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sexta-feira, abril 24, 2026

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EPTV fecha Tribuna Impressa, de Araraquara

Depois de 20 anos, deixou de circular em 10/1 a Tribuna Impressa, de Araraquara, do Grupo EPTV, de Campinas, ligado à Rede Globo. A Tribuna foi um jornal tradicional na cidade e um dos 15 líderes regionais de mercado, integrantes da Associação Paulista de Jornais (APJ).

Segundo Josué Suzuki, diretor de Jornais e Mídias Digitais da EPTV, o motivo foi estarem reforçando na cidade o projeto digital do grupo, ACidade ON, lançado em abril de 2016: “Inclusive vamos manter uma redação no local para o ACidade ON Araraquara. E ainda neste semestre vamos abrir também o ACidade ON São Carlos e ACidade ON Campinas. Juntando os três sites, teremos mais jornalistas do que tinha a Tribuna. Isso sem contar o ACidade ON Ribeirão Preto, já consolidado”.

Além de lembrar que em Araraquara a EPTV tem também o Jornal Regional e o Café com Esportes, jornais dentro da programação da Jovem Pan, das 7h às 8h, e boletins durante o dia todo, Josué diz que, no impresso, o jornal A Cidade, de Ribeirão Preto, em 11/1 expandiu sua cobertura para a região, passando a circular em Araraquara, Américo Brasiliense, Matão, Gavião Peixoto, Santa Lúcia, Motuca e Nova Europa: “Mas deixo claro que se trata de uma ampliação da área de cobertura, de 28 para 35 cidades, não de um novo jornal em Araraquara. E teremos conteúdo dessa nova região dentro de A Cidade. Aliás, ele segue firme e forte. Inclusive viramos berliner no dia 1º de janeiro: novo ano, novo governo, novo jornal”.

Macho do Século XXI ganha canal no YouTube

Autor do livro Macho do Século XXI – O executivo que virou dono de casa. E acabou gostando, Claudio Henrique dos Santos acaba de lançar no YouTube um canal para discutir temas relacionados à obra, como machismo, paternidade e igualdade de gêneros. Com passagens pelas áreas de Comunicação de Autolatina, Volkswagen, Chrysler e Renault, em 2010 ele deu um tempo na carreira e foi morar em Cingapura, acompanhando a esposa, que havia recebido um convite para trabalhar lá. Desde então, virou “dono de casa” e transformou em livro a nova carreira, que agora lhe deixa tempo para atuar como palestrante especialista no tema. “A ideia é, a partir de agora, começar a contar as histórias do livro também em vídeo”, explica Claudio. “Tratarei ainda de temas relacionadas, como machismo, paternidade e igualdade de gêneros. Os vídeos serão semanais e os primeiros cinco episódios já foram gravados, com produção da Prosa Press, de Patrícia Travassos”. Depois de Macho do século XXI, Claudio lançou em 2016, em parceria com Joyce Moysés, Mulheres modernas, dilemas modernos – E como os homens podem participar (de verdade). A obra discute os novos dilemas das profissionais que trabalham e não encontram mais tempo para filhos e relacionamentos, e qual o papel dos homens nesse cenário.

Editora Três inicia processo de demissão por justa causa de Alan Rodrigues

Na manhã de 16/1, a Editora Três afastou de suas funções o editor Alan Rodrigues, que é diretor sindical, iniciando contra ele um processo de demissão por justa causa. Segundo o Sindicato dos Jornalistas de São Paulo, a empresa alegou que a suspensão “se deu em razão de testemunho prestado pelo jornalista perante a Justiça do Trabalho” em um processo em que um repórter-fotográfico, ex-funcionário PJ da editora, reclama seu vínculo trabalhista. “É uma atitude antissindical, que merece o mais amplo repúdio do movimento sindical e democrático”, afirmou Paulo Zocchi, presidente do Sindicato.“Isso é gravíssimo. Tentam banir o Sindicato da empresa, em vez de corrigir as inúmeras irregularidades”. Na editora há 23 anos, Alan foi finalista do último Prêmio Esso, com a série de reportagens Trensalão Tucano, o escândalo de corrupção do metrô de São Paulo, para IstoÉ. Ele diz que vai lutar para reverter a decisão. Procurada, a empresa não se manifestou, mas fonte de J&Cia informou que a decisão do processo por justa causa teria sido da área de RH.

Âncora é demitido de afiliada da Globo após criticar governador

Clayton Pascarelli foi demitido em 4/1 da afiliada da Globo em Manaus um dia depois de fazer um comentário crítico ao governador do Estado do Amazonas, José Melo, do Pros, por causa da morte de 56 presos em uma guerra de facções no Complexo Penitenciário Anísio Jobim. O fato de o Governador anunciar um pacote de regalias a detentos gerou por parte da coapresentadora Luana Borba o comentário de achar “no mínimo curioso” o governador dar privilégios a detentos que cometeram uma “barbárie”, ao que Pascarelli completou: “Bom, deste governo nada mais me assusta”. Apenas ele foi punido, sendo que um diretor da emissora reclamou que seu telefone não parava de tocar por causa da crítica do jornalista, que recebeu o comunicado de que não apresentaria o telejornal no dia seguinte. Pascarelli é especialista em segurança pública, repórter investigativo (é diretor da Abraji) e um âncora crítico. No ano passado, o repórter de rede Alex Barbosa foi demitido pela TV Centro América (Mato Grosso) após tentar comprovar como o tráfico de drogas age facilmente na fronteira com a Bolívia. A pressão sobre jornalistas investigativos de afiliadas, principalmente do Norte e Centro-Oeste, é tanta que muitos sugerem reportagens para colegas do Fantástico em vez de eles mesmos as produzirem. Além do risco de perder o emprego por causa de políticos, há a ameaça de grupos criminosos.

Notícias do Dia, de Joinville, deixa de circular depois de dez anos

O Notícias do Dia, de Joinville, anunciou o encerramento de suas atividades ao completar dez anos de circulação na maior cidade de Santa Catarina. O diário saiu pela última vez em 31 de dezembro. A redação chegou a ter mais de 20 profissionais, mas fechou as portas com apenas dez jornalistas em atividade. Segundo comunicado do Grupo RIC, proprietário do jornal, o ND “cumpriu seu ciclo e fez história”, mas “a operação não rentabilizava o investimento”. Ouvidos pelo Sindicato dos Jornalistas de Santa Catarina, funcionários informaram que a empresa já dava sinais de que a publicação seria encerrada. Um desses sinais seria a não renovação de 300 assinaturas do jornal para a Prefeitura de Joinville. Aderbal Filho, presidente do Sindicato, lamentou o fechamento do jornal: “Perdem os jornalistas, com menos postos de trabalho, mas também perde a cidade, com uma voz a menos a estimular o debate público”.

Violência contra jornalistas cresceu 17,52% em 2016, aponta Fenaj

Maria José Braga, presidente da Fenaj (Federação Nacional dos Jornalistas), apresentou, nessa quinta-feira (12/1), no Sindicato dos Jornalistas do Município do Rio de Janeiro, o Relatório da violência contra jornalistas e liberdade de imprensa 2016. Elaborado pela Fenaj, em parceria com os 31 sindicatos de jornalistas do País, o documento destaca um aumento de 17,52% nos casos de violência contra esses profissionais no Brasil, em comparação com o ano anterior. Dois jornalistas foram assassinados no ano passado: João Miranda do Carmo, em Goiás, e Maurício Campos Reis, em Minas Gerais. A agressão física foi a forma mais frequente (36,03% dos casos) de violência contra os profissionais da imprensa. Agressões verbais (16,15%), ameaças (14,91%) e cerceamento à liberdade de expressão por meio de ações judiciais (11,18%) aparecem em seguida. No total, foram registradas 161 ocorrências contra 222 profissionais. “Apesar dos números alarmantes, temos a impressão de que os dados são subestimados”, afirmou Maria José Braga. “Muitos casos não se tornam públicos, pois o jornalista tem medo de se expor ao denunciar quando é vítima de violência. Identificar os casos de censura também ainda é um desafio. No relatório são poucos, mas sabemos que esse número é muito maior”.

Alecsandra Zapparoli passa a ser também publisher da Abril Mídia

Alecsandra Zapparoli, que desde março do ano passado responde pela Diretoria Editorial da Abril Mídia, passou esta semana a acumular a função de publisher da empresa, respondendo também pela Publicidade e pelo Marketing das marcas.

Segundo comunicado da Abril, “com o objetivo de fomentar a sinergia entre as áreas e levar ao leitor e ao mercado produtos e soluções que atendam aos interesses de todos os públicos”.

Na nova configuração da Abril Mídia, respondem diretamente a Alecsandra a diretora de Estratégia e Produto Isabel Amorim, responsável pelo digital, parcerias e novos projetos, que acumulará a área de Publicidade com o título de diretora de Mercado; e Andrea Abelleira, que continua a comandar o Marketing das Marcas.

Com a mudança, Rogério Gabriel Comprido deixa a empresa. Alecsandra segue se reportando diretamente a Walter Longo, presidente executivo do Grupo Abril, e como membro do Conselho Editorial – os outros são Victor Civita Neto (presidente), Thomaz Souto Corrêa (vice), Giancarlo Civita e José Roberto Guzzo.

Ex-DCI, Estadão e Quem, entre outros veículos, Alecsandra Zapparoli começou na Abril como repórter em Veja São Paulo, onde chegou a diretora de Redação, em 2008.

Demissões na Fundação Piratini seguem suspensas

Os servidores da Fundação Piratini, gestora da TVE e da FM Cultura, retornaram ao trabalho em 3/1, após recesso no período de festas, pois, atendendo a uma ação dos sindicatos dos Jornalistas e dos Trabalhadores em Empresas de Radiodifusão e Televisão do RS, a Justiça do Trabalho concedeu liminar que impede o governo estadual de fazer qualquer demissão sem que antes ocorra negociação coletiva. Em caso de descumprimento, a juíza Maria Teresa Vieira da Silva Oliveira, titular da 27ª Vara do Trabalho de Porto Alegre, estipulou multa diária de R$ 10 mil por empregado dispensado. O Governo do Estado entrou com recurso, negado pela desembargadora do TRT 4, Brígida Joaquina Charão Barcelos Toschi. Milton Simas, presidente do SindjoRS, que acompanhou a volta ao trabalho, disse que a entidade sempre esteve na defesa dos trabalhadores e “contra a extinção das fundações e do pacote de desmonte do serviço público patrocinado pelo governador Sartori. Recorremos à Justiça em função da falta de diálogo por parte do governo no que se refere aos trâmites da aprovação dos 30 deputados da base governista”. Segundo o Sindicato, comunicado da direção da Piratini informou que os telejornais da TVE passarão a ter 15 minutos de duração em cada uma de suas edições, em vez de 25 minutos; e que eventuais adaptações de horários ou reprises poderão ser realizadas, como normalmente ocorre nos meses de janeiro e fevereiro. Manifesto – O Chalé da Praça XV, no Centro de Porto Alegre, recebeu cerca de 250 artistas, cientistas, docentes e apoiadores na segunda-feira (9/1), no evento que marcou o lançamento público do manifesto contra o fim das fundações públicas do Rio Grande do Sul. Às 18h, a radialista Katia Sumam fez a leitura da carta aberta enviada ao Governo do Estado que pede a suspensão do processo de extinção das instituições. Ela sugere que sejam estabelecidos “diálogo e negociação com representantes das organizações da sociedade civil e especialistas nas áreas de conhecimento científico, tecnológico e cultural, com o objetivo de formular alternativas exequíveis e profícuas para a superação da crise do Estado e o desenvolvimento do Rio Grande do Sul”. Confira a íntegra do documento. Mudança de guarda – Em meio à crise, o governador Ivo Sartori resolveu promover uma mudança de guarda na Fundação: nesta quarta-feira(11/1),Orestes de Andrade Júnior, atual diretor-geral da Secretaria Estadual de Comunicação (Secom-RS), troca de lugar comIsara Marquesna Presidência da instituição.O objetivo, conforme a Secom-RS, é dar início à construção do novo modelo para a gestão das concessões públicas da TVE e da FM Cultura. “Nossa proposta é dialogar com entidades, com o Conselho Deliberativo da Fundação, com universidades e com a comunidade a fim de construir um modelo comunitário e sustentável”, explicou Orestes ao Coletiva.net.

Empregados do Diário de S.Paulo decidem entrar em greve

Em assembleia na tarde de 9/1, em frente à sede do Diário de S.Paulo, na Barra Funda, jornalistas e trabalhadores administrativos do jornal decidiram entrar em greve devido à incapacidade da empresa em honrar seus compromissos com profissionais e fornecedores. Na quinta-feira (12/1), o Sindicato dos Jornalistas encaminhou à administração do jornal o aviso de greve, marcada para o dia 16, solicitando reunião urgente para tratar dos problemas. Os trabalhadores mantêm assembleia até uma solução para o impasse. Segundo o Sindicato, a empresa não pagou o 13º nem o salário de dezembro, que deveria ter sido quitado até o último dia 5 de janeiro. Os jornalistas do veículo estão em estado de greve desde o ano passado por causa dos atrasos frequentes no pagamento de salários e benefícios, e da falta de repasse de FGTS, Previdência e Imposto de Renda. Desde o início do ano sete profissionais foram demitidos, entre eles três editores. A partir desta quinta-feira, os empregados passaram a trabalhar em esquema de rodízio, mantendo 30% do efetivo na Redação e no departamento administrativo, mas esse percentual pode variar porque o vale-transporte referente a janeiro também não foi pago. Nota no site do Sindicato informa que, em conversa com representantes da entidade no dia 9, Mário Sales, gestor do jornal, afirmou que o Diário aguarda receber cerca de R$ 1 milhão até o dia 15, “mas não apresentou nenhum sinal de que o valor será destinado para quitar os débitos devidos aos trabalhadores. Segundo Sales, quatro contratos foram cancelados desde o início do ano em função da crise na empresa. Muitos trabalhadores não têm como pagar a passagem para se deslocar até a empresa”. J&Cia apurou que o Diário esteve ausente das bancas e dos assinantes por vários dias em função de problemas de distribuição por dívidas atrasadas. Para piorar, mesmo parte dos distribuidores dispostos a seguir levando os jornais às bancas e assinantes foram impedidos por piquetes feitos por aqueles que não aceitam negociar nem distribuir. Por causa disso, mais de duas mil assinaturas teriam sido canceladas nos últimos dias. O Sindicato informa também que há vários dias não há papel nos banheiros e que o telefone e a água foram cortados. A empresa tem sido abastecida eventualmente por caminhões-pipa. Outra irregularidade apontada é a contratação de estagiários PJ, uma vez que o jornal está devendo ao Centro de Integração Empresa-Escola (CIE-E) e teve o contrato cancelado.

José Fucs começa como repórter especial no Estadão

Depois de quatro meses colaborando com o Estadão como responsável pela produção da série A reconstrução do Brasil, sobre os grandes desafios do País pós-impeachment, em 9/1 José Fucs foi efetivado como repórter especial do jornal, na equipe do editor executivo David Friedlander.

Esta é a segunda passagem dele pelo Estadão, onde foi repórter de Economia e Negócios entre 1988 e 1989. Também teve passagens, entre outros, por Folha de S.Paulo, Gazeta Mercantil e Exame, e esteve por 13 anos na Editora Globo, em PEGN e Época, de onde saiu há um ano. Antes do Estadão, colaborou com o aplicativo Exame Hoje.

Friedlander disse a J&Cia que Fucs seguirá tocando o projeto da série, que ainda não tem prazo para terminar, e que depois disso passará a atuar em pautas especiais de Economia e Finanças. Vale lembrar que Fucs já havia trabalhado com Friedlander em Época, assim como com outros integrantes do estafe editorial do Estadão: o diretor de Jornalismo João Caminoto e os editores executivos José Alberto Bombig e Ricardo Grinbaum.

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