O Senado lançou dois livros sobre os processos que culminaram com o impeachment da ex-presidente Dilma: Impeachment – O julgamento da presidente Dilma Rousseff pelo Senado Federal; e 20 Horas na História — A longa sessão de admissibilidade do impeachment da Presidente Dilma Rousseff. A organização foi da Secretaria de Comunicação da Casa. No primeiro, a edição de luxo, de capa dura, de 664 páginas e tiragem de 1.500 exemplares, traz todos os discursos de senadores da base e da oposição, dos advogados de acusação e defesa, do então presidente do STF Ricardo Lewandoski, e da própria Dilma. Segundo a assessoria do Senado, o livro, que reproduz a transcrição de 109 horas de sessões que vararam madrugadas, custou em torno de R$ 86 mil. A publicação inclui ainda uma galeria de fotografias de todas as etapas do processo de julgamento final no Senado. A apresentação da obra é de Renan Calheiros e dos secretários-gerais Luiz Fernando Bandeira de Mello, do Senado, e Fabiane Pereira de Oliveira Duarte, do STF. Já a outra obra, de 348 páginas e tiragem de mil exemplares, custou cerca de R$ 34 mil. Na semana passada, o presidente Renan Calheiros minimizou os gastos com as publicações, argumentando que o Senado economizou R$1,2 bilhão em quatro anos. Segundo a assessoria de imprensa da instituição, eles foram impressos na gráfica do Senado, e os exemplares serão destinados aos gabinetes parlamentares, bibliotecas e universidades.
Roberto Lameirinhas e Mônica Manir deixam o Estadão
Dois dos profissionais mais experientes e com muitos anos de casa deixaram o Estadão nos últimos dias. Alguns dias atrás saiu Mônica Manir, repórter especial e ex-editora do Aliás, que estava no jornal desde 2004, e esta semana, Roberto Lameirinhas, editor de Internacional, que contabilizava 29 anos de casa. De forma discreta, o jornal vem fazendo cortes na equipe, atingindo sobretudo os altos salários, e com isso ajustando seus custos à atual realidade financeira da empresa. Mônica é formada em Jornalismo pela ECA-USP e fez mestrado em Bioética no Centro Universitário São Camilo, onde cursa doutorado. Tem experiência na área de Comunicação, com ênfase em Saúde, Educação, Ciência e Comportamento. O contato dela é [email protected]. Lameirinhas começou no jornal em 1987, passou pelo Arquivo e pela Agência Estado e um ano depois foi para a Internacional, de onde não mais saiu. Ali atuou como repórter, sub e desde 2010 era editor. Participou de grandes coberturas internacionais, inclusive dos mais importantes processos políticos da América Latina. Disse ao Portal dos Jornalistas que vai tirar férias e só buscará recolocação no início de 2017, “pois este ano já acabou”. O contato dele é [email protected].
Nilson Camargo entra em sabático
Cesar Camasão assume interinamente como editor responsável do Agora Nilson Camargo entrou na última terça-feira (1º/11) em licença do posto de editor responsável do jornal Agora São Paulo, iniciando período sabático. Foi substituído, em caráter interino, pelo secretário de Redação Cesar Camasão. O chefe de Reportagem interino passa a ser Fábio Haddad, até então editor da Primeira Página. Formado em Jornalismo pela Metodista, Cesar entrou no Grupo Folha no final dos anos 1990, como repórter de Geral do Notícias Populares, passando depois a editor assistente. Com o fechamento do NP em 2001, foi transferido para o Agora como repórter, na área de Cidades (naquela época a editoria se chamava São Paulo/Polícia, hoje é Nas Ruas). Depois foi redator, editor assistente e editor, tendo comandado coberturas importantes, como os ataques do PCC. Deixou o Agora por um ano, em que foi secretário de Redação no Diário do Grande ABC, região com a qual tem forte ligação: cresceu em Mauá e até três anos atrás morou em São Caetano do Sul (hoje reside em São Paulo). Voltou ao Agora já como chefe de Reportagem e depois, com a saída de Antonio Rocha Filho, em 2013, foi promovido a secretário de Redação. Com a saída do Luiz Carlos Duarte do jornal, no ano passado, tornou-se o número 2 da Redação. Os contatos dele são [email protected] e 11-3224-3849.
Joaquim Ferreira dos Santos lança biografia de Zózimo
Joaquim Ferreira dos Santos estará nesta quinta-feira (3/11) na livraria Travessa do Shopping Leblon, no Rio (av. Afrânio de Melo Franco, 290, 2º), às 19h30, para autografar seu livro mais recente, Enquanto houver champanhe, há esperança: uma biografia de Zózimo Barrozo do Amaral, editado pela Intrínseca. Com esse título, precisou oferecer um coquetel no lançamento. Zózimo teve, no extinto Jornal do Brasil, a mais respeitada grife do colunismo de sua época, e introduziu no gênero as notícias de bastidores da política, da economia, do esporte. No início da carreira, colaborou com a coluna Swann, de O Globo, espaço não assinado por onde passaram alguns dos principais colunistas do Rio. Convidado pelo JB, em seus tempos áureos, exigiu que a coluna tivesse seu nome, e ali esteve por 28 anos. Voltou ao Globo e levou junto seu prestígio. Joaquim é exímio biógrafo de tipos cariocas que marcaram época – como Antônio Maria e Leila Diniz – além de autor de vários livros de crônicas. Começou no jornalismo como repórter do Diário de Notícias, e ocupou diversos cargos em veículos como Veja, JB, O Dia e O Globo. Com a morte de Zózimo, O Globo descontinuou a coluna que levava o nome dele. Mais tarde, Joaquim ocupou aquele espaço no Segundo Caderno com a coluna Gente Boa, por dez anos. Confira a seguir a conversa dele sobre colunistas com Cristina Vaz de Carvalho: Portal dos Jornalistas – De quem foi a ideia dessa biografia? Joaquim Ferreira dos Santos – Foi do Jorge Oakim, dono da editora Intrínseca, e do Bruno Porto, que era editor naquele momento, em 2013. Foi uma ótima ideia: eu estava saindo do Globo e tinha sido colunista. Ocupei aquele espaço com outro tipo de coluna, mas que não teria acontecido se o Zózimo não tivesse ampliado o interesse da coluna de notas. Portal dos Jornalistas – Você destaca a qualidade do texto do Zózimo. Joaquim – Zózimo reduziu o tamanho das notas – é conhecido como o melhor texto em três linhas. Percebeu que quanto mais rápido, melhor. Por isso as colunas são tão lidas, como um jornal dentro do jornal. Além da concisão, o humor é fundamental. Coluna só de notícia é muito chato. Coluna tem que ter personalidade, senão é papel jogado fora. Zózimo fazia isso: tentava transformar a coluna num papo sem impostação. Gostava do humor, de reproduzir a cena. E teve a vantagem de viver num tempo em que o politicamente correto ainda não era cobrado, porque abusava de notas que tiravam sarro de mulheres, negros, índios. E o limite que ele tinha entre o texto da coluna de notas e o texto da crônica. Zózimo dava furo, se preocupava com hard news, mas para ele cabe o que Manuel Bandeira disse sobre Rubem Braga: um cronista genial, que quando não tinha assunto era mais genial ainda. O livro tem uma grande coleção de frases. Portal dos Jornalistas – Zózimo não tinha um bordão, mas Ancelmo Gois faz notas que ele chama de “à la Zózimo” e começam com: “E Fulano, hein?”. Como aparecem esses maneirismos? Joaquim – Zózimo tinha poucos, principalmente o “hein”. Outro era: “Não será surpresa para esta coluna”. Isso é um truque, todo colunista tem seus truques. Com isso, ele preenchia as três ou quatro linhas que faltavam para completar o espaço. Portal dos Jornalistas – Apesar de ser mais conhecido como cronista, você também foi colunista. Em quê sua trajetória se encontra com a do biografado? Joaquim – Zózimo pegou o espaço de uma coluna social no JB e entrou para fazer um jornal próprio, um texto com muito humor. Antes, as colunas sociais não tinham esse título, mas só falavam de gente fina. Com minha experiência de repórter – sou basicamente repórter de Geral, passei 30 anos fazendo reportagem –, com um acento carioca, chamei a coluna de Gente Boa, gente que fazia alguma coisa pela sociedade, pela comunidade, gente que fazia alguma coisa legal. Sem o Zózimo eu não teria feito essa coluna. Portal dos Jornalistas – Colunista falando de colunismo? Joaquim – Trabalhei dez anos em coluna. Pode ser a tarefa mais fácil ou a mais difícil. O que chegam de pseudonotícias na mesa de um colunista… Já viu o que tem de chef de cozinha nos jornais? Sem um espírito crítico mais aguçado, fazer uma coluna séria, com mix, vários tipos assuntos, fica muito difícil. Noticia boa é aquela que você procura; a que chega tem interesse por trás. Como há uma competição muito grande de bons colunistas, fica difícil conseguir as coisas boas para você. Os jornais criaram um monstro: a expectativa de que a coluna vai dar um furo. Você, com dois assistentes, quer dar furo no jornal inteiro. Portal dos Jornalistas – O que o livro deixou em você? Joaquim – Pena que Zózimo morreu muito jovem, com 56 anos. Era um grande personagem, principalmente no Rio. Sempre conseguia o que mais gostava: tirar um sorriso do leitor todo dia de manhã.
ANJ recorre ao STF para que sites sigam a mesma legislação de jornais e revistas
A Associação Nacional de Jornais ajuizou uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin 5.613) no STF para que este determine que portais de notícias sigam as mesmas leis que regem os jornais e revistas. A lei dispõe sobre a participação de capital estrangeiro nas empresas jornalísticas e de radiodifusão sonora e de sons e imagens. Para a ANJ, a interpretação dos dispositivos questionados, que exclui os portais da regulação da atividade jornalística, contraria o sentido e o alcance do artigo 222 da Constituição, que, a seu ver, integra o núcleo do marco regulatório da Comunicação Social. A restrição à participação estrangeira no setor, segundo a entidade, teve por objetivo “garantir que a informação produzida para brasileiros passasse por seleção e filtro de brasileiros”. Segundo a entidade, o objetivo é esclarecer que a lei não abrange somente pessoas jurídicas que produzam publicações impressas e periódicas, mas toda e qualquer organização econômica que produza, veicule e divulgue notícias para o público, por qualquer meio de comunicação. A ANJ ressaltou ainda que a manifestação do Supremo é necessária para não haver interpretações no sentido de que os sites não poderiam ser conceituados como empresas jornalísticas, e que há necessidade de lei específica para o enquadramento dos sítios de notícias da internet nesse sentido. Alguns analistas consideram que o alvo prioritário da ação são sites estrangeiros que fazem jornalismo independente por aqui – como BBC Brasil, El País Brasil e The Intercept (de Glenn Greenwald) – e que têm conseguido escapar do jogo de poder local e oferecer uma cobertura mais balanceada da nossa vida política.
Infoglobo muda de endereço e o desenho da Redação
* Por Cristina Vaz de Carvalho, editora de Jornalistas&Cia no Rio de Janeiro
A nova sede da Infoglobo no Rio está pronta para a mudança, que começa na próxima terça-feira (8/11) e deve se estender até dezembro.
O prédio foi construído num terreno entre as ruas de Santana e Marquês de Pombal, na Cidade Nova, mesma região do Centro do antigo endereço, a rua Irineu Marinho, e que deve se beneficiar da revitalização por que passou o Porto do Rio.
O projeto, do escritório de arquitetura RRA, de Ruy Rezende, pode ser visto em parte aqui. Para lá vão os jornais O Globo, Extra e Valor, e a revista Época. Num segundo momento, as rádios podem ser integradas ao grupo. Além da mudança física, deve haver uma reformulação do sistema de trabalho.
Para isso foi contratada a espanhola Innovation. A empresa é representada no Brasil por Eduardo Tessler, ex-RBS e que já trabalhou em O Globo, como jornalista, antes de se dedicar à consultoria na Innovation, e que mantém o blog Midia Mundo. A empresa foi chamada pela Infoglobo, no primeiro semestre deste ano, para reorganizar a antiga Redação, que fora montada antes do impacto da internet e vinha se adaptando. A Innovation fez isso em vários jornais no mundo.
O trabalho foi apresentado aos comandos das Redações, mas houve algumas discordâncias, o que vem sendo negociado com a direção, e espera-se que um acordo interno seja obtido até meados deste mês. A intenção é unificar as Redações, com viés apontado para a área digital.
O grau de integração na Infoglobo já é grande – e, aos poucos, desta com a Editora Globo –, o que agora deve ser organizado. Vai reduzir os recursos, num ambiente em que a sinergia já é alta, mas isso tem um limite, para não prejudicar a qualidade do que é feito. Os críticos questionam se esse tipo de trabalho é importante. Os tempos são difíceis para a mídia impressa; jornais e revistas no mundo avaliam seus futuros e experimentam novos modelos de negócio. Reordenar os processos, à luz do que se tem hoje, parece olhar para trás. Não garante novas receitas nem incremento da circulação. Vale fazer esse esforço, mas é pouco.
É preciso saber primeiramente para onde ir, e só depois ver como chegar lá. O tipo de ajuda que se espera, no mundo inteiro, é como resolver a questão da mídia impressa, e não a forma de trabalhar, que é o que essa empresa propõe. Existe mérito em otimizar os processos, mas isso não aponta para uma visão básica do negócio, a partir de modelos novos.
Mas nenhuma empresa no mundo tem um case moderno, bem-sucedido, para apresentar. A Infoglobo vem se posicionando como empresa de projetos especiais, eventos setoriais, e a área cresce, é bem-sucedida e gera receitas.
Será este um dos caminhos para desafogar o impasse no setor?
Últimos dias para ajudar o Observatório da Imprensa
Restam apenas cinco dias para colaborar com o Observatório da Imprensa em sua campanha de crowdfunding O Observatório precisa de você. Até agora, foram arrecadados pouco mais de R$ 90 mil dos R$ 250 mil estabelecidos como meta da campanha. É possível fazer doações de 20, 50, 100 ou 200 reais. No site Kickante são oferecidas recompensas, como uma camiseta com a marca do Observatório, livros sobre jornalismo e a inclusão do nome do doador no site do Observatório da Imprensa. Os recursos são necessários para bancar a produção do site, hospedagem, administração e impostos. Texto do Observatório que convida leitores a se engajarem diz que “ao colaborar clicando no Kickante você não está apenas ajudando a continuidade do Observatório da Imprensa. Estará também, e principalmente, assumindo uma posição proativa na defesa do princípio de que cada um de nós tem o direito a receber dados, fatos e análises que nos permitam uma avaliação do noticiário da imprensa, conforme os nossos desejos e necessidades”. A campanha será encerrada nesta sexta-feira (6/11).
Na mineira Tiradentes, Fórum do Amanhã discute o futuro do Brasil
A histórica Tiradentes, em Minas Gerais, será palco do Fórum do Amanhã, evento que reunirá empreendedores sociais, empresários, jornalistas, artistas, jovens lideranças, indivíduos e organizações entre os dias 24 e 27 de novembro. Na pauta dos debates, iniciativas e ações para o desenvolvimento do Brasil em diversos setores. A programação fundamenta-se em valores de inovação e superação, e inclui mesas de debates e atividades culturais. A ideia é pensar nos caminhos que devem ser sonhados e traçados coletivamente para que o Brasil supere suas deficiências econômicas e sociais. O encontro abre espaço para a discussão de temas como o futuro da política, da educação, da economia, das cidades, do meio ambiente, do trabalho e da governança. Os assuntos estão alinhados às novas tendências mundiais, como sustentabilidade, compartilhamento, transparência, inteligência coletiva, equidade de gênero e diversidade. Entre os convidados está o sociólogo italiano Domenico De Masi, autor do livro O ócio criativo e fã declarado da cultura brasileira. Em suas obras, De Masi aborda temas como a sociedade pós-industrial, a criatividade e os paradoxos sociais e empresariais. Outro palestrante e idealizador do evento é Eduardo Giannetti, economista brasileiro, autor de Trópicos Utópicos e defensor das particularidades e dos valores nacionais. Também estarão no grupo os jornalistas Gilberto Dimenstein, Eliane Brum, Gabriela Augustini (Olabi), João Rodarte, Anna Parsons, Anna Penido e Felipe Vilicic. Para se inscrever no Fórum, os interessados devem fazer cadastro no site: http://www.forumdoamanha.com/. É possível escolher de quais mesas e eventos participar. Parte da programação é gratuita.
Lulie Macedo deixa a Folha de S.Paulo
Lulie Macedo deixou em 1º/11, a pedido, a Folha de S.Paulo, após 16 anos de casa, e vai se dedicar a estudos de marketing e branding, tema que está cursando na FGV. Ela ocupava o posto de secretária assistente de Redação de Especiais, tendo naquele período exercido as mais variadas funções no jornal, de repórter a editora-geral. Lulie disse ao Portal dos Jornalistas que seu interesse pela fronteira entre o jornalismo e o marketing de conteúdo só cresceu desde que assumiu na Folha a interface Redação/Comercial: “Nos últimos dois anos, fui responsável por coordenar os projetos especiais da Redação em parceria com a área comercial – essa aproximação foi, portanto, algo natural e desejado. Acredito que há muito a ser explorado nesse território, ainda incipiente no Brasil. Pretendo continuar estudando e colaborando com veículos e marcas que tenham interesse na minha experiência como jornalista aplicada ao branded content e seus desdobramentos”. O e-mail pessoal dela é [email protected]. Em comunicado interno, a Folha informou que o cargo de Lulie foi extinto data e suas funções, redistribuídas. A interface com a área comercial da empresa passa a ser exercida por Suzana Singer, responsável pelo Núcleo de Treinamento/Seminários, com reporte ao editor executivo Sérgio Dávila.
Três jornalistas da RBS atuarão na cobertura das eleições presidenciais dos EUA
Daniel Scola e Rodrigo Lopes são os escalados do Grupo RBS para acompanhar as eleições presidenciais dos Estados Unidos. Além deles, Andressa Xavier, chefe de Reportagem da rádio Gaúcha, também acompanhará a corrida presidencial, a convite da embaixada dos EUA. Rodrigo embarca nesta terça-feira (1º/11), quando começará uma cobertura on the road, de Ohio à Pensilvânia, estados fundamentais para a escolha do sucessor do presidente Obama. Ele também estará em Manhattan no dia 8, acompanhando o dia decisivo a partir dos centros de comando da campanha de Hillary Clinton e Donald Trump. Será uma cobertura multiplataforma, com textos para o site, reportagens especiais para a edição impressa, vídeos, participações via Facebook Live e breaking news no Twitter de ZH. Scola viaja em 2/11 para a Flórida, o Estado “pêndulo”, que oscila entre Democrata e Republicano e tem muita representatividade no Colégio Eleitoral, sendo muito relevante para o resultado final das votações. No dia 6, o repórter irá a Nova York, para contar os detalhes que antecedem o dia de eleição. Scola apresentará diretamente dos EUA os programas Gaúcha Atualidade, às 8h10, e Chamada Geral 2ª edição, às 16h30. Também terá participações especiais em outros programas da rádio e estará online nas redes sociais e no site da Gaúcha, com cobertura ao vivo no Facebook Live (transmissão do Atualidade). Andressa viajará como convidada do projeto Election Night Reporting Tour, em um roteiro que passará por Washington, Filadélfia, Nova York e Miami. Como parte do programa, participará de um encontro com porta-vozes dos dois partidos e acompanhará atividades de campanha de cada candidato.






