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segunda-feira, abril 6, 2026

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Letícia Duarte acompanha saga de família síria para chegar à Alemanha

Sete países e um objetivo: acompanhar a trajetória de uma família de refugiados sírios desde a ilha de Kos, na Grécia, até a Alemanha. A repórter de Zero Hora Letícia Duarte vivenciou durante 12 dias a saga de migrantes pela Europa para produzir o caderno especial Refugiados – Uma História, que será publicado este domingo (11/10) em Zero Hora. Além de 16 páginas na edição impressa, a reportagem ganha uma versão digital no site de ZH, com fotos e vídeos. A reportagem conta a história da família do menino Mohammad Alissa, de três anos, pela Europa. Mohammad tem a idade de Aylan, o garoto sírio que se tornou símbolo do drama dos refugiados ao ser encontrado morto em uma praia de Bordum, na Turquia. A cidade foi o ponto de partida da jornada de Letícia, que seguiu para a ilha de Kos e Atenas, na Grécia, uma das portas de entrada dos refugiados no continente e onde a trajetória da família começou. “Foram dias dormindo pelo meio do caminho, em estações de trem e até ao relento. Mais do que sobre refugiados, aprendi lições extremas de generosidade e solidariedade humanas. Gente que reparte a comida, o cobertor e a alma para suportar a jornada que parece não ter fim”, conta ela em nota. Em botes superlotados, os migrantes desembarcaram na ilha grega. A travessia acompanhada por Letícia é a mesma que Aylan não conseguiu completar. O trajeto seguiu por Gevgelija, na Macedônia; Batrovci, na Sérvia; Opatovac, na Croácia; Salzburg, na Áustria e, por fim, Freilassing, na Alemanha. “Investir em reportagem, que é um fundamento da missão de informar, é parte essencial da crença da RBS no jornalismo como um fator de transformação positiva da sociedade”, afirmou o diretor-executivo de Jornalismo do Grupo RBS, Marcelo Rech. “Testemunhar e divulgar os grandes temas do mundo com uma visão própria e única, como agora fazem Letícia Duarte e Zero Hora, também demonstra na prática o nosso compromisso com os leitores de entregar um conteúdo diferenciado e de conectar temas aparentemente distantes com a nossa realidade”.

Lauro Jardim estreia em O Globo neste domingo (11/10)

Pouco mais de 20 dias após anunciar sua saída de Veja, em que por 15 anos pilotou a coluna Radar, Lauro Jardim estreia em O Globo. Sua coluna, que será publicada aos domingos na versão impressa e no online do jornal. Os temas centrais da coluna serão política, economia e bastidores do poder e do mundo corporativo, além de informações sobre os negócios ligados ao esporte e ao entretenimento. “Na realidade, qualquer assunto importante pode ter espaço na coluna, independentemente do tema”, explica em nota o jornalista. “A coluna é resultado de muito trabalho, de dezenas de conversas todos os dias com boas fontes de informação – que podem ser pessoas que detêm o poder ou que estão no entorno do poder”.

9º Congresso da Aberje mergulha em cases da comunicação digital

A Aberje Rio de Janeiro definiu a programação do seu 9º Congresso de Comunicação Empresarial, sob o tema O valor da comunicação. Será no próximo dia 21, no Hotel Windsor Guanabara (av. Presidente Vargas, 392), das 8h30 às 18 horas. O encontro tem início com o painel Comunicação interna e a valorização do potencial humano para os negócios, com palestras de João Veloso, diretor de Comunicação Corporativa da Nissan do Brasil, e Fernanda Menegotto, da VBrand do Grupo In Press, sob mediação de Paulo Henrique Soares, diretor de Comunicação da Vale. O segundo painel, sobre Reconhecimento, envolvimento e gestão de marca através de processos do storytelling, vem com Rodrigo Cogo, responsável pela área de Inteligência de Mercado da Aberje, e Angela Giacobbe, gerente de Comunicação e Sustentabilidade do grupo Wilson, Sons. Na parte da tarde, o painel Pesquisas e inovações em Comunicação Digital traz Claudio Pinhares, líder da área de Análise de Dados Sociais da IBM Research Brasil, e Mônica Ferreira, gerente de Relacionamento com a Imprensa e Mídias Digitais da Vale. Em seguida, o painel Estratégias de mensuração e comunicação para gerar resultados positivos em cenários instáveis tem Suzel Figueiredo, da Ideafix Estudos Institucionais, e Tatiana Maia Lins, da Makemake Comunicação e Planejamento, sob mediação de Virginio Sanches, da Plano B Comunicação Empresarial. Mais informações com Érica Garcia ([email protected] e 11-5627-9090, ramal 881).

Memórias da Redação ? O catador de milho

q A história desta semana é de Paulo Markun, outro estreante deste espaço. Diz ele que é “uma história velha e engraçada. Não me promove, nem valoriza, mas é real. Mando de La Rochelle, na França, onde meu documentário sobre médicos cubanos foi selecionado para o Festival Sunny Side of The Doc”. > Markun, que há alguns anos fixou residência em Florianópolis, trabalhou nos principais jornais e emissoras de tevê do País, foi um dos criadores da revista Imprensa e presidiu a Fundação Padre Anchieta, entre outras atividades. Desde agosto comanda na TV Câmara de São Paulo o programa SP, Brasil. O catador de milho Poucos gostam de admitir fracassos, enganos, erros. Mas acho que é assim que se aprende. Sucessos não se reproduzem. Malogros, como diria o Estadão de antigamente, são pedagógicos. A primeira cobertura importante da minha vida foi do incêndio do edifício Andraus, em São Paulo, em 1972. Eu era foca do Estadão. O chefe de Reportagem, A. P. Quartim de Moraes, colocou toda a sua tropa na rua. Fui dos primeiros. Por um orelhão – não tínhamos as modernidades de hoje –, mandei muito material para a Redação. Mas não via a hora de escrever minha versão do drama. Anotei tudo, vi tudo e ao voltar para a redação datilografei o texto a mil por hora, sem rever. Entreguei o material para o ATC (Aluisio de Toledo Cesar) e fui para casa, exausto e feliz, sonhando com o jornal do outro dia. Mas na edição seguinte, nem uma palavra do que escrevera no jornal. Cobrei o motivo do editor, que me apresentou laudas ininteligíveis, com todas as letras fora do lugar. Na pressa, errei demais. De lá para cá, cuidei de revisar os originais várias vezes. Mas ainda sou um” catador de milho”.

Livre indicação para Os +Admirados termina em 14/10

Profissionais de redações e da comunicação corporativa interessados em votar podem solicitar inclusão no mailing que compõe o colégio eleitoral Vai até a próxima 4ª.feira (14/10) a primeira etapa de votação do Prêmio Os +Admirados Jornalistas Brasileiros, que indicará os finalistas nacionais e regionais do certame. Parceria deste J&Cia com a Maxpress, a eleição conta com um colégio eleitoral integrado por cerca de 48 mil profissionais, entre jornalistas de redação de todo o País (o mailing completo da Maxpress) e profissionais de comunicação corporativa (agências e empresas). Cada um pode indicar até dez jornalistas de sua admiração, entre profissionais em atividade nas redações de qualquer veículo independente do País, das diversas plataformas (jornal, revista, rádio, tevê e internet). Eventuais interessados em votar, mas que não tenham recebido convite com a cédula eleitoral para isso, podem solicitar a inclusão no mailing pelo [email protected]. A eleição prevê ainda um segundo turno que definirá, entre os finalistas, os Top 10, Top 50 e Top 100, além dos Top 10 das cinco regiões brasileiras. Nesta etapa, o mesmo colégio eleitoral do 1º turno será novamente acionado para escolher os vencedores, mas aí entre os nomes que ficaram para a final e que estarão na cédula eleitoral. Cada eleitor deverá indicar os profissionais por ordem de preferência, do 1º ao 10º colocado, no ranking nacional, e do 1º ao 5º colocado nos rankings estaduais. Os vencedores sairão da somatória de pontos do 1º e do 2º turno. Os vencedores nacionais serão conhecidos na edição de 25/11 e os vencedores regionais, na edição de 2 de dezembro. Interessados em apoiar as edições podem procurar a área comercial de Jornalistas&Cia, pelo 11-3861-5280, com Silvio Ribeiro ([email protected]) ou Vinícius Ribeiro ([email protected]).

Jornalistas&Cia ? Especial Dia da Comunicação Empresarial

8 de outubro é o Dia da Comunicação Empresarial e para celebrar a data Jornalistas&Cia, da Jornalistas Editora, e Jornal da Comunicação Corporativa, da Mega Brasil, uniram-se para uma edição especial, que tem como tema O futuro da Comunicação Empresarial. São quase 50 depoimentos de alguns dos mais representativos nomes da atividade, a quem propusemos uma reflexão sobre os caminhos que estão sendo trilhados e o que esperar do futuro. É um time de notáveis integrado por membros do Conselho Editorial do Anuário de Comunicação Corporativa e por vitoriosos, em eleição direta, do TOP Mega Brasil de Comunicação Corporativa. Uma edição preciosa, pelo conteúdo diferenciado, que merece ser garimpada linha a linha, parágrafo a parágrafo, página a página, de modo a dela se extrair ensinamentos, ideias e pensamentos que podem ser de grande relevância para a construção desse futuro. Leia!

Marcelo Rocha começa na sucursal de IstoÉ em Brasília

Marcelo Rocha deixou o Fato Online e começou na semana passada na equipe de Débora Bergamasco na sucursal de IstoÉ em Brasília. Ele divide a cobertura de Política com Fábio Brant e entrou na vaga de Izabelle Torres, que deixou a revista pouco depois de voltar da licença-maternidade.

Kátia Cubel assume a Diretoria de Relações Institucionais do Instituto Uniceub de Cidadania

Kátia Cubel, sócia e fundadora da Engenho, acaba de assumir a Diretoria de Relações Institucionais do Instituto Uniceub de Cidadania, a convite do ministro Marco Aurélio Mello, recém-empossado presidente do organismo. A cerimônia de posse foi realizada nesta 4ª feira (7/10), no campus da universidade. O Instituto atuará em ações de promoção da ética e da cidadania em todo o País. O Conselho Consultivo é composto pelo empresário Amyr Klink, o historiador Marco Antonio Villa, a atriz Adriana Nunes, a jornalista Dad Squarisi, o ministro do TCU Augusto Nardes e a senadora Ana Amélia Lemos. Eugênio Bucci integra o Conselho Acadêmico com outros cinco profissionais.  Para 2016, o Instituto prevê três linhas de atuação: difusão da ética entre jovens e adolescentes, projetos de inclusão social por qualificação de mão de obra e combate à abstenção eleitoral nos pleitos municipais.

Eric Cozza despede-se da Editora Pini

Eric Cozza despediu-se da Editora Pini em 30/9, após quase 20 anos de casa. Foram, conforme informou ao Portal dos Jornalistas, três anos e oito meses como CEO (diretor geral), 12 como diretor de Redação/Conteúdo e outros quatro como editor e repórter na revista Construção. Desde 5/10, durante uma fase de transição, Everson Lopes, diretor de Desenvolvimento de Portfólio da Ideiasnet, fundo de investimentos controlador da empresa, assumiu temporariamente a função de CEO até que a seleção do novo gestor esteja concluída. “A experiência à frente de uma empresa de comunicação especializada, que, além de mídia, também tem negócios nas áreas de educação, sistemas, dados e consultoria, foi muito enriquecedora”, comentou Eric. “O desafio da transição digital, que atinge não apenas o segmento de mídia, mas também as outras áreas de negócios, é imenso. Desafiador devido à mudança no modelo de negócio, mas, acima de tudo, instigador de novas posturas tanto para as empresas quanto para nós, profissionais. Ainda não tenho definições sobre meu futuro profissional, mas pretendo me envolver com projetos na área de gestão de conteúdo, seja em alguma empresa/entidade ou no âmbito da minha consultoria em comunicação especializada”. A saída de Eric, como apurou o Portal dos Jornalistas, em nada altera, ao menos por enquanto, o quadro da Redação, que continua sob a direção de Paulo Kiss ([email protected]), tendo como editores Renato Faria (Téchne/Equipe de Obra), Bianca Antunes (AU – Arquitetura e Urbanismo), Circe Bonatelli (Construção Mercado) e Ana Paula Rocha (Portal PINIweb).

Ainda sem sede, ACE reúne-se na próxima 3ª (13/10) para avaliar próximos passos

Despejada há duas semanas de forma deselegante pelo Governo do Estado de São Paulo, da sede que este lhe havia cedido, sem ônus, a Associação dos Correspondentes Estrangeiros continua seu périplo para encontrar um novo espaço que possa ser transformado num moderno Centro Internacional de Imprensa, nos moldes de iniciativas semelhantes presentes nas grandes capitais mundiais. Ignorada pelo Governo Alckmin e pela Comunicação do Palácio dos Bandeirantes, a Associação, graças à solidariedade de profissionais e instituições, iniciou conversações com outras instâncias públicas com boas perspectivas de solucionar o problema. Como revelou a presidente da ACE, a holandesa Stijntje Blankendaal, em entrevista a Eduardo Ribeiro, no programa Jornalistas&Cia da Rádio Mega Brasil Online, em 30/9, a ACE não precisa de um espaço imenso: “Queremos um lugar que comporte algumas estações de trabalho, a secretaria e que possa ser palco das coletivas mensais que pretendemos fazer ao longo do mandato, com personalidades e temas de alcance internacional”. Com quase 50 anos de existência, a ACE conta atualmente com 60 associados, de um contingente estimado em 100 correspondentes estrangeiros – isso apenas em São Paulo. Há também a Associação do Rio de Janeiro, com um número maior de associados; e um núcleo pequeno em Brasília. Luiz Fernando Garcia, diretor-geral da Graduação ESPM-SP, e Maria Elisabete Antonioli, coordenadora do curso de Jornalismo da ESPM, colocaram à disposição da ACE uma sala no prédio principal do campus Álvaro Alvim, que ela poderá usar todos os dias até às 14h enquanto não se confirma uma solução definitiva. A sala tem mesa de reuniões, wi-fi, computadores e um ramal telefônico. A universidade dispôs-se também a ceder espaço para reuniões em outros horários, sempre que a ACE precisar.

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