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10º Enjai-RJ reúne assessores no Sindicato

Flávia Oliveira, Renata Jordão, Carmen Pereira e Adriana Barsotti
Flávia Oliveira, Renata Jordão, Carmen Pereira e Adriana Barsotti

*Por Cristina Vaz de Carvalho, editora de Jornalistas&Cia no Rio.

O Sindicato dos Jornalistas do Município abriu as portas no último sábado (11/11) para o 10º Enjai (Encontro de Jornalistas em Assessoria de Imprensa). Sob o tema Jornalistas em assessorias e os desafios no cenário de transformações, discutiu-se o papel das novas plataformas digitais, que ampliam o mercado de trabalho ao mesmo tempo em que impõem constantes desafios aos profissionais. O primeiro painel, Perspectivas profissionais e a conjuntura atual, contou com Jessica Naime, supervisora técnica do Dieese Rio, e a advogada trabalhista Cláudia Duranti.

Em seguida, Adriana Barsotti, Flávia Oliveira e Renata Jordão expuseram sua experiência e opinião em mesa sobre Tendências do mercado de trabalho, sob mediação de Carmen Pereira. No terceiro painel, Ivan Accioly falou sobre Perspectivas para o mundo trabalho, do ponto de vista de quem tem uma empresa; Washington Santos relatou o caso Reconstruindo a imagem institucional; e Rosayne Macedo comentou seu Reinventar, uma proposta inovadora.

No encerramento, Beth Costa comandou a Plenária Final, com apresentação de teses nacionais e locais, e a eleição dos delegados que as levarão ao Encontro Nacional, em dezembro, em Vitória.

Conselho Regional de Administração apresenta indicador de governança municipal

*Por Cristina Vaz de Carvalho, editora de Jornalistas&Cia no Rio.

O Conselho Regional de Administração do Rio de Janeiro (www.cra-rj.adm.br) e a Prefeitura de Niterói convidam para a apresentação, na próxima terça-feira  (21/11), do Índice CFA de Governança Municipal.

O indicador, elaborado pelo Conselho Federal de Administração, registra a qualidade da gestão pública dos municípios de todo o país. Do Rio de Janeiro, 35 municípios já tiveram seus três indicadores aferidos (Gastos e finanças públicas; Qualidade da gestão; e Desempenho), tendo Niterói conquistado o melhor lugar no Estado. Às 9h, na Fundação Niemeyer (rua Jornalista Rogério Coelho Neto, s/nº, no Centro, em Niterói).

Stanford seleciona para programa John S. Knight Fellowship

Considerado um dos melhores do mundo para inovação, empreendedorismo e liderança no jornalismo, o programa John S. Knight Fellowship, da Universidade de Stanford, abriu inscrições para sua turma de 2019, cujo ciclo vai de setembro de 2018 a junho de 2019. As inscrições vão até o dia 4 de dezembro.

O programa, que oferece bolsa aos participantes, tem 20 vagas e reúne profissionais de diferentes nacionalidades para pensar e encontrar soluções para as questões mais urgentes enfrentadas pelo jornalismo. Os participantes devem passar dez meses estudando, comparecendo a workshops e eventos e trabalhando em projetos que visem a qualificar o jornalismo. Inscreva-se!

Cinquentenário da Aberje será celebrado no dia 22, em evento na Sala São Paulo

Entidade antecipa anúncio dos dez comunicadores do ano

Promete ser em alto estilo a celebração do jubileu de ouro da Aberje, em evento marcado para a próxima quarta-feira (22/11), na Sala São Paulo, no bairro da Luz, na capital paulista. Ele também marcará a entrega da 43ª edição do Prêmio Aberje em 17 categorias, além de troféus para as Mídias do Ano, nas categorias Informação, Opinião, Especializada, Segmentada e Branded Content.

Em aquecimento à festa, a Aberje divulgou neste início de semana os dez comunicadores do ano, eleitos pelo Conselho Deliberativo da entidade pelo trabalho desenvolvido nas respectivas empresas em 2017. Um deles receberá adicionalmente o título de Comunicador do Ano.

Os eleitos de 2017 são: Adriana Lutfi (Mercado Livre), Adriano Strighini (Sabesp), David Grinberg (McDonald’s), Fabio Caldas (CPFL), Mirka Schreck (Vale), Neivia Justa (J&J), Othon de Villefort Maia (Anglo Gold), Paulo Pereira (Bayer), Roberto Baraldi (Fiat) e Mauro Segura (IBM).

Outras informações com Adriano Ortolani ([email protected] ou 11-986-715-102).

Balaio do Kotscho volta à rede na próxima segunda-feira (20/11)

Suspenso desde a saída de Ricardo Kotscho da Record News no início de outubro, o blog Balaio do Kotscho estará de volta à rede na próxima segunda-feira (20/11), agora num site independente, criado pela filha Mariana Kotscho, com a ajuda de jovens profissionais que trabalham na equipe dela no Papo de Mãe.

Criado há mais de nove anos, o Balaio foi um dos pioneiros de jornalismo político na internet quando estreou no portal IG e desde 2011 estava no R7. Agora, além das colunas diárias, vai ter também material de memória do trabalho de Kotscho em mais de 50 anos de profissão, com arquivo de posts, reportagens e palestras. E vai tratar não só de política, mas de questões sociais, economia popular, cultura, futebol, com espaço para crônicas do cotidiano.

“Existe um grande país fora da Lava Jato e do interminável Fla-Flu da guerra política que domina o noticiário”, disse Ricardo a J&Cia. “O Brasil não é e não pode ser só isso. Há também muitas coisas boas acontecendo, muita gente se organizando em busca de saídas para virar o jogo, inovações tecnológicas pipocando, empresários e trabalhadores encontrando novas formas de sobreviver à crise. Como sem bilheteria não tem circo, o site está em busca de apoios/patrocínios para bancar esse projeto de jornalismo independente com credibilidade”. Contatos pelo [email protected].

Juliana Kunc Dantas começa como chefe de Reportagem na TV Gazeta

Juliana Kunc Dantas
Juliana Kunc Dantas

Juliana Kunc Dantas deixou a rádio BandNews FM, onde estava desde dezembro de 2012, e assumiu a Chefia de Reportagem do Jornalismo da TV Gazeta a convite do diretor Dácio Nitrini. Volta assim à emissora, em foi estagiária na redação quando estudante na Cásper Libero, contratada em seguida para a subchefia e de onde saiu para a Record News há seis anos. A vaga estava aberta com a saída de Raquel Rieckmann, que deixou a Gazeta para lecionar em cursos de Comunicação. Juliana segue disponível para trabalhos de locução pelo 11-992-856-858.

Em post de despedida no Facebook, Ela escreveu: “Mudança é um processo que assombra e instiga na mesma medida. E é preciso reconhecer quando determinados ciclos se encerram para dar lugar a novos ares e energias. Hoje me despeço da emissora em que me apaixonei pelo rádio. Um lugar dinâmico, casa de gente competente e alerta; de garra. Produzi, ancorei, fiz reportagem, editei, fechei, coordenei praças, abracei projetos e fui abraçada. Pelos projetos, pelo trabalho, pelas pessoas. Pela confiança da chefia. Pelo hardnews em sua forma máxima. Aqui tudo é superlativo. Sou grata por todas as oportunidades e todo o crescimento que esse teto e esses microfones me proporcionaram. Agora, respiro e pego impulso para novos voos. Obrigada a todos, por tudo. Sigo fã e ouvinte de todos vocês”.

Reforma trabalhista chega às redações

Comunicado verbal do RH nessa terça-feira (14/11) aos editores do Estadão, que repassaram as informações aos repórteres, mostra que as novas regras trabalhistas já começam a ser postas em prática nas redações. O recado é que a empresa vai descontar nos salários as horas acumuladas no Banco de Horas e que proibirá a venda de dez dias das férias.

O Sindicato dos Jornalistas de São Paulo já foi comunicado da decisão da empresa e está agendando assembleia com os profissionais para debater o encaminhamento da questão. A conferir.

Segundo o Sindicato, “como podem surgir diversas dúvidas a partir da vigência da reforma trabalhista e como não é possível saber de antemão todas as formas com as quais as empresas podem tentar usar a nova legislação, a comunicação com a entidade é importante para a buscar solução para cada caso e, assim, para que os jornalistas se preparem coletivamente”. Em função disso, publicou em seu site diversas orientações e sugere que os jornalistas as compartilhem.

Fundo Brasil vai apoiar 18 reportagens de jornalismo investigativo e direitos humanos

Edital foi realizado em parceria com Fundação Ford, Fundação Open Society e Clua

O Fundo Brasil acaba de divulgar o resultado do edital Jornalismo Investigativo e Direitos Humanos, lançado em junho passado para estimular a produção de reportagens que contem histórias relevantes e contribuam para melhorar a compreensão da sociedade sobre violações de direitos humanos.

A fundação recebeu 300 propostas de coletivos e pessoas físicas e 18 foram selecionadas para receber o apoio: Articulação de Movimentos do Centro Antigo de Salvador; Clarissa de Oliveira Pinto Levy; Cláudia Campelo Tavares; Coletivo Nós, mulheres da periferia; Data_Labe; De Olho nos Ruralistas; Everton Dantas Beserra; Escola de Jornalismo da Énois; Fronteira – Agência de Jornalismo; Gizele de Oliveira Martins; Jornal A Sirene; Júlia Rohden Ramos; Juliana Tinoco; Livre.jor; Manuela Regina Tecchio; Marco Zero Conteúdo; Ponte Jornalismo; e Walter Teixeira Lima Junior.

O edital foi realizado por meio de parceria do Fundo Brasil com Fundação Ford, Fundação Open Society e Clua (Climate and Land Use Alliance). Serão destinados R$ 680 mil para apoiar os projetos. Cada iniciativa receberá até R$ 40 mil para realizar a reportagem no período de um ano.

O comitê de seleção foi formado por Bianca Santana, jornalista, escritora e doutoranda em Ciência da Informação na ECA- USP; João Brant, militante das áreas de comunicação e cultura, um dos fundadores do Intervozes e ex-secretário executivo do Ministério da Cultura; e Cristiane Fontes, jornalista e consultora, mestre em mídias interativas, ex-gerente do programa de comunicação em Mudanças Climáticas da Embaixada do Reino Unido.

“Conseguimos abranger o território nacional e uma diversidade grande de proponentes”, analisou Bianca após a seleção. “De fato, o jornalismo investigativo pode ser um caminho importante para comunicar as violações e as resistências que têm acontecido pelo Brasil e para a gente se fortalecer para o que vem”.

Devido ao caráter sigiloso da apuração jornalística, os detalhes dos projetos serão divulgados apenas após a conclusão dos mesmos. Confira mais informações sobre as propostas selecionadas.

Sérgio Dávila contesta críticas de Fernado Haddad à imprensa

Sérgio Dávila
Sérgio Dávila

Em artigo na Ilustríssima, ele mostra que na própria Folha Haddad teve muito mais noticiário positivo do que Doria

Em artigo publicado no caderno Ilustríssima do último domingo (12/11), sob o título Haddad não admite crítica, o editor executivo da Folha de S.Paulo Sérgio Dávila leva para o jornal texto que ofereceu originalmente à revista piauí, que não o aceitou. O motivo foram os ataques que o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad fez à imprensa pelas páginas da revista. Para Dávila, Haddad, ao contrário do que afirma, “foi paparicado pelos jornalistas, mas reclama dos veículos de comunicação por não admitir crítica, própria ou dos outros”.

Chama a atenção no artigo, que ocupa duas páginas do caderno, ser a Folha um dos exemplos dessa relativamente maior paparicação.

Dávila enfatiza que Haddad “deve ter sido o prefeito mais paparicado por jornalistas em toda a história de São Paulo”. E continua: “Isso tem explicação num motivo simples: em seus quatro anos no comando da cidade, o petista governou para uma jovem elite intelectual progressista de esquerda”. E aí justifica: “Posso falar com mais embasamento desta Folha. Em 2014, no segundo ano de governo Haddad, censo interno realizado pelo Datafolha atestou que 55% dos jornalistas da casa se consideravam de esquerda, e 23%, de centro. Indagados sobre como situavam o próprio jornal, 50% o colocavam no centro, e 30%, na esquerda”.

O artigo explicita mais: “A maioria adotava posição liberal em relação a aborto, direitos homossexuais e drogas, em números eloquentemente superiores aos da população brasileira como um todo: 82% a favor da descriminalização da maconha e 96% a favor da união civil entre homossexuais, ante 77% e 39% dos brasileiros, respectivamente. Naquela ocasião, outubro de 2014, foram ouvidos 321 profissionais, numa pesquisa com margem de erro de dois pontos percentuais”.

“Por causa dessas características”, prossegue Dávila, “encontrou terreno fértil nas Redações a agenda ‘São Paulo, Nova Amsterdã’ de Fernando Haddad. Esta teve no biciclecentrismo das ciclofaixas e ciclovias, na valorização do centro pela via da cultura alternativa, na diminuição da velocidade máxima das ruas e avenidas, no pagamento de salário a usuários de crack como tentativa de recuperação e na abertura da Paulista para os pedestres aos domingos suas bandeiras mais visíveis”.

E conclui: “O resultado era palpável nas páginas do jornal, por mais que os profissionais se empenhassem em fazer valer o princípio de apartidarismo que é pilar do Projeto Editorial da Folha. Levantamento feito pelo Banco de Dados em agosto de 2017 dá conta da distorção. Comparou-se a cobertura da Folha dos seis primeiros meses da gestão de Fernando Haddad com a cobertura de igual período da administração João Doria. Em seu semestre inicial, o petista teve 619 menções no jornal. Delas, 443 podem ser consideradas de efeito neutro (72%), 83 de efeito positivo (13%) e 93 (15%) de efeito negativo. O tucano, por sua vez, teve 1.027 menções em seus 180 dias inaugurais, das quais 683 (67%) neutras, 54 (5%) positivas e 290 (28%) negativas”.

Funcionários da EBC entram em greve

EBC em greve
EBC em greve

Jornalistas e radialistas da EBC entraram em greve à zero hora dessa terça-feira (14/11) em protesto à proposta da empresa de congelamento dos salários, retirada de direitos e corte de benefícios do Acordo Coletivo de Trabalho 2017/2018. A decisão foi tomada em assembleia nacional na última sexta-feira (10/11), com a presença de empregados das praças de São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro e Maranhão; foram 262 votos a favor, 14 pela realização de nova assembleia e nove abstenções.

Com data base em 1º de novembro, os trabalhadores reivindicam 4% de reajuste para repor a inflação do período e perdas acumuladas. Porém, após oito rodadas de negociação, a direção da EBC não aceitou reajustar nenhuma das cláusulas econômicas. A empresa também quer cancelar itens já concedidos, como vale cesta-alimentação, garantia de translado aos trabalhadores por questões de segurança, complementação de auxílio previdenciário, realização de homologações das rescisões de contrato nos sindicatos, vale-cultura e multa pelo descumprimento do acordo coletivo, além de estabelecer o fim do quinquênio para os que ingressarem na empresa.

A EBC é responsável por TV Brasil, TV Brasil Internacional, Agência Brasil, Portal EBC, Radioagência Nacional, além de oito emissoras de rádio, como as Rádios Nacional do Rio de Janeiro e de Brasília e as Rádios MEC AM e FM. Opera também serviços como o canal de televisão NBr e o programa A Voz do Brasil.

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