Estreia na 2ª.feira (21/10) o R7 BA, um portal dedicado exclusivamente às notícias da Bahia, sendo o quarto “filhote” regional da marca da Record, já presente em Rio, Distrito Federal e Minas Gerais. A equipe do R7 BA deve produzir cerca de 60 matérias por dia, além de exibir todos os vídeos da programação local, como o Direto da Redação BA, Bahia no Ar, Balanço Geral BA, Se Liga Bocão, Cidade Alerta BA, Bahia Record, Bom D+ e A Bahia que a Gente Gosta. Antônio Guerreiro, diretor geral do R7, disse que “a chegada do R7 Bahia reforça o projeto de regionalização casado com conteúdo transmídia exclusivo, inteiramente produzido em nossas praças”. A equipe é composta por Shizue Miyazono (coordenadora), Karina Oliveira (repórter), Marcos Zurck (webmaster), Ricardo Alves, Carolina Oliveira e Thais Ribeiro (estagiários).
RAC descontinua site da Gazeta de Ribeirão
A exemplo do que fez com a versão impressa da Gazeta de Ribeirão, de Ribeirão Preto, que deixou de circular em março passado, a RAC descontinuou o site do jornal nesta 2ª.feira (14/10).
Segundo o diretor Editorial Nelson Homem de Mello, houve o desligamento de apenas um jornalista, o editor Luis Augusto Martins. “Guto Silveira, colunista político da Gazeta desde a edição impressa, já havia rescindido o contrato para se dedicar a uma revista da cidade”, diz ele. “O site era conduzido pelos dois, mais o correspondente Rene Moreira, com apoio das equipes do portal RAC e do site do Correio Popular. Rene continuará enviando matérias da região de Ribeirão Preto para nossas publicações digitais e para o iG Interior, que é editado pelo Grupo RAC”.
Em Biografia, o Jabuti fica com Mário Magalhães
Mário Magalhães venceu a categoria Biografia da 55ª edição do Prêmio Jabuti, com Marighella – O guerrilheiro que incendiou o mundo (Companhia das Letras). A lista com os vencedores das 27 categorias foi divulgada nesta 5ª.feira (17/10). A obra, lançada em outubro de 2012, é fruto de nove anos de pesquisa sobre o comunista baiano Carlos Marighella, morto em 1969 numa emboscada de agentes da ditadura militar em São Paulo. “Não vivi o tempo de Carlos Marighella, a não ser como criança cujos limites do mundo eram Zorro, National Kid e Speed Racer. Quando o mataram, em novembro de 1969, eu tinha cinco anos. Em 2003, mergulhei no projeto para contar a vida dele. Queria reconstituir uma trajetória fascinante, sem as amarras de tempo e espaço próprias de uma redação de jornal”, disse Magalhães em entrevista ao Portal dos Jornalistas. Formado em Jornalismo pela UFRJ, Mário começou em 1986 como repórter de Cultura do jornal Tribuna de Imprensa (RJ). Teve passagens por O Globo, Estadão e Folha de S.Paulo, a mais recente como repórter especial, posto que deixou no início de 2010 para se dedicar exclusivamente às pesquisas do livro, cujos direitos vendeu para Wagner Moura e a produtora O2, de Fernando Meirelles. Outro jornalista se destacou na categoria Biografia do Jabuti, Lira Neto, autor de Getúlio: dos anos de formação à conquista do poder, 1882-1930 (Companhia das Letras), ficou com a terceira posição. Em Reportagem, Audálio Dantas ficou em primeiro lugar com As duas guerras de Vlado Herzog (Civilização Brasileira), seguido por Klester Cavalcanti, Dias de inferno na Síria (Benvirá), e Cristina Pioner e Germana Cabral, com Mãos que fazem história (Verdes Mares). Na categoria Comunicação, o vencedor foi José Marques de Melo, com História do jornalismo itinerário crítico, Mosaico contextual (Paulus). Oscar Pilagallo, com História da imprensa paulista (Três Estrelas), ficou em segundo e Renato Modernell, com A notícia como fábula: realidade e ficção se confundem na mídia (Mackenzie/Summus), em terceiro. Os demais jornalistas premiados foram Luís Fernando Veríssimo, que ficou em primeiro lugar da categoria Contos ou crônicas, com Diálogos impossíveis (Objetiva); e Luiz Antonio Aguiar, com Os anjos contam histórias (Melhoramentos), em segundo na categoria Juvenil. No dia 13/11, serão escolhidos os grandes vencedores de Livro do Ano em ficção e em não-ficção, que receberão R$ 35 mil cada.
Audálio Dantas vence o Jabuti na categoria Reportagem
As duas guerras de Vlado Herzog, lançado em 2012, conta os dois calvários vividos por Vladimir Herzog: o primeiro na infância e o segundo durante a ditadura militar no Brasil Audálio Dantas venceu o prêmio Jabuti, o mais importante da Literatura brasileira, na categoria Reportagem, com a obra As duas guerras de Vlado Herzog (Civilização Brasileira). A lista com os vencedores das 27 categorias foi divulgada nesta 5ª.feira (17/10). Alagoano de Tanque D’Arca, Audálio começou como repórter na Folha da Manhã, em São Paulo, na década de 1950. Passou por publicações como Manchete, Realidade, Veja e O Cruzeiro. Foi presidente do Sindicato dos Jornalistas de São Paulo em meados da década de 1970, período de forte repressão à imprensa brasileira. Também foi presidente da Fenaj e deputado federal por São Paulo. Atualmente dirige a revista Negócios da Comunicação e preside a Comissão Nacional da Verdade dos Jornalistas. A obra vencedora remete às duas guerras vividas por Vladimir Herzog: a primeira, na infância, quando fugiu dos nazistas que haviam invadido a Iugoslávia, onde nasceu; e a segunda, já adulto, durante ditadura militar brasileira, que o mataria em 1975. Um ano atrás, no lançamento do livro, Audálio disse em entrevista ao Portal dos Jornalistas que a vontade de escrever sobre o assunto ficou contida desde o culto ecumênico em homenagem a Herzog, em 31/10/1975, na catedral da Sé, em São Paulo: “Aquele momento nunca saiu da minha mente. Ele está permanentemente gravado porque marcou a história do Brasil. Tínhamos dado a informação de que a desordem interessava a eles [militares], não à sociedade”. As duas guerras de Vlado Herzog concorreu com Dias de inferno na Síria (Benvirá), de Klester Cavalcanti, Mãos que fazem história (Verdes Mares), de Cristina Pioner e Germana Cabral; Dignidade! (LeYa), de Eliane Brum; Carcereiros (Companhia das Letras), de Dráuzio Varella; 1943: Roosevelt e Vargas em Natal (Bússola), de Roberto Muylaert; Luzes da África (Civilização Brasileira), de Haroldo Castro; U-507, o submarino que afundou o Brasil na Segunda Guerra Mundial (Schoba), de Marcelo Monteiro; Nabuco em pretos e brancos (Massangana), de Fabiana Moraes; e O fole roncou (Zahar), de Carlos Marcelo e Rosualdo Rodrigues. No dia 13/11, serão escolhidos os grandes vencedores de Livro do Ano em ficção e em não-ficção, que receberão R$ 35 mil cada.
Júlio Moreno deixa a Fundação Padre Anchieta
Júlio Moreno deixou recentemente a Fundação Padre Anchieta, mantenedora das Rádio e TV Cultura, onde estava desde o final de 2007. Contratado por Paulo Markun, foi coordenador de Jornalismo e secretário-executivo da Presidência. Na administração João Sayad, assumiu a Gerência de Gestão da Diretoria de Projetos Educacionais, encabeçada por Fernando José de Almeida, e respondeu pelo Serviço de Informação ao Cidadão da FPA, instituído em razão da Lei de Acesso à Informação. Antes, teve carreira de 30 anos no Grupo Estado: primeiro como repórter do Jornal da Tarde, nos anos 1970 e 1980, especializando-se em questões urbanas, tema de seu livro O futuro das cidades (Editora Senac, 2009, 2ª edição); nos anos 1990, foi diretor de Pesquisa e Desenvolvimento e fez parte da equipe comandada por Rodrigo Mesquita que reestruturou a Agência Estado, participando da implantação do serviço financeiro em tempo real Broadcast, da implantação do primeiro site noticioso brasileiro e das iniciativas pioneiras de distribuição de notícias por pagers e fax; e chegou a diretor de Planejamento Estratégico do Grupo. Entre outras atividades, foi ainda vice-presidente de atendimento da Andreolli MS&L e diretor do curso de Comunicação da Universidade São Marcos. É sócio da 2M10 Serviços em Comunicação.
Outubro agitado para o Sindicato dos Jornalistas de São Paulo
Entidade se mobiliza principalmente por indefinições nas redações de Diário de S.Paulo/Bom Dia, TVT/ABCD Maior e TV Alesp
Outubro está se mostrando um mês particularmente agitado no Sindicato dos Jornalistas de São Paulo, que se tem mobilizado para garantir o cumprimento da legislação trabalhista e de obter benefícios para os profissionais de ao menos três organizações que passam por indefinições resultantes de troca de comando, de regime jurídico ou de cortes de pessoal: as redações de Diário de S.Paulo/Bom Dia, TVT/ABCD Maior e TV Alesp.
Nos jornais Diário de S.Paulo e Bom Dia, antes pertencentes ao grupo Traffic e vendidos recentemente para a Cereja Comunicação Digital, a direção do Sindicato acompanha a transição de administração, mas, segundo o presidente José Augusto Camargo, essa tarefa tem sido dificultada pelo fato de a empresa não definir um interlocutor para as negociações nem apresentar uma proposta formal de recontratação dos jornalistas.
Todos os profissionais da Rede Bom Dia foram demitidos e estavam cumprindo aviso prévio, que, segundo cálculos do Sindicato, encerrou-se no último dia 9 de outubro. Na 2ª.feira (14/10), chegou à entidade a informação de que eles estariam sendo efetivados no regime de cinco horas CLT, com data retroativa ao dia 9, mas para trabalhar em sistema de home office.
“Como não há um canal direto com a empresa, tudo ainda está muito nebuloso”, diz Guto. “Parece que ela vai fornecer equipamento para o pessoal trabalhar em casa, mas não sabemos em quais condições. Será um jornal sem redação? Ainda precisamos avaliar as implicações jurídicas dessa situação”.
De qualquer modo, o Sindicato já conseguiu assegurar o pagamento de 2,5 salários a todos os demitidos do Bom Dia a título de indenização, pois a Traffic havia assinado um acordo de estabilidade até dezembro. As homologações estavam marcadas para esta 4ª.feira (16/10) na Capital, para os profissionais dos Bom Dia ABC e Jundiaí, e nas respectivas regionais, para os de Bauru, São José do Rio Preto e Sorocaba.
Os sete que foram demitidos antes das negociações com o Sindicato terão seis meses de convênio médico. TVT/ABCD Maior – O Sindicato também entrou em contato com Valter Sanches, secretário de Comunicação do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC e presidente da Fundação Comunicação, Cultura e Trabalho (responsável pela TVT e pelo jornal ABCD Maior), para tratar das demissões de 19 jornalistas, sendo 11 na TV e oito no impresso.
Em nota oficial, Sanches declarou que as demissões só ocorreram “após diversas tentativas de encontrar uma alternativa financeira que viabilizasse a manutenção da estrutura inicial”.
Para minimizar os efeitos das demissões, o Sindicato reivindicou para os desligados a extensão por cinco meses do plano de saúde e o pagamento do vale-refeição e do vale-alimentação pelo mesmo período. Fundação e Sindicato dos Metalúrgicos concordaram em dar o plano de saúde por mais três meses, mas ainda não se manifestaram sobre vale-refeição e vale-alimentação.
Alesp – Já na tevê e rádio Alesp, da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, onde um imbroglio jurídico vem impossibilitando a entrada de nova contratada, jornalistas e radialistas decretaram estado de greve em assembleias próprias na última 6ª.feira (11/10).
Eles exigem a readmissão de quatro colegas dispensados, abertura imediata de negociações e estabilidade no emprego por seis meses, período de duração do contrato emergencial firmado com a Fundação para o Desenvolvimento das Artes e da Comunicação (Fundac), que continua prestando serviços à Alesp, uma vez que o processo licitatório não foi concluído.
Mas esse contrato tem valores e condições inferiores às que existiam anteriormente, o que teria motivado as demissões. “Desde que a Alesp iniciou o processo de licitação da produção da tevê existe um clima de insegurança entre os trabalhadores”, disse o presidente do Sindicato dos Jornalistas, Guto Camargo. “E como não existem no novo contrato salvaguardas para os jornalistas, eles decidiram decretar estado de greve como forma de preservar seus empregos e abrir negociação com a Fundac e a Assembleia. Por se tratar de uma situação diferenciada, envolvendo o poder público, a negociação exige um tratamento político, já que a remuneração, ao final, tem origem em recursos públicos”.
Em 14/10 foi protocolado ofício junto à Mesa Diretora da Alesp, ao Colégio de Líderes e â Comissão de Trabalho solicitando reunião urgente com os deputados para tratar da questão da TV Assembleia, que seria realizada entre os sindicatos dos Jornalistas e Radialistas, a Fundac e a Mesa Diretora.
Plebiscito – E profissionais de Jornais e Revistas da Capital aprovaram no segundo plebiscito realizado pelo Sindicato a proposta negociada com os patrões na mesa de negociação. Eles terão reajuste de 6,95% (INPC do período) nos salários até R$ 11.863,54; para os vencimentos entre esse valor e R$ 13.740, haverá um reajuste fixo de R$ 824,50; acima disso o índice de reposição é de 6%. Com essa decisão, o piso salarial para 5 horas de passará a ser de R$ 2.342,40 e o de 7 horas, para R$ 3.747,84. Esses reajustes são retroativos à data-base da categoria, que é 1º de junho.
Cortes chegam ao Correio Braziliense
O Correio Braziliense realizou um corte de 36 funcionários nesta 2ª feira (14/10), entre os quais, seis jornalistas. A medida, segundo informou a empresa, faz parte de uma reestruturação do jornal.
Com boatos de que o jornal preparava havia tempos esse corte, o Sindicato dos Jornalistas do DF chegou a fazer um ato em frente à sede, à época, cobrando transparência da empresa. Agora emitiu nota repudiando as demissões. Entre os que saíram estão Chico Neto (subeditor de Cultura), Carla Correia e Edson Luís (de Política), Teresa Mello (Cidades) e Edilson Pereira (Fotografia).
Letícia Duarte, de Zero Hora, vence o Grande Prêmio Petrobras de Jornalismo
Filhos da rua, a matéria vencedora, ganhou o Esso e o Vladimir Herzog em 2012 Maior prêmio do País em valores (R$ 443.950 brutos), a Petrobras divulgou na noite desta 2ª.feira (14/10) os vencedores da primeira edição de seu Prêmio Petrobras de Jornalismo, que teve como vencedora do Grande Prêmio Letícia Duarte (Zero Hora), com a reportagem Filhos da rua, que já havia sido também distinguida nas edições 2012 do Vladimir Herzog e do Esso. Receberá, pela conquista, R$ 30 mil. Em Nacional, subcategoria Reportagem Cultural, os vencedores foram Ana Clara Brant (Estado de Minas), com MBP – Música Brasileira Popular, em Jornal/Revista; Paula Saldanha (TV Brasil), com Krajcberg – o grito da natureza, em Televisão; Edilene Mafra e Eliema Monteiro (Amazonas FM), com Ritmos da música paraense são atrativos turísticos em Belém, em Rádio; e Edison Veiga e Vítor Hugo Brandalise (estadao.com.br), com Família Imperial – Uma nova história, em Portal de Notícias. Na subcategoria Reportagem Responsabilidade Socioambiental, venceram Demitri Túlio, Émerson Maranhão, Cláudio Ribeiro, Ana Mary Cavalcante e Fátima Sudário (O Povo), com Planeta seca, em Jornal/Revista; Gustavo Costa e Marco Aurélio (TV Record), com Vidas sem lar, em Televisão; Renata Colombo e Fábio Almeida (Rádio Gaúcha), com Império da areia: a dragagem que mata o Jacuí, em Rádio; e Wladmir Paulino e Mariana Dantas (Portal NE10), com Cisternas da discórdia, em Portal de Notícias. Dentre as reportagens de tema Petróleo, Gás e Energia, foram escolhidas as de Rodrigo Caetano e Luciele Velluto (IstoÉ Dinheiro), com Os negócios bilionários do pré-sal, em Jornal/Revista; André Trigueiro, Jorge Pontual, Klara Duccini e Pascale Pfann (GloboNews), com Gás de xisto: problema ou solução?, em Televisão; Marciley Dias (Sucesso FM/TO), com Biodigestores, em Rádio; e Alexandre Canazio (Agência Canal Energia), com Energia solar a R$ 165/MWh nos leilões, em Portal de Notícias. Na subcategoria Esportes, os ganhadores foram Pedro Marcondes de Moura e Christian Gaul (IstoÉ 2016), com Prontos para a guerra, em Jornal/Revista; Timóteo Santos Lopes (SporTV), com Garimpeiros, em Televisão; Bruno Ceccon (Gazeta Esportiva.Net), com À sombra do porta-bandeira, em Portal de Notícias. Mirian Fitchner (Revista Amanhã/O Globo) foi a ganhadora do Prêmio Fotojornalismo, com o trabalho Religião afro-gaúcha: a saudação a Iemanjá. Veja também os vencedores dos prêmios regionais
Kaike Nanne começa como publisher do Grupo Ediouro
Kaike Nanne, que em junho deixou a direção do Núcleo Comportamento da Abril, vai agora atuar no mercado de livros – felizmente, segundo ele, “uma área em crescimento no Brasil”: começou esta semana como publisher do Grupo Ediouro, depois de 20 anos editando revistas na Abril e na Editora Globo. Apontado em 2012 pelo Meio & Mensagem como um dos dez profissionais de mídia mais importantes do País, como publisher dirigiu na Abril a maior área de negócios segmentados, que reunia marcas femininas como Claudia, Nova e Capricho. Antes, havia dirigido os núcleos Casa & Construção e Popular, focado na nova classe média brasileira. Ainda na Abril, criou e implementou projetos como o portal MdeMulher, o site CasaPro, o movimento Educar para Crescer, o Prêmio Casa Claudia de Design e as revistas Minha Casa e Sou Mais Eu. Kaíke também cobriu política na Veja, foi redator-chefe da Playboy e da Contigo, editor-executivo da Época e diretor de Conteúdo do portal AOL. Conquistou em duas oportunidades o Prêmio Esso e em outras duas o Abril de Jornalismo. Na Ediouro, será publisher das linhas editoriais em que estão autores como J.K. Rowling, Danuza Leão, Max Lucado, Gloria Kalil, Gilberto Gil, Lobão, Ana Maria Braga, entre outros, e dirigirá as áreas de criação, produção e marketing dos produtos nos selos Nova Fronteira, Agir e Thomas Nelson. Ele responderá a Antônio Araújo, diretor das unidades de Livros e Educação da Ediouro, e será secundado por Sandra Espilotro, atual diretora de Conteúdo Internacional, e Omar Souza, diretor da Thomas Nelson Brasil. Leila Name, até agora diretora de Conteúdo Nacional, passa a dirigir o negócio de Literatura Infantil, Juvenil e Clássicos do grupo, publicando sob o selo Nova Fronteira e sob novos selos que serão lançados para a área infantil e juvenil. Ela também se reportará a Antônio Araújo.
Prêmio Esso anuncia seus 70 finalistas
Folha de S.Paulo e O Globo largam na frente, respectivamente com nove e oito classificados. Prêmio bruto é de R$ 112 mil e vencedores serão conhecidos em 13 de novembro A Exxon anunciou nesta 4ª.feira (16/10) os finalistas do 58º Prêmio Esso de Jornalismo. Dos 1.210 trabalhos analisados, 70 foram classificados para a final. A Folha de S.Paulo foi o veículo com maior número de finalistas, nove, aí incluído o programa TV Folha, exibido na TV Cultura, além de quatro trabalhos em Fotografia, um em Educação, um em Criação Gráfica Jornal, um em Criação Gráfica Revista (com Serafina) e um em Regional Sudeste.
O Globo veio em 2º, com oito indicações (duas em Informação Econômica; duas em Informação Científica; duas em Educação; e duas Regional Sudeste). Em 3º lugar ficou o Correio Braziliense, com cinco trabalhos (um em Informação Econômica e quatro Regionais Centro-Oeste). E em 4º, o Jornal do Commercio (PE) com quatro (um em Criação Gráfica Jornal e três em Regional Norte-Nordeste).
Estadão, O Dia e SBT fizeram três finalistas cada; Exame, Estado de Minas, Diário do Nordeste, Nova Escola, Superinteressante, Gazeta do Povo e Diário Catarinense, dois. Figuram na lista com um trabalho classificado Jornal de São Gonçalo, Correio, Jornal de Santa Catarina, O Povo, Almanaque Abril, TPM, Diário do Pará, Campus Repórter, Zero Hora, IstoÉ, Brasileiros, ESPN Brasil, Band, Record e RBS. No total, 211 profissionais concorrem aos prêmios nas 12 categorias.
Um dos trabalhos, Paraíso Sitiado (O Globo), de autoria de Miriam Leitão e Sebastião Salgado, ganhou dupla indicação: na categoria Informação Científica, Tecnológica e Ambiental e Regional Sudeste. Também o trabalho Os meninos do Brasil, do Jornal do Commercio, teve dupla indicação, porém com profissionais diferentes: Criação Gráfica Jornal, com Carla Tenório, e Regional Norte-Nordeste, com Ciara Carvalho. João Valadares, do Correio Braziliense, foi tri-finalista na categoria Regional Sudeste, uma com um trabalho solo (Os diplomatas fantasmas) e outras duas em equipe (A insanidade do sistema; e Longe do trabalho).
Roberto Cabrini e equipe, do SBT, classificaram dois trabalhos: De volta à casa dos esquecidos e Ponto médicos. A Comissão de Seleção dos trabalhos de mídia impressa era composta por: Alaor Filho, André Renato Malvar, Ary Moraes, Aziz Filho (O Dia), Carlos Marchi, Daniela Mendes (IstoÉ), Décio Navarro, Edgar Gonçalves (Diário Catarinense), Fábio Gusmão (Extra), Fátima Belchior, Fernando Paulino (O Estado de S.Paulo), Gilberto Menezes Côrtes, Guido Orgis (Gazeta do Povo), João Penido, José Márcio Mendonça, Kristina Michahelles, Laurindo Ferreira (Jornal do Commercio/PE), Leonardo Cavalcanti (Correio Braziliense), Luis Cesar de Souza (Correio Popular), Luiz Carlos Duarte (Agora), Maria Cristina Carvalho, Marli Olmos (Valor Econômico), Moisés Rabinovici (Diário do Comércio), Mônica Maia, Nilson Vargas (Zero Hora), Paula Losada (Diário de Pernambuco), Plínio Bortolotti (O Povo), Renato Scapolatempore (Estado de Minas), Rodrigo Santiago (Diário do Nordeste), Rogério Gentile (Folha de S.Paulo), Rogério Reis e Salette Lemos.
A Comissão de Seleção para a categoria Telejornalismo foi constituída por Ana Gregati, Denise Lilenbaum e Geraldo Mainente. A decisão final sobre os vencedores de mídia impressa será tomada por uma Comissão de Premiação composta por cinco jornalistas, sem vínculo direto com as redações, em reunião presencial no Rio de Janeiro. A Comissão de Telejornalismo será formada por três jornalistas, e a Comissão Especial de Fotografia terá a participação, via internet, de 50 editores de fotografia de todo o Brasil.
A ressaltar que nessa categoria predominaram as imagens de violência colhidas nas manifestações de rua a partir de junho. Os valores a serem atribuídos aos vencedores totalizam R$ 112 mil em valores brutos. Além do prêmio principal, fixado em R$ 30 mil, e do Telejornalismo, em R$ 20 mil, serão distribuídos R$ 10 mil para as categorias de Reportagem e Fotografia, R$ 5 mil para cada uma das categorias de Informação Econômica, Informação Científica, Tecnológica ou Ambiental, Educação, Criação Gráfica Jornal, Criação Gráfica Revista e Primeira Página; e R$ 3 mil para cada um dos quatro prêmios regionais.
Mais informações com Fernando Portilho, na RP Consultoria, pelo ([email protected] ou 21-3208-3646, ramal 213).






