Após nove anos, Seu Dinheiro está de volta

Regina Pitoscha retorna ao Grupo Estado e ao Seu Dinheiro – Foto: Tiago Queiroz/Estadão

O Grupo estado relança nesta quarta-feira (27/9), agora em versão digital, a coluna Seu Dinheiro. Criada em 1981 para tratar de finanças pessoais, ela foi veiculada semanalmente por 27 anos no extinto Jornal da Tarde.

Uma das caras do novo projeto é Regina Pitoscia, que foi editora da coluna e ao lado de Celso Ming, colunista do Estadão, responsável pelos anos de maior sucesso do espaço, cobrindo os sucessivos pacotes econômicos dos governos de José Sarney e Fernando Collor de Mello. “Ao lado de minha equipe faremos toda a parte de finanças pessoais, com textos, vídeos, chats e mídia social, enquanto colaboradores, como o youtuber Thiago Nigro, entrarão com suas dicas de investimentos”, explica Regina.

“A nova plataforma vai ampliar a oferta de conteúdo, com vídeos, reportagens e parcerias especializadas em finanças pessoais”, diz o editor executivo do Estado Luis Fernando Bovo. “Traremos mais opções de informação sobre temas que interessam aos nossos leitores, como oportunidades de investimento”.

O canal, inserido no site Economia & Negócios (economia.estadao.com.br), também vai tratar de assuntos do cotidiano, como previdência, salário, aluguel e casa própria. Também integram o novo canal os economistas Yolanda Fordelone, César Esperandio e Étore Sanchez, do grupo Econoweek, e o jornalista Silvio Crespo, do blog Dinheiro para Viver.

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Confira depoimento publicado por Celso Ming sobre o retorno do espaço:

“Já era tempo para a volta do Seu Dinheiro, caderno de sucesso nos bons tempos do Jornal da Tarde, mas não da economia e muito menos para o brasileiro que tinha de ganhar seu sustento e administrar seu patrimônio sob uma inflação próxima dos 100% ao mês.

O Seu Dinheiro começou com uma página semanal em 20 de julho de 1981, foi crescendo e passou a ser um caderno semanal em 19 de março de 1990.

Não tratava apenas de investimentos. Falava também de salário, aluguel, aposentadoria, impostos, planos de saúde… Hoje, o Seu Dinheiro vai executar a mesma música, mas com outros arranjos.

Apesar da crise atual, da recessão, do desemprego e da perda de renda, o comportamento da economia está substancialmente melhor do que nos anos 80 e início dos 90. Mas, paradoxalmente, ficou mais complicado administrar finanças pessoais e o patrimônio da família. O tombo dos juros, por exemplo, achatou o retorno das aplicações financeiras. É preciso reaprender a trabalhar em tempos que as aplicações de risco passaram a ser inevitáveis. Por tudo isso e mais tanta coisa, longa vida ao novo Seu Dinheiro.

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