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Carlos Dias deixa a IstoÉ Dinheiro

Carlos Dias despediu-se no começo do mês da IstoÉ Dinheiro, após dois anos como editor de Finanças do site e colaborando com a revista na equipe da editor Milton Gamez.

Ex-Gazeta Mercantil, Reuters, CNN, Embraer, Fiesp e Fiat, desengavetou projeto de clipagem inteligente que vem concebendo há anos para executivos de empresas utilizando o WhatsApp, além de oferecer produtos diferenciados de sua empresa, a Exponews.

Ele falou ao boletim Jornalistas&Cia sobre o WzpNews, plataforma de comunicação inteligente que vai operar em breve:

Jornalistas&Cia – O que é o WzpNews?

Carlos Dias – Quando trabalhei na Fiat, atendendo à Presidência, desenvolvi um produto muito exitoso que era um olhar jornalístico, econômico por excelência, do noticiário por vir. Não era uma clipagem do passado, muito ao contrário, mas um farol. O que o executivo precisava saber bem cedo, às 6h da manhã, para começar o seu negócio. Em linguagem rápida, direta. Agora, com o WhatsApp, o canal ficou azeitado, perfeito.

J&Cia – No que ele é diferente da clipagem tradicional?

Carlos – Os jornais e grupos de mídia, as agências de comunicação, não se aperceberam de que os clientes querem um outro tipo de comunicação. Precisam de informações pontuais, para decidir sobre seus negócios no dia a dia. Informação que transforme, que ajude em vendas e decisão. Essas são as diferenças.

J&Cia – Como o produto será formatado?

Carlos – Será absolutamente personalizado para cada nicho de mercado, a cada cliente contratado. Com informações a análises macro e microeconômicas, além das setoriais. De forma rápida, fácil de consumir, instantânea. Algo que os jornais e revistas não estão provendo.

J&Cia – E por que eles não oferecem isso?

Carlos – Porque não há equipe, o produto que fazem é genérico. O executivo não tempo de ler todo o jornal. Precisa de inteligência, alguém que diga a ele o que é importante para o seu negócio naquele dia, naquele momento. Isso o jornal e a revista não dão. Este será o diferencial do WzpNews. Informação de qualidade e focada.

Os contatos dele são 11-973-299-716 e [email protected].

Audiência do Congresso em Foco quase triplica em quatro meses

O Congresso em Foco comemora um salto de audiência, de quase o triplo de acessos à página, no período de 1º/1 a 8 de maio.

Desde o início do ano, o site alcançou a marca de quase 16 milhões de pageviews. Em igual período de 2016, época em que se decidia o impeachment de Dilma, foram menos de 5,5 milhões. No atual período, também dobraram os números de visitas e de usuários únicos – em torno de 9 milhões e 6 milhões, respectivamente.

Segundo texto publicado pelo site em 9/5, “todos esses dados soam ainda mais significativos quando lembramos que o ponto mais forte do Congresso em Foco sempre foi, mais do que a quantidade, a qualidade da sua audiência. Nada menos do que 75% dos seus leitores são tomadores de decisão – parlamentares, assessores e agentes públicos no topo da cadeia de comando dos três poderes – e formadores de opinião (jornalistas, consultores, líderes sociais etc.)”.

De acordo com o Google Analytics, o número de visitas à página cresceu 65,5% entre 1º de janeiro e 31 de dezembro de 2016, em comparação com igual período de 2015. Só no ano passado, o site recebeu mais de 19 milhões de visitas, ante os 11,49 milhões registrados anteriormente. O total de visitantes únicos aumentou 57,68% (de 7,2 milhões para 11,46 milhões). Já o de páginas vistas subiu 52,31% (de 15 milhões para 22,89 milhões).

Cláudio Barbosa assume Comunicação do Amazonas

Cláudio Barbosa entra no lugar de Amaral Augusto
Cláudio Barbosa entra no lugar de Amaral Augusto

Cláudio Barbosa é o novo secretário de Estado de Comunicação do Amazonas. Ex-diretor de Comunicação da Assembleia Legislativa do Amazonas, foi também presidente do Sindicato dos Jornalistas local. Ele entra no lugar de Amaral Augusto, que estava no posto desde fevereiro de 2016.

Formado em Jornalismo pela Universidade Federal no Amazonas e doutorando em Comunicação pela Universidade Federal de Minas Gerais, Cláudio é autor dos livros Olhos da noite e Amazônia, até quando uma esperança.

BNDES financia serviços de editoração de livros

Condições oferecidas pelo BNDES são melhores do que o crédito bancário comum

 

O BNDES incluiu serviços de editoração de livros destinados a publicação, nos formatos impresso e digital, como itens passíveis de financiamento por meio do Cartão BNDES. Entre os novos itens que podem ser financiados estão: revisão e preparação de texto, incluindo tradução; projeto gráfico e de arte, incluindo capas e ilustrações; diagramação e paginação, incluindo etapas de pré-impressão; conversão de conteúdo para formato digital; e serviços de catalogação.

Para se credenciarem como fornecedoras desses serviços no portal do Cartão BNDES, as empresas precisam atender a alguns critérios. Entre eles ter CNPJ há dois anos, site próprio e comprovar serviços prestados a pelo menos três empresas.

Devem ainda ser cadastradas na Receita Federal em CNAEs (Classificação Nacional de Atividades Econômicas) que as credencie a prestar serviços de edição de livros; edição integrada à impressão (de livros, jornais, revistas ou outras publicações); pré-impressão; tradução, interpretação, revisão e similares; e atividades de artistas plásticos, jornalistas independentes e escritores. Não podem se credenciar agências de publicidade, comunicação e webdesign.

Os itens dos novos financiamentos representam custos relevantes na cadeia produtiva do livro. Com isso, o banco amplia o apoio ao setor editorial, completando as linhas de crédito – que já existiam – para a impressão de livros e a aquisição de papel destinado à produção de livros.

Entre os objetivos desse lançamento está trazer para o mercado, em formato digital, obras esgotadas no formato impresso. E também estimular novos negócios, bibliotecas digitais e serviços de streaming (arquivos de áudio e vídeo na internet), agregando mais valor à cadeia do livro.

Com base em pesquisa de produção e vendas do setor editorial brasileiro, levantamento realizada pelo Instituto de Pesquisas Econômicas da USP, o BNDES estima em R$ 52 milhões ao ano o potencial de contratação desses serviços.

MPF, MPE e OAB de Rondônia enviam carta às redações

Ministério Público Federal (MPF-RO), Ministério Público do Estado (MPE-RO), Defensoria Pública (DP-RO) e Ordem dos Advogados do Brasil Seccional Rondônia (OAB-RO), assinaram carta conjunta em que fazem recomendações à Secretaria de Segurança Pública alertando para o direito das pessoas presas de terem suas imagens preservadas. A carta com as sugestões começará a chegar também às redações do Estado.

O documento atende a uma solicitação de associação de policiais militares. A entidade acusa alguns membros da imprensa local de violarem os limites físicos das instalações policiais a fim de obter “mais sucesso” na busca por informações.

No documento, os órgãos alertam que divulgar imagens que identifiquem pessoas presas viola o direito inerente à dignidade humana. Cita ainda o Artigo 5ª, inciso X, da Constituição Federal, que “assegura a inviolabilidade da intimidade, da honra e da imagem da pessoa”. Em outro trecho, manifesta o receio dessas práticas se perpetuarem na mídia, expondo as pessoas ao julgamento prévio pela imprensa.

De acordo com as recomendações, as imagens só poderão ser capturadas e veiculadas se houver consentimento do preso(a). O documento deve ser registrado por escrito e assinado por magistrado, advogado, defensor público ou membro do MP. Além disso, as entrevistas, quando consentidas, só poderão ocorrer em locais apropriados. Eles devem respeitar os princípios da dignidade da pessoa humana e sempre após o encerramento das audiências interrogatórias. Os profissionais da imprensa só poderão circular nas dependências destinadas ao atendimento ao público nas unidades prisionais.

Um bigode imenso

* Por Maria Clara Prates

 

Hoje uma lembrança dos primeiros anos de juventude está me perturbando. Já fui ingênua, tímida e pura, coberta pelo manto do amor de uma família em que fui a primeira filha, neta e sobrinha. Por isso, conheço o amor em sua forma mais pura! Só descobri o mundo real quando fui estudar jornalismo na PUC. Tinha bochechas rosadas, cabelos cacheados loiros e olhos verdes. Uma beleza própria da juventude!

Mesmo despreparada me meti a viajar para o Enecom, um encontro de estudantes de jornalismo, aquele ano em Florianópolis. Foi um choque de realidade! Sexo, drogas e rock n’roll. À época, não bebia e nem fumava. Despreparada, de cara vi-me obrigada a morder até sangrar o braço de um cara que queria me estuprar depois de uma noite em um bar em companhia de Zaira de Andrade Paiva. Terror!

Os outros dias foram tranquilos. Estava em uma pracinha no campus da Universidade esquentando um sol, como se diz no interior de Minas, tentando espantar o frio, quando se achegou um homem de poncho e chapéu peruano, ostentando um bigode espesso que lhe cobria toda a boca. Senti-me incomodada por ele interromper a gostosa sensação de solidão.

Eu tinha comigo um livro da trilogia de Kafka. Conversamos muito como velhos amigos a partir daquela leitura. A conversa durou horas, até a noite começar a cair. Lá pelas tantas chegou um amigo, Vasco, que nunca mais vi. O ignoramos. Mas o clima entre nós tornou-se aconchegante e aquele homem tentou me dar um beijo. Traumatizada com a primeira experiência e com medo daquele volumoso bigode, recuei.

Naquele momento senti uma dolorosa cotovelada nas costelas e ouvi a frase: “Você está dando de gostosa com o Belchior?”. O encanto se quebrou e ele se foi.

Na noite daquele mesmo dia fez um show inesquecível. Eu, que sempre fui fã incondicional dele, estava na primeira fila. Trocamos olhares cúmplices até que ele se foi. Mais uma vez prevaleceu a emoção.

#voltabelchior, como defende meu amigo Kerison Lopes.

 

* Maria Clara Prates é repórter especial do Estado de Minas, onde está há quase 30 anos. Diversas vezes premiada, inclusive com o Esso, é coautora do livro Crime e Impunidade, patrocinado pela Sociedade Interamericana de Imprensa, em 2000, que aborda a impunidade de crimes cometidos contra jornalistas na América Latina.

Eduardo Reina deixa o DER

Eduardo Reina deixou recentemente a Coordenação de Imprensa do DER, fechando a trinca Artesp, Dersa e DER onde atuava desde março de 2011, e está em busca de novas oportunidades.

Segue, porém, na apuração sobre bebês e crianças sequestradas durante a ditadura militar no Brasil, tema que abordou no romance Depois da Rua Tutoia, lançado em 2016. Nesta semana mesmo está na região do Araguaia, onde participa de evento comemorativo aos 45 anos da Guerrilha do Araguaia e prossegue na investigação. Os contatos dele são [email protected] e 11-996-027-315.

Antes dos órgãos de transportes do governo paulista, Reina atuou em jornais como repórter, editor, colunista e diretor de Redação em São Paulo e interior, como Estadão, Diário de S.Paulo, Diário do Grande ABC, Comércio do Jahu, Diário Popular e Guia 4 Rodas, entre outros, além de assessoria de imprensa para empresas, organizações e sindicatos.

Fez curso de complementação na Organização Internacional do Trabalho (OIT) na Suíça (1993). Também é autor do livro No gravador (2003).

Congresso Mega Brasil começa nesta terça-feira (23)

Um verdadeiro Festival da Comunicação Corporativa. É assim que pode ser caracterizada a vigésima edição do Congresso Mega Brasil de Comunicação, Inovação e Estratégias Corporativas. O encontro será realizado a partir de 23/5, na nova ala do Centro de Convenções Rebouças, em São Paulo, sob a inspiração do tema geral Os desafios da transversalidade no universo corporativo.

O evento abre em na terça-feira, pela manhã, com o lançamento da edição 2017 do Anuário da Comunicação Corporativa. Em suas 176 páginas, trará reportagens internacionais sobre as tendências da atividade e os veículos de comunicação que cobrem o setor em todo o mundo, pesquisas sobre a mulher executiva de comunicação (realizada pela Aberje), comunicação interna (Cristina Panella/Mega Brasil) e consumo de informação pela geração millenials (MindMiners/PayPal), ranking das agências e dos grupos de comunicação corporativa, indicadores econômicos que incluem o desempenho das agências em 2016 e o inédito Índice de Confiança do Empresário de Comunicação Corporativa – ICECC, além de uma série de reportagens sobre as profundas transformações em curso no universo da comunicação corporativa no Brasil.

Na sequência, Jeffrey Sharlach, fundador e chairman da Jeffrey Group, faz a conferência inaugural sobre A necessidade de uma abordagem inovadora para as Comunicações Corporativas, aquecendo os debates que se sucederão na Arena da Inovação, para a qual foram reservados debates sobre três temáticas que estão transformando a atividade: Geração Millennials e o Consumo de Informação; Black Mirror é passado; e A realidade além da Imaginação.

O Congresso prossegue no período da tarde com seis palestras temáticas, todas antecedidas por pitchs de startups presentes ao evento no StartLab, além de um TED inspirador com a psicóloga Meiry Kamia. As palestras são:

  • Como fazer um planejamento inovador num mundo inovado;
  • Inteligência artificial nas relações entre marcas e consumidores – ainda um universo em descoberto;
  • Os principais indicadores da pesquisa global “The Company Behind the Brand II: In Goodness We Trust”
  • Roque jornalístico: saem os repórteres de economia, entram os de polícia
  • A reinvenção pessoal – Estratégias para superar os momentos confusos, difíceis e dolorosos de sua vida e carreira
  • O impacto das notícias falsas para a reputação e o negócio das empresas e os desafios de uma comunicação preventiva

As atividades programadas para o período noturno são os debates Muito além da assessoria de imprensa: a nova Era da Comunicação Corporativa já começou (sob os auspícios da Associação Brasileira das Agências de Comunicação – Abracom); e A outra face da medalha da ética é a transparência – apresentação do Índice de Transparência Ativa (promovido pelo Observatório da Comunicação Institucional – OCI).

Segundo dia – Em 24/5, o evento abre espaço para debates em oito mesas-redondas, realizadas duas a duas em apresentações simultâneas. E sempre precedidas pelos pitchs das startups presentes ao evento no StartLab e mescladas com TEDs inspiradores, tendo as participações de Tiago Bispo, sócio fundador e investidor de InvesteApp, Hack N’ Rock e House of Fintech, e de Cláudio Henrique Santos, autor do livro O macho do Século XXI. Os debates vão girar em torno das temáticas:

  • Influenciadores Digitais: a nova fronteira do PR
  • O que as empresas mais priorizam na comunicação com os empregados
  • A Publicidade na Era da inteligência e tecnologia
  • Uso da tecnologia na Comunicação Corporativa
  • O papel da comunicação para uma política efetiva de compliance
  • Social Commerce – Como a tecnologia e a inovação têm ajudado as marcas a venderem mais
  • Gameficação aplicada às estratégias corporativas;
  • Ética em inteligência artificial: para onde vamos?

A jornada se encerra com a cerimônia do Prêmio Personalidade da Comunicação, que homenageará Boris Casoy por sua trajetória no jornalismo brasileiro e pioneirismo no telejornalismo.

Terceiro dia – O último dia de evento (25), também conhecido como Conferences Day, por concentrar as conferências do evento, será aberto pelo Fórum do Pensamento, que debaterá A retomada do Brasil competitivo, em mesa com procurador regional da República, engenheiro espacial, comentarista de tevê e economista.

Serão três as conferências, no período da tarde, uma internacional e duas nacionais:

  • Empreendedorismo e inovação como política de Estado – A experiência estratégica israelense (internacional)
  • Conectados – O novo consumidor na Era Digital e os desafios da comunicação
  • A comunicação a serviço do negócio

No final da tarde acontece a avant-première do filme Real – O plano por trás da história. Dirigido por Rodrigo Bittencourt, foi inspirado no livro 3.000 dias no Bunker – Um plano na cabeça e um país na mão, de Guilherme Fiuza.

A última atividade do Congresso é a cerimônia de entrega do Top Mega Brasil. Além dos Top 10 Brasil e dos Top 5 das regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sul e Sudeste – categorias Agências de Comunicação e Executivos da Comunicação Corporativa – serão conhecidos os campeões regionais e os três mais votados do Brasil (pódio Brasil).

O evento segue com inscrições abertas, pelo valor de R$ 2.800, com 20% de desconto para leitores deste Jornalistas&Cia. Informações pelo www.megabrasil.com.br/congresso2017 ou 11-5576-5600.

Globo cria “minirredações” em Guarulhos e São Bernardo

A Rede Globo acaba de criar duas novas praças na Grande São Paulo para ampliar a cobertura da região. Em Guarulhos, os trabalhos serão feitos pelo repórter Victor Bonini, enquanto São Bernardo do Campo estará aos cuidados de Marcelo Poli.

A nova estrutura faz parte do novo projeto de reformulação dos jornais Bom Dia SP, SP1 e SP2, que recentemente ganharam novas marcas, vinhetas e identidades visuais. A ideia da emissora é montar uma minirredação em cada uma dessas cidades.

29º Troféu HQMix entra na fase do júri de especialistas

José Alberto Lovetro (JAL), presidente da Associação dos Cartunistas do Brasil, que promove o Troféu HQMix, informa que está a todo vapor a primeira fase da votação da 29ª edição do concurso, em que os jurados escolhem até dez selecionados por item: “Essa é a fase mais difícil, pois foram cerca de 400 inscritos nesta primeira experiência em que os próprios autores e editoras escolhem o que inscrever para concorrer ao Oscar dos quadrinhos no Brasil.A previsão é que ela termine até final de junho e que as cédulas com os escolhidos sigam para os cerca de mil inscritos como votantes da segunda fase. Todos trabalham na área dos quadrinhos no Brasil. Portanto, o resultado final deverá ser conhecido só em julho”.

Segundo ele, ainda não há data para a entrega dos troféus: “Mas o grande mistério sempre é a escolha do personagem de quadrinhos brasileiro a ser homenageado com a estatueta feita pelo artista Olintho Tahara. Ele só será desvendado próximo da divulgação dos ganhadores deste ano”.

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