Jornalistas contam as dificuldades de produzir imagens durante a pandemia

A Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) entrevistou cinco jornalistas de Rio de Janeiro, Manaus e São Paulo sobre a captura de imagens durante a pandemia, algo que mexeu com ética, segurança e conduta dos fotojornalistas. Os profissionais precisam ter disciplina rígida para evitar contaminação, e, ao mesmo tempo, respeitar a privacidade e direitos dos pacientes atingidos pela Covid-19.

Os entrevistados foram Mauro Pimentel, fotógrafo da Agência France-Presse; Alexandro Pereira, cinegrafista da Rede Amazônica, afiliada da Rede Globo; Matheus Guimarães, fotógrafo e cinegrafista do portal Voz das Comunidades, Naná Prudêncio, fundadora da Zalika Produções; e Eduardo Anizelli, fotógrafo da Folhapress.

Os entrevistados falaram sobre fotos tiradas de hospitais de campanha, UTIs, agentes desinfectando vias, ruas vazias, aglomerações, vidas e mortes. Como se arriscaram para levar informações sobre a pandemia e mostrar a situação da doença em lugares de pouca visibilidade, destacam a necessidade de avaliar muito bem a pauta, priorizando a saúde e seguindo as recomendações de higiene; além de analisar a relevância e o respeito às fontes, pois, ao mesmo tempo em que é importante que as pessoas saibam o que está acontecendo na região onde moram, é preciso respeitar o luto e a privacidade das vítimas e familiares, e sempre pedir autorização para divulgação.

Confira a reportagem na íntegra.

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