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Boris Feldman deixa o Estado de Minas e leva seu Auto Papo para o Hoje em Dia

Um dos profissionais mais longevos em uma mesma redação no Brasil, Boris Feldman ([email protected]) despediu-se na última semana do Estado de Minas, publicação na qual por 34 anos comandou o caderno Vrum.

Parte agora para um novo desafio profissional, que será fortalecer em três frentes a marca Auto Papo, que criou há quase 30 anos: ampliar o programa de rádio, hoje veiculado em 38 emissoras pelo Brasil; lançar um portal nacional de compra e venda de automóveis, com conteúdo de alto nível; e criar um caderno automotivo em outro jornal mineiro, o Hoje em Dia.

Todas as novidades levarão o nome Auto Papo e funcionarão de maneira integrada, ampliando a capacidade de cobertura e qualidade do material editorial. “Minha parceria com o Estado de Minas foi muito bem sucedida e importante para os dois lados. Consegui criar um caderno extremamente profissional, com muita força editorial e comercial, e com uma equipe muito grande e competente”, destaca Boris.

Sua ida para o Grupo Bel, dono do Hoje em Dia e de emissoras de rádio e tevê, converge com o atual momento de expansão do jornal, que ganhará novo projeto gráfico e editorial no dia do aniversário de Belo Horizonte, em 12 de dezembro. A empresa está investindo ainda na compra de um novo prédio, que reunirá todas as suas operações. “A ideia deles é montar um grupo forte de publicações, capaz de criar uma plataforma ampla de notícias”, explica.

As negociações para sua mudança vinham sendo costuradas desde julho, quando os boletins do Auto Papo saíram da Guarani FM, emissora dos Diários Associados, de que faz parte o Estado de Minas, e passaram a ser transmitidos pelas rádios 98 FM e 102,9 FM, ambas do Grupo Bel.

Impresso – O caderno Auto Papo que estreará com a nova versão do Hoje em Dia terá oito páginas publicadas aos sábados, além de uma página diária, de 2ª a 6ª.feira, com informações sobre produtos e mercado. Sua equipe está sendo montada, mas provavelmente contará com dois repórteres que já atuam jornal, e outros dois reforços que ainda serão contratados.

Digital – Planejado há pelo menos seis meses, o AutoPapo.com deverá ir para a rede entre dezembro e janeiro. A página trará, além de notícias do segmento, uma área de classificados para compra e venda de automóveis, em âmbito nacional. O espaço também abrigará o Blog do Boris, atualmente hospedado no R7.

Rádio – Mais antiga plataforma do Auto Papo, pouca coisa muda em relação aos boletins. De novidade, apenas negociações com novas emissoras que deverão começar a veicular o quadro nas próximas semanas.

Estado de Minas – O jornal ainda não definiu quem será o substituto de Boris à frente do caderno Vrum. Enquanto a decisão não é tomada, o editor Paulo Eduardo Queiroz ([email protected]) segue à frente do espaço, tendo ainda em seu time um subeditor, três repórteres e um estagiário, além de contar com o apoio de freelancers.

Abertas as inscrições para o II Prêmio Petrobras de Jornalismo

A Petrobras abriu inscrições para a segunda edição do Prêmio Petrobras de Jornalismo, que premiará as melhores reportagens regionais e nacionais e a melhor internacional nas áreas de Cultura, Esporte, Responsabilidade Socioambiental e Petróleo, Gás e Energia, além de Fotojornalismo. As inscrições – que seguem abertas até 6/2/2015 – devem ser feitas integralmente via internet. Podem concorrer matérias publicadas entre 10/5/2013 e 9/4/2014, que serão divididas nas categorias jornal/revista, televisão, rádio e portal de notícias, e nos temas Cultura, Esporte, Responsabilidade Socioambiental e Petróleo, Gás e Energia, além da melhor fotografia nacional e da melhor regional em qualquer um dos temas. Na categoria Internacional será escolhida a melhor reportagem sobre o Brasil, escrita por correspondente de veículo estrangeiro situado no País, em um dos temas do prêmio. Também será reconhecido o vencedor entre todos os trabalhos inscritos, que levará o Grande Prêmio Petrobras de Jornalismo, que embolsará R$ 31.800,00. Cada um dos ganhadores da categoria nacional em jornal/revista, televisão rádio e portal de notícias para os temas Cultura, Responsabilidade Socioambiental, Esporte e Petróleo, Gás e Energia e o autor da melhor foto nacional vai receber R$ 18.250,00. Os vencedores da categoria regional em um dos veículos e em cada um dos temas e o autor da melhor foto regional ganharão R$ 7.600,00 cada. Os arquivos com as matérias em PDF, fotos, vídeos ou áudios deverão ser enviados pelo www.premiopetrobras.com.br.  

Quer ganhar uma inscrição para o mídia.JOR?

Interessados em participar do mídia.JOR, promovido por revista e Portal Imprensa, podem concorrer a uma inscrição gratuita. Para participar, é necessário enviar vídeo de até um minuto (via anexo de e-mail ou link do youtube) para [email protected] com uma pergunta sobre Jornalismo ou Publicidade a ser respondida pelos profissionais que participarão do evento. Os vídeos podem ser encaminhados até esta 4ª.feira (12/11). O resultado será divulgado no dia seguinte. Além da vaga gratuita, o vencedor terá seu vídeo exibido durante o seminário, no canal Imprensa na TV do youtube, no Portal Imprensa e nas redes sociais da editora.  

CEO do IVC Brasil é eleito presidente do IFABC

A Federação Internacional dos Institutos Verificadores de Circulação (IFABC, da sigla em inglês) elegeu Pedro Martins Silva, CEO do IVC Brasil, para a presidência da diretoria executiva, sucedendo Jerry Wright, do instituto similar ao IVC no Reino Unido. É a primeira vez que um brasileiro assume o comando da entidade que congrega os órgãos de auditoria de mídia em todo o mundo, cobrindo 40 países. O board da organização global, composto por nove membros, eleitos durante a 26ª edição da Assembleia Geral, realizada no Rio de Janeiro, terá dois anos de gestão e é. O IVC Brasil ganhou destaque no cenário internacional nos últimos cinco anos, especialmente por ter sido o primeiro órgão no mundo a fazer auditoria do Google Analytics e a oferecer ranking web semanal. Recentemente lançou a auditoria de eventos e de campanhas para mídia online, bem como auditoria de jornais gratuitos e revistas de bordo, além de ter articulado parceria visando a viabilizar a auditoria de circulação para jornais regionais.

SPC convida para coletiva de imprensa

O Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) convidam para coletiva de imprensa nesta 2a.feira (10/11), às 10h30, em Brasília (Edifício Brasil 21, Quadra 6, bloco E, Sala 1111), sobre os Indicadores mensais de inadimplência do consumidor.

Os dados, referentes a outubro, serão apresentados pela economista Marcela Kawauti.

Escola de Dados e UFBA promovem curso Introdução ao Jornalismo de Dados

A Escola de Dados e a Faculdade de Comunicação da Universidade Federal da Bahia promovem o curso Introdução ao Jornalismo de Dados, em Salvador, dos dias 24 a 28 de novembro. O curso é gratuito e faz parte do programa Partnership for Open Data (POD), parceria entre o Banco Mundial, o Open Data Institute e a Open Knowledge para acelerar a abertura de dados em países em desenvolvimento. As inscrições se encerram nesta 2a.feira (10/11) e devem ser feitas por este formulário. O resultado final com os nomes dos selecionados será divulgado – conjuntamente – no blog da Escola de Dados e no blog do GJOL, no dia 14 de novembro. Com 30 horas de atividades, o curso inclui um panorama sobre jornalismo de dados e uma apresentação das principais técnicas e ferramentas utilizadas para busca, extração, limpeza, interpretação e visualização de dados. Os alunos irão examinar projetos publicados por grandes redações do mundo todo e também partirão de projetos próprios para produzir tabelas, gráficos, mapas e diagramas usando uma variedade de softwares, ferramentas web e scripts básicos de programação. A metodologia do curso envolverá aulas expositivas e atividades em grupo guiadas pelos tutores. Mais informações pelo [email protected]

Fernando Rodrigues também deixa a Folha

A exemplo da colunista Eliane Cantanhêde, que nesta 5ª.feira (6/11) anunciou sua saída da Folha de S.Paulo, nesta 6ª foi a vez de Fernando Rodrigues informar que estava encerrando sua colaboração no jornal depois de 27 anos. Ele postou em seu blog e confirmou a este Portal dos Jornalistas que mantém todas as suas operações (“que são muitas”) no UOL, onde está desde 2005, e seus comentários matinais na rádio Jovem Pan, no ar desde 2006.

No caso dos colunistas, como apurou este Portal dos Jornalistas, deverá haver substituição, pois é da lógica do jornal mudar periodicamente esses colaboradores, atualmente em número de 125, como ocorreu recentemente com a entrada de Tati Bernardi no lugar da Barbara Gancia, em Cotidiano.

A nova formação da coluna Brasília, que Fernando assinava da Capital Federal às 4as e sábados, alternando com Eliane nos demais dias, deve ser anunciada em breve. Mestre em Jornalismo Internacional pela City University, de Londres, na Folha Fernando desempenhou as funções de repórter, editor de Economia, correspondente em Nova York, Tóquio e Washington, além de repórter especial. Conquistou quatro Prêmios Esso. É autor do livro e site Políticos do Brasil.

MPT divulga finalistas de seu prêmio de jornalismo

O Ministério Público do Trabalho divulgou nesta 5ª.feira (6/11) os finalistas do 1º Prêmio MPT de Jornalismo, que distribuirá R$ 360 mil aos vencedores. Eles serão anunciados na cerimônia de premiação, em 11/12, em Brasília. Os trabalhos avaliados abrangeram os temas fraudes nas relações de trabalho; trabalho escravo contemporâneo; trabalho infantil; discriminação de gênero, cor e pessoas com deficiência; meio ambiente do trabalho; promoção da liberdade sindical; trabalho portuário e aquaviário; e irregularidades trabalhistas na administração pública. Foram divididos nas categorias Radiojornalismo, Telejornalismo, Jornal Impresso, Revista Impressa, Webjornalismo, Fotojornalismo, prêmio especial Fraudes Trabalhistas e menção honrosa de repórter cinematográfico. Os finalistas são: Alessandra Sousa (Jornal do Tocantins), com Maioria dos contratos da Unitins está irregular; Ana Graziella Aguiar (TV Brasil), com Infância Perdida; Camila Rodrigues da Silva (Agência Pública), com A revoada dos passaralhos; Carlos Molinari (TV Brasil), com CLT 70 anos; Cezar Magalhães (Diário Online), com Esmolas sobre as águas; Daniela Assayag (Rede Amazônica/TV Globo), com Borracha: apogeu e queda do outro branco da Amazônia; Diego Nigro (Jornal do Commercio), com Um mergulho no absurdo; Domingos Peixoto (O Globo), com Crime liberdade de imprensa; Edilson Rodrigues Pereira (Jornal de Brasília), com Profissão: prostituta; Eduardo Matos (Rádio Gaúcha), com Os Estrangeiros e a luta por trabalho; Esdras Marchezan (Coletivo Repórter de Rua e Novo Jornal), com Garimpeiros: vida e morte embaixo da terra; Gecilene de Aguiar Sales (Rádio Rio Mar Manaus), com Trabalho escravo na região da Amazônia Legal; Guilherme Araújo e Simone Kafruni (Correio Braziliense), com Terceirizados: um golpe por dia na Esplanada; Gustavo Aguiar (Campus Repórter – UnB), com As fiapeiras de Frecheirinha; João Guedes (Revista Proteção), com Gincana Industrial; Jonathan Philip (Rádio Difusora AM 680), com Sonhos escravizados; Joyce Reinert (Notícias do Dia), com Nossos trabalhadores; Kleberson Santos (Diário Online), com Esmolas sobre as águas; Leandro Aislan (Rádio Bandnews), com O tráfico que escraviza; Leilane Menezes e Helena Mader (Correio Braziliense), com Cais do Abandono; Lilian Primi (Caros Amigos), com Trabalho precário atinge índios; Mariana Veil e Júlio Molica (GloboNews), com Especial Trabalho Escravo; Melquíades Júnior (Diário Nordeste), com Viúvas do veneno; Murilo Nascimento (atebrevehaiti.com), com Até Breve, Haiti – A história de haitianos traficados ao Brasil; Orlando Júnior (Rede Amazônica/TV Globo), com Borracha: apogeu e queda do outro branco da Amazônia; Patrick Camporez (A Gazeta), com Colheita de Café – Passos de volta à escravidão; Paulo Roberto Tavares (Correio do Povo), com Zumbis no volante; Regina Trindade (Rádio Espírito Santo AM), com A mentira da terceirização: São Gabriel da Palha na mira do MPT; Roberto Cabrini (SBT), com O doce veneno dos campos do senhor; Robson Bandeira (TV Pajuçara/TV Record), com Série homens de pedra: vítimas da escravidão; Rosa Rocha (Cidade Verde), com Escravos contemporâneos; Thiago Correia (TV Pajussara/TV Record), com a série Homens de pedra: vítimas da escravidão; Thiago Reis (Portal G1), com Trabalho existe?; e Thiago Toscani (RIC/TV Record), com Policiais catarinenses: saúde mental x apoio do estado.

Memórias da redação ? Carteirinha

A história desta semana é de Nair Keiko Suzuki ([email protected]), que se aposentou no ano passado como editora-assistente de Economia e Negócios do Estadão, em sua segunda estada por lá. Ela atuou também em revista Notícias Fiesp e Gazeta Mercantil, teve três passagens pela sucursal paulista do JB, duas pela Agência Folhas e uma na Folha de S.Paulo, além de IstoÉ e na extinta revista Afinal. Carteirinha Na década de 1970, quando se trabalhava em sucursal de grandes jornais nacionais — como o Jornal do Brasil (JB), que hoje existe só online –,  a gente fazia de tudo. Cobria incêndio do Joelma vendo as labaredas da calçada da elegante avenida São Luís, em São Paulo; mandava para a sede carioca as cotações das principais ações negociadas na Bolsa de Valores de São Paulo para serem distribuídas pelo País todo; cobria manifestações no Vale do Anhangabaú pelas Diretas-Já; cobria pela tevê jogos importantes de futebol nos estádios de São Paulo e Santos; cobria turfe aos domingos, ouvindo a Rádio Eldorado, que irradiava os páreos e anunciava quem cruzava a linha de chegada. De repórter estagiária, em 1969, a chefe de Reportagem da sucursal do JB em São Paulo, cinco anos depois, fui credenciada em 1974 para cobrir o Grande Prêmio de Fórmula 1. O Autódromo de Interlagos estava entrando no circuito internacional do GP de automobilismo disputado em vários continentes e todos queriam fazer a melhor cobertura. Sem experiência no ramo, fui na cola dos coleguinhas e disputei o melhor espaço para poder entrevistar os pilotos e acompanhar os preparativos para a corrida. O espaço, porém, era pequeno para tantos repórteres. A organização do autódromo determinou, então, que só poderiam permanecer no local privilegiado os jornalistas profissionais com credencial. Quase todos tinham crachá e credencial. Decidiu-se, então, que só poderiam ficar quem fosse sindicalizado e tivesse a carteirinha do Sindicato. Muitos não tinham, mas eu tinha. Fiquei e fiz uma reportagem completa para o Jornal do Brasil sobre a vitória do Emerson Fittipaldi pela McLaren-Ford.  Essa foi uma das raras vezes em que tive de exibir a carteirinha do Sindicato. Sem contar, é claro, os dias das eleições da diretoria da entidade. Por isso, e normalmente por desleixo, preguiça de ir até a sede do Sindicato e por querer adiar ao máximo o pagamento da taxa, a maioria renovava a carteirinha só muitos anos depois de vencido o prazo. O próprio Sindicato não se empenhava muito em alertar para a necessidade de atualização. Eu tenho guardada, pelo seu charme, uma carteirinha da Federação Nacional dos Jornalistas Profissionais (Fenaj) feita em couro azul-marinho, que tinha todas as informações, inclusive o tipo sanguíneo, e uma tarja em diagonal escrita JORNALISTA, em vermelho. Essa carteirinha, de julho de 1991, venceu dois anos depois e a Fenaj abandonou o modelo, alegando que sua confecção era muito cara. Depois, o Sindicato de São Paulo, com apoio da Fenaj, lançou o Cartão do Sindicalizado, simples e feinho, válido também para ter descontos em lojas e serviços conveniados só para quem apresente documento com foto. O meu último venceu em dezembro de 2012. Em maio deste ano, ao passar pelo Sindicato, lembrei-me do Cartão do Sindicalizado vencido e fui à Secretaria. Lá me informaram que naquele momento não estava havendo renovação, mas que se eu quisesse, poderia solicitar a nova carteirinha da Fenaj, expedida pelo órgão que tem sede em Brasília. Fiz o requerimento, paguei uma taxa de R$ 85, entreguei uma foto 3 X 4 e enviei de casa cópia do meu diploma de jornalista pela ECA-USP. Cerca de um mês depois recebi a carteirinha em casa, pelo Correio. Achei-a muito bonita e criativa, com foto dos dois lados, e coloquei-a no meio de outros documentos sabendo que dificilmente, a essa altura da vida, alguém vai me pedir a identificação de jornalista. Aposentei-me, após 45 anos de profissão, mas carrego comigo a carteirinha, feliz e orgulhosa como o repórter que vê sua primeira matéria publicada no jornal. Depois que o prazo de validade vencer, daqui a três anos, vou dá-la para minha neta, Olivia, como lembrança da vovó jornalista.

Folha demite Eliane Cantanhêde

Eliane Cantanhêde, colunista da Folha de S.Paulo em Brasília, publicou mensagem no twitter na noite desta 5ª.feira (6/11) informando estar saindo do jornal: “Amigos do Twitter, aviso geral: amanhã eu não escrevo mais a coluna na Folha. Foi bom enquanto durou”.

A Eduardo Ribeiro, diretor deste Portal dos Jornalistas, ela explicou: “Fui demitida depois de 17 anos na Folha, escrevendo a coluna Brasília, da pág. A-2, aos domingos, 3as, 5as e 6as. Fico, portanto, como comentarista do GloboNews em pauta, das 20h às 21h, ao vivo, e da Rádio Metrópole da Bahia. Dispensei a direção de explicações e salamaleques. Quando me telefonaram, vi logo o que era e encurtei a conversa”.

Sobre a carreira, disse que quando se formou em Jornalismo pela UnB já era jornalista profissional havia quase dois anos: “Comecei no Jornal do Brasil, fui da Veja e voltei ao JB, onde estreei como colunista substituindo um dos ícones do jornalismo, o Carlos Castello Branco, Castelinho, às 2as.feiras. Depois fui colunista do Estadão duas vezes, diretora de Redação das sucursais do Globo e da Gazeta Mercantil em Brasília e fui para a Folha em 1997, para escrever a coluna Brasília quatro vezes por semana. Entro no Em Pauta, geralmente, às 3as, 4as e 6as. Gravo uma vez por semana para a Metrópole. Escrevo sobre política, política externa, defesa e comportamento. Sou autora de José Alencar, amor à vida, biografia do vice-presidente de Lula, editada pela Sextante. Vale lembrar que a Folha demitiu esta semana outros 13 jornalistas (confirmados), mas fontes do jornal indicam que o número pode chegar a 25. Embora sem confirmar ou desmentir esses números, Sérgio Dávila, editor executivo do jornal, disse ao Portal dos Jornalistas que “a contratação e saída de profissionais são rotineiras numa empresa do porte da Folha. O jornal realiza no final deste ano desligamentos pontuais, além de um corte nas despesas de custeio, a fim de ajustar o seu orçamento ao mau desempenho das receitas publicitárias, fruto da estagnação prolongada da economia brasileira”.

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