa. Com 13.180 pontos o Grupo Folha ocupa o terceiro lugar, menos de mil pontos à frente dos Diários Associados, quarto colocado, com 12.375 pontos. Apesar da relativa pouca distância, a tarefa de ultrapassar o grupo paulista não é fácil, sobretudo porque, dos 17 veículos premiados dos Associados, oito já não existem ou descontinuaram suas versões impressas. Na quinta posição, com 11.615 pontos, aparece o Grupo Estado. Completam os Top 10, na ordem, Grupo Bandeirantes (7.455 pontos), Editora Abril (6.525), Record (6.025), Sistema Jornal do Commercio (5.700) e Jornal do Brasil (4.650). Sobre a Editora Abril, uma curiosidade: o grupo foi o único a sofrer uma redução em seus pontos de 2014 para 2015. A queda aconteceu pela venda de alguns de seus títulos para a Editora Caras, entre eles Placar, Você S/A, Aventuras na História, Vida Simples e Arquitetura & Construção. Juntas, essas cinco publicações somam 645 pontos.

Corte na Folha de S.Paulo atinge várias editorias

Teve início esta semana e ainda está em curso um novo movimento de corte de pessoal na Folha de S.Paulo, que deverá, segundo rumores de mercado, atingir praticamente todas as editorias do jornal. Antes, na semana passada, o Agora São Paulo, também do Grupo Folha, oficializou o congelamento de três vagas, uma delas a do repórter Juliano Moreira, da editoria Grana, que pediu para sair para tocar projetos pessoais e não será substituído; as outras duas eram de frilas da Redação, usadas em coberturas ocasionais, que agora deixam de existir. Tempos atrás, quem também deixou o jornal foi o editor-chefe Luiz Carlos Duarte. Portal dos Jornalistas confirmou que estão de saída do jornal, entre outros, Alexandre Aragão e Ricardo Mendonça, do caderno Poder; Marcelo Plieger (a pedido), da Arte; e Juliana Cunha, da Ilustrada. O Portal também confirmou o corte de todos os estagiários e uma saída em Cotidiano. Em nota interna, o jornal informou que, a partir de 7/3, haverá a fusão das equipes de TV Folha e Fotografia na nova editoria de Imagem, a ser comandada por Fábio Marra. Na mesma data, Camila Marques, que editava a TV Folha, passa a responder pela editoria de Audiência e Dados. No caderno Mercado, Toni Sciaretta, a exemplo do que já havia acontecido no ano passado com Mariana Barbosa, troca a relação de empregado pela de colaborador, convidado a permanecer atuando em projetos especiais e, principalmente e com assiduidade, em reportagens sobre finanças, assunto no qual é especializado e se destaca.

iG reflui em mudanças, fecha Brasília e corta ao menos nove

Bia Sant’Anna decide deixar a Diretoria de Conteúdo do portal Os cortes que gestor do iG Mário Cuesta promoveu na área de Conteúdo nos últimos dias, mais sua declaração de que ele “volta a ser um portal de notícias”, indicam um refluxo nas mudanças feitas em meados de dezembro. Naquela ocasião, Maria João Abujamra, vinda do Diário de S. Paulo, assumiu como VP de Operações com a missão de ligar as duas empresas, cujas bases estão em plataformas diferentes, tendo ainda como desafio aproximar as editorias e a parte comercial, com o objetivo de gerar conteúdos especiais e, claro, receita (leia-se branded content). Maria, no entanto, foi um dos nove profissionais cortados nos últimos dias; os outros foram os editores executivos Gustavo Abreu (Entretenimento), Carolina Gregnanin (Home) e Thiago Rocha (Esporte) – até onde se sabe, permanecem Paula Pacheco (Último Segundo e Brasil Econômico) e Patricia Moraes (Lifestyle) –, os repórteres especiais Luciana Lima e Marcel Frota (o que representa o fechamento da sucursal de Brasília), a editora Luciana Franca (Moda, Comportamento, Filhos e Beleza), o repórter de Comportamento Murilo Aguiar e, surpreendentemente, o diretor de Planejamento Diego Cabral (ex-Bullet, Fischer, Babel Loyal e Grupo TV1) contratado há poucos dias com o objetivo de comandar e planejar a integração online e off-line e criar sinergia entre diferentes áreas do portal. Bia Sant’Anna, diretora de Conteúdo desde abril de 2015, numa aparente antecipação ao desenlace que já se desenhava, acertou sua saída em 22 de janeiro. No portal ela já havia sido editora executiva da home, editora-chefe de Gente e chefe de Reportagem na TV iG. No jornalismo digital desde 2000, antes comandou as redações da Revista MTV e do site Glamurama. Também passou por Jornal da Tarde, canal GNT e revista Capricho.

Américo Martins deixa a Presidência da EBC

Américo Martins
Américo Martins

Fala-se que os motivos foram “ingerências políticas do PT”. Com ele sai também o diretor-geral Asdrúbal Figueiró Américo Martins, que desde agosto de 2015 presidia a EBC, entregou nessa 3ª.feira (2/2) seu pedido de demissão ao ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República Edinho Silva.

Segundo comunicado oficial da empresa, o desligamento teria sido motivado por questões pessoais. Américo havia começado na EBC em fevereiro a convite do próprio Edinho, então presidente da empresa, como diretor-geral, após três anos como superintendente de Jornalismo e Esportes da RedeTV, em São Paulo, e 13 na BBC, entre Brasil e Londres.

Em março, levou para lá, como diretor de Conteúdo e Programação, Asdrúbal Figueiró, que havia trabalhado com ele na BBC e na RedeTV, substituiu-o como diretor-geral a partir de setembro e agora também sai. Ainda segundo o comunicado, durante sua gestão, Américo “trabalhou para aumentar a relevância dos veículos da EBC, investindo em mais esporte, fortalecendo os conteúdos jornalísticos e apoiando projetos, como a expansão da Rede de TV Digital”.

Ambos permanecem nos cargos até a publicação das exonerações no Diário Oficial da União. Para Vera Magalhães, do Radar Online de Veja, o pano de fundo da saída de Américo teria sido “a tentativa de intervenção política na EBC. (…) O PT teria pedido para indicar gerentes na empresa. Além disso, começou a haver intervenções também na grade de programação. A gota d’água ocorreu no fim de semana, quando um assessor do ministro Edinho ligou para a TV Brasil e determinou que a emissora transmitisse a partida entre Internacional de Limeira e São José, pela terceira divisão do Campeonato Paulista de futebol. Martins já havia se manifestado contra a transmissão de partidas de times do interior de São Paulo em rede nacional, mas, ainda assim, veio o pedido. (…) O ministro disse ao Radar que o PT nunca fez nenhum pedido de indicação política na EBC, e disse que a emissora fechou um pacote para a transmissão das divisões de baixo dos campeonatos regionais e da série D do Brasileiro. Fontes da EBC dizem que não há nenhum processo na emissora regularizando essas transmissões, que custariam 6 milhões de reais. O ex-diretor teria manifestado temor de complicações com o TCU e outros órgãos de controle. O ministro Edinho Silva nega os custos para transmissão dos jogos. Segundo ele, os direitos de transmissão são praticamente cedidos à emissora”.

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