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Abertas inscrições para o projeto Curtas Universitários 2016

O projeto Curtas Universitários 2016 está com inscrições abertas. O edital prevê a seleção de 20 projetos audiovisuais de estudantes universitários, que receberão apoio financeiro de R$ 6 mil para a realização dos filmes, além de dois dias de workshops com orientações para a produção dos curtas e de uma visita aos estúdios da Globo. A seleção tem como prioridade trabalhos que contenham narrativas com relevância contemporânea para o Brasil e para o mundo. O projeto é uma iniciativa do Departamento de Jornalismo e Mídias Digitais do canal Futura em parceria com a TV Globo e a Associação Brasileira de Televisão Universitária (ABTU). O objetivo é estimular a produção de conteúdo audiovisual entre os jovens. As inscrições vão até 15/6.

Ricardo Martins é novo comentarista de esportes da Record

A Record anunciou nesta quinta-feira (14/4) a chegada de Ricardo Martins para seu time de comentaristas esportivos. Paulista, Martins começou no jornalismo na Rádio Educadora, em Piracicaba (SP). Também passou pela Santa Cecília FM, de Santos, em 1998, antes de iniciar na TV Santa Cecília, na qual comandou por 14 anos o programa Esporte por Esporte. Trabalhou ainda nas rádios Guarujá AM, Cacique AM e Atlântica, na Baixada Santista.

Em 2005, foi para a rádio 105 FM, na capital paulista. Após quatro meses, assumiu a coordenação da equipe de esportes, cargo que ocupa até hoje. Passou ainda por RedeTV e Fox Sports, sempre conciliando com o trabalho na rádio. A Record também anunciou o jogador de vôlei Ricardinho na sua equipe de comentaristas para os Jogos Olímpicos de 2016.

A reinvenção do jornalista ? #2 Show me the money!

Primeiras impressões sobre como se manter empreendendo no jornalismo digital Se tem uma coisa que deixa qualquer um encucado quando se fala de empreendedorismo é o dinheiro. Se esse tema se junta com jornalismo aí é que o caldo entorna e a pergunta “Quem vai pagar a conta?” pisca em letras garrafais. “Não é fácil”, é o que se ouve recorrentemente. “Ainda não se mantém”, é o que se lê em boa parte das descrições de projetos listados pelo mapeamento da Pública, que usamos como referência para desenvolver este espaço. Listamos a seguir alternativas usadas por empreendimentos que estão na ativa, para servir de inspiração e (por que não?) pensarmos juntos em novas possibilidades: Anúncios no site – Opção mais trivial, não se tem mostrado suficiente para viabilizar nem as iniciativas menores nem as da grande mídia, por tanto tempo acostumadas a se manterem assim em suas versões não digitais. Além da negociação direta entre anunciante e empreendimento jornalístico, há ainda a possibilidade de se valer do GoogleAdsense. Por meio dele, o site é remunerado via Google, que por sua vez é responsável pelos contratos e aprovações de peças publicitárias com quem anuncia. Ao empreendedor é garantida a opção de bloquear propagandas das quais não gosta, personalizar em que lugar de seu site os anúncios são exibidos e escolher aqueles que mais se adequam ao seu espaço. Pela plataforma, diz o Google, quase US$ 10 bilhões foram negociados só em 2014. Quem faz? Envolverde, Barão de Itararé, Lado M. Financiamento coletivo – O famoso crowdfunding – ou “vaquinha online”, difundida por plataformas como Kickante e Catarse – ganhou contornos de salvador da pátria de muitos entusiastas do jornalismo independente. No entanto, como bem aponta o professor Sérgio Lüdtke (que o compara a uma rifa escolar), não deve ser usado como meio principal de sustento. Uma pegada um pouco diferente é a do financiamento recorrente (plataforma Unlock é um exemplo). Nele, em vez de campanhas pontuais que estabelecem “tudo ou nada”, a doação ao projeto é constante. Quem faz? Coletivo Nigéria, #Colabora, Aos Fatos. Assinatura – Condicionar o acesso ao conteúdo do site a uma assinatura é a aposta de alguns empreendedores. Em geral, escolhe-se determinar uma quantidade X de conteúdo que o leitor pode acessar gratuitamente (dez textos por mês, por exemplo) ou colocar apenas parte do conteúdo disponível a não assinantes. A alternativa é bastante criticada pelos defensores de que, em um ambiente digital, mais cedo ou mais tarde aquele conteúdo exclusivo será replicado abertamente, o que tornaria sem sentido alguém pagar por algo que em breve estará disponível gratuitamente. Quem faz? Nexo, Jota. Branded content – É a menina dos olhos de quem quer ganhar algum dinheiro com a internet. Inclusive grandes grupos têm apostado na estratégia, como Abril e Folha de S.Paulo, que recentemente criaram núcleos dedicados à prática. Pela estratégia, o empreendimento produz um conteúdo que tem a ver com a marca que o contratou. É uma espécie de anúncio denso, em formato de notícia (versão moderna do chamado “publieditorial”, tantas vezes condenado pelos puristas no passado). Entidades como o Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária) estão constantemente de olho nessas produções, como aconteceu em 2012, especialmente no caso da regulamentação de publicações de blogueiras de moda e beleza. Quem faz? Draft, Papo de Homem. Fundos governamentais e editais – Espaços dedicados a questões relacionadas aos direitos humanos são especialmente beneficiados com a possibilidade de recursos do governo, como não poderia deixar de ser. A dificuldade natural de se encontrar uma empresa disposta a associar sua marca a temas cabeludos – como trabalho escravo e violência doméstica – faz com que seja das poucas alternativas viáveis para financiamento desse tipo de iniciativa. Quem faz? Periferia em movimento, Mulheres de periferia, Catarse. Fundações internacionais, bolsas e doações – São outras soluções para sites dedicados a temas relevantes e economicamente pouco viáveis. Fundações como a Ford – uma das financiadoras da Pública – frequentemente buscam projetos desse tipo para patrocinar. Outras entidades oferecem bolsas específicas, como é o caso do FIJ, fundo especialmente dedicado ao jornalismo investigativo. Quem faz? Jornalismo B, Fluxo, Amazônia Real. Atividades paralelas – Cursos, eventos, curadoria, venda de camisetas e tudo mais de puder estar relacionado ao tema do site pode transformar-se em oportunidade de negócio e fomento à atividade editorial. O segredo é pensar fora da caixinha! Quem faz? Cidades para pessoas, Overloadr, Justificando. Recursos próprios – Aí não tem o que explicar, né?! É o jornalismo movido pela paixão e pela crença de que a profissão é fundamental para a sociedade, como de fato é. Quem faz? Ponte, A Escotilha, Amazônia Real.

Ketchum lança Little George

A Ketchum anunciou na última semana o lançamento da Little George, agência que ficou incubada por mais de um ano e agora chega ao mercado com o objetivo de atuar focada na criação de big ideas e inovação. Segundo comunicado emitido pela agência, “a nova empresa irá combinar o DNA de relações públicas com uma grande capacidade digital, de design e de inovação, oferecendo ideias multiplataforma e criando campanhas relevantes, para fazer os clientes venderem, ao mesmo tempo que constroem suas marcas”. Para comandar a nova operação foi designado Gabriel Araujo, vice-presidente de Criação da Ketchum no Brasil.

Fabrício Costa começa na Baxter

Após pouco mais de um ano na Monsanto, Fabrício Costa voltou ao mercado de saúde/farmacêutico como gerente de Comunicação Corporativa da Baxter no Brasil. Com passagens anteriores por Ketchum e Janssen Farmacêutica, cuidará da comunicação interna e externa da empresa. O novo contato dele é [email protected].

Folha de S.Paulo faz novos cortes

Dois meses depois de cortar um número não informado de postos de trabalho, sem reposição, e de congelar outros, a Folha de S.Paulo aparentemente faz o mesmo nesta semana. Segundo o Portal Imprensa, já estariam confirmadas as saídas de Lucas Ferraz (repórter de Política), Fernando Itokazu (que estava no jornal há mais de 20 anos), Denise Chiarato (editora da homepage da Folha) e Mario Kanno (editor adjunto de Arte). O Portal dos Jornalistas apurou que também saíram Rachel Botelho, da Agência, e Deise Oliveira, que cuidava da edição mobile do site; que vagas abertas foram fechadas e vagas de chefia foram reduzidas, sem demissão de seus ocupantes; e que haverá mudanças estruturais. A conferir.

Os brasileiros na investigação dos #PanamaPapers

Há vários brasileiros entre os 374 repórteres de 109 veículos de comunicação de 76 países alocados para o grande esforço de jornalismo investigativo sobre os Panama Papers. Artigo de Dorrit Harazim em O Globo de 10/4 menciona o Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos (ICIJ) – com sede em Washington, nos Estados Unidos, e 20 anos de experiência na coordenação de trabalhos transnacionais – como a instituição a que recorreu Bastian Obermeyer, do alemão Süddeutsche Zeitung, para conseguir lidar com os 2,6 terabytes de dados que recebeu, no final de 2014, de um informante anônimo. Gerald Ryle, diretor do ICIJ, pretendia usar as informações no que chamou de “jornalismo responsável”, diferentemente dos WikiLeaks de Julian Assange e do material bruto que aparece na internet. Desde o início do trabalho, no Brasil, Fernando Rodrigues, do UOL, e os outros membros do Conselho do ICIJ, procuraram veículos com profissionais dispostos a mergulhar no assunto. Nem todos aceitaram o convite: nos Estados Unidos, The New York Times, Washington Post e Wall Street Journal preferiram ficar de fora. No Brasil, entre os jornalistas que hoje participam da investigação, temos: André Shalders, Mateus Netzel e Douglas Pereira, no UOL, além do próprio Fernando; José Roberto de Toledo, Daniel Bramatti, Rodrigo Burgarelli, Guilherme Duarte e Isabela Bonfim, no Estadão; e Diego Vega e Mauro Tagliaferri, na RedeTV. Em maio, serão divulgados os primeiros dados estruturados pela enorme equipe espalhada por todos os continentes. Videogame – Dado curioso é que o ICIJ criou um videogame baseado nos Panama Papers intitulado Stairway to Tax Heaven (Escada para o paraíso fiscal), nome que parodia Starway To Heaven, mais famosa música do grupo de rock Led Zeppelin. Quem quiser jogar deve escolher um de três personagens no mundo secreto das offshores: jogador de futebol, político (no caso, uma mulher) ou homem negócios. Diz o site do jogo que “seu objetivo é navegar nesse universo paralelo e esconder o seu dinheiro. Não se preocupe! Advogados, gerenciadores de fortunas e banqueiros estão aqui para te ajudar. Escolha um jogador e não seja pego”.

Jornalistas de Educação fazem pré-lançamento de associação

Perto de 50 profissionais que atuam na cobertura de Educação se reuniram em São Paulo na segunda-feira (11/4) para o pré-lançamento da Jeduca, a Associação de Jornalistas de Educação. Segundo Renata Cafardo, uma das idealizadoras da entidade, atualmente em licença-maternidade da TV Globo, “foi uma reunião para qual chamamos jornalistas da área, apresentamos o projeto e pedimos colaborações. Foi um sucesso! Agora, vamos começar a elaborar o nosso portal, que deve ficar pronto em junho, quando será nosso lançamento oficial no Congresso da Abraji”. Segundo a apresentação do projeto, a associação trabalhará para circular informações e temas pertinentes entre os setoristas da área, ajudar quem atua esporadicamente com o tema e semear a importância da cobertura sobre educação para jovens jornalistas, trabalhando com pluralidade de opiniões e independência. Ela pretende tornar-se um ator relevante na melhoria do debate público sobre educação e atuar junto aos governos em favor de maior transparência e democracia, com o objetivo de favorecer o trabalho jornalístico. Além de Renata, encabeçam o projeto Antonio Gois, colunista de O Globo; Fábio Takahashi, editor adjunto de Treinamento da Folha de S.Paulo; Paulo Saldaña, repórter da Folha; e Sergio Pompeu, ex-Estadão, atualmente atuando como freelance.

Rogério Gentile entra em período sabático na Folha de S.Paulo

Após pouco mais de seis anos como secretário de Redação da Folha de S.Paulo, primeiro na Edição, depois na Produção, Rogério  Gentile ganha um período sabático, após o qual retornará ao jornal. Na Folha desde 1996, foi editor da coluna Painel e do caderno Cotidiano. Assina a coluna São Paulo, na página 2, semanalmente, às quintas-feiras. Com o seu afastamento temporário, assumiu interinamente o cargo em 11/4 o secretário assistente José Henrique Mariante.

+Premiados 2015 Norte: Com quatro prêmios na bagagem, 2015 foi o ano de Celso Freire

O ano de 2015 certamente ficará marcado na vitoriosa carreira de Celso Freire. Gerente de Jornalismo da Rádio Liberal, ele conquistou ao longo do ano quatro prêmios que, além de consolidar o bom trabalho que vem desenvolvendo na emissora paraense, também lhe darão posição de destaque no ranking histórico da região, que J&Cia vai divulgar na edição de 13 de janeiro. Foram 57,5 pontos no total, sendo 7,5 pelo Estácio de Sá (Rádio Regional), com A ditadura na UFPA e o seu legado para os dias de hoje; 15 pela conquista no Abear (Imprensa Regional), com Novos aeroportos prometem trazer desenvolvimentos para a Região Norte; 15 pelo Sistema Fiepa – Especial Jornalista Raimundo Pinto (Rádio), com a reportagem Universitários conectados pelos aplicativos; e mais 20, também pelo Sistema Fiepa, desta vez com o prêmio de Personalidade do ano – Repórter de rádio. Na segunda posição, com 27,5 pontos, aparece a repórter da TV Liberal, também do Pará, Jalilia Messias. Em seu ano de estreia no Ranking, conquistou dois troféus no Sistema Fiepa: o Especial Jornalista Raimundo Pinto de TV, com a reportagem Ração / Miriti, e o de Personalidade do ano – Repórter de TV. Logo em seguida, com 25 pontos, vem Priscila Caldas, repórter do Jornal do Commercio de Manaus. Com a reportagem Polo de duas rodas mais próximo da floresta, ela conquistou neste ano a categoria Polo Industrial de Manaus do Prêmio Abraciclo. Completam os Top 10 dos mais premiados do ano na região Amanda Rafaelle Cardoso Pereira, na 4ª posição, com 22,5 pontos, enquanto o 5º lugar traz um empate entre dez profissionais, todos com 20 pontos: Bruno Carachesti, Esperança Bessa e Rita Soares (Diário do Pará), Eliana Amaral, Jorge Paixão e Ursula Vidal (SBT), Barbara Brilhante (TV Liberal), Bruno Magno (ORM News), Franssinete Florenzano (Blog da Franssinete) e Olavo Dutra (O Liberal).

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