FIJ aponta nove mortes de jornalistas por Covid-19 no Brasil; na América Latina são 171

Rodrigo Rodrigues (esq.), Lauro Freitas e Roberto Fernandes (Crédito: Portal Imprensa / Reprodução)

A Federação Internacional de Jornalistas (FIJ) divulgou uma pesquisa sobre os impactos da Covid-19 nos profissionais de imprensa na América Latina. Os dados apontam que, até 19 de agosto, 171 jornalistas morreram de coronavírus na região, nove deles no Brasil.

A pesquisa usou informações de 13 países. Peru, com 82 profissionais de imprensa mortos, e Equador, com 40, são as regiões com maior número de vítimas de coronavírus da região. Brasil, com nove, está em 4º lugar, atrás do México, com 13 mortos.

As vítimas da doença no Brasil citadas no levantamento foram: Rodrigo Rodrigues, apresentador Sport TV (Rio de Janeiro – 28 de julho); José Raimundo Alves, repórter cinematográfico freelance (Salvador − 5 de agosto); Mário Marques Nunes Jr (Bob Jr.), repórter cinematográfico da TV Meio Norte (Terezina – 24 de julho); Letícia Neworal Fave, assessora de imprensa da Universidade do Futebol (Jundiaí/SP − 19 de junho); Lauro Freitas Filho, editor do Jornal Monitor Mercantil (Rio de Janeiro – 28 de maio); Alexandre Rangel, assessor de imprensa da Câmara Municipal de Fortaleza (Fortaleza − 15 de maio); Marcos Dublê, repórter cinematográfico da TV Metrópole (Fortaleza − 7 de maio); Luiz Marcello de Menezes Bittencourt, da Rádio USP (São Paulo − 30 de abril); e Roberto Fernandes, da TV/Rádio Mirante (São Luís – 22 de abril). A pesquisa não levou em conta três radialistas: Márcio Garçone , da TV Band Rio e CNT (Rio de Janeiro – 5 de maio); Robson Thiago, operador de câmera do SBT Rio (Rio de Janeiro − 21 de abril); e José Augusto Nascimento Silva, editor de vídeo do SBT Rio (Rio de Janeiro – 13 de abril).

Com informações do Portal Imprensa.

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