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segunda-feira, abril 6, 2026

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Entidades organizam festa do Dia do Jornalista

A representação em São Paulo da ABI, a Associação Profissão Jornalista (APJor) , a Associação Paulista dos Jornalistas Veteranos (Ajovesp) e o Sindicato dos Jornalistas de São Paulo estão organizando uma festa na capital para marcar Dia do Jornalista (7 de abril). Será no Teatro Mars (rua João Passalaqua, 80), na Bela Vista, começando às 22h de 7/4 (sábado) e terminando às 5h do dia 8, com os DJs jornalistas Dado Abreu, Peu Araújo e Marcos Lauro.

Os convites custam R$ 20 para compra antecipada e estão à venda no site da Sympla (com R$ 2 de taxa pelo serviço) e na sede do Sindicato dos Jornalistas (rua Rego Freitas, 530, sobreloja). No dia da festa, custarão R$ 30 na entrada no Teatro Mars. Mais informações no Sindicato (11-3217-6299 ou [email protected]), na APJor ([email protected]) ou na ABI-SP ([email protected]).

Fernando Albrecht encara câncer com bom-humor

Fernando Albrecht

Ele escreve seu blog direto do hospital, onde se recupera de cirurgia

Diagnosticado com câncer no reto no início do mês, Fernando Albrecht, de 74 anos, editor da página 3 de Jornal do Comércio, de Porto Alegre, decidiu encarar com bom-humor a doença e seus desdobramentos. Assim, desde 13/3, quando se internou para a cirurgia de retirada do tumor, realizada com sucesso no último dia 18, vem “destratando” tanto o câncer quanto as mazelas do tratamento em seu blog diretamente do hospital.

Se na fase pré-cirurgia ele brincava com a doença em si e a expectativa da operação, agora, convalescendo, diverte-se – e aos leitores – com seus percalços. Reproduzimos a seguir o que ele publicou terça-feira (27/3):

Viagens em volta do meu quarto

O título é de um escritor francês chamado Xavier de Maistre, do século XVIII, que influenciou fortemente Machado de Assis. No romance satírico, mostra viagens fantásticas feitas pelo autor entre sua cama, a cômoda etc. O detalhe é que ele o escreveu quando estava em prisão domiciliar. Por isso, eu me inspirei nele porque estou em prisão hospitalar.

Corredor

Ontem de manhã, tentei escapulir dos meus domínios para o corredor do Hospital São Francisco. Mas senti as pernas um pouco bambas – o abdômen estava doendo muito –; então, voltei ao meu quarto com os cenários fantásticos que eu posso criar sem nenhuma censura.

Guia Michelin

Não me entendam mal, mas a minha veia humorística me faz ironizar todos os aspectos relacionados a minha internação. Então, vamos começar com a análise do cardápio como se fosse feito por um crítico do Guia Michelin.

Na noite de domingo, a canja de galinha, antes rala, foi engrossada com batata amassada. Quase desmaiei de emoção. Finalmente, comida de verdade. Ontem de manhã, comi duas fatias de pão de sanduíche com manteiga e geleia, acompanhado de uma taça de café com leite. O Guia Michelin dá, no máximo, três estrelas para os restaurantes que analisa em todo o mundo. E a minha canja ganhou uma estrela. O que já é a glória para qualquer estabelecimento.

Picadinho

Ontem ao meio-dia, comi uma espécie de picadinho de galinha com molho acompanhado de arroz empapado. Devem ter algum motivo para escolher essa variedade. Porque até pensei em levar a sobra para casa, a fim de, eventualmente, usá-la como massa de vidraceiro. À noite, veio um picadinho com polenta mole. Muito bom. Que ganhou duas estrelas no meu Guia Michelin particular.

Aguardo com ansiedade o cardápio de hoje. Assunto sobre o qual informarei os quem queridos amigos e leitores.

Pressão

Aparentemente, voltando à vaca fria das pernas bambas que descrevi acima, deveram-se a uma ligeira queda de pressão, porque não sou hipertenso. Dizem que a natureza é sábia, no que eu discordo. Se fosse, a pressão do corpo humano seria de gás nitrogênio (que se põe nos pneus dos carros). Só perdem uma libra por mês e olhe lá. Se tivéssemos nitrogênio no corpitcho, como estou dizendo, ninguém teria queda de pressão.”

 

TV Brasil conquista o Prêmio Geneton Moraes Neto

O programa Caminhos da reportagem, da TV Brasil, ficou nos primeiro e terceiro lugares na categoria Videojornalismo do Prêmio Geneton Moraes Neto. A cerimônia de premiação, realizada pela Fundação Joaquim Nabuco, vinculada ao Ministério da Educação, foi na noite de 26/3, no Recife. O concurso reconheceu as melhores reportagens nacionais com o tema Memória e cidade.

A reportagem Gosto amargo do Rio Doce, de Ana Graziela Aguiar, sobre a maior tragédia ambiental do País, que conquistou o primeiro lugar, foi ao ar na TV Brasil em novembro de 2016. De autoria de Thaís Antônio, As cores da cidade, reportagem que ficou em terceiro, mostrou o universo do grafite, suas fontes de inspiração e a rua como ateliê de artistas de todas as idades e estilos.

Revista Apartes ganha novos projetos editorial e visual

A Revista Apartes, da Câmara Municipal de São Paulo, estreia novo projeto editorial. A revista, que era impressa, passa a circular exclusivamente em formato digital, com a possibilidade de conteúdos mais completos. “Nós decidimos arriscar um novo formato, inspirado pelo UOL TAB, que é uma plataforma que gostamos bastante, justamente por explorar diferentes meios por meio do trabalho digital”, diz Sândor Vasconcelos, editor da publicação. A nova edição da Apartes pode ser lida no camara.sp.gov.br/apartes.

A equipe da revista é formada por: elaboração: CCI.3 – Equipe de Comunicação da CMSP; editor: Sândor Vasconcelos; textos: Fausto Salvadori Filho e Rodrigo Garcia; editoração, arte e programação: Elton Jhones Pereira, Erick Paulino de Souza, Leonardo Pedrazzoli e Bruno Ribeiro; apoio jornalístico: Assessoria de Imprensa da Presidência; fotografia: Fábio Lazzari, Gute Garbelotto, Mozart Gomes, Reinaldo Stávale, Ricardo Rocha e Marcelo Ximenez; mídias sociais: Lívia Tamashiro; estagiários: Vitor Santos, Pedro Chamie, Caio Motta Pereira, Giovanna Lusvarghi, Milena Santos e Vicktoria Vieira (design/publicidade) e Raphaella Salomão (jornalismo).

 

Iuri Pitta é o novo diretor da Analítica

Iuri Pitta - Divulgação
Iuri Pitta – Divulgação

A Analítica, de Erica Benute e Luís Henrique Amaral, anunciou a contratação de Iuri Pitta como diretor de atendimento. Desde junho de 2016 ele era consultor de comunicação institucional do Instituto Teotônio Vilela. Formado pela PUC-SP e mestrando em Administração Pública e Governo pela FGV-SP, tem 20 anos de experiência na imprensa e em comunicação institucional.

Em duas passagens pelo Estadão, foi repórter e chefe de Reportagem do Metrópole, editor assistente e editor online de Política, âncora e comentarista da Rádio Estadão e apresentador na TV Estadão. No jornal, ainda atuou como repórter, chefe de Reportagem e editor em sete eleições a partir de 2000. Na Editora Abril, foi editor na revista Quatro Rodas e colaborador de publicações como Veja, VIP e Playboy.

Na Analítica, Pitta vai atender à Associação dos Produtores de Biodiesel do Brasil (Aprobio) e à fabricante de trens CAF do Brasil, além de colaborar na prospecção de clientes. O e-mail dele é [email protected].

Fundo internacional oferece bolsas para reportagens sobre corrupção

Estão abertas as inscrições para bolsas do Fund for Investigative Journalism (FIJ), que selecionará projetos jornalísticos que abordem irregularidades como corrupção e desvios de poder, tanto no setor público como no privado. A oportunidade é para jornalistas de todo o mundo, contanto que escrevam em inglês e que proponham pautas com forte relação com os Estados Unidos, envolvendo governo, empresas ou cidadãos americanos.

São bolsas de até US$ 10 mil (R$ 32,1 mil), pagas em duas etapas: metade na aprovação do projeto, para cobrir gastos com viagens e aluguel de equipamentos, e restante depois da publicação da reportagem, que deve cumprir com a proposta inicial. Para se inscrever, é preciso enviar uma proposta de trabalho e um detalhamento do orçamento até 7 de maio. Mais informações no site.

 

Jornais afiliados à ANJ unem-se contra as mentiras

No final de semana do Dia da Mentira (1º/4), cerca de cem jornais afiliados à Associação Nacional de Jornais (ANJ) veicularam um anúncio de duas páginas da entidade destacando a importância do jornalismo profissional no cenário atual de grande propagação de mentiras e notícias falsas nas redes sociais. O anúncio da ANJ foi veiculado também na forma de banner nos sites dos veículos.

“Verdade seja dita: a mentira não merece nem mais um dia”, diz o título. No texto, a ANJ lembra que “nestes tempos de tantas falsas notícias com trânsito livre pela internet, mentira deixou de ser coisa de um dia e virou companheira de todas as horas”.

Jornalistas criam grupo contra assédio no jornalismo esportivo

Um grupo de mais de 50 jornalistas lançou em 25/3 a campanha #DeixaElaTrabalhar. A primeira ação do conjunto foi a divulgação nas redes sociais de um vídeo com um manifesto. A iniciativa é uma ofensiva contra os recorrentes casos de machismo e assédio dentro do universo do jornalismo esportivo, e teve como gancho dois episódios ocorridos em março.

No dia 11, um torcedor do Internacional gritou “Sai daqui, puta” e empurrou a repórter da Rádio Gaúcha Renata Medeiros, que cobria o clássico Gre-Nal. Três dias depois, um torcedor do Vasco tentou beijar Bruna Dealtry, repórter do Esporte Interativo, que fazia a cobertura do time carioca no jogo contra o Universidad do Chile, pela Libertadores. No dia do lançamento da campanha, outro caso: a jornalista Kelly Costa, da RBS TV, foi ofendida por um torcedor do São José-RS, que enfrentava o Brasil de Pelotas pelo campeonato gaúcho.

Segundo a diretora da Abraji Gabriela Moreira, que é uma das integrantes do grupo e já passou por situação parecida, os episódios são recorrentes e não partem somente dos torcedores. “Já teve repórter ouvindo de treinador que ‘mulher não entende de futebol’, e já teve um procurador do Tribunal de Justiça Desportiva falando que ‘ia explicar para as mulheres que não sabem o tamanho da trave’ em um julgamento”, explica.

O grupo pretende realizar ações práticas para combater o assédio e a violência contra as jornalistas, uma vez que o artigo 243-G do Código Brasileiro de Justiça Desportiva determina punições para atletas e membros de comissões técnicas, assim como para clubes dos quais torcedores vierem a “praticar ato discriminatório, desdenhoso ou ultrajante, relacionado a preconceito em razão de origem étnica, raça, sexo, cor, idade, condição de pessoa idosa ou portadora de deficiência”. Foi esse mesmo artigo que acarretou na eliminação do Grêmio da Copa do Brasil em 2014, após a torcida do clube gaúcho ofender o goleiro Aranha com xingamentos racistas.

Para Moreira, as redações também são ambientes machistas. Por isso, o grupo também pretende agir dentro dos veículos de comunicação, promovendo a discussão do tema e a criação de canais internos para que as jornalistas possam denunciar casos de machismo.

Segundo o relatório Mulheres no Jornalismo Brasileiro, feito pela Abraji e pela Gênero e Número, em parceria com o Google News Lab, 83,6% das jornalistas que responderam a pesquisa já sofreram algum tipo de violência psicológica, 65,7% já tiveram sua competência questionada e 64% já sofreram abuso de poder de chefes ou fontes.

* Com informações da Abraji

Fernanda Pandolfi está de volta à RBS

Fernanda Pandolfi / Reprodução Facebook
Fernanda Pandolfi / Reprodução Facebook

Após dois anos tocando o projeto pessoal Ida e Volta, Fernanda Pandolfi retorna à RBS, agora como gerente do núcleo de branded content do grupo. “Estou muito feliz com o novo desafio, de coordenar essa área. Tenho certeza de que terei muito a acrescentar a partir das experiências que tive ao longo deste período que dediquei eu meu projeto”, disse em entrevista ao Coletiva.net.

Ex-titular da coluna Rede Social de Zero Hora, ela terá a função de gerenciar a equipe que, de forma independente e sem interferência no conteúdo jornalístico, cria material de relacionamento entre marcas, veículos e consumidores. “Chego para descomplicar o branded content, que ainda é uma incógnita, mas que é um caminho importante para a comunicação. Ter uma jornalista liderando essa frente facilita na criação de um conteúdo que seja bem feito e bom para a marca e a audiência”, afirma Fernanda. Com o retorno dela, o Ida e Volta, plataforma que reúne conteúdo de experiências de viagens, também migrará para a RBS.

Formada pela Famecos e com MBA em Marketing de Moda pela ESPM-RS, Fernanda atuou por seis anos como jornalista multimídia no Grupo RBS, onde foi editora online da Revista Donna, repórter do Segundo Caderno, colunista semanal da TVCom e da rádio Itapema e idealizadora e fundadora da coluna Rede Social.

* Com informações do Coletiva.net

#Colabora e Casa Pública inauguram cineclube

O #Colabora e a Casa Pública inauguram em 4/4 (quarta-feira) o Cineclube.Doc. A proposta é apresentar, uma vez por mês, um filme – de ficção ou documentário – com temas atuais. As exibições serão seguidas de bate-papo com diretores, atores ou especialistas sobre a questão abordada em cada produção.

Nesta primeira edição, será exibido o documentário Dedo na ferida, de Sílvio Tendler, sobre o sistema financeiro e suas contradições. Tendler já produziu mais de 40 filmes, e detém as três maiores bilheterias de documentários do cinema brasileiro: O mundo mágico dos Trapalhões, Jango e Anos JK. Seus filmes são resgates da memória brasileira e inspiram os espectadores à reflexão sobre os rumos do Brasil, da América Latina e do mundo em desenvolvimento. Lançou Dedo na ferida no ano passado, e foi premiado no Festival do Rio na categoria Melhor Filme eleito pelo Júri Popular.

Tendler é o convidado para liderar a roda de conversa após a exibição, às 18h30, na Casa Pública (rua Dona Mariana, 81). A entrada é franca e sem inscrição, mas o espaço está sujeito à lotação.

 

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