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Agência Pública: Diversidade de imprensa e democracia

Texto de Marina Amaral, Diretora executiva da Agência Pública, enviado na newsletter da Agência Pública em 10.02.2023. Para receber as próximas edições, inscreva-se aqui.

Sim, estamos livres do cercadinho do Planalto, da humilhação cotidiana, dos ataques baixos do presidente da República às jornalistas mulheres. Mas, se quiser democracia de fato, o novo governo vai ter que aprender a se comunicar com a mídia do século 21, o que não parece ter sido o caso até agora.

Basta ver a maneira escolhida para dividir os veículos nas coletivas de Lula: grande imprensa de um lado e veículos digitais, curiosamente chamados de “independentes”, do outro. O primeiro grupo, claro, mais homogêneo, uma vez que, em boa parte deles, modelo empresarial e linha editorial coincidem. Quanto à nova mídia, havia desde veículos com modelos sólidos de sustentabilidade e linha editorial independente – como a Agência Pública, o Intercept, a Repórter Brasil e outros – até sites, blogs e influencers alinhados ao governo, alguns privilegiados na hora de fazer perguntas. Uma lástima.

Por que separar os dois grupos? Com que critério? Seriam as respostas do presidente Lula diferentes se o perguntador é da TV Globo ou de outro veículo? Se a questão é a dificuldade de juntar todos no mesmo evento porque não utilizar o critério do formato – rádios e podcasts; audiovisual; imprensa de texto? Pelo menos tem sentido técnico já que gravar entrevistas para TV é diferente de falar com quem tem um bloquinho e um celular na mão. Quanto aos influencers, vamos concordar que é outra praia.

Era o que se fazia antes que a revolução tecnológica ameaçasse um dos maiores monopólios do país, as empresas de mídia, que no momento gozam de influência política maior do que merecem. Com estrutura jornalística cada vez menor, conseguem, no entanto, manter o Brasil como um dos casos mais significativos de concentração de mídia no mundo, como constatou mais uma vez o relatório da ONG Repórter Sem Fronteiras de 2022: “O cenário midiático brasileiro é marcado por uma forte concentração privada, caracterizada por uma relação quase incestuosa entre os poderes político, econômico e religioso. Dez principais grupos econômicos, oriundos do mesmo número de famílias, dividem o mercado, sendo os cinco maiores: Globo, Bandeirantes, RBS, Record e Folha. O trabalho livre dos jornalistas é constantemente prejudicado, e a imprensa sofre forte interferência do governo.”

Não é muito difícil entender porque isso empobrece o debate democrático. Esse é um dos motivos, inclusive, para que fundações – e, felizmente, cada vez mais, leitores -, façam doações ao jornalismo independente. De fato.

O governo poderia contribuir para mudar essa realidade, simplesmente fazendo a sua obrigação: oferecendo transparência nos dados públicos, disponibilizando com igualdade as informações, permitindo que os jornalistas que investigam com seriedade os temas de interesse público tenham acesso às autoridades. Isso chama respeito ao direito à informação, não é favor.

Uma credibilidade conquistada à base de muito trabalho e seriedade por novos veículos independentes, muitos deles, como a própria Agência Pública, fundados e dirigidos por jornalistas que sabem de que forma seu trabalho pode ser condicionado – das pautas às fontes – ou mesmo distorcido nas grandes redações. Não apenas pela linha editorial, mas pelas próprias condições de trabalho, que muitas vezes impedem uma apuração mais cuidadosa e aprofundada.

Nesta semana abrimos a caixa preta da pandemia de Covid no governo Bolsonaro. Nossos jornalistas obtiveram e analisaram mais de 800 páginas das atas de 233 reuniões organizadas pelo CCOP (Centro de Coordenação das Operações do Comitê da Crise da Covid-19) entre março de 2020 e setembro de 2021. Do incentivo ao “tratamento precoce” com remédios ineficazes ao abandono dos pacientes sem oxigênio em Manaus está tudo documentado. Com base nas reportagens da Agência Pública, membros da CPI vão pedir ao STF para reabrir algumas investigações. Se depender de provas, Jair Bolsonaro e sua equipe não escaparão de responder pelas milhares de mortes evitáveis durante a pandemia.

É isso que a Agência Pública faz, é para isso que estamos aqui. Já passou da hora do governo Lula acordar para essa nova realidade. Romper o monopólio da comunicação é imperativo para todos os que acreditam na democracia.

6º Prêmio Nacional de Jornalismo em Seguros anuncia vencedores

6º Prêmio Nacional de Jornalismo em Seguros anuncia vencedores

A Escola de Negócios e Seguros, com apoio da Federação Nacional dos Corretores (Fenacor) e da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), anunciou os vencedores da sexta edição do Prêmio Nacional de Jornalismo em Seguros.

Com cinco categorias, o certame premiou com R$ 15 mil o primeiro colocado em cada categoria, R$ 6 mil para o segundo e R$ 3 mil para o terceiro.

Na categoria Mídia Impressa, a reportagem vencedora foi Novas apólices de seguros cobrem de Pix a home office, de Sérgio Tauhata, do Valor Econômico.

Em Audiovisual, o primeiro lugar ficou com a reportagem Efeito Um Grau: as mudanças climáticas, seus impactos no campo e os desafios de expansão do seguro agrícola, de Luan Vosnhak, Marcelo Feble, Helena Gonçalves e Marinês Barboza, da NDTV Record TV Florianópolis/SC.

Na categoria Webjornalismo, a reportagem vencedora foi Seguro de vida para sucessão pode ser 20 vezes mais caro que versão tradicional; veja como funciona, de Giovanna Sutto, do InfoMoney.

Em Mídia Especializada no setor de Seguros, o prêmio foi para Caroline Rodrigues, da Revista Cobertura, pela matéria Sem seguro ou com taxas maiores?.

Neste ano, a novidade foi acategoria sobre Inovação, que entrega ao vencedor o Prêmio Especial MAG Seguros Inovação. O primeiro lugar ficou com Henrique Gomes Batista, de O Globo, pela reportagem Tecnologia e regulação redesenham os seguros.

Yahoo encerra divisão de negócios, publicidade e tecnologia no Brasil; jornalistas foram demitidos

O Yahoo anunciou que fará um corte de 20% no número total de seus funcionários ao redor do globo, cerca de 1.600 pessoas. Na divisão de negócios, publicidade e tecnologia, esse corte representa cerca de 50% dos funcionários. Aqui no Brasil, o escritório será fechado e os profissionais, jornalistas inclusos, serão demitidos nas próximas semanas.

Em entrevista ao site Axios, o CEO do Yahoo Jim Lanzone explicou que a decisão faz parte de uma grande reestruturação no setor de tecnologia de anúncios que o Yahoo pretende fazer. A ideia é investir em outras áreas que, segundo a empresa, seriam mais lucrativas. Até março, o escritório no Brasil deve ser fechado, e todos os 80 funcionários do Yahoo Business serão demitidos. Segundo o CEO, os cortes não foram para cortar custos, e sim para uma reorganização interna, pois o Yahoo como um todo é lucrativo.

A empresa foi comprada em maio de 2021 pelo fundo de investimentos Apollo Global Management. Na época, a empresa adotava a marca Verizon Media, mas em setembro daquele mesmo ano decidiu usar o nome Yahoo por se tratar da principal marca que compõe os negócios de mídia do grupo.

Marcelo Coelho assina com o Poder360

Marcelo Coelho será o novo articulista do Poder360 a partir da próxima segunda-feira (13/2). O cientista social e sociólogo publicará artigos quinzenais, sempre às segundas-feiras.

Marcelo comentou o novo desafio: “Como articulista, tendo a me concentrar mais em assuntos culturais, comentando livros, filmes, exposições de arte ou peças de teatro, sem nunca disfarçar meu horror por tudo que é pop. Mas é raro que passe muito tempo sem escrever sobre política ou esbravejar contra a barbárie do cotidiano brasileiro”.

Nascido em 1959, Marcelo formou-se em ciências sociais pela USP e é mestre em sociologia pela mesma instituição. É autor de livros como Jantando com Melvin, Patópolis, Crítica Cultural: Teoria e Prática e Noturno. Escreveu para a Folha de S. Paulo por 38 anos, de 1984 a 2022, como editorialista e colunista. Produz crônicas, ensaios e romances.

Abertas as inscrições para o programa Jornalismo e Território da Énois

A Énois Laboratório de Jornalismo abriu, até 26/2, as inscrições para a próxima turma do programa Jornalismo e Território.
A Énois Laboratório de Jornalismo abriu, até 26/2, as inscrições para a próxima turma do programa Jornalismo e Território.

A Énois Laboratório de Jornalismo abriu, até 26/2, as inscrições para a próxima turma do programa Jornalismo e Território. Ofertada inteiramente online, a formação irá discutir sobre a cobertura de temas relacionados ao conceito de justiça climática, com o olhar para a crise climática na Amazônia e no Centro-Oeste, sempre com a premissa da interseccionalidade.

Comunicadores e ativistas das periferias de Campo Grande, Goiânia e Cuiabá conduzirão o programa em dez encontros online de 2h, âs terças e quintas. Jornalismo e Território − Justiça Climática teve início em 2022 e atendeu a 107 pessoas, em sua maioria negras (62,6%) e indígenas (20,50%).

Cada participante receberá uma bolsa de R$ 500, desde que participe de pelo menos 70% dos encontros para desenvolver a pauta.

Google News Iniciative abre inscrições para Programa de Aprimoramento Digital

A Google News Initiative, em parceria com Associação de Jornalismo Digital (Ajor), Associação Nacional de Jornais (ANJ) e Associação Nacional de Editores de Revistas (Aner), abriu inscrições para o Programa de Aprimoramento Digital (PAD), voltado para organizações jornalísticas das associações parceiras.

Com dez meses de duração, a iniciativa abordará temas como receita de leitores, receita de publicidade, gerenciamento de dados e produtos. Serão dez sessões online, uma por mês, até novembro, ministradas por especialistas do Google. Os participantes com 80% de presença nas sessões receberão um certificado.

As inscrições para o primeiro workshop, em março, já estão abertas e podem ser feitas por este formulário. Os detalhes sobre os workshops serão publicados nos sites de Aner, ANJ e Ajor.

Para Natália Mazotte, gerente de Relações com o Setor de Notícias do Google, “iniciativas como o Programa de Aprimoramento Digital são muito importantes para fortalecer o ecossistema de notícias por meio das principais associações do jornalismo no Brasil. Essa parceria nos ajuda a levar o programa para mais organizações, trabalhando diretamente as principais dores destes produtores de conteúdo e ajudando-os a avançar no mundo digital”.

Leia também:

RSF lança Observatório de Violações da Liberdade de Imprensa na Amazônia

A Repórteres sem Fronteiras (RSF) para a América Latina lançou o projeto Observatório de Violações da Liberdade de Imprensa na Amazônia.
A Repórteres sem Fronteiras (RSF) para a América Latina lançou o projeto Observatório de Violações da Liberdade de Imprensa na Amazônia.

Em busca de ampliar o monitoramento de violação de direitos humanos, a Repórteres sem Fronteiras (RSF) para a América Latina lançou o projeto Observatório de Violações da Liberdade de Imprensa na Amazônia.

Com apoio da Embaixada dos Países Baixos, o projeto mapeará casos de violação à liberdade de imprensa e ao direito à informação na Amazônia brasileira até junho de 2024. A busca pelos episódios de violação será realizada por jornalistas baseadas na região.

Os dados serão expostos por meio da publicação de mapas, relatórios e diferentes conteúdos informativos, e devem fortalecer ações de advocacy e assistência a jornalistas, comunicadores e meios de comunicação em risco em decorrência de sua atividade no local.

O projeto contará ainda com um formulário aberto para recepção de denúncias de ameaças, agressões ou intimidações a jornalistas e meios de comunicação.

#diversifica recebe Elaíze Farias em seu segundo episódio

Já está no ar o segundo episódio da segunda temporada do vídeocast #diversifica, projeto multimídia produzido pelo hub de DEI.
Já está no ar o segundo episódio da segunda temporada do vídeocast #diversifica, projeto multimídia produzido pelo hub de DEI.

Já está no ar o segundo episódio da segunda temporada do vídeocast #diversifica, projeto multimídia produzido pelo hub de Diversidade, Equidade & Inclusão (DEI) da Jornalistas Editora, que publica este Portal dos Jornalistas.

Em conversa com a apresentadora Luana Ibelli, a cofundadora da Amazônia Real Elaíze Farias falou sobre as motivações para criação da agência, bem como a necessidade de mais canais de comunicação que dê visibilidade à todos.

A entrevista faz parte da temporada Práticas DEI (sigla para Diversidade, Equidade e Inclusão), iniciativa que reúne profissionais do jornalismo e da comunicação para discutir a diversidade nas redações e as iniciativas que agem para que o campo da comunicação seja cada vez mais inclusivo.

O episódio de estreia, publicado em 1º/2, recebeu Sanara Santos, produtora-chefe de formação da Énois para entender os métodos adotados nos projetos da entidade que ajudam jornalistas a ingressarem no mercado de trabalho.

Nas próximas semanas, irão ao ar as entrevistas com: Ellen Bileski, da Ecomunica; Sheila Farah, da In Press; e Joana Suarez, da Redação Virtual. Os episódios estão disponíveis no canal do Portal dos Jornalistas no YouTube e no Spotify.

O #diversifica foi um dos 15 projetos brasileiros selecionados pelo Programa Acelerando a Transformação Digital, financiado pelo Meta Journalism Project, com o apoio de Associação de Jornalismo Digital (Ajor) e Internacional Center for Journalists (ICFJ).

Apoiam a iniciativa Rádio Guarda-Chuva, Imagem Corporativa, Énois Conteúdo e Oboré Projetos Especiais.

Amanda Klein é a nova âncora do RedeTV News

Amanda Klein é a nova âncora do RedeT News

A RedeTV anunciou nesta quinta-feira (9/2) que Amanda Klein será a nova apresentadora do telejornal RedeTV News. Ela, que estava atuando como âncora interina, assume como titular da bancada, ao lado de Augusto Xavier.

Com 20 anos de carreira no jornalismo, Amanda atuou principalmente na cobertura de política e economia. Trabalhou como repórter no SBT e foi comentarista de mercado financeiro na BandNews TV.

Está na RedeTV desde 2011, e já ancorou outros projetos jornalísticos da emissora, como o próprio RedeTV News e o É Notícia. Também mediou debates eleitorais e integrou o time de comentaristas do Opinião no Ar. Atualmente, é comentarista da Jovem Pan.

Na guerra das relações públicas, Volodymyr Zelensky mostra-se imbatível

Na guerra das relações públicas, Volodymyr Zelensky mostra-se imbatível

Por Luciana Gurgel

Luciana Gurgel

Com a invasão da Ucrânia perto de completar seu primeiro aniversário, seria natural que o presidente do país invadido contasse com mais simpatia do que Vladimir Putin, um líder cuja reputação que já não era boa só fez piorar em um ano de guerra.

Mas o ex-ator e produtor artístico Volodymyr Zelensky foi além da simpatia, consolidando-se como um verdadeiro ídolo pop em escala global.

Ao manejar com perfeição as armas da guerra de relações públicas, ele encantou líderes globais, engajou celebridades, adotou símbolos como a camisa verde remetendo a trajes militares e criou uma plataforma de doações ancorada em sua própria figura.

Nesta quarta-feira (8/2) ele parou a política do Reino Unido com uma visita-surpresa, recebido na porta do avião pelo primeiro-ministro Rishi Sunak, aplaudido de pé no Parlamento e visitando o rei Charles no Palácio de Buckingham.

Na semana passada, o ator Mark Hamill, que interpreta o herói Luke Skywalker em Star Wars, anunciou que vai leiloar cartazes de Star Wars autografados para ajudar a comprar mais drones para a Ucrânia.

Os equipamentos servem para monitorar a atividade do exército russo e para ataques, no melhor estilo guerra nas estrelas, só que no mundo real.

Convidar o ator para o “papel” é mais um lance inteligente de um plano de comunicação bem organizado.

Hamill já estava ao lado de Zelensky desde 2022, quando se tornou embaixador do programa Exército de Drones e emprestou a voz para a versão em inglês do aplicativo da plataforma de doações United24.

Angariar doações é necessário em um país com cidades devastadas. Mas a forma como a plataforma foi estruturada revela a estratégia de utilizar Zelensky como elemento central no programa de comunicação ucraniano.

Ao entrar no site, o visitante encontra uma foto do presidente com roupa militar e a frase “a iniciativa do presidente da Ucrânia”. Não há destaque para imagens de pessoas atingidas pela guerra ou de cidades destruídas. É Zelensky na veia.

Em um balanço dos nove meses completados esta semana, a United24 diz ter arrecadado US$ 278 milhões para ajuda médica, reconstrução e defesa.

Uma página lista os itens adquiridos com as doações, a maioria para equipar o exército. A coluna da reconstrução está vazia, com uma nota informando que foram coletados US$ 14 mil e que os trabalhos começarão “em breve”.

Talvez para neutralizar críticas sobre a destinação dos fundos, o site exibe uma declaração do historiador e professor de Yale Timothy Synder, embaixador do programa de drones Shared Hunter, autor de livros e cursos sobre a Ucrânia. Ele diz ser sua intenção futura colaborar para restaurar escolas, universidades e bibliotecas, mas neste momento é preciso fazer o mais urgente: angariar recursos para “ajudar a Ucrânia a se defender dos drones assassinos”, uma narrativa em linha com o discurso de Zelensky.

O profissionalismo na gestão das marcas Ucrânia e Zelensky não parece acaso.

Em 2003 ele fundou com amigos a produtora Kvartal 95 e construiu uma carreira respeitada como diretor artístico de programas de entretenimento. Uma das produções foi Servant of the People, que o ajudou a chegar à Presidência com 73% dos votos em 2019.

A mulher, Olena, era roteirista da produtora. O casal entende de narrativa. Ela também anda pelo mundo participando de eventos para garantir apoio à Ucrânia invadida.

O resultado se traduz em números. Uma pesquisa do Instituto de Sociologia de Kiev revelou em dezembro que 84% dos ucranianos confiam em Zelensky, três vezes mais do que no ano anterior.

Também em dezembro, a empresa de pesquisas britânica YouGov listou o presidente da Ucrânia como o segundo político estrangeiro mais admirado no país, com 62% de aprovação, perdendo apenas para Barack Obama.

Zelensky tem obstáculos a contornar. O recente escândalo de corrupção no exército, que culminou com afastamento de chefes militares, é uma preocupação para quem se elegeu com discurso anticorrupção.

Sua nova lei de mídia irritou organizações de defesa da liberdade de imprensa, que viram risco de censura a jornalistas e veículos críticos.

Por enquanto, nada disso “grudou” nele. O capital de imagem acumulado no primeiro ano da guerra será valioso para neutralizar os atuais e futuros problemas.


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