O jornalista investigativo grego Giorgos Karaivaz, de 52 anos, um dos mais conhecidos do país, foi assassinado na última sexta-feira (9/4) com dez tiros, em Atenas, onde vivia. O crime chocou a Europa, considerada segura para a imprensa. O último caso de jornalista morto devido ao seu trabalho na região ocorreu em 2018.

Ursula von der Leyen, presidente da União Europeia, classificou o ato de desprezível e covarde. O International Press Institute disse que foi um dia sombrio para a liberdade de imprensa. Estudos mostram que os riscos para o jornalismo investigativo têm aumentado em todo o mundo, e nem a Europa está a salvo.

Leia em MediaTalks by J&Cia sobre o caso de Karaivaz e sobre outros crimes envolvendo jornalistas este ano no mundo.

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