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quinta-feira, janeiro 27, 2022

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Folha demite Eliane Cantanhêde

Eliane Cantanhêde, colunista da Folha de S.Paulo em Brasília, publicou mensagem no twitter na noite desta 5ª.feira (6/11) informando estar saindo do jornal: “Amigos do Twitter, aviso geral: amanhã eu não escrevo mais a coluna na Folha. Foi bom enquanto durou”.

A Eduardo Ribeiro, diretor deste Portal dos Jornalistas, ela explicou: “Fui demitida depois de 17 anos na Folha, escrevendo a coluna Brasília, da pág. A-2, aos domingos, 3as, 5as e 6as. Fico, portanto, como comentarista do GloboNews em pauta, das 20h às 21h, ao vivo, e da Rádio Metrópole da Bahia. Dispensei a direção de explicações e salamaleques. Quando me telefonaram, vi logo o que era e encurtei a conversa”.

Sobre a carreira, disse que quando se formou em Jornalismo pela UnB já era jornalista profissional havia quase dois anos: “Comecei no Jornal do Brasil, fui da Veja e voltei ao JB, onde estreei como colunista substituindo um dos ícones do jornalismo, o Carlos Castello Branco, Castelinho, às 2as.feiras. Depois fui colunista do Estadão duas vezes, diretora de Redação das sucursais do Globo e da Gazeta Mercantil em Brasília e fui para a Folha em 1997, para escrever a coluna Brasília quatro vezes por semana. Entro no Em Pauta, geralmente, às 3as, 4as e 6as. Gravo uma vez por semana para a Metrópole. Escrevo sobre política, política externa, defesa e comportamento. Sou autora de José Alencar, amor à vida, biografia do vice-presidente de Lula, editada pela Sextante. Vale lembrar que a Folha demitiu esta semana outros 13 jornalistas (confirmados), mas fontes do jornal indicam que o número pode chegar a 25. Embora sem confirmar ou desmentir esses números, Sérgio Dávila, editor executivo do jornal, disse ao Portal dos Jornalistas que “a contratação e saída de profissionais são rotineiras numa empresa do porte da Folha. O jornal realiza no final deste ano desligamentos pontuais, além de um corte nas despesas de custeio, a fim de ajustar o seu orçamento ao mau desempenho das receitas publicitárias, fruto da estagnação prolongada da economia brasileira”.

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