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quinta-feira, abril 9, 2026

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Elle Brasil lança revista digital Elle View

A Elle Brasil, referência no universo da moda, lançou em 13/7 sua primeira revista digital, a Elle View, que oferece conteúdo exclusivo para assinantes. A edição de estreia trouxe 15 matérias, algumas interativas, sobre o tema Contato.

O projeto está sob a liderança da diretora editorial Susana Barbosa, da publisher Paula Mageste e da diretora comercial Virginia Any. As edições da Elle View estarão disponíveis para assinantes no site elle.com.br. A assinatura mensal está com uma promoção de R$ 9,99 nos primeiros seis meses.

Opinião Nacional (TV Cultura) discute os desafios do jornalismo

Andresa Boni (Crédito: TV Cultura)

Vai ao ar nesta quarta-feira (15/7), às 22h15, uma edição inédita do Opinião Nacional (TV Cultura) que discute os desafios do jornalismo e da comunicação em geral. A apresentadora Andresa Boni entrevista o espanhol Juan Antonio Giner, fundador da consultoria Innovation e referência no estudo da indústria jornalística, prestando serviços para empresas de comunicação em mais de 70 países.

O debate abordará temas como modelos de negócios, mercado e reformulação. Participam do programa diretores de Redação de O Estado de S. Paulo, Folha de S.Paulo, O Globo, Lance, Zero Hora e outros, além de estudiosos de mídia como Eugênio Bucci e Caio Tulio Costa. O Opinião Nacional vai ao ar na TV Cultura e no canal da emissora no YouTube.

CNN Brasil estreia CNN Tonight

Gabriela Prioli, Mari Palma e Leandro Karnal (Crédito: CNN Brasil)

A CNN brasil estreia nesta segunda-feira (13/7), às 22h30, o CNN Tonight, talkshow que une jornalismo e variedades. O programa será apresentado pela advogada e comentarista Gabriela Prioli, pela jornalista Mari Palma e pelo historiador Leandro Karnal, recém-contratado pela CNN Brasil.

O programa vai ao ar de segunda a quinta-feira, após o Jornal da CNN. Cada edição abordará um assunto diferente. O tema da estreia é Diálogo: as pessoas estão se ouvindo menos?.  

Morre Raul Wassermann, fundador do Grupo Editorial Summus

Morreu em 9/7, aos 77 anos, Raul Wasserman, fundador do Grupo Editorial Summus, vítima de complicações do tratamento de um câncer que enfrentava há 12 anos. O velório e sepultamento foram reservados à família por causa da pandemia de coronavírus.

Formado em Engenharia pelo Mackenzie, ainda na faculdade entrou como sócio da gráfica Planinpress, que se tornaria uma das maiores produtoras de house organs no País. Posteriormente, fundou o Grupo Editorial Summus, hoje uma referência em títulos de não-ficção nas áreas de Educação, Comunicação, Psicologia e Saúde.

Raul foi fundador e presidente da Associação Brasileira de Direito Reprográfico (ABDR), entidade que defende os direitos de autores e editoras contra a cópia não autorizada. Foi por cerca de vinte anos membro ativo da Câmara Brasileira do Livro (CBL), que presidiu entre 1999 e 2002. Promoveu importantes avanços na Bienal do Livro e ajudou a desenvolver feiras locais, como a de Ribeirão Preto, uma das mais populares. Integrou ainda o Conselho da International Federation of Reprografic Rights (IFFRO).

Sobre Carlos Castello Branco, pai de todos os colunistas políticos

Castelinho (Crédito: Jair Cardoso)

Por Edson Pinto de Almeida

Começo dos anos 1980, eu, um jovem redator da Rádio Cidade, que pertencia ao Jornal do Brasil. Trabalhava na mesma redação da sucursal de São Paulo, comandada por Armando Figueiredo. Ficávamos ali na Paulista, no edifício Eluma.

Eu chegava cedo, às 6 da manhã, para escrever as primeiros notícias para a rádio. Ainda de manhã, Castelinho chegou, a redação ainda vazia. Deu bom dia, perguntou a que horas o pessoal costumava chegar e sentou-se próximo de onde eu ficava. Pegou algumas laudas e começou a batucar a sua coluna diária. Era como já estivesse tudo pronto em sua cabeça. Datilografou tudo de forma rápida, o que me deixou impressionado. Quando terminou, deu uma rápida conferida e mostrou-me o texto. Quer dar uma lida?, perguntou. Fiquei ali, espantado, incerto sobre o que fazer, mas peguei o texto e li. Nenhum erro, texto limpinho do começo ao fim. Imagine isso com máquina de escrever, não havia computador.

Sem saber o que dizer, devolvi o texto e perguntei a ele outra coisa. Paulo Francis, em um de seus livros, dissera que a única vez em que empregou a expressão “via de regra” foi no Diário Carioca. E que Castelinho ao ler o texto riscou a expressão e anotou em vermelho: via de regra é vagina. Dali em diante Francis conta que nunca mais escreveu aquilo.

Perguntei a Castelinho se a história era verdadeira. Ele sorriu, disse que não lembrava, mas que era possível. Levantou-se, agradeceu e saiu para tomar um café.

Fiquei ali admirando a simplicidade com que me tratou. E me deixou feliz por ter uma história para contar aos netos: o foca pôde assistir ao vivo Castelinho escrever sua coluna e ainda por cima ler direto na lauda. E de lambuja conferir se Paulo Francis contou mesmo a verdade. Foi bom demais.

Edson Pinto de Almeida

A história desta semana é de um estreante neste espaço: Edson Pinto de Almeida, editor assistente no Valor Econômico, na área de Projetos Especiais. Tem carreira de 43 anos, dividida, a partir dos anos 1980, entre o jornalismo econômico e a comunicação corporativa − metade para cada. Na mídia impressa, trabalhou em Folha de S.Paulo, Exame, Forbes e Veja.


Tem alguma história de redação interessante para contar? Mande para [email protected].

SBT terá em breve novo site de notícias

O Departamento de Jornalismo do SBT estreará em breve o SBT News, site de notícias especializado em política, economia e assuntos do judiciário. A sede principal do projeto será em Brasília, com uma equipe trabalhando em tempo integral. A estreia está prevista para agosto. A informação é de Flávio Ricco (R7).

Segundo o colunista, a ideia é produzir conteúdo jornalístico 24 horas por dia. O site também aproveitará o material não utilizado no único telejornal da emissora, o SBT Brasil.Esse conteúdo será disponibilizado em vídeo, sempre que possível, na nova plataforma. Um âncora, cujo nome está mantido em sigilo, será escalado para desenvolver o trabalho.

Congresso da Unifesp discute o papel da comunicação na pandemia

A mesa Comunicação em tempos de pandemia, do Congresso Acadêmico Unifesp 2020, que ocorre de 13 a 17/7, discutirá o papel da imprensa na transmissão de informações confiáveis e pautadas pela ciência sobre a pandemia, além do combate à desinformação.

Mediada por Walter Lima, jornalista e diretor do Departamento de Comunicação Institucional da Unifesp, a mesa contará com a participação de Eugênio Bucci, professor titular da ECA/USP; Natália Pasternak Taschner, presidente do Instituto Questão de Ciência; e Gabriel Alves, repórter de Ciência e Saúde da Folha de S.Paulo.

A mesa será realizada em 15/7 (quarta-feira), das 20h30 às 22 horas. Para se inscrever, é preciso cadastrar-se no site.

O coronavírus e os veículos de comunicação – XVIII

Estudo mostra que 95% dos profissionais tiveram rotina alterada na pademia

Edson Capoano e Pedro Rodrigues Costa

Edson Capoano, jornalista e pesquisador brasileiro atualmente trabalhando como investigador do Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade da Universidade do Minho, em Portugal, enviou a J&Cia o resumo de um estudo que fez com o português Pedro Rodrigues Costa sobre produção e consumo de informação durante a pandemia de coronavírus. O título do trabalho é Percepção sobre as informações geradas durante a Covid-19, um inquérito online respondido por 365 pessoas, na maioria jornalistas e público consumidor regular de notícias de São Paulo, durante o mês de junho.

Os principais resultados com jornalistas dão conta de que: 

• 95% dos inquiridos tiveram a sua rotina alterada pela pandemia, como trabalhar mais horas por semana, produzir conteúdo de casa e sofrer algum impedimento para realizar trabalho jornalístico;

• 75,7% deles produziram sobre Covid-19, sendo que 6,6% dos respondentes têm especialidade em saúde;

• 77% dos jornalistas indagados conheciam alguém que havia sido contaminado pelo novo coronavírus até o término da recolha de respostas, 30 de junho.

Por parte dos consumidores de informação, o objetivo foi perceber os efeitos da infodemia – disseminação de notícias falsas durante a pandemia, segundo a OMS – enquanto se informam. Os principais resultados são:

• 51,7% das pessoas indagadas dizem sentir-se muito ou totalmente informados sobre o novo coronavírus;

• 41,1% avaliam que o trabalho da imprensa é bom ou ótimo;

• O consumo de notícias do público inquirido aumentou 41,6% durante o mês de junho.

Sobre infodemia:

• 56,2% afirmam ter identificado fake news sobre Covid-19;

• 42,7% atestaram sentir-se muito ou totalmente atordoados com o excesso de informação consumida;

• 61,1% disseram que o consumo de informação sobre Covid-19 gerou emoções negativas, como raiva, medo, tristeza e nojo.

O estudo completo vai ser publicado ainda este ano no e-book Manual de sobrevivência nas redes sociais digitais.

Maristela Crispim, entre um vírus e duas guerras

Em mais uma entrevista ao vivo pelo Instagram, o editor do Portal dos Jornalistas Fernando Soares conversa na próxima segunda-feira (13/7), às 19h, com a diretora da Agência Eco Nordeste Maristela Crispim. O assunto será a parceria colaborativa com as publicações Amazônia Real, #Colabora, Portal Catarinas e Ponte Jornalismo que está monitorando e cobrindo casos de violência doméstica durante a pandemia de coronavírus. O projeto, batizado Um vírus e duas guerras, trará ao longo de 2020 diversas reportagens e dados sobre feminicídio durante o isolamento social.

Internacional

O International Center For Journalists (ICFJ) organizou o Fórum de Reportagem sobre a Crise Global em Saúde, que mantém um grupo no Facebook para discutir a cobertura jornalística da pandemia da Covid-19, através de conexões entre jornalistas, checadores de fatos e especialistas.

O vírus versus nós

Estamos reproduzindo charges sobre a Covid-19 publicadas na exposição O vírus versus nós, em cartaz no site da Associação dos Cartunistas do Brasil. A desta semana é do paulista Rice Araújo, que iniciou no design gráfico aos 12 anos e em 1984 migrou para a criação publicitária, onde desde então tem atuado como diretor de arte e ilustrador em agências de publicidade de São Paulo.

França oferece crédito tributário para assinantes de jornais ou revistas

Capa de jornais franceses em 17/3 (Crédito: Véronique de Viguerie / Getty Images)

Parlamentares franceses aprovaram a concessão de um crédito tributário para quem solicitar uma assinatura de um serviço de notícias. A medida prevê retirada única de US$ 50 pela assinatura de 12 meses de um jornal, revista ou sites/portais/newsletters de notícias. A informação é do The Guardian.

O objetivo da medida é apoiar o jornalismo e a imprensa como um todo. Agnès Pannier-Runacher, secretária de Estado da França para assuntos econômicos, disse que a imprensa “sofre muito e não se beneficia necessariamente de todos os tipos de ajuda”.

Os parlamentares também aprovaram uma emenda que estende a isenção de impostos para assinaturas de revistas trimestrais de interesse geral. Além da França, outros países também estão promovendo ações de apoio à imprensa, como o Canadá, que estuda aumentar o crédito de imposto de assinatura de notícias digitais de 15% para 50%.

Com informações da ANJ.

Abracom define protocolos de retomada para agências

A Associação Brasileira das Agências de Comunicação (Abracom) anunciou nessa quinta-feira (9/7) os protocolos de retomada para a reocupação dos escritórios de suas agências associadas. A orientação geral é de que a retomada seja lenta, gradual e baseada em etapas progressivas, com medidas constantes de higienização, espaçamento entre mesas e escalonamento de equipes e horários.

Segundo a entidade, ainda na primeira semana das medidas restritivas, 91% dos trabalhadores do setor já estavam em home office, chegando a 100% do efetivo na semana seguinte. “Com uso intensivo de tecnologia, organização do fluxo de trabalho e engajamento das equipes, as agências associadas Abracom mostraram capacidade de manter seus profissionais protegidos do contágio no ambiente de trabalho ou em atividades profissionais”, destacou a associação em nota.

Pesquisa realizada em 2 e 3/7 apontou que 36% das empresas pretendem reocupar seus escritórios somente após a liberação geral das atividades econômicas nas cidades onde estão situadas. Em 18,4% dos casos, o intuito é retomar já a partir de 1º/8, enquanto 17,3% marcaram o retorno para setembro, 13,3% para outubro, e 10,7% não pretendem reocupar as estações de trabalho antes de 2021. Juntas, as associadas empregam mais 15 mil profissionais em todo o País.

Confira as orientações emitidas pela entidade:

Quando retornar aos escritórios?

As dimensões continentais do país e as diferenças regionais brasileiras mostram que a disseminação da Covid-19 se dá de forma desigual, não apenas de cidade para cidade, mas também dentro das grandes cidades, até mesmo com bairros sendo afetados de maneiras diferentes. Esse cenário provoca medidas diversas dos estados e municípios. Por isso, reiteramos, a tomada de decisão de cada agência deve levar em conta as orientações das autoridades locais e as autorizações específicas para funcionamento de escritórios.

A Abracom pesquisou entre seus associados as intenções de retorno. São muito variados os tempos projetados para a reocupação dos escritórios. Na média, as agências planejam retomar atividades presenciais somente quando houver liberação total das cidades onde estão sediadas. Algumas relataram intenção de voltar gradualmente a partir de agosto e há um número relevante de empresas que não pensam em retorno antes de setembro ou outubro.

A recomendação da Abracom é de que o retorno comece apenas a partir de agosto, em etapas, que serão detalhadas abaixo. Este é um prazo que pode ser reavaliado na medida em que possam acontecer novas ondas de contágio e só será validado com a confirmação da estabilização e da redução do número de novos casos em todo o país.

Planejamento do retorno

Em consonância com as recomendações jurídicas do escritório Romar, Massoni & Lobo e com as indicações de infectologistas e sanitaristas, a Abracom recomenda que o plano de retorno tenha as seguintes fases:

Elaboração de mapa de riscos do escritório: identificar pontos de aglomeração antes da pandemia, planejar atividades de sanitização frequente dos ambientes, promover limpeza constante dos dutos de ar, fazer a separação de baias ou estações de trabalho e limitar o uso de áreas comuns. Recomenda-se uso restrito de copas e cozinhas, máquinas de café e regras para uso de banheiros, a proibição de compartilhamento de objetos e o fornecimento de copos e outros utensílios individuais .

Identificação dos grupos de risco e consulta aos profissionais para o retorno: pesquisar situações de risco entre os funcionários e prestadores de serviço das agências. Identificar situações como moradia compartilhada com pessoas em grupo de risco e uso intenso e prolongado de transporte público a fim de manter os profissionais mais vulneráveis em isolamento social e trabalho remoto. Sugestão de roteiro para entrevistas com os funcionários:

1. Foi diagnosticado com a Covid-19? Se sim, há quanto tempo?

2. Teve contato com alguém que testou positivo para a Covid-19 nos últimos 15 dias?

3. Teve alguns dos sintomas nos últimos 15 dias (febre, tosse, dor de garganta, falta de ar, dor de cabeça, coriza, cansaço, conjuntivite, vômitos, diarreia e perda de olfato e paladar)?

4. Esteve em algum local com casos confirmado de Covid-19, nos últimos 15 dias?

5. Viajou nos últimos 15 dias? Se sim, para onde? E por quais meios de transporte?

6. Utiliza transporte público para o deslocamento ao escritório? Quais os meios, quantas viagens e qual a duração média?

7. Mais algum comentário relevante sobre a sua saúde/ grupo de risco, que considera importante sabermos?

8. Mora ou tem contato próximo diário com pessoas em grupos de risco?

Montar um check list das medidas de proteção e comunicar a funcionários, clientes, prestadores de serviços e fornecedores antes de começar o retorno:

  • Observância dos decretos e documentos oficiais;
  • Respeito às normatizações das autoridades estaduais e municipais para a retomada;
  • Política de distanciamento mínimo entre estações de trabalho implantada, com sinalização de solo e barreiras físicas de separação devidamente comunicada;
  • Reunião geral (online) com colaboradores para anunciar o plano de retomada;
  • Orientação e treinamento dos empregados para a adoção das medidas de proteção e distanciamento;
  • Orientação de fornecedores para as regras de entrada e uso do escritório;
  • Divulgação constante pelos canais de comunicação interna das medidas e protocolos de segurança;
  • Definição de escalas de trabalho e etapas de retorno por equipes ou áreas da agência;
  • Rotina de limpeza e desinfecção definida e comunicada;
  • Proibição de compartilhamento de objetos pessoais, materiais de escritório e outros possíveis vetores de contaminação;
  • Criação de área na entrada da agência para desinfecção, limpeza de sapatos e objetos que venham da rua;
  • Revisão regular dos sistemas de ar refrigerado e ventilação;
  • Disponibilização de máscaras para os empregados, atendendo à regra de troca das máscaras a cada duas horas;
  • Limpeza e higienização das máscaras garantida;
  • Instalação de álcool em gel em todos os ambientes da agência. Água, sabão e papel para limpeza sempre disponíveis nos banheiros com avisos para manutenção da limpeza;
  • Definir regras para uso de copa. Na primeira fase, recomenda-se a proibição de aglomerações nesses ambientes, com escalonamento para refeições e limpeza nas trocas de escala;
  • Definir procedimento de destinação de lixo potencialmente transmissor do vírus;
  • Se trabalham em co-work, exigir do locador do espaço a implementação das medidas acima e comunicar aos funcionários que irão retornar ao trabalho quais os cuidados estão sendo tomados.

Trabalho in company, eventos, gravações e acompanhamento de entrevistas

É comum no setor o trabalho de profissionais das agências nas dependências dos clientes. A Abracom recomenda que o retorno desses profissionais a essa condição seja alinhado com o retorno dos profissionais ao escritório da agência. Se não for possível, recomenda-se que o cliente apresente o plano de segurança do ambiente, nos termos propostos acima, com a assinatura de termo de corresponsabilidade, além de termo de aceitação por parte do funcionário.

Outra situação frequente é de acompanhamento de entrevistas dos clientes. Nestes casos, sempre que possível, a orientação e acompanhamento para entrevistas deve ser feita por videoconferência. Se for necessária a presença física, produção de objetos para a entrevista e entrega de materiais para a reportagem, recomenda-se:

  • Distanciamento de pelo menos 1,5m dos demais participantes da entrevista;
  • Uso de ambiente higienizado e arejado;
  • Uso de máscaras por todos os participantes da entrevista e da produção;
  • Higienização prévia de materiais que serão entregues à reportagem (press kits, produtos, materiais impressos) com uso de luvas para o manuseio dos mesmos.

Eventos presenciais: a recomendação expressa da Abracom é que não sejam marcados e nem aceitos trabalhos em eventos presenciais antes da liberação total das atividades pelas autoridades locais ou estaduais. A partir da liberação, devem ser observadas as orientações a cada etapa, respeitando-se a quantidade de pessoas e as medidas de distanciamento autorizadas.

Fase 1: a partir de 1º de agosto

Retomada dos escritórios. Nesta fase recomenda-se ocupação de no máximo 15% dos postos de trabalho. Prioridade para atividades administrativas e áreas que exigem produção e equipamentos como design, vídeo e áudio.

Fase 2: a partir de 1º de setembro

Retorno de equipes de atendimento, com ocupação de até 50% do escritório e escalonamento de horários ou revezamento de equipes por dias intercalados. Esta fase deve ser condicionada à redução do número de casos na cidade onde está sediado o escritório e autorização para retorno. Priorizar profissionais que não dependam do transporte público e estejam fora dos grupos de risco.

Fase 3: retorno total

O atual quadro da pandemia no Brasil impede que esta fase seja planejada e até mesmo anunciada. Empresas de comunicação devem adotar a cautela como norma.

Como referência, sugerimos a adoção das medidas gerais para escritórios publicadas pela Prefeitura do Município de São Paulo neste link. Também usamos como fonte de informações, as recomendações da OMS https://www.who.int/ e do Ministério da Saúde www.saude.gov.br.

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