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terça-feira, abril 7, 2026

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TV Cultura convida o público para conhecer sua sede

A TV Cultura participa até 20/5 da 14ª Semana de Museus: Museus e paisagens culturais, organizada pelo Instituto Brasileiro de Museus (IBRAM) e realizada em diversas instituições culturais do Brasil. Durante esses cinco dias, a Fundação Padre Anchieta abre suas portas para as pessoas que desejam conhecer um pouco de sua história e saber como é o dia a dia de uma emissora de rádio e televisão. Duas exposições integram o evento: Fernando Faro, com fotografias, objetos pessoais e documentos do maior produtor musical brasileiro, e Senta que lá vem memória, composta por figurinos, documentos, dentre outras peças. O visitante também terá a oportunidade de apreciar as obras de arte que formam o acervo da FPA e passar por alguns setores relevantes para a produção e exibição de programas. Os horários das visitas – que duram em média duas horas – são 11h e 15h, com exceção do dia 20/5, em que ocorrerá apenas às 11 horas. Saiba como participar.

Roda Viva entrevista ex-senador Delcídio do Amaral

O programa Roda Viva desta segunda-feira (16/5) entrevista ao vivo, a partir das 22h, o ex-senador Delcídio do Amaral. Ele falará sobre a Operação Lava Jato, a crise política no País e as perspectivas do governo Michel Temer. Com apresentação de Augusto Nunes, o programa terá na bancada Eliane Cantanhêde (colunista do jornal O Estado de S. Paulo), Vera Magalhães (editora executiva e colunista da Revista Veja), Natuza Nery (editora da coluna Painel da Folha de S. Paulo), André Guilherme Vieira (repórter do Valor Econômico) e Flávio Freire (coordenador nacional e de política da sucursal de O Globo em São Paulo). O Roda Viva tem participação fixa do cartunista Paulo Caruso.

Jabuti 2016 abre inscrições

Mais tradicional reconhecimento da literatura brasileira, o Prêmio Jabuti abriu nesta segunda-feira (16/5) seu período de inscrições. Em sua 58ª edição, a iniciativa reconhecerá obras em primeira edição publicadas no Brasil entre 1º de janeiro e 31 de dezembro de 2015, em língua portuguesa. Assim como nos últimos anos, serão 27 categorias, entre livros de ficção e não ficção: Adaptação; Arquitetura e Urbanismo; Biografia; Capa; Ciências da Natureza, Meio Ambiente e Matemática; Ciências da Saúde; Ciências Humanas; Comunicação; Contos e Crônicas; Didático e Paradidático; Direito; Economia, Administração, Negócios, Turismo, Hotelaria e Lazer; Educação e Pedagogia; Engenharias, Tecnologias e Informática; Gastronomia; Ilustração; Ilustração de Livro Infantil ou Juvenil; Infantil; Infantil Digital; Juvenil; Poesia; Projeto Gráfico; Psicologia, Psicanálise e Comportamento; Reportagem e Documentário; Romance; Teoria/Crítica Literária, Dicionários e Gramáticas; e Tradução. Na primeira etapa da premiação, um corpo de jurados fará a análise das obras e selecionará as dez melhores em cada umas das categorias, enquanto na segunda etapa serão definidos, pela ordem, os três primeiros colocados. Na cerimônia de premiação haverá a entrega das estatuetas e a revelação dos vencedores dos tradicionais Livros do Ano de Ficção e Não Ficção, que premiam os dois principais trabalhos entre todos os ganhadores. Nesta edição, cada um dos 27 vencedores receberá R$ 3.500, e os ganhadores das categorias ficção e não ficção levarão mais R$ 35 mil cada. Apesar da amplitude de temas, obras produzidas por jornalistas são costumeiramente contempladas entre os livros de não ficção. Das últimas dez edições do Jabuti, em oito o vencedor desse grupo era jornalista. Dentre eles, destaque para Laurentino Gomes, tricampeão com a trilogia 1808 (2008), 1822 (2011) e 1889 (2014). Vale lembrar ainda que a premiação integra a base de pesquisas do Ranking dos +Premiados da Imprensa, concedendo 45 pontos para o vencedor da categoria Livro Reportagem e, caso este mesmo ganhador seja laureado com o título de Livro do Ano Não Ficção, sua pontuação sobe para 65 pontos.

Approach tem novo braço de conteúdo audiovisual, a Ponte Filmes

Este mês, a Approach inaugura uma nova empresa do grupo, a Ponte Filmes, de audiovisuais, em associação com A Fábrica, produtora do roteirista e produtor Luiz Noronha (ex-Conspiração Filmes e Zola) e do executivo Luiz Felippe Netto (ex-Ana Couto Branding e Conspiração Filmes), profissionais com grande experiência em geração de negócios em branding e audiovisual.

A Ponte Filmes desenvolverá projetos de conteúdo proprietário de marca (branded content), além de vídeos para uso institucional e comunicação interna. Os formatos podem variar de documentários a animações e webséries.

A agência também comemora a chegada de novas contas de assessoria de imprensa: a marca do torneio de tênis Roland-Garros no Brasil, a rede de hotéis Blue Tree, a Concha Acústica de Salvador e a FMQ Farmoquímica. Para a marca de relógios Casio, assume a gestão de relacionamento com vários grupos de influenciadores, entre eles os profissionais de imprensa.

A agência responde ainda pela divulgação e pelas redes sociais da exposição O poeta voador, Santos Dumont, em cartaz no Museu do Amanhã até o fim de outubro, e pela comunicação da mostra de pós-impressionismo O triunfo da cor, atualmente no CCBB SP e a partir de julho no Rio.

Diário do Nordeste corta dez

O Diário do Nordeste anunciou um enxugamento na Redação e dispensou dez profissionais, entre eles os colunistas Sílvio Carlos e Cláudio Cabral, além de Mário Kempes, Mara Cristina, Ângela Cavalcante, Bruna Salmito, Kiko Silva, Jota Pompílio, Aline Maria e Carol Melo. O jornal também unificou as edições de sábado e domingo.

Caso Herzog leva Estado Brasileiro à Corte Interamericana

A Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) e a família Herzog reuniram a imprensa em São Paulo na semana passada para informar que enviaram o Caso Vladimir Herzog à Corte Interamericana de Direitos Humanos. O objetivo é que o Estado Brasileiro seja julgado pela ausência de investigação e punição dos responsáveis pela tortura e execução de Vlado em 1975, além de ter apresentado o assassinato para a família e para a sociedade como suposto suicídio. Segundo o Centro pela Justiça e Direito Internacional (CEJIL), representante da família e do Instituto Vladimir Herzog, o tema só chega à Corte porque o Estado Brasileiro não realizou a justiça, mesmo depois do relatório da CIDH determinar a investigação, processamento e punição dos envolvidos. Eles aguardam a notificação da Corte Interamericana sobre o recebimento da demanda para apresentar a denúncia, que inclui peritos e testemunhas, argumentos jurídicos e uma lista de políticas públicas que vai desde mudanças legislativas até reformas institucionais de órgãos de segurança, como a alteração constitucional para que a tortura seja crime imprescritível.  “O fato de chegarmos a esse patamar é um avanço histórico”, afirma Ivo Herzog, filho do jornalista e diretor-executivo do IVH. “A sentença trará novamente ao debate a reinterpretação da Lei de Anistia como uma obrigação do Estado Brasileiro, deixando de estender aos torturadores que cometeram graves violações na ditadura a anistia de suas responsabilidades. Nós, os familiares, esperamos que isso encerre uma luta de 40 anos de busca pela verdade e justiça”. Beatriz Affonso, diretora do CEJIL/Brasil, diz que a tramitação do assunto é especialmente emblemática, pois é inegável a importância da provável sentença da Corte no atual contexto que a sociedade brasileira vivencia, em que autoridades de Estado vão a público enaltecer torturadores da ditadura e incitar o crime de tortura: “Os casos que chegam à Corte Interamericana detêm importância histórica e potencial para transformar o contexto em que as graves violações de Direitos Humanos ocorreram. O órgão tem a legitimidade de determinar mudanças estruturais nos países que aceitaram sua jurisdição, como o Brasil, e nos casos cujos fatos e provas são incontestáveis. Nesse sentido, esperamos que a Corte reconheça que o caso Herzog estava inserido em um contexto de crime contra a humanidade”.

A reinvenção do jornalista ? #5 Ajuda internacional

Desenvolver o jornalismo da América Latina e do Caribe, ajudando na criação de organizações e associações de jornalistas independentes. Essa é a missão do Centro Knight para o Jornalismo nas Américas, da Universidade do Texas, em Austin, nos EUA. A instituição – hoje referência em treinamento online para jornalistas – recebeu recentemente 600 mil dólares de John S. e James L. Knight Foundation. A verba é direcionada à expansão de seu programa de educação de jornalismo online pelos próximos quatro anos. “O Centro Knight desenvolveu uma forma extremamente eficaz para conectar jornalistas com a informação atualizada que eles precisam para ter sucesso no meio da rápida transformação do nosso campo”, comenta em nota Jennifer Preston, vice-presidente de jornalismo da Knight Foundation. O programa de cursos online permite que jornalistas repassem ensinamentos a colegas de todo mundo, por meio de videoaulas, testes interativos, leituras indicadas e fóruns de discussão, criando comunidades virtuais de aprendizagem. As tecnologias digitais são o foco da iniciativa. Os MOOCs (massive open online courses) são gratuitos, bastando ao jornalista fazer seu cadastro no site e inscrição no curso de interesse. Aos que fizerem questão de um certificado de participação, é cobrada uma pequena taxa. E só. Nos últimos três anos e meio, mais de 70 mil jornalistas e estudantes de 169 países participaram do programa. A expectativa dos organizadores é que, com o novo aporte, dez mil alunos sejam beneficiados com os oito MOOCs previstos para cada ano. “Os MOOCs democratizam o acesso ao conhecimento de forma sem precedentes”, diz o professor Rosental Calmon Alves, fundador e diretor do Centro Knight, em nota publicada no próprio site. “A magia dos MOOCs é permitir que qualquer pessoa em qualquer lugar do mundo, em uma vila em África ou em uma redação em Nova York, faça o mesmo curso com habilidades ensinadas por seus pares, colegas, jornalistas ou educadores, que são os melhores especialistas nestes temas”. A estreia dos MOOCs, ainda como projeto-piloto, foi em outubro de 2012, com o curso Introdução à visualização de infográficos de dados, ministrado pelo professor Alberto Cairo. Referência mundial em infografia, Cairo é professor da Universidade de Miami e foi diretor de Infográficos da Editora Globo, em São Paulo. Os cursos duram, em geral, de quatro a seis semanas, divididos em módulos semanais. São ministrados em inglês, português ou espanhol, geralmente sobre temas abrangentes e introdutórios, como matemática para jornalistas, jornalismo móvel e cobertura eleitoral. Agora mesmo, estão abertas as inscrições para o MOOC Produção de vídeos jornalísticos para internet, ministrado pelo fotógrafo e documentarista João Wainer. O curso começa no dia 6/6 e se estende até 3 de julho. Além dos MOOCs, o Centro Knight lançou ano passado os BOCs (big online courses), de conteúdo mais avançado e específico. Está previsto também para breve o lançamento dos SOCs (small online courses), personalizados para redações, empresas de mídia etc.. Estes, sim, são cursos pagos. Todos – MOOCs, BOCs e SOCs – são acessados pelo JournalismCourses.org. “Nós usamos a tecnologia digital para ensinar grandes jornalistas como usar a tecnologia digital para fazer um grande jornalismo”, garante o professor Rosental, que também está à frente das cátedras Knight em Jornalismo Internacional e Unesco em Comunicação, na Escola de Jornalismo da Moody College of Communication.

Link, do Estadão, ganha versão renovada

Estreou em 9/5 a nova versão do site do Link, editoria de tecnologia do Estadão. A página foi totalmente remodelada, tanto no design como na organização de conteúdo. Para marcar a mudança, a nova versão foi apresentada em evento em São Paulo que reuniu jornalistas, representantes de empresas, startups e leitores e que também discutiu o momento atual e o futuro das startups financeiras. O conteúdo agora está organizado em cinco subeditorias: Inovação, Cultura Digital, Gadgets, Empresas e Games, que refletem as cinco áreas em que o Link vai focar a sua cobertura nos próximos anos. As notícias e reportagens serão enriquecidas com recursos multimídia, como galerias de imagens, listas e vídeos produzidos pela TV Estadão. Outra aposta do novo Link será na produção de mais conteúdo audiovisual. Uma área foi criada para exibir vídeos de análises de produtos, dicas de aplicativos, entrevistas e conversas sobre tendências do mundo digital. A seção Link Lab, dedicada a testes de smartphones, tablets e computadores, também será expandida para incluir avaliações dos principais games que chegam ao mercado. O time de blogueiros ganhou alguns reforços. Um dos destaques é Seu bolso na era digital, do especialista em startups de serviços financeiros Guilherme Horn. Quem também passa a integrar a área é Faça você mesma, de Ana Paula Lima, Carine Roos e Vanessa Guedes, do coletivo MariaLab, que destaca trabalhos nas áreas de ciência e tecnologia desenvolvidos por mulheres. O blog também abordará assuntos como diversidade de gênero e a presença feminina no setor.

Insper recebe Mario Vargas Llosa nesta quinta (12/5)

O Instituto Palavra Aberta promove nesta quinta-feira (12/5) uma palestra com o escritor peruano Mário Vargas Llosa, vencedor do Nobel da Literatura de 2010. Ele discorrerá sobre sua trajetória, liberdade de expressão e liberdade política no âmbito da Cátedra Insper e Palavra Aberta, dedicada a temas relacionados à liberdade de expressão. As inscrições são gratuitas. No auditório do Insper (rua Uberabinha, s/n), a partir das 17h45.

Angeli deixa de publicar tirinhas

Depois de 33 anos e mais de nove mil quadrinhos, Angeli anunciou sua saída do caderno Ilustrada da Folha de S.Paulo, onde diariamente publicava suas tirinhas. Sua última participação aconteceu em 8/5 e foi motivada, segundo disse o próprio Angeli ao jornal, pela necessidade de diminuir o ritmo como parte do processo de recuperação de uma depressão diagnosticada há três anos. Ele segue, porém, com as charges na página A2 às quartas e sextas-feiras; e na seção Quadrão, da Ilustrada, sempre às segundas-feiras, revezando o espaço com Luiz Gê, Laerte e Rafa Coutinho (filho de Laerte). No lugar de Angeli estreou nessa terça-feira (10/5) a paraibana Thaïs Gualberto, de 30 anos, conhecida pela série Olga, a sexóloga, que existe desde 2009 e virou livro de edição própria no ano passado.

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