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quinta-feira, abril 23, 2026

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ABCPública seleciona primeira obra para publicação em 2026

A Associação Brasileira de Comunicação Pública (ABCPública) definiu a obra vencedora do Edital nº 01/2026, voltado à publicação de livros em formato e-book. O processo recebeu nove inscrições de trabalhos de diferentes regiões do país. A obra selecionada para publicação é de autoria de Akemi Nitahara Souza e intitulada 100 Anos de Comunicação Pública no Brasil.

O trabalho é resultado da pesquisa de mestrado profissional no Programa de Pós-Graduação em Mídias Criativas da Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (PPGMC/ECO-UFRJ), defendida em dezembro de 2019. “A versão proposta para o ebook foi atualizada com os acontecimentos até fevereiro de 2026”, explica a autora.

“Ter uma seleção com nove obras sobre comunicação pública sinaliza um movimento importante de ampliação de pesquisas sobre o nosso fazer e é motivo de comemoração para a ABCPública. Cumprimentamos os autores pelas contribuições oferecidas ao campo, por meio de suas pesquisas, e agradecemos pelo interesse e participação em nosso processo seletivo”, diz a vice-presidente de Relações Acadêmicas da ABCPública, Cláudia Lemos.

Entre as obras submetidas no edital 1/026, estavam quatro teses de doutorado e quatro dissertações de mestrado. Todos os trabalhos abordando temas atuais da comunicação pública, como autonomia do jornalismo em emissoras públicas, linguagem simples, comunicação digital em operações humanitárias, fact-checking no Legislativo e atuação institucional em redes sociais.

O processo de avaliação foi conduzido pelo Comitê Editorial da ABCPública, que reune especialistas externos e integrantes da diretoria da entidade. Participaram da seleção o professor Wilson Bueno e a professora Ana Paula Lucena, como avaliadores convidados, além do presidente da associação, Jorge Duarte; da vice-presidente de Relações Acadêmicas, Cláudia Lemos; da vice-presidente de Comunicação, Lília Gomes; e da vice-presidente de Gestão e Parcerias, Kárita Sena. A ABCPública agradece aos integrantes do Comitê Editorial, que atuam voluntariamente no projeto:

E vem mais seleção por aí, anuncia Cláudia Lemos. “A segunda seleção de 2026 será aberta em julho, com inscrições até 10 de agosto.”

FSB Holding redefine modelo operacional e faz movimentações na liderança de agências

Alexandre Loures (Crédito: FSB Holding)

A FSB Holding, ecossistema focado em reputação – formado por agências como FSB Comunicação, Loures Consultoria e Giusti Creative PR –, anunciou uma transformação em sua estrutura operacional, com o objetivo de garantir mais eficiência estratégica e resultados aos clientes. A empresa passa a adotar um modelo de atuação que coloca as lideranças como parceiras de negócios, e não apenas gestoras de demandas.

FSB Holding redefine modelo operacional e faz movimentações na liderança
Alexandre Loures (Crédito: FSB Holding)

Na prática, os núcleos da companhia foram redesenhados para formatos mais enxutos, reduzindo a quantidade de contas sob gestão de cada diretoria, permitindo que seus diretores se dediquem à consultoria estratégica para antecipar crises e identificar oportunidades de reputação.

“Hoje, o mercado exige mais do que presença; exige profundidade. Por isso, evoluímos nosso modelo operacional. Não estamos apenas mudando times; estamos garantindo que a inteligência estratégica tenha o tempo e o foco necessários para mergulhar no business do cliente”, escreveu a FSB sobre as novidades.

Leandro Conti (Crédito: Divulgação/FSB Holding)

A empresa anunciou também que mudará sua estratégia de gestão de talentos, focando na formação de equipes multidisciplinares, formadas por líderes de fora do eixo das agências, com profissionais de grandes corporações, de redação e especialistas em finanças, gestão e tecnologia.

Além disso, a FSB promoveu mudanças na liderança de algumas de suas agências

Leandro Conti, que era sócio-diretor de Marketing e Novos Negócios, assume como diretor-geral da área privada da FSB São Paulo. A unidade também contratou Christiane Botan (ex-setor bancário), Roberto Dias (ex-Folha de S.Paulo) e Marília Paiotti (com experiência em redações e agências).

Darse Jr. (Crédito: Divulgação/FSB Holding)

E no Rio de Janeiro, Darse Jr., na empresa há 13 anos, assume Direção-Geral para contas privadas. Foram ainda promovidos Anna Gomide, Rennan Soares e Mariana Pinheiro.

Já na Loures, Rebecca Belmonte segue como CEO, posto que assumiu em janeiro de 2024, enquanto Renato Krausz está à frente da Giusti desde outubro do mesmo ano.

Globo escala Everaldo Marques para narrar jogos da Seleção Brasileira na Copa do Mundo

A Globo escolheu o narrador Everaldo Marques para comandar os jogos da Seleção Brasileira na Copa do Mundo deste ano na tevê aberta. Ele substitui a Luís Roberto, afastado para o tratamento de uma neoplasia na região cervical.

“A missão de narrar os jogos da Seleção Brasileira em uma Copa do Mundo é o topo da montanha para qualquer narrador. É o que a gente sonha desde criança, quando narrava futebol de botão no chão da sala de casa”, declarou Everaldo nas redes sociais. O narrador falou também sobre a missão de comandar os jogos no lugar de Luís Roberto: “O Luís Roberto é o nosso capitão, uma referência de entusiasmo e profissionalismo. Então, enquanto o Luís cuida da saúde, eu abraço essa oportunidade com muita vontade, e ainda mais dedicação”

Após o afastamento de Luís, a Globo chegou a cogitar um revezamento entre os narradores, mas optou por uma só voz para causar identificação com o público. Esta será a segunda Copa de Everaldo na Globo. Além dele, também participarão das transmissões dos jogos de Seleção Brasileira os comentaristas Ana Thaís Matos, Denílson, Junior e Cristiane Rozeira. Gustavo Villani e Renata Silveira também participarão da cobertura do torneio, narrando outros jogos importantes.

Everaldo começou a carreira na TV Cultura. Na ESPN, consolidou-se como uma das principais vozes da narração esportiva brasileira, comandando transmissões de centenas modalidades esportivas. Por muitos anos, esteve à frente de jogos da NFL, a liga de futebol americano, e da NBA, a liga americana de basquete. Chegou à Globo em 2020 e já narrou diversos eventos esportivos, incluindo a Copa do Mundo de 2022, no Catar. É atualmente a principal voz da Fórmula 1 na Globo. Também comandou desfiles das escolas de samba do Carnaval em São Paulo.

O adeus a Alice Ribeiro e Rodrigo Lapa

A repórter da Band Minas, Alice Ribeiro, que se envolveu em um grave acidente de carro em Sabará, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, morreu na noite de quinta-feira (16/4), aos 35 anos. Ela chegou a ser socorrida após o ocorrido, entrou em coma e teve morte encefálica, condição em que há a perda irreversível das funções cerebrais. Ela deixa o marido e um filho de nove meses. O cinegrafista Rodrigo Lapa, de 49 anos, que dirigia o veículo, morreu no local.

Natural de Belo Horizonte, Alice formou-se em Jornalismo pela PUC Minas em 2015. Na carreira, passou por emissoras como TV Globo Minas, TV Alterosa e RecordTV Minas. Trabalhou ainda em produtoras independentes e afiliadas em outras regiões do Brasil. Desde 2021, atua na Bandeirantes, em um primeiro momento em Brasília e, a partir de agosto de 2024, começou a trabalhar em Belo Horizonte, em Minas Gerais.

O repórter cinematográfico Rodrigo Lapa nasceu em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. Atuou na Band Minas de 2022 a 2024, participando de coberturas como o carnaval de Belo Horizonte e os impactos das chuvas na Zona da Mata. O profissional havia retornado à emissora em dezembro do ano passado. Também atuava como palhaço, levando atividades circenses a crianças hospitalizadas. Ele deixa esposa e uma filha de 6 anos.

O acidente aconteceu na tarde de quarta-feira (15/4) na BR-381, em Sabará. O carro de reportagem da Band Minas colidiu de frente com um caminhão e teve a parte dianteira totalmente destruída. Alice e Rodrigo retornavam de uma reportagem sobre duplicação de rodovias e a importância disso para a diminuição de acidentes. A Polícia Civil está investigando as causas e circunstâncias do acidente.

Em nota, a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) e o Sindicato dos Jornalistas de Minas Gerais (SJPMG) lamentaram a morte dos profissionais, e destacaram que o caso expõe riscos da multifunção e da precarização no jornalismo.

“Profissionais responsáveis pela captação de imagens jornalísticas vêm sendo sobrecarregados com tarefas que não lhes cabem, como a condução de veículos, o que amplia significativamente os riscos, especialmente em rodovias perigosas e em jornadas exaustivas”, escreveram as entidades. “Ainda que as circunstâncias do acidente estejam sendo apuradas, é inegável que a precarização das relações de trabalho no jornalismo tem colocado trabalhadores em situação de vulnerabilidade. A redução de equipes e a imposição da multifunção não são apenas medidas administrativas: são decisões que impactam diretamente a segurança e a vida dos profissionais”.

Saúde mental de jornalistas exige mais estudos, aponta Conselho de Comunicação

Pesquisa aponta que 72% dos usuários do LinkedIn sofrem do
Crédito: Nik Shuliahin/Unsplash

Relatório do Conselho de Comunicação do Congresso Nacional enfatiza que é preciso ampliar pesquisas sobre a saúde mental de profissionais de comunicação. Segundo o Tribunal Superior do Trabalho (TST), em 2024 houve 472 mil afastamentos por transtornos mentais, um aumento de 68% em relação ao ano anterior. O afastamento médio foi de 196 dias.

O conselheiro Carlos Magno destacou a dificuldade de obter dados atualizados sobre o tema, e citou pesquisa feita nos EUA em 2024, com 1.140 jornalistas. Os dados mostram que 84% dos jornalistas e 88% dos ex-jornalistas relataram problemas de saúde mental. Segundo a pesquisa, 64% afirmaram que isso tem grande impacto no ambiente de trabalho. Magno também mencionou o estudo Jornalismo no Brasil em 2025, produzido pela newsletter Farol Jornalismo em parceria com a Abraji. Foram ouvidos 275 profissionais de seis redações brasileiras. Nele, os profissionais relataram ambiente de trabalho tóxico, com temas como falta de empatia; pouca transparência; comunicação violenta; desrespeito às folgas; e sobrecarga de trabalho.

Na reunião do CCS, realizada em Brasília em 6/4, a conselheira Samira de Castro, presidente da Fenaj, informou que a entidade, em parceria com o Ministério do Trabalho, está realizando uma pesquisa sobre a saúde mental da categoria, com o objetivo de orientar políticas sindicais e ampliar a atenção da sociedade ao tema, para melhorar as condições de trabalho dos profissionais.

Revista Badaró, especializada em jornalismo em quadrinhos, anuncia mudanças

Revista Badaró, especializada em jornalismo em quadrinhos, anuncia mudanças

A revista Badaró, primeiro veículo em língua portuguesa focado em jornalismo em quadrinhos, anunciou uma série de mudanças que marcam uma nova fase da publicação: a revista passa a ter três edições impressas por ano, publicadas em formato quadrimestral; uma mudança em seu slogan; e parcerias internacionais.

Após cinco edições experimentais, a versão impressa da revista passa a se chamar Badaró Periódica e terá publicação fixa, a cada quatro meses. A ideia é “reiniciar” a contagem do zero, de modo que, a próxima edição será considerada a primeira desta nova fase. Além disso, a escolha do nome Badaró Periódica serve para diferenciar bem o formato impresso e o online, que segue se chamando Badaró.

Outra novidade é que, a partir de maio, quem assinar o plano da revista que contém materiais impressos receberá, mensalmente, um pôster de um artista diferente, feito exclusivamente para a Badaró. Além disso, o site da publicação terá compilações periódicas, reunindo coleções inteiras da versão online com tudo o que já foi publicado desde a estreia da revista, em 2019.

A Badaró mudou seu slogan para “Jornalismo ilustrado e narrativas híbridas”, com o objetivo de deixar claro para o público que quadrinhos jornalísticos são sua principal forma de produção. E outra novidade são as parcerias fixas com artistas estrangeiros, que passam a fazer parte da rede colaborativa da Badaró: A chilena Panchulei (nome artístico de Francisca Cárcamo), e o argentino César Agite (alcunha de César Busso). A Badaró publicará os trabalhos de ambos com exclusividade em língua portuguesa, cujas traduções serão feitas pelo próprio diretor da revista, Norberto Liberatôr.

Relatório da ONG sueca V-Dem aponta declínio da democracia no mundo

Por Luciana Gurgel

Luciana Gurgel

O nível de democracia desfrutado pelo cidadão global médio recuou aos patamares de 1978, eliminando quase todos os avanços da chamada “terceira onda de democratização”, iniciada há 50 anos, segundo a nova edição do relatório do V-Dem Institute, organização sueca que monitora o estado da democracia no mundo.

Um dos motivos é o declínio das liberdades de expressão e de imprensa, apontadas como as primeiras peças do dominó a cair nos processos de autocratização – e arrastando as demais.

Em 2025, a deterioração desses direitos foi registrada em 44 países. A censura governamental à mídia aparece como tática preferida de 73% dos regimes que estão abandonando a democracia.

Na contramão dessa tendência, a Hungria acaba de eleger Péter Magyar como primeiro-ministro. Opositor de Viktor Orbán, integrante da lista de predadores da liberdade de imprensa da Repórteres Sem Fronteiras, o novo premiê prometeu restaurar a destruição causada por Orbán.

Mas, em vários outros países, não há sinal de mudança. O relatório afirma que, além da censura direta, a autocensura cresceu em 39 nações, com jornalistas e veículos evitando criticar o governo para escapar de retaliações financeiras ou perseguições judiciais.

Nos Estados Unidos, o cenário é descrito como crítico: a liberdade de expressão atingiu seu nível mais baixo desde o fim da Segunda Guerra Mundial. Pela primeira vez em mais de 50 anos, o país perdeu o status de “democracia liberal” e foi rebaixado pelo V-Dem à categoria de “democracia eleitoral”.

No relatório, o instituto documenta o uso de coerção financeira e intimidação legal contra grandes veículos de imprensa, além de retórica agressiva que rotula jornalistas como “inimigos do povo”. O assédio a jornalistas e o viés da mídia estatal também pioraram em mais de 30 países.

Em meio ao declínio global, o Brasil surge como um dos raros exemplos de sucesso na reversão do autoritarismo. Classificado pelo V-Dem como uma nação em “U-Turn” (retomada democrática), o País ocupa agora a 28ª posição no Índice de Democracia Liberal, com pontuação de 0,70.

Leia mais sobre o relatório e veja o documento completo em MediaTalks.


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Esta semana em MediaTalks

Como Orbán deteriorou a imprensa na Hungria e o que Magyar prometeu mudar se vencesse as eleições. Leia mais

Juiz rejeita processo de Trump contra Wall Street Journal e Murdoch por matéria que o ligava a Epstein. Leia mais

Festival Internacional de Jornalismo começa esta semana em Perugia com brasileiros na programação e transmissão online; veja como assistir.

Times Brasil | CNBC estreia programas e quadros com foco em negócios

Misa Antonini, Junior Bornelli, Carlos Marques e Augusto Dal Pozzo (Crédito: Divulgação/Times brasil | CNBC)

O Times Brasil | CNBC, canal especializado na cobertura de economia e negócios, estreia neste mês de abril dois novos programas e dois novos quadros que passam a fazer parte da programação da emissora.

Misa Antonini, Junior Bornelli, Carlos Marques e Augusto Dal Pozzo (Crédito: Divulgação/Times Brasil | CNBC)

Em 27/2, vai ao ar o Times | CNBC Parlatório Talks, que recebe lideranças de empresas para debater temas como inovação, tecnologia, macroeconomia, sustentabilidade e transformação digital. Apresentado por Carlos Marques, CEO do Grupo Parlatório, o programa irá ao ar às segundas-feiras, às 20h30, logo após o Jornal Times Brasil.

E às terças-feiras, o canal exibirá, a partir de 28/4, o Entrelinhas de Mercado, com Junior Bornelli, que terá conversas francas, diretas e sem roteiro com executivos e tomadores de decisão que estão à frente das principais transformações do ambiente de negócios.

Em 29/4, estreia o quadro Capital Infra, apresentado por Augusto Dal Pozzo, com foco nos principais desafios, soluções e oportunidades de negócios ligados à infraestrutura no Brasil. O quadro vai ao ar dentro do jornal Pré-Market.

E no mesmo dia, também vai ao ar o quadro Gestão e Estratégia, comandado por Misa Antonini, sobre inovação e educação financeira, mirando especialmente empresários e empreendedores. O conteúdo será exibido durante o telejornal Real Time.

Samira de Castro, da Fenaj, é reeleita para o Conselho de Gênero da FIJ

A Federação Internacional de Jornalistas (FIJ) divulgou em 12/4 a composição do novo Conselho de Gênero da entidade, que atuará no mandato 2026–2029. O colegiado é responsável por fortalecer as políticas de equidade de gênero no jornalismo em nível global. A presidência do Conselho será exercida por Maria Angeles Samperio, da Espanha (FAPE), tendo como vice Samim Sultana Ahmed, da Índia (IJU), e a Secretaria com Williette James, de Serra Leoa (SLAJ).

Na América Latina, Samira de Castro, presidente da Fenaj, foi reeleita para a coordenação regional, ao lado de Alicia Ortega, do Uruguai (APU). Também foram eleitas as coordenações regionais da África, com Kadiatou Thierno Diallo (Guiné) e Patricia Adjisseku (Togo); da Europa, com Manuela Bermudez (França) e Domenica Mima Caligaris (Itália); e da Ásia-Pacífico, com Javeria Siddiq (Paquistão) e Nurul Nur Azizah (Indonésia).

O Conselho tem papel estratégico na formulação de iniciativas que combatam a desigualdade, a violência e a precarização enfrentadas por mulheres jornalistas em diferentes partes do mundo. A nova composição assume com o desafio de aprofundar as políticas já em curso e avançar na construção de ambientes de trabalho mais justos, seguros e inclusivos.

Para a diretoria da Fenaj, a reeleição de Samira reforça o reconhecimento internacional do trabalho desenvolvido pela entidade e amplia sua capacidade de incidência nos debates globais sobre os direitos das mulheres jornalistas. (Com informações da Fenaj)

PR Academy lança MBA inédito voltado ao ecossistema de agências de RP e assessoria de imprensa

A PR Academy, ecossistema de educação voltado à aceleração de carreiras e negócios em comunicação, está anunciando o lançamento de seu MBA Executivo focado em Alta Performance em Comunicação, Gestão e Negócios, que combinará, de forma inédita, certificação reconhecida pelo MEC com foco exclusivo nos segmentos de agências e áreas de comunicação corporativa.

O lançamento, segundo os organizadores, responde a uma demanda crescente do setor: além de bons executores, o mercado busca profissionais com visão de negócios, capacidade de liderança e atuação estratégica. “A proposta é reduzir a distância entre a formação acadêmica tradicional e as competências exigidas no dia a dia das empresas, especialmente para quem ocupa ou busca posições de gestão”, enfatizam.

Fernanda Burjato, CEO da PR Academy, destaca que o desafio atual não está na execução da comunicação, mas na formação de profissionais preparados para tomar decisões e sustentar estratégias: “O mercado não sofre por falta de bons profissionais, que entregam bem a comunicação. O desafio está na formação de profissionais com visão de negócios, capacidade de gestão e segurança para atuar na estratégia e na tomada de decisão”.

Fernanda Burjato

Nesse contexto, o MBA foi estruturado com base em desafios reais enfrentados por profissionais do setor, com foco em temas como gestão de negócios, clientes e equipes, formação de preços, rentabilidade, prospecção, liderança, planejamento estratégico e gestão de crises. O conteúdo é dividido em 14 módulos e utiliza metodologias proprietárias da PR Academy, organizadas para aplicação prática no dia a dia.

Com duração de 12 meses e mais de 360 horas, o programa é 100% ao vivo e online, com suporte de conteúdos complementares na plataforma da instituição. Ao final, os participantes receberão dupla certificação: MBA pela Unifatec, reconhecida pelo MEC, e certificação em Inteligência Estratégica em Gestão pela PR Academy.

Outro diferencial é o acesso a um hub de inteligência artificial com agentes voltados à rotina de relações públicas e assessoria de imprensa. Para Fernanda, a integração da IA às operações já é indispensável e deve potencializar a atuação estratégica dos profissionais, ampliando sua capacidade de análise, decisão e geração de valor para o negócio.

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