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sábado, abril 11, 2026

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Globo desativa Central de Atendimento ao Telespectador

A Rede Globo extinguiu a Central de Atendimento ao Telespectador (CAT) e demitiu os funcionários do Rio e de São Paulo. O serviço funcionava por telefone ou e-mail, era uma ligação direta entre a emissora de seu público, e respondia a dúvidas sobre roupas, acessórios, maquiagem e produtos apresentados nos programas da casa. A informação é de Renata Nogueira, no UOL.

O CAT alavancava principalmente as novelas. Quando alguém ligava perguntando onde comprar isso ou aquilo, o CAT informava, e a moda estava lançada, pois eram muitas perguntas por dia, sobre os mais diversos assuntos e programas. Como uma central de fidelidade do telespectador, que se sentia acolhido pela programação. Um tipo de pós-venda do produto, para garantir a fidelização do consumidor. Também um termômetro da audiência, já que faziam um cadastro e sabiam onde estava qual tipo de pessoa – avaliação que hoje os algoritmos fazem, o que deve ter motivado a extinção.

Em tempos de lockdown para os programas de auditório, quando todas as empresas usam internet e telefone para fazer contato com os clientes, desativar um serviço que funciona pode representar mais perdas do que ganhos. Transformá-lo em exclusivamente digital é arriscado, pois exclui os idosos, que preferem o contato telefônico pessoal e devem ser uma parcela importante da audiência cativa, aquela que tem tradição de sintonizar a emissora.

Revista Saúde é Vital agora é Veja Saúde

A designer Laura Luduvig, que enfrentou ansiedade com a pandemia, estampa a primeira capa da revista Veja Saúde. (Crédito: Reprodução / Tomás Arthuzzi / Saúde)

O Grupo Abril anunciou em 15/5 o lançamento da Veja Saúde, que surge da união entre a Revista Saúde é Vital – publicação com mais de 36 anos de existência – e a Veja. A nova revista, mensal, abordará temas relevantes da área de Saúde, como prevenção, diagnóstico e tratamento de doenças; alimentação; atividade física; bem-estar mental; cuidados com a família e com o ambiente.

A primeira edição trata sobre problemas emocionais e psicológicos causados pela quarentena e como preservar a saúde mental neste período. A partir desta quinta-feira (21/5), o portal da revista estará de visual novo, mais “ágil, responsivo e completo”, segundo a Veja, e trará conteúdos exclusivos, além de uma cobertura da Covid-19, que inclui reportagens, vídeos, entrevistas, artigos e episódios do podcast Detetives da Saúde. (Com informações do Meio&Mensagem).

Jornalismo automotivo perde José Luiz Vieira

José Luiz Vieira / Arquivo pessoal

Faleceu na noite dessa terça-feira (19/5), aos 88 anos, José Luiz Vieira. Um dos mais respeitados e pioneiros do jornalismo automotivo no Brasil, fez história à frente da extinta revista Motor 3, destaque na década de 1980 pelo aprofundamento técnico e pela produção de conteúdo com carros antigos e estrangeiros.

Há anos comandava ao lado da esposa, a também jornalista Vera Vieira, a JLV Consultoria. Além dela, deixa um filho e dois netos. Seu corpo foi cremado na manhã desta quarta-feira (20/5), em Vargem Grande Paulista.

Confira no vídeo o resgate que Marcos Rozen, do Museu da Imprensa Automotiva, fez da história da Motor 3 e de José Luiz Vieira para o site e canal FlatOut:

Polícia investiga pichações pregando a morte de jornalistas em MG

O Sindicato dos Jornalistas de Minas Gerais (SJPMG) e a Casa do Jornalista pediram à Polícia Civil a abertura de um inquérito para investigar e identificar a autoria de pichações em um tapume do Hospital das Clínicas, em Belo Horizonte (MG), pregando a morte de jornalistas. Uma das frases escritas era “colabore com a limpeza do Brasil matando um jornalista todo dia”.

O delegado Wagner Salles, chefe do Primeiro Departamento de Polícia Civil de Belo Horizonte, declarou que todos os esforços estão serão empreendidos para identificar o responsável pelas pichações, que, segundo ele, atingem a toda uma classe de trabalhadores e “também a democracia”.

Em nota, o Sindicato escreveu que “a escalada da violência contra jornalistas tem tomado uma proporção assustadora desde que os governos estaduais e municipais determinaram medidas de confinamento. Desde que foi decretado o confinamento na capital mineira, esse é o quarto caso de tentativa de intimidação do trabalho dos jornalistas. Repórteres de diversos órgãos de comunicação têm sido vítimas de tentativas de intimidação e ameaças durante a cobertura da pandemia. Todos os casos serão levados ao conhecimento das autoridades para que as agressões sejam coibidas. Basta de violência contra jornalistas”.

Com informações de Fenaj/SJPMG.

Guia gratuito dá dicas à imprensa sobre como enfrentar o coronavírus

Os professores Luiz Artur Ferraretto, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), e Fernando Morgado, das Faculdades Integradas Hélio Alonso (Facha), do Rio de Janeiro, produziram o e-book Covid-19 e comunicação: um guia prático para enfrentar a crise, que serve para ajudar a imprensa na cobertura diária da Covid-19.

Em 62 páginas, os autores buscaram abordar temas como as diferentes nomenclaturas do coronavírus, fake news, falsos especialistas, manutenção de negócios em meio à pandemia, ética e responsabilidade dos profissionais de imprensa e home office. O objetivo é oferecer uma visão ampla e colaborativa sobre a cobertura da doença. À medida que os autores acharem necessário, versões atualizadas do guia serão publicadas, durante e após a pandemia.

Baixe o guia gratuitamente na íntegra aqui.

Jornal 140 faz live sobre disrupção digital

Rafael Sartori e Ricardo Braga, fundadores do Jornal 140, comandam nesta quarta-feira (20/5), às 17h, a live Como sobreviver na disrupção digital, em que debaterão a transformação e a aceleração de negócios. A iniciativa é uma parceria do 140 com a Unibes Cultural.

O evento online terá a participação do professor e estrategista Aloisio Sotero. Além de debaterem o tema, os três darão dicas sobre como garantir a sobrevivência de marcas e negócios em meio à disrupção digital.

A live será transmitida pelas redes sociais do Jornal 140 e da Unibes Cultural.

O adeus a Luiz Maklouf

O repórter Luiz Maklouf Carvalho morreu no sábado (16/5), aos 63 anos, em São Paulo, de câncer de pulmão. No Estadão desde 2016, teve passagens por Resistência, Movimento, Folha de S.Paulo, Jornal do Brasil e Jornal da Tarde, além das revistas Época e piauí.

Nascido em Belém, Maklouf formou-se em Direito pela Universidade Federal do Pará. Morava em São Paulo desde 1983. É autor de obras como Mulheres que foram à luta armada e Já vi esse filme: reportagens e polêmicas sobre Lula e o PT (1984-2005), títulos que lhe renderam dois prêmios Jabuti. Seu livro mais recente, lançado ano passado, é O cadete e o capitão: a vida de Jair Bolsonaro no quartel, que conta como o atual presidente trocou a carreira militar pela política. 

Webinar discute as fake news durante a pandemia de coronavírus

Ederaldo Kosa, sócio da Linhas Comunicação, apresenta nesta quinta-feira (21/5), das 15h às 17h, o webinar Comunicação e fake news em tempos de pandemia, que debaterá o compartilhamento de informações falsas durante a crise de saúde global e suas consequências de curto a longo prazos.

O evento também analisará a concorrência que o jornalismo profissional vem enfrentando com influenciadores e social media, além de fornecer dicas sobre como identificar fake news e a veracidade de informações. O foco são empresários e profissionais de bares e restaurantes, um dos setores mais afetados pela pandemia.

“Ninguém escapa das fake news”, afirma Ederaldo. “A própria OMS já advertiu para o problema, que pode matar assim como o vírus. Desinformação, em saúde, pode levar à morte. Na economia, pode levar a decisões erradas. Mesmo entre empresários é comum observar compartilhamentos de mentiras. A imensa maioria não faz por mal, mas porque a ideia de uma mensagem às vezes vai ao encontro da sua ou simplesmente porque não a pessoa não quer checar antes a informação”.

O webinar contará com a presença de Lúcio Mesquita, consultor de comunicação que mora no reino Unido há mais de 30 anos e que teve passagens por Estadão e Jovem Pan antes de chegar à BBC, onde atuou por cerca de 25 anos. Para receber o link do evento, é preciso enviar um e-mail para [email protected].

Manifestante pró-Bolsonaro acerta jornalista da Band com bandeira

Clarissa Oliveira (Band TV) foi agredida no último domingo (17/5) por uma manifestante bolsonarista, durante o ato pró-governo realizado em frente ao Palácio do Planalto. A agressora acertou a cabeça da repórter com a bandeira do Brasil enquanto a balançava, criticando a imprensa e chamando os jornalistas de “lixo”. Logo depois do ocorrido, a manifestante desculpou-se com Clarissa, mas sorrindo.

A repórter da Band TV contou que se preparava para uma entrada ao vivo, mas um problema técnico a obrigou a sair do ar por alguns minutos. Foi nesse momento que a manifestante a agrediu. Clarissa relatou o episódio e declarou que, “logo em seguida, ela se desculpou, meio aos risos. Mas tive também a solidariedade de outros manifestantes que vieram me perguntar se estava tudo bem. A bandeirada não foi forte. Tudo segue aqui. Seguimos trabalhando normalmente”. A repórter fez um boletim de ocorrência numa delegacia em Brasília.

O ocorrido ganhou enorme repercussão negativa nas redes sociais. O ministro do STF Alexandre de Morais escreveu que “é absolutamente inadmissível que uma repórter, exercendo sua profissão, seja covardemente agredida por uma manifestante radical, que jamais saberá o real significado do direito de livre manifestação e da imprensa livre, um dos sustentáculos da democracia”.

Com informações do Poder360.

Fenaj pesquisa profissionais infectados por coronavírus

A Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) iniciou na sexta-feira (15/5) uma pesquisa sobre os profissionais de imprensa contaminados pelo novo coronavírus, com o objetivo de obter números oficiais e mapear o real quadro de infectados na categoria.

A entidade enviou a pesquisa aos sindicatos de jornalistas de todo o País, e pede para que o formulário chegue até todas as redações, para abranger o maior número possível de profissionais e obter dados próximos aos reais. Maria José Braga, presidenta da Fenaj, declarou que a convocação para que os jornalistas respondam o formulário é “para acompanhar a evolução da doença entre a categoria, num cenário de subnotificação e, com isso, readequar a ação sindical sempre que for necessário”.

Participe da pesquisa aqui.

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