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Grupo CDI adquire agência de inbound marketing

O Grupo CDI anunciou oficialmente a compra de 40% da Agência Bowie, especializada em inbound marketing. Com a aquisição, o Grupo soma ao seu portfólio a expertise em produção e gestão de conteúdo para performance. Formado por sete empresas, o Grupo CDI prevê crescimento de 20% em 2017, na comparação com o ano anterior.

A nova empresa fará parte do Núcleo de Inovação do grupo, que tem como objetivo trazer para a operação empresas, incluindo startups, que tenham serviços e produtos complementares, sob o conceito de Marketing Communications.

De acordo com o diretor executivo Henrique Repiso, a relação entre as empresas teve início por meio de uma parceria que envolveu a consultoria da Bowie para os clientes CDI: “A partir disso, identificamos, além das oportunidades de negócios, que a Bowie estava totalmente alinhada aos nossos objetivos e filosofia de trabalho com foco em inovação, criatividade e performance“.

Para Kinho Mangerona, fundador e diretor da Agência Bowie, fazer parte do Grupo CDI aumentará significativamente a capacidade de planejamento e conteúdo da agência, bem como a expertise em reputação: “Estamos muito animados com o novo desafio e totalmente alinhados com o Grupo. Atualmente, poucas empresas do setor estão preocupadas em integrar as vertentes de Comunicação e Marketing para entregar soluções completas aos clientes, além de não se preocuparem em mensurar os resultados das ações com análises mais direcionadas à captação de leads e vendas”.

Ainda segundo ele, a atuação da Bowie no Grupo seguirá da mesma forma: direcionada aos serviços de inbound marketing, consultoria de comunicação e inteligência de vendas. Além disso, a Bowie passa a focar em análise de dados e na transformação de números em conteúdos relevantes para os novos clientes. “Em apenas três meses no Grupo CDI, já aumentamos nossa carteira de clientes de oito para 14, e nossa expectativa é dobrar o faturamento até o final do ano”, ressalta.

TJ-PR mantém condenação a colunista da Gazeta do Povo

Celso Nascimento

A 2ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal de Justiça do Paraná recusou a apelação do colunista da Gazeta do Povo Celso Nascimento, que permanece condenado pelos crimes de injúria e calúnia contra o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Paraná Ivan Bonilha. O caso se prolonga desde novembro de 2014, quando Nascimento publicou a coluna Atraso do metrô custa meio milhão por dia.

Segundo o desembargador Laerte Ferreira Gomes, que votou integralmente com o relator do caso, o juiz substituto Marcel Guimarães Rotoli de Macedo, “não existiu o atraso mencionado por Nascimento” e a coluna “leva à inequívoca conclusão do contrário”, o que seria calúnia. O magistrado avaliou que “todo cidadão pode se expressar livremente, respondendo pelos abusos dessa liberdade”.

No texto de 2014, o jornalista criticou a demora de quatro meses em parecer de Bonilha sobre um edital para a construção de linhas de metrô em Curitiba, considerando que o atraso estaria ligado à relação próxima entre o conselheiro e o governador do Estado do Paraná, Beto Richa (PSDB-PR). O cálculo do prejuízo havia sido informado pelo prefeito da capital, Gustavo Fruet (PDT-PR), que era de oposição ao governador. Na época, Bonilha se sentiu prejudicado e recorreu à Justiça.

Nascimento foi condenado em primeira instância, em dezembro do ano passado, a nove meses e dez dias de prisão pela coluna, pena revertida ao pagamento de dez salários mínimos a Bonilha, devido à idade do jornalista. O juiz Plínio Augusto Penteado de Carvalho considerou que Nascimento havia se excedido no direito de informar, argumentando que a Constituição protege a honra e a imagem das pessoas e que a liberdade de expressão não é absoluta.

A defesa dele alegou que houve mera exposição crítica dos fatos, sem intenção de caluniar, e que ele agiu dentro da imunidade profissional. Da decisão cabe ainda recurso com base no voto vencido do desembargador José Carlos Dalacqua, que o absolveu de ambas as acusações. (Com informações da Abraji)

Aos 100 anos, Jornal Alto Madeira encerra suas atividades

Euro Tourinho
Euro Tourinho

Fundado em 1917, em Porto Velho, o Jornal Alto Madeira foi às bancas pela última vez no domingo (1º/10). Foram exatamente 28.347 edições do jornal. Após lutar para manter suas atividades em meio à crise que assola a economia do País desde 2015 e que em 2016 agravou a saúde financeira da empresa, a direção do jornal anunciou oficialmente a decisão de encerrar atividades.

“O Alto Madeira foi a faculdade de muitos jornalistas de Rondônia. Poucos jornais impressos no Brasil chegaram a essa idade, por isso, todos nós rondonienses, devemos nos orgulhar de contar com o jornal alto madeira” disse Euro Tourinho na sessão solene em homenagem aos 100 anos de fundação do Alto Madeira na Assembleia Legislativa.

Logo após o anúncio, jornalistas, empresas e leitores utilizaram as redes sociais para lamentar profundamente o fechamento do jornal.

Correio Braziliense veicula especial sobre a Coreia do Norte

Renato Alves, repórter do Correio Braziliense, passou dez dias na Coreia do Norte.
Renato Alves, repórter do Correio Braziliense, passou dez dias na Coreia do Norte.

O Correio Braziliense iniciou em 17/9 e publicou até domingo (1º/10) a série Passaporte para o segredo, sobre a Coreia do Norte, comandada por uma dinastia comunista totalitária que, hoje, com sua bomba atômica, provoca apreensão em todo o mundo. As reportagens são produzidas por Renato Alves.

Segundo o jornal, o repórter estava no país no dia 3, data do sexto e, até então, mais potente teste nuclear feito pelo regime de Kim Jong-un. E diferentemente da maioria dos poucos estrangeiros que conseguem entrar na nação asiática, ele não se infiltrou em uma das excursões organizadas por empresas parceiras, com pacotes vendidos na vizinha China. Obteve um visto especial de jornalista, conseguindo deixar a parte norte da Península Coreana com material farto e inédito no mundo ocidental. São mais de 500 fotografias e dezenas de vídeos.

O trabalho tem na equipe a diretora de Redação Ana Dubeux, os editores executivos Plácito Fernandes e Vicente Nunes, a editora de Mundo Ana Paula Macedo, os editores de internet Anderson Costolli e Humberto Rezende, fotos e vídeos de Renato Alves, revisão de textos de Ailon Pedrosa e Rubens Leal, e edição de vídeo da estagiária Jéssica Marschner, sob supervisão de Humberto Rezende. Renato também contou bastidores de sua viagem ao programa CB Poder, da TV Brasília. Confira!

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Gilberto Scofield deixa a Máquina

Gilberto Scofield - Reprodução: Facebook
Gilberto Scofield – Reprodução: Facebook

* Por Cristina Vaz de Carvalho, editora de Jornalistas&Cia no Rio de Janeiro

Gilberto Scofield Jr. deixou a Máquina Cohn & Wolfe na semana passada. Uma reestruturação na empresa tornou-o “disponível para trabalhos de comunicação de qualquer complexidade e natureza”, como ele mesmo definiu nas redes sociais. E prossegue, elencando as habilidades que aperfeiçoou no cargo: “Hoje, mais do que nunca, sou um profissional completo e apaixonado pelo que faz”.

Sem dúvida, a bagagem de Scofield tem peso. Antes de ser diretor na Máquina, prestou consultoria em comunicação à Presidência da República, em Brasília. Nas redações, foram 15 anos em O Globo, algum tempo como correspondente na China e depois em Washington. Simultaneamente, era comentarista da CBN e GloboNews. Antes disso, foi do JB, das revistas Época e Exame. Seus novos contatos são [email protected] e 21-992-749-568.

Justiça rejeita ação de Alexandre Frota contra Mário Magalhães e UOL

Mário Magalhães
Mário Magalhães

A juíza Luciana Antoni Pagano, da 1ª Vara do Juizado Especial Cível de São Paulo, julgou improcedente a ação que o ator Alexandre Frota moveu contra Mário Magalhães e o portal UOL. Frota pediu indenização por dano moral por causa do artigo O que a audiência a Alexandre Frota tem a ver com o estupro coletivo no Rio.

“O post foi publicado no meu antigo blog em 27 de maio do ano passado”, explicou Magalhães em sua página do Facebook. “No texto, emiti opinião a respeito de uma audiência concedida ao ator pelo ministro da Educação, Mendonça Filho”.

Na sentença, a juíza afirmou “que não restou suficientemente demonstrado nos autos que a matéria veiculada no blog tenha ultrapassado a liberdade de expressão e crítica, ainda que manifestando opinião polêmica”. A juíza citou ainda decisão do STF que enfatiza “plena legitimidade do direito constitucional de crítica a figuras públicas ou notórias, ainda que de seu exercício resulte opinião jornalística extremamente dura e contundente”.

“A decisão da Justiça constitui uma vitória da liberdade de imprensa, da liberdade de expressão e do direito à opinião. Em um tempo de tantas ameaças e intimidações ao jornalismo e à democracia, merece comemoração”, comentou o jornalista.

 

Clube da Imprensa divulga primeiros convidados para debates no Bar Brahma

Os organizadores do Clube da Imprensa anunciaram os primeiros nomes para os debates que realizarão todas as terças-feiras de outubro no Bar Brahma (av. São João, 677, 11-2039-1250). Marcelo Tas (GNT), Marcelo Duarte (Grupo Bandeirantes e Panda Books), Sérgio Martins (Veja), André Forastieri (R7) e Marcelo Forlani (Omelete) já confirmaram presença nos painéis de discussão sobre o presente e o futuro do jornalismo e da mídia no Brasil.

A primeira sessão será realizada em 3/10, a partir das 18h, no histórico bar paulistano. Além dos debates, os presentes também poderão conferir as imagens da exposição O melhor do fotojornalismo 2016, gentilmente cedida pela Arfoc-SP. Colegas jornalistas comandarão as pick-ups até o início dos debates, por volta das 20 horas.

A iniciativa não tem fins lucrativos, mas um couvert voluntário e sem valor pré-determinado poderá ser pago como forma de apoio. O primeiro chope será cortesia do Bar Brahma a todos os jornalistas, fotógrafos, designers, ilustradores, editores e cinegrafistas que comparecerem.

Os debates do Clube da Imprensa serão transmitidos ao vivo pelo Facebook e contam com o apoio deste Portal dos Jornalistas.

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G1 monitora por uma semana mortes violentas no Brasil

O G1, em parceria com o Núcleo de Estudos da Violência da USP e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, divulgou na última segunda-feira (25/9) o resultado do projeto Monitor da Violência.

Com a participação de 230 jornalistas de todas as redações do portal, o levantamento apurou histórias sobre todos os casos de mortes violentas registrados no País entre 21 e 27 de agosto. Além disso, foi montada uma força-tarefa em São Paulo com jornalistas de todas as editorias para tabular os dados e montar um mapa com todas as vítimas.

Segundo a publicação, foram registradas no período 1.195 mortes em 546 cidades brasileiras. Do total de vítimas, 89% são homens e negros correspondem a 2/3 dos casos em que a etnia foi informada. A coordenação do projeto foi de Athos Sampaio e Thiago Reis.

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Jatobá PR tem pacote de vantagens para agências-butique

O Prêmio Excelência e Inovação em PR – Troféu Jatobá PR tem uma boa notícia para as agências-butique (pequenas e médias agências que atuam em nichos, determinadas áreas geográficas ou são especializadas em serviços específicos) interessadas em participar: a redução no valor das inscrições de R$ 950 para R$ 450.

A segunda boa notícia é que todos os cases inscritos no Jatobá PR vão compor, a partir de janeiro, o Banco de Cases da premiação, por especialidade ou área de atuação. Ele ficará alojado no site e será aberto ao mercado, para consultas. A medida, que atende a pleitos de inúmeras agências de pequeno porte, dispostas e com bons cases para participar, mas que consideravam o valor elevado para a realidade delas, foi tomada em acordo com a Abracom, tendo em vista que ela própria tem mensalidades diferenciadas e de acordo com a faixa de faturamento das agências.

A terceira boa notícia é que as agências-butique vão concorrer apenas entre si e não com as grandes agências, elas também concorrendo entre si. E isso nas 18 categorias destinadas exclusivamente às agências de comunicação. Ou seja, será sempre um troféu para a grande agência e outro para a agência-butique – fato inédito no mundo no campo de PR.

As grandes, para as quais os valores de inscrição permanecem inalterados – R$ 900 para a primeira inscrição; R$ 650, da segunda à quinta inscrição; e R$ 450, a partir da sexta –, continuam tendo no Jatobá PR um prêmio de alcance internacional por valores muito menores do que outras premiações nacionais e internacionais da atividade.

A decisão vale a partir desta quinta-feira (28/9). Sempre lembrando que as agências associadas à Abracom têm desconto de 20%; e inscrições de agências não associadas, 10%, desde que feitas até este sábado, 30 de setembro. O prazo final de inscrições é 31 de outubro.

Memórias da Redação – Foi um banho…

Denise de Kalafe
Denise de Kalafe

* Por Laís de Castro

Um dia fomos cobrir pela Intervalo (*) o lançamento de um disco da cantora De Kalafe no chique Tênis Clube de São Paulo, numa noite bacana, com jantar e tudo. O pessoal da Manchete também foi. E onde o nosso fotógrafo Paulo Salomão (grande amigo, falecido) ia, o fotógrafo da Manchete ia atrás.

Ele me dizia: “Deixa menininha (ele me chamava assim) que nós vamos ter uma exclusiva aqui”.

Vale lembrar que De Kalafe havia estourado cantando descalça a música “Era um garoto que, como eu, amava os Beatles…”. Tinha filas de fãs atrás dela.

Cansada de andar atrás de nós, a dupla da Manchete foi embora. Já eram umas 11 da noite…

Limpa a área, Salomão avisou a De Kalafe que ela precisava “cair” na piscina, levar um tombo… Ela riu muito e topou fazer. Pois bem, tínhamos uma puta exclusiva porque a garota da noite levou um tombaço na piscina que a Manchete não tinha. Cobrimos, ele fotografando e eu a “entrevistando” depois do “tombo”.

Bem, a matéria deu chamada de capa e foi o maior auê. Comemos a grande Manchete com farinha, pois quem tem Paulo Salomão não passa fome.

(*) Revista da Editora Abril especializada em televisão, que circulou nos anos 1960.

 

* Laís de Castro ([email protected]) trabalhou em publicações como Realidade, Claudia, Boa Forma (diretora), Corpo a Corpo (diretora), semanais de TV e outras. É autora de dois livros de contos; o terceiro, ainda em produção, vai se chamar Antes que eu me esqueça.

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