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Tão Gomes Pinto começa como ouvidor adjunto na EBC

Tão Gomes Pinto deixou São Paulo a caminho de Brasilía e lá assumiu, há algumas semanas, o cargo de ouvidor adjunto da EBC – Empresa Brasileira de Comunicação. Foi contratado para cuidar de Agência Brasil e Portal EBC, passando a compor uma equipe que também tem, na mesma função, Márcio Bueno, para a TV Brasil, e Ruth Helena, para as rádios EBC. Os três se reportam à titular da ouvidoria da EBC Josetti Marques. Tão tem longa trajetória no jornalismo, grande parte em redações, como na revista IstoÉ, com passagens também pela área de comunicação, como secretário da área no Governo de São Paulo, na gestão de Franco Montoro. Leia mais + Vaivém das Redações! + Otávio Cabral deixa Veja para integrar campanha de Aécio Neves + Romper com velhos hábitos é condição para fazer jornalismo no mundo digital

Revista literária recebe artigos sobre Estudos Culturais até 30/05

A revista Estudos de Literatura Brasileira Contemporânea recebe até 30/5 artigos e resenhas para a edição de número 44 (julho-dezembro/2014), cujo tema é Literatura e estudos culturais. Publicada pelo Grupo de Estudos em Literatura Brasileira Contemporânea da UnB, a revista tem o compromisso de fomentar o debate crítico sobre a literatura produzida no Brasil, em suas diferentes manifestações, a partir dos mais diversos enfoques teóricos e metodológicos, com abertura para o diálogo com outras literaturas, em especial da América Latina. Mais informações no http://goo.gl/pESlS6. Leia mais + Romper com velhos hábitos é condição para fazer jornalismo no mundo digital + Otávio Cabral deixa Veja para integrar campanha de Aécio Neves + Web Rádio da Câmara de São Paulo reformula grade de programação    

Romper com velhos hábitos é condição para fazer jornalismo no mundo digital

Celestino Vivian, do Projor – Instituto para o Desenvolvimento do Jornalismo, entidade responsável pelo Projeto Grande Pequena Imprensa (GPI), encaminhou reportagem publicada em 14/5 no Nieman Journalism Lab que enfatiza que veículos de mídia local têm recursos limitados e sentem que a rotina diária das redações lhes dá pouco tempo, dinheiro e funcionários para investir digitalmente. Reproduzimos aqui o resumo que ele enviou: Escreve-se muito hoje sobre como os jornais, grandes, médios e pequenos, revistas e as organizações de notícias como um todo estão testando novas táticas e ferramentas digitais. Muitos desses veículos são grandes empresas nacionais, mas a maioria dos jornais locais também está testando novas formas de reportagem. Um novo relatório que analisa a mídia dos Estados Unidos mostra que, para cada grande veículo fazendo experiências digitais de comunicação, há dezenas de outros jornais menores que não têm recursos ou cultura de redação para adotar todas as ferramentas digitais gratuitas que poderiam estar utilizando. O relatório enfatiza que veículos de mídia local têm recursos limitados e sentem que a rotina diária das redações lhes dá pouco tempo, dinheiro e funcionários para investir digitalmente. Entre as principais situações verificadas no levantamento e detalhadas no relatório estão: – Diversas redações não estão tirando proveito de ferramentas digitais de baixo custo que permitiriam veicular suas notícias de um jeito inovador. Editores se apegam demais aos métodos mais tradicionais, mesmo com a oferta de diversas ferramentas gratuitas na web. – Prêmios e conferências jornalísticas criam a sensação de que a adoção de certas práticas, como o jornalismo de dados, é mais abrangente do que realmente é. No entanto, ainda há um abismo entre os grandes jornais nacionais, que utilizam facilmente esse tipo de reportagem, e os jornais locais. – Chefes de redação de jornais locais sempre citam o orçamento, o tempo e o número de funcionários como suas maiores limitações. Mas conversas com mais de 20 editores experientes revelam problemas mais profundos, estruturais e culturais. Isso inclui uma ausência de compreensão técnica e de vontade de romper com velhos hábitos de reportagem. – Os jornais locais que fizeram uso inteligente de ferramentas digitais têm chefes que estão dispostos a fazer sacrifícios em suas coberturas. Eles priorizam reportagens que revelam o significado e as implicações de uma notícia em vez de focar pesadamente no desenvolvimento dos fatos. A conclusão é de que as tecnologias que ajudaram a diferenciar o jornalismo digital de sua forma impressa ainda são subutilizadas. Jim Farley, da rádio local de Washington WTOP, uma das empresas jornalísticas analisadas pelo estudo, confessa que esse é o tipo de jornalismo no qual gostaria de investir, mas que é difícil “retirar os jornalistas da linha de produção a que estão acostumados”. O relatório completo pode ser acessado, em inglês, no goatmustbefed.com. Leia mais + Otávio Cabral deixa Veja para integrar campanha de Aécio Neves + Pressão faz Senado reduzir cortes nos veículos de comunicação + Web Rádio da Câmara de São Paulo reformula grade de programação

Web Rádio da Câmara de São Paulo reformula grade de programação

Ao comemorar três anos de existência, a Web Rádio da Câmara de São Paulo muda sua grade de programação, e a partir desta 5ª.feira (22/5) passa a transmitir 11 horas diárias de informação (das 9h às 20h). Com a mudança, as reportagens gravadas em podcasts, veiculadas até então, dão lugar a uma grade que inclui programas especiais e apresentados ao vivo, como o Web Jornal Rádio Câmara, além da prestação de serviços (boletins de trânsito e previsão meteorológica), transmissão das sessões plenárias e espaço para manifestações culturais e artísticas. A remodelação da Web Rádio faz parte de um processo de integração das mídias institucionais da Câmara, que conta ainda com TV Câmara, portal, Centro de Comunicação Institucional (responsável pela comunicação interna e pela revista Apartes) e Assessoria de Comunicação e Imprensa. O veículo conta ainda com programas realizados a partir de parcerias firmadas com Agência Nacional, Rádio Senado, TSE e Rádio Mega Brasil.  Leia mais + Otávio Cabral deixa Veja para integrar campanha de Aécio Neves + Pressão faz Senado reduzir cortes nos veículos de comunicação + Igor Ribeiro começa blog de cartuns no M&M

Otávio Cabral deixa Veja para integrar campanha de Aécio Neves

Editor executivo em Veja, onde também responde pela coluna Holofote, Otávio Cabral deixará a revista no final do mês para integrar o núcleo de coordenação da campanha de Aécio Neves à Presidência da República. A decisão, segundo apurou este J&Cia, foi comunicada à direção da revista na semana passada. Autor de uma biografia não autorizada do ex-ministro José Dirceu, que gerou muita polêmica nos meios jornalístico e político, Cabral está em Veja desde 2004. Antes, teve passagens por Notícias Populares e Folha de S.Paulo. É casado com Vera Magalhães, editora da coluna Painel da Folha de S.Paulo. Leia mais + Pressão faz Senado reduzir cortes nos veículos de comunicação + Igor Ribeiro começa blog de cartuns no M&M + #PortoA estreia na TVCOM RS

Pressão faz Senado reduzir cortes nos veículos de comunicação

Em face da pressão dos trabalhadores dos veículos de comunicação do Senado e do apoio dos sindicatos dos Jornalistas e dos Radialistas do DF e da Associação dos Profissionais de Comunicação do Senado (Comsefe), a Mesa Diretora do Senado decidiu, em reunião realizada em 15/5, reduzir de 40% para 15% os cortes no contrato da área de comunicação celebrado com a empresa Plansul. A medida foi anunciada pelo presidente do Senado, Renan Calheiros, no final da semana passada. Ele alegou que a redução do contrato dos terceirizados é necessária porque o órgão quer investir em tecnologia: “Entre os contratos, o da área de comunicação é o segundo maior da casa, com 212 profissionais só na TV Senado. A redução de 15% significa economia de R$ 5 milhões por ano. Assim, daremos fôlego para a modernização”. Há dias o Sindicato dos Jornalistas do DF vem se posicionando contrário a qualquer tipo de corte na Casa, afirmando que o que está em jogo é a renovação do contrato de profissionais terceirizados, que totalizam 320 trabalhadores. A entidade também alertou para os impactos dos cortes, que iriam desde a redução da cobertura das comissões até o cancelamento de programas. Segundo a entidade, o corte inicial de 40% significaria praticamente o desmonte da TV Senado. Além de se manifestarem por meio de notas e matérias, as entidades de classe da Capital Federal também se uniram aos trabalhadores para buscar apoio dos senadores e para realizar mobilizações dentro da casa legislativa, onde obtiveram o apoio de diversos parlamentares. O diretor de Comunicação do Senado, Davi Emerich, disse ao Comunique-se que o contrato atual dos 320 profissionais terceirizados inclui 28 trabalhadores que não estão diretamente na Comunicação da Casa. E que o processo de licitação, estimado para terminar em junho, já foi iniciado. Mas enquanto não termina, os atuais funcionários permanecerão em regime especial, que poderá ser prorrogado por alguns meses. Os sindicatos dos Jornalistas e dos Radialistas do DF pretendem agora discutir com a direção da Secretaria de Comunicação o corte no contrato e buscar formas de minimizar os impactos. “Vamos estudar os contratos e lutar para que o corte na renovação gere o menor número de demissões possível e não prejudique a qualidade da cobertura dos veículos”, afirma Fábio Varela, diretor do Sindicato dos Jornalistas   TV Justiça também tem problemas   A TV Justiça também é alvo de críticas da entidade sindical, no que diz respeito às condições de trabalho dos profissionais terceirizados. Em nota, o Sindicato citou reportagem de 12/5 do Estadão que trata do planejado aumento no orçamento da TV Justiça, atrelando ao fato a existência, na emissora, de “chefes despreparados”, profissionais “sem bagagem intelectual” e de “baixa qualificação técnica”. A entidade afirma ver com bons olhos a iniciativa de ampliar investimentos na disseminação de informações públicas, mas lamenta “que ela parta da visão equivocada, desrespeitosa e injusta de que são os atuais profissionais de comunicação os responsáveis pelas deficiências na TV Justiça”, referindo-se aos terceirizados, grande maioria dos profissionais que tocam a emissora. Lamenta ainda a inexistência de concurso para a área de Comunicação, a exemplo de outros órgãos públicos. A Secretaria de Comunicação do STF, responsável por gerir a TV Justiça, afirmou a este J&Cia que a emissora opera na forma de terceirização por decisão interna. E que atualmente o STF está elaborando nova licitação de empresa que irá empregar os profissionais de Comunicação dos veículos do Judiciário, que há alguns anos são contratados pela Fundação Renato Azeredo. Segundo a Secom, o último concurso foi realizado em 2013, e há possibilidade de que um novo aconteça ainda este ano. No último sábado (17/5), o órgão enviou a seguinte carta ao Estadão: “A licitação, que é uma exigência legal, encontra-se suspensa para revisão, a fim de aprimorar o processo licitatório; o objetivo de todo o trabalho é a melhoria do serviço que vem sendo prestado na TV Justiça e valorizar os profissionais que nela atuam; uma vez que a licitação está suspensa, qualquer comentário sobre a mesma é precipitado e pode não refletir a realidade definitiva do mencionado certame; informamos ainda que a última licitação, realizada há três anos, tinha uma previsão de gastos de R$ 23,3 milhões antes da realização do pregão, mas resultou num contrato que, atualmente, tem o valor de R$ 18,5 milhões. O Supremo Tribunal Federal ratifica o respeito devido às pessoas que atuam na TV Justiça”. Leia Mais + Igor Ribeiro começa blog de cartuns no M&M + #PortoA estreia na TVCOM RS + Memórias da redação – Zé e os amigos do Zé  

Igor Ribeiro começa blog de cartuns no M&M

Igor Ribeiro, ex-Imprensa e Jornalistas&Cia, atual editor de Mídia do Meio & Mensagem, estreia nesta 4ª.feira (21/5) seu lado desenhista no Blog da Redação do jornal. Vai publicar semanalmente um cartum, tornando pública uma faceta que mantinha apenas como hobby, adquirido na infância por influência direta do pai, seu Carlos, ou DSolrac, como é conhecido no meio artístico, segundo ele um verdadeiro mestre das tintas, espátulas e pincéis.

Igor diz que ao longo do tempo andou ilustrando algumas coisas, que acabaram publicadas, mas nunca com a pretensão de despertar qualquer segunda vocação ou de tornar isso frequente na vida. Até agora.  “O cartum acima é o primeiro de uma série que vou publicar semanalmente no Blog da Redação do Meio & Mensagem, que ganhou novo impulso recentemente, abrindo-se também aos repórteres.

A ideia nasce justamente da minha vivência em redações e as relações que isso implica com RPs, agências, profissionais de marketing etc.. É uma tiração de sarro do universo da comunicação e de mim mesmo. Convenhamos, coleguinhas, somos risíveis. Fazemos um esforço para sermos profundos e consternados, mas nós somos todos um grande cartum pronto e acabado. Só estou transferindo isso pro papel. Ou pra tela”.

#PortoA estreia na TVCOM RS

Estreou sábado, 17/5, às 20h, na TVCOM RS, o programa #PortoA, que tem a proposta de mostrar os principais assuntos da atualidade fugindo do lugar comum e remetendo à internet e às redes sociais. Terá todos os sábados conteúdo jornalístico e de variedades, com as principais notícias do dia, reportagens especiais e quadros com colunistas. No comando se revezam os comunicadores Danuza Mattiazzi, Tanira Lebedeff e Carolina Abelin. A atração também terá reportagens de Leonardo Müller, Vanessa da Rocha, Fernanda Fell e Gabriella Bordasch e os colunistas Lúcio Brancato Gustavo Reis e Cláudia Laitano. Vivian Cunha é a editora responsável. A interatividade com o público também faz parte do #PortoA. Os telespectadores poderão participar por meio de uma cobertura colaborativa, compartilhando suas experiências e impressões sobre Porto Alegre enviando fotos e vídeos. Leia mais + Grupo de jornalistas lança livro investigativo sobre futebol + Milton Blay lança livro sobre seus mais de 30 anos em Paris + Carlos Maranhão recebe título de Cidadão Paulistano

Memórias da Redação ? Zé e os amigos do Zé

A história desta semana é novamente uma colaboração de Plínio Vicente da Silva, ex-Estadão, atualmente professor universitário e editor no Jornal de Roraima. Zé e os amigos do Zé             Nos anos 1980, ainda no começo da corrida do ouro que trouxe para o então Território Federal mais de 50 mil aventureiros, eu acabara de me instalar em Boa Vista como correspondente de Estadão, JT e Agência Estado quando conheci Zé Mato Grosso. Negro forte, troncudo, sem pescoço, atacado pela gagueira, contou-me que havia 17 anos vivia o sonho da abertura dos grandes garimpos em Roraima, onde, dizem, estão as maiores jazi­das de ouro e de diamantes do Brasil.             Já beirando os 60 anos, fazendo um biscate aqui, outro ali, alimentava uma velha esperança: “Ainda bamburro antes de morrer, meu pa­trão. E, se puder escolher, morro num garimpo”. Num dos nossos encontros passei a tarde inteira conversando com Zé Mato Grosso, apelido que veio dos seus tempos de soldado em Porto Murtinho, lá no Mato Grosso do Sul. Nunca soube seu verdadeiro nome, mesmo porque jamais perguntei. Para homenagear a memória desse herói garimpeiro, que em 1988 desapareceu na região do morro Caveira 2 e nunca mais foi encontrado, conto aqui dois dos seus causos, num português, claro, que corresponde à sua fala arrastada, entrecortada, quase onomatopáica.             O primeiro:             “Um dia me deu a louca e resolvi entrar sozinho no mato à procura de um ga­rimpo. Foi lá pelas bandas do Paapiú, acima do rio Catrimani. Coisa doida, 12 dias de perna­da, descendo e subindo serra e nada de achar uma faísca sequer. A comida eu comi toda já no meio do caminho e o jeito foi me conten­tar com macaco e piranha. que isso lá tem demais. À certa altura, todo mordi­do de bicho, picado por nuvens de piuns e carapanãs, o corpo já se abrindo em feridas, bateu-me o desespero e resolvi puxar no caminho de volta. Na descida fui deixando o resto dos trecos: panela, rede, bateia, o escambau. Só fiquei mesmo com o terçado, pois sem ele não havia como abrir picada na direção do Apiaú. Depois de muito sofrer, uma visão me encheu os olhos: a venda do velho Pascoal, parada de todo aventureiro que se arriscava por aquelas bandas. Sem di­nheiro, ofereci o terçado. Abastecido de ca­chaça, fui procurar um canto para esquecer as amarguras. Eu precisava de um porre. Apeei o corpo à sombra de um caimbezeiro no meio de uma caixa de empréstimo, deitei e bebi. Fui bebendo devagar, recuperando a vida que já ia quase fugindo de dentro de mim. O diabo é que, de tão bêbado, nem vi a chuvarada que foi invadindo a caixa tarde a dentro. So­nhei que estava no meio de uma cachoeira toda cravejada de diamantes e a água que caia parecia ouro derretido. Para encurtar a história, quem me salvou foi Joaquim da Ro­sa, que tinha um sítio nas redondezas. Passando na beira da estrada, estranhou ver um cabra estirado feito morto no meio daquela lagoa, só com o nariz de fora. Patrão, eu estava morrendo afogado e nem sabia”.          A segunda estória de Zé Mato Grosso:             “Lá pelo começo dos anos 70, seu Toinzinho resolveu ajuntar uns cabras pra pesqui­sar um garimpo lá pelas bandas da serra das Surucucus. Fui junto. A gente era cinco mais seuToinzinho. Minto: ele levou um guianense, preto feito eu. Subimos o rio, chegamos ao barranco escolhido e montamos o acampamento. O tal preto era o cozinheiro. Aliás, sua comida era divina, igual de restaurante. Seu Toinzinho, patrão de não dar mole­za, fazia a gente trabalhar de sol a sol, com tempo só pra comer e pras necessidades. Era acordar, comer, trabalhar, ir no mato, trabalhar, tomar banho no rio, comer e dormir. O estranho era que o cozinheiro não dormia no acampamento. Na noite de sexta-feira esperei o pessoal dormir e resolvi descobrir aonde ele ia. Esgueirei-me pelas árvores, andei uns cem metros e ouvi um palavreado estranho, em língua estrangeira, e fui ver de onde vinha. Dei de cara com uma clareira e quando as nuvens deixaram livre a luz da lua, me apavorei. O guianense fazia uma reza, quase um lamento, quando, de repente, a fogueira explodiu e de dentro do fogo saiu num bicho tão feio que corri feito louco, atravessei o acampamento feito um raio e fui bater na fazenda de Zé Ferreira. No dia seguinte, quando chegou trazendo a turma, mas sem o cozinheiro, seu Toinzinho me explicou: para cozinhar como cozinhava o cabra só podia mesmo ter parte com o capeta…”. Leia mais + Memórias da redação – O pão dos anjos + Memórias da Redação – Sonhando com números + Memórias da Redação – Jânio e o estivador

Grupo de jornalistas lança livro investigativo sobre futebol

Mais que um livro, O lado sujo do futebol, de Amaury Ribeiro Jr., Leandro Cipoloni, Luiz Carlos Azenha e Tony Chastinet, é um convite para o leitor deixar a arquibancada e acompanhar de perto as negociatas realizadas nas tribunas. Uma obra repleta de informações e documentos, que procuram mostrar ao leitor a face obscura do esporte mais popular do mundo. O livro chega às livrarias recheado de traições, contratos suspeitos, amizades de interesses, cartel, subornos, enriquecimento ilícito, coações, jogo político e muita sujeira.

No prefácio, o ex-jogador e atual deputado federal Romário define bem a importância do livro: “Agora, mais do que nunca, tenho certeza de que a CBF é mesmo o câncer do futebol!”.  O Lado Sujo do Futebol é o retrato do que é feito com a paixão do torcedor: afirma que João Havelange e Ricardo Teixeira desenvolveram um esquema mafioso de fraudes e conchavos, beneficiando a si e seus amigos; que Fifa e CBF se tornaram um grande balcão de negócios, no qual são firmados acordos bilionários, que envolvem direitos de transmissão e multinacionais de material esportivo.

Um grande jogo de bolas marcadas, cujo palco principal são as Copas do Mundo. Os autores advertem: “Se você não quer perder a ingenuidade em torno do esporte mais apaixonante do mundo, pare por aqui”.

Portanto, prepare-se. Começa agora o jogo de verdade.   Lançamentos: São Paulo – 23/5 (6ª.feira), às 18h na Livraria Cultura – Paulista (av. Paulista, 2.073, Conjunto Nacional/Térreo; Brasília – 27/5 (3ª.feira), a partir das 19h, na livraria Saraiva MegaStore – Shopping Pátio Brasil (SCS/B – Lote A, Nível 1).O evento contará com a participação de Romário; Rio de Janeiro – 3/6 (3ª.feira), a partir das 19h, na livraria Saraiva – Shopping Rio Sul (av. Lauro Muller, 116). Belo Horizonte – 10/6 (3ª.feira) e Recife – 17/6 (3ª.feira), em locais não confirmados. Informações com Fábio Diegues – (11-3087-8840 e  983-994-331 ou [email protected].    SERVIÇO: O Lado Sujo do Futebol Amaury Ribeiro Jr., Leandro Cipoloni, Luiz Carlos Azenha e Tony Chastinet Editora Planeta 400 páginas R$ 39,90

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