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segunda-feira, abril 6, 2026

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Eric Cozza despede-se da Editora Pini

Eric Cozza despediu-se da Editora Pini em 30/9, após quase 20 anos de casa. Foram, conforme informou ao Portal dos Jornalistas, três anos e oito meses como CEO (diretor geral), 12 como diretor de Redação/Conteúdo e outros quatro como editor e repórter na revista Construção. Desde 5/10, durante uma fase de transição, Everson Lopes, diretor de Desenvolvimento de Portfólio da Ideiasnet, fundo de investimentos controlador da empresa, assumiu temporariamente a função de CEO até que a seleção do novo gestor esteja concluída. “A experiência à frente de uma empresa de comunicação especializada, que, além de mídia, também tem negócios nas áreas de educação, sistemas, dados e consultoria, foi muito enriquecedora”, comentou Eric. “O desafio da transição digital, que atinge não apenas o segmento de mídia, mas também as outras áreas de negócios, é imenso. Desafiador devido à mudança no modelo de negócio, mas, acima de tudo, instigador de novas posturas tanto para as empresas quanto para nós, profissionais. Ainda não tenho definições sobre meu futuro profissional, mas pretendo me envolver com projetos na área de gestão de conteúdo, seja em alguma empresa/entidade ou no âmbito da minha consultoria em comunicação especializada”. A saída de Eric, como apurou o Portal dos Jornalistas, em nada altera, ao menos por enquanto, o quadro da Redação, que continua sob a direção de Paulo Kiss ([email protected]), tendo como editores Renato Faria (Téchne/Equipe de Obra), Bianca Antunes (AU – Arquitetura e Urbanismo), Circe Bonatelli (Construção Mercado) e Ana Paula Rocha (Portal PINIweb).

Ainda sem sede, ACE reúne-se na próxima 3ª (13/10) para avaliar próximos passos

Despejada há duas semanas de forma deselegante pelo Governo do Estado de São Paulo, da sede que este lhe havia cedido, sem ônus, a Associação dos Correspondentes Estrangeiros continua seu périplo para encontrar um novo espaço que possa ser transformado num moderno Centro Internacional de Imprensa, nos moldes de iniciativas semelhantes presentes nas grandes capitais mundiais. Ignorada pelo Governo Alckmin e pela Comunicação do Palácio dos Bandeirantes, a Associação, graças à solidariedade de profissionais e instituições, iniciou conversações com outras instâncias públicas com boas perspectivas de solucionar o problema. Como revelou a presidente da ACE, a holandesa Stijntje Blankendaal, em entrevista a Eduardo Ribeiro, no programa Jornalistas&Cia da Rádio Mega Brasil Online, em 30/9, a ACE não precisa de um espaço imenso: “Queremos um lugar que comporte algumas estações de trabalho, a secretaria e que possa ser palco das coletivas mensais que pretendemos fazer ao longo do mandato, com personalidades e temas de alcance internacional”. Com quase 50 anos de existência, a ACE conta atualmente com 60 associados, de um contingente estimado em 100 correspondentes estrangeiros – isso apenas em São Paulo. Há também a Associação do Rio de Janeiro, com um número maior de associados; e um núcleo pequeno em Brasília. Luiz Fernando Garcia, diretor-geral da Graduação ESPM-SP, e Maria Elisabete Antonioli, coordenadora do curso de Jornalismo da ESPM, colocaram à disposição da ACE uma sala no prédio principal do campus Álvaro Alvim, que ela poderá usar todos os dias até às 14h enquanto não se confirma uma solução definitiva. A sala tem mesa de reuniões, wi-fi, computadores e um ramal telefônico. A universidade dispôs-se também a ceder espaço para reuniões em outros horários, sempre que a ACE precisar.

Jornalista bielorrussa vence Nobel de Literatura

A escritora bielorrussa Svetlana Alexievich é a vencedora do Prêmio Nobel de Literatura de 2015. O anúncio foi feito na manhã desta 5ª.feira (8/10). Svetlana era a favorita nas casas de apostas europeias. A obra dela, ainda não editada no Brasil, é de literatura não-ficcional, com relatos de pessoas que enfrentaram a derrocada soviética. A autora é a primeira russa a ganhar o Nobel desde o fim da União Soviética. Concedido pela Academia Sueca, o prêmio contempla um escritor por ano – com o equivalente a R$ 3,7 milhões – pelo conjunto de sua obra. Para a edição deste ano, a instituição recebeu 259 propostas de nomes e reduziu a lista para 198.

Latgé deve deixar a Rede Globo

Luiz Cláudio Latgé deve deixar a Rede Globo, conforme noticiou Keila Jimenez em seu blog KTV, no portal R7. Com 30 anos de casa, ele segue o caminho traçado por Carlos Henrique Schroder desde que assumiu a direção geral da casa, em 2013, de afastar os diretores mais antigos. Latgé começou no Jornal do Brasil em 1980 e cinco anos depois transferiu-se para a Globo. Foi repórter, editor do RJ TV, Jornal Hoje, Jornal Nacional e Jornal da Globo, chefe de Redação do Fantástico, diretor regional em Brasília em 2000 e em São Paulo, dois anos depois. Assumiu a direção da Globo News em 2008, mas, em 2013, passou a diretor-adjunto da área de Comunicação.

Prêmio ABEAR de Jornalismo divulga finalistas

Foram definidos os finalistas da terceira edição do Prêmio ABEAR de Jornalismo. Dentre os 116 trabalhos inscritos, 25 foram escolhidos pela Comissão de Seleção nas categorias gerais Competitividade, Cargas, Experiência de voo, e Inovação e Sustentabilidade, e na categoria especial Imprensa Setorizada. Competitividade: Dimmi Barbosa Amora (Folha de S.Paulo – DF), com 24 horas no Aeroporto de Brasília; Glauce de Souza Cavalcanti (O Globo – RJ), com A decolagem das estrangeiras; Débora Laurenti Alfano (BandNews FM), com Brasil decola: o desafio do setor aéreo no País; Celso Luís Barbosa Freire (Rádio Liberal), com Novos aeroportos prometem trazer desenvolvimento para a Região Norte; e Marina Teixeira Gazzoni (O Estado de S. Paulo – SP), com Para lucrar, Gol volta-se para executivos. Cargas: Mauren de Souza Xavier dos Santos (Correio do Povo – RS), com Aeroportos – Cresce o transporte de cargas; Teresa Raquel Raulino de Oliveira Bastos (Globo Rural Online – SP), com Brasil vende guzerá leiteiro por avião para o Senegal; João José Trindade Oliveira (Valor Econômico – SP), com Carga aérea atrai recursos apesar da crise; Igor Fernando Peixoto Jácome (Novo Jornal – Natal), com Cargueiro abre comércio com 300 cidades; e Monica Souza Prestes (Portal A Crítica – Manaus), com Crise: A saída pode ser aérea. Experiência de voo: Monique Renne Guimarães Lapa (Melhores Destinos – DF), com duas reportagens, 15 dicas para planejar a sua primeira viagem ao exterior e Manual do bom viajante: dicas de etiqueta e como evitar as piores gafes em viagens de avião; Mônica Pretto Reolom (O Estado de S. Paulo – SP), com Brasileiro usa mais smartphone ao viajar; Mariana Correa da Costa Barbosa (Valor Econômico – SP), com Luxo em aeroportos inclui fila especial, Porsche e “ofurô”; e Ricardo de Lira Gallo (Folha de S.Paulo – SP), com Malas de aeroporto – pilotos e comissários revelam quais hábitos dos passageiros mais os irritam – e que jamais dirão a você. Inovação e Sustentabilidade: Marina Teixeira Gazzoni (O Estado de S. Paulo – SP), com Aéreas apostam em inovação para ganhar eficiência; Eduardo Araia (Planeta – SP), com Aviões verdes; Gustavo Godoy Simon (Folha de S.Paulo – SP), com Como será o amanhã?; Paloma Aléssio Oliveto (Correio Braziliense – DF), com a série de reportagens Aviação verde; e Gustavo Ribeiro de Francisco (Blog Aviões em Foco/Gazeta do Povo – PR), com TAM corta 40 kg de papel nas cabines de comando e reduz queima de combustível. Imprensa Setorizada: Fernando Braga De Borthole (Globosat – RJ), com Aero – Por trás da aviação; Edmundo Ubiratan Fernandes (Aero Magazine – SP), com duas matérias, Aeroportos com redes integradas e Torre remota; Luís Ricardo dos Santos Meier (Airway), com Especial: Mitos e verdades sobre acidentes aéreos; e Thiago Rodrigues Vinholes (Airway), com O avião arremeteu, e agora? Entenda como funciona o procedimento. A Comissão de Seleção que indicou os finalistas foi integrada por Luiz Caversan e Alberto Komatsu. As matérias selecionadas passarão agora pela análise da Comissão de Premiação, encarregada de definir os vencedores. O resultado final será divulgado em 22 de outubro.

Eduardo Grillo deixa a Globo News

No ar desde a estreia da Globo News, em 15 de outubro de 1996, o jornalista Eduardo Grillo não renovará contrato com a emissora. A informação é de Daniel Castro, do site Notícias da TV. Segundo ele, após retornar de férias, na última 3ª.feira (6/10), Grillo teria sido dispensado da Globo News. O apresentador deve cumprir seu contrato até o final do ano, mas não mais voltará ao ar. Dony de Nuccio, que cobriu suas férias, deve seguir na apresentação do Jornal das Dez, posto que Grillo havia assumido no fim do ano passado, quando Mariana Godoy migrou para a RedeTV. Ainda de acordo com Daniel, nesta 4ª.feira (7/10) Ali Kamel formalizou a saída de Grillo por e-mail, que circulou na Redação do canal. No comunicado interno, Kamel elogia o apresentador e ressalta que sua saída se deu “por razões pessoais”: “É um profissional completo”, que “sabe dar o tom certo à notícia, sabe buscá-la, sabe contá-la com precisão, é capaz de ficar horas no ar em cima do fato, ligando as diversas pontas de um acontecimento e, coisa rara, traduzindo línguas estrangeiras como um expert em tradução simultânea”. Nos bastidores da Globo News, estaria circulando a versão de que Grillo foi vítima de disputas internas e da crise de audiência pela qual passa o Jornal das Dez. No entanto, em contato com Notícias da TV, ele preferiu fugir de polêmicas, dando conta de que sua saída aconteceu de forma tranquila e que o contrato “não foi rompido, mas nem por isso teria que apresentar outro programa nestes meses que faltam”. Ele credita o acerto a “um pacote de boas relações que ambos os lados sempre tiveram”. Em nota reproduzida pelo site de Castro, a Rede Globo afirmou que “Eduardo Grillo não foi demitido, pediu para se desligar da Globo News por razões pessoais. Depois de 19 anos dedicados ao canal, decidiu se dedicar aos negócios da família e ao projeto de paradesporto, causa que abraça há mais de 30 anos”.   

Rádio Estadão reduz jornalismo, muda programação e demite mais de 40

Uma convocação atípica do diretor Acácio Costa para uma reunião geral com a equipe da Rádio Estadão para falar sobre os resultados e a evolução do negócio deixou no ar uma interrogação entre todos e foi também a senha para a confirmação de que vinha tempo ruim pela frente.

De fato, o objetivo do encontro, em 5/10, pela manhã, era falar da nova reestruturação radical pela qual a emissora passaria, com relevantes mudanças na grade, encolhimento significativo na produção de conteúdos próprios e a dispensa entre 40 a 45 profissionais, de um total aproximado de 60 que ali trabalhavam.

Houve comoção no encontro, mas diante de um cenário adverso e de números desanimadores na receita, foram para o sacrifício profissionais com grande história na rádio – alguns desde os tempos da Eldorado original – e no jornalismo brasileiro, como Geraldo Nunes, Roxane Ré, Sergio Quintella (que no ano passado foi o único a conseguir entrevistar Roger Abdelmassih, médico foragido da polícia, e que este ano entrevistou também com exclusividade Andreas Von Richthofen), Vinícius França, Weber Lima, Marcel Naves, entre outros.

O lado mais perverso da decisão – os cortes na equipe – atingiu também profissionais que atuavam para a emissora no Rio e em Brasília (um em cada praça). A empresa, segundo apurou o Portal dos Jornalistas, manteve contato com o Sindicato dos Jornalistas para acertar as rescisões dentro do que determina a legislação trabalhista, informando aos dirigentes da entidade que as mudanças foram efetivadas em função de um alinhamento na programação.

No comunicado oficial, que certamente é muito mais dirigido ao mercado publicitário (diminuir o impacto da notícia negativa para não chamar ainda mais a atenção de eventuais anunciantes e patrocinadores), a empresa destacou a apresentação da nova grade de programação naquela 2ª.feira, evitando referências aos cortes. Salientou a ampliação do tempo do jornal matutino Estadão no Ar Primeira Edição em uma hora (agora veiculado entre 6h e 10h, de 2ª a 6ª.feira), com os âncoras Haisen Abaki e Alessandra Romano e um time de colunistas formado por Eliane Cantanhêde, Sonia Racy, José Roberto Mendonça de Barros, Alexandre Garcia, Luiz Antonio Prósperi, Gustavo Loyola, Paulo Saldiva, coronel José Vicente, entre outros.

A partir desse horário, conforme assinalou o comunicado, a emissora mesclará notas informativas e música de boa qualidade ao longo do dia. Às 20h, entra no ar o Estadão Noite, um programa musical com quatro horas de duração.

Manifestações dos que saíram – As redes sociais, em particular aquelas com participação predominante de jornalistas, foram inundadas por posts, muitos criticando a organização e dezenas de outros lembrando os bons tempos do jornalismo de qualidade da Rádio Eldorado, que formou várias gerações de profissionais, conquistando prêmios, prestígio e o respeito dos ouvintes. Obviamente o difícil momento econômico do País e a baixa resposta comercial, combinados com escolhas que se mostraram erradas ao longo do tempo, estão entre as razões da decisão do Grupo Estado de reduzir drasticamente os custos da Rádio Estadão. Com efeito, desde que foi lançada, em 2011, esta é a segunda mudança radical feita pela emissora, na busca de uma fórmula sustentável de sobrevivência.

Criada para ocupar o lugar da Eldorado, apostando na força do jornalismo do Estadão para alavancar audiência e receitas; pouco depois assinou contratado com a ESPN, mudando inclusive o nome para Rádio Estadão/ESPN e incorporando a marca da emissora de esportes. Com a inviabilidade da parceria, em 2013 voltou a assumir o controle, mantendo o jornalismo como eixo central; agora, corta na carne a produção própria de jornalismo, apostando numa programação majoritariamente musical.

Em sua página no facebook, Weber Lima desabafou nesta 3a.feira (6/10): “Uma coisa é certa na minha profissão, ela te deixa ‘cascudo’. A porrada foi forte, mas o negócio é levantar e seguir em frente. Estou mais uma vez buscando uma oportunidade. Ontem a equipe de esportes da Rádio Estadão fez sua última transmissão. Quero agradecer aos ouvintes que acompanharam o nosso trabalho. Vida que segue. Bora!!!”. Já Sérgio Quintella, que este ano se destacou pelo furo de reportagem com Andreas von Richthofen, mencionou seu filho pequeno, que acreditava ser “Rádio Estadão” o sobrenome do pai: “Uma vez eu perguntei para o meu filho, com dois anos à época, se ele sabia meu nome completo. Ele respondeu: ‘Sérgio Quintella Rádio Estadão’. De tanto ouvir minhas reportagens e entradas ao vivo pelo helicóptero, ele imaginava que a assinatura dos boletins fizesse parte do meu nome. Ele estava certo! Faz! Obrigado, Rádio Estadão! Obrigado, Grupo Estado! Foram cinco anos sensacionais em todos os sentidos. Fiz amigos que levarei para sempre. E guardarei comigo, para sempre, os resultados de todo o trabalho que foi feito com o maior amor do mundo”.

Estadão lança tabloide sobre consumo

O Estadão lançará em 16/10 o tabloide Estadão Shopping, com o objetivo de prestar serviços e auxiliar os consumidores no momento de compra. A distribuição será às 6as.feiras, gratuitamente, até 18 de dezembro, em pontos de grande fluxo na Grande São Paulo. Além das nove edições regulares, haverá uma especial sobre a Black Friday em 26 de novembro (5ª.feira), quando a circulação saltará de 330 mil exemplares para 500 mil, com expectativa de atingir 1,8 milhão de pessoas. “Queremos aproximar anunciantes do público consumidor no período historicamente mais forte do varejo, visando principalmente Black Friday e Natal”, comentou em nota Marcelo Moraes, diretor de Marketing Publicitário do Grupo Estado.

Carmen Guerreiro e Fernanda Carpegiani lançam Formiga.me

Iniciativa das jornalistas Carmen Guerreiro e Fernanda Carpegiani, o Formiga.me é um site de conteúdo sobre iniciativas que transformam espaços públicos de cidades no mundo inteiro. “Usamos a informação como ferramenta para quem deseja transformar o local onde mora, mas não sabe por onde começar. Cada reportagem vem acompanhada de uma ficha técnica com informações práticas sobre a ação: quantas pessoas, onde é feito, passo a passo, resultados, entre outras”, dizem as autoras em texto de apresentação do site. Entre as primeiras reportagens estão a de hortas comunitárias de São Paulo, de um artista de Chicago que cobre buracos no asfalto com mosaicos e de uma dupla de entusiastas que leva grupos para descobrirem os rios escondidos pela cidade. Multimídia, Formiga-me produz uma versão em vídeo resumida, um texto mais aprofundado e o podcast, versão completa das conversas com os autores das iniciativas. Menos mimimi e mais mão na massa Além do conteúdo, Formiga-me também oferecerá oficinas em escolas, bairros e empresas. Os participantes serão estimulados a bolar pequenas ações para repensar, ocupar e transformar os espaços públicos ao seu redor, com base no design thinking, metodologia criativa de resolução de problemas. Independente, o projeto lançou também uma campanha de financiamento coletivo, ativa até 23/10, para cobrir os custos de manutenção do site e da produção de conteúdo.

Revista Status deixa de ser mensal e passa a trimestral

Equipe fixa é extinta e publicação será produzida, a partir de 2016, apenas por colaboradores, a exemplo da Platinum. Carlos Sambrana vai para IstoÉ Dinheiro, no lugar de Clayton Netz, que deixou a revista

 

A Editora Três mudou o status da Status, um de seus tradicionais títulos mensais, que a partir de 2016 será trimestral e produzida exclusivamente por colaboradores, seguindo fórmula adotada há algum tempo pela Platinum, também trimestral e produzida por frilas.

Com a decisão, seis profissionais deixaram a empresa: os editores de texto Peti Vieira e Fabrícia Peixoto; os editores de Arte Lilian Ferraro e Cinthia Dehr e a produtora Ariani Carneiro – todos da Status; e a chefe de Arte Denise Aires, da Platinum.

O diretor das publicações, Carlos Sambrana, continua na empresa, transferido para a Dinheiro, na equipe de Milton Gamez. Sambrana vai substituir Clayton Netz, que ali estava desde 2011. Acumulará os cargos de redator-chefe da Dinheiro e a Chefia da Dinheiro Rural, do mesmo núcleo.

Segundo Gamez, foi uma mudança consensual: “Prata da casa, Sambrana é um dos melhores jornalistas de sua geração e será um grande reforço para a Dinheiro nesse momento desafiador da mídia brasileira. Com passagens anteriores pela revista (foi repórter, editor de Estilo e editor de Negócios), volta com uma grande experiência na direção da Status e da Platinum, onde imprimiu um jornalismo de qualidade, pulsante e relevante. Estamos felizes com a chegada dele”.

Sobre Clayton, diz ter sido um privilégio trabalhar ao lado dele nesses cinco anos: “Sentirei muito a falta do Clayton, um profissional respeitado, bem informado, divertido, dedicado e com um ótimo caráter. Ele foi generoso com a revista ao trazer toda a sua bagagem de décadas de bom jornalismo, ao dividir com a equipe seu conhecimento e abrir portas junto às empresas. Um grande companheiro, que fará muita falta em nosso dia a dia, mas que poderá continuar a colaborar conosco em seu blog Clayton Netz, depois de merecidas férias”.

Clayton já vinha se preparando para deixar a publicação, conforme revelou ao Portal dos Jornalistas, pois havia feito planos, desde que ali entrou, em 2011, de se afastar nas proximidades dos cinco anos de casa, que se completariam em janeiro próximo: “Houve uma antecipação de três meses, mas era natural que a empresa segurasse o Sambrana, jovem e talentoso profissional e uma aposta da editora. Confesso que esses quase cinco anos foram os melhores de minha vida profissional, pela liberdade que tive, pela companhia de bons colegas, pelo anticlímax de trabalhar na Lapa de Baixo, com suas peculiaridades que a distinguem de regiões tradicionais onde estão outros veículos de comunicação, e pelo aprendizado de ter trabalhado pela primeira vez numa semanal de Negócios. Agora, vou tirar algumas semanas para descansar, viajar, e na volta devo recomeçar meu blog”.

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