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sexta-feira, agosto 29, 2025

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Portal de Elis Souza é destaque no cenário literário

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A preocupação com o pouco espaço que a literatura tem nos grandes jornais, sobretudo para divulgação de eventos e críticas, foi o estopim para a criação do portal LiteralMente,Uai. Suprir a necessidade de se falar sobre literatura em Belo Horizonte e região metropolitana foi a proposta do portal. Criado pela jornalista Elis Souza, o foco principal está na literatura, mas também abre espaço para séries, filmes, novelas e outros conteúdos especiais.

Elis conta que o portal divulga resenhas literárias sobre todos os gêneros, novidades, reportagens especiais, curiosidades literárias e agenda de eventos, atualizadas diariamente:  “Para valorizar a literatura nacional, todo mês apresentamos um autor brasileiro, entrevistamos e divulgamos os seus livros com resenhas. Importante destacar que temos aberto espaço para divulgação de textos de seguidores. Pessoas que escrevem, muito bem inclusive, e que não tinham espaço para divulgar”.

Com carreiras em outras áreas, atualmente são 11 colaboradores fixos, entre jornalistas, analistas de marketing e poetas, cujos fins de semana ficam invariavelmente exclusivos ao portal. Como consequência desse esforço, em um ano o portal já registra marcas expressivas no Google, considerando inclusive a ausência de patrocínio. “Até 31 de dezembro tivemos 42.035 visitantes únicos no site em mais de 50.913 sessões abertas”, informa Elis. “São 893.108 impressões no Google. A busca orgânica, vinda das técnicas de SEO aplicadas no site, trouxeram, além das impressões, 33.347 acessos resultantes de cliques na busca, sendo, ao todo mais de 83 mil acessos”. Segundo ela, há inclusive registro de acessos de pelo menos 80 países, que já somam mais de seis mil. 

O portal mantém parcerias com diversas editoras, além do site CulturalizaBH e da Espaço Z, agência especializada em entretenimento, que atua na divulgação de filmes e garante ingressos para estreias e pré-estreias exclusivas, que são repassadas aos seguidores por meio de quizes e brincadeiras nas redes sociais. Mensalmente, são realizados sorteios de livros no Instagram para maior envolvimento nacional.

“Queremos contar as histórias das pessoas que têm amor pela literatura, se dedicam de corpo e alma e, por isso, todas as matérias são especiais, de uma certa forma”, destaca Elis. “Cito três que, quando terminamos de escrever, deixaram aquele sentimento de ‘as pessoas precisam saber disto’: Livraria Bantu, Clube do Livro BH e No meio do caminho tinha uma livraria”.

Para sugestões, informações e parcerias pelos contato@literalmenteuai.com.br, elis@literalmenteuai.com.br, Facebook: @LiteralMenteUai, Instagram: Literalmenteuai, Twitter: LiteralMenteuai.

Thomas Traumann conversa sobre ministros da Fazenda

Thomas Traumann
Thomas Traumann

Thomas Traumann conversa no podcast Rio Bravo sobre seu livro O pior emprego do mundo, de 2018, pela editora Planeta. Ali, ele apresenta as trajetórias de 14 ministros da Fazenda – e os bastidores das decisões que econômicas que mudaram o Brasil nos últimos anos.

Na entrevista, além de destacar os desafios que se impõem aos ocupantes no cargo de ministro da Fazenda, Traumann realça a importância de pensar a longo prazo: “Se o ministro não tem poder, no fundo, ele está pensando em sobreviver”.

Em outra passagem da entrevista, ao comentar a presença do então ministro Joaquim Levy no segundo mandato de Dilma Rousseff (2015-2016), Traumann ressalta a falta de compreensão do núcleo do governo em relação ao ajuste fiscal: “Na época, dentro do governo não havia um convencimento claro da necessidade do ajuste. Na gestão Levy, todo mundo se lembra de o ministro ir conversar com os deputados e senadores sozinho”.

Câmara Legislativa do DF renova assessorias

Logo Câmara Legislativa do DF

Djalma Cordeiro (djalmacnt@gmail.com) permanece na assessoria da segunda  legislatura do deputado Rafael Prudente (MDB) – agora como presidente da Câmara Legislativa do DF. Contatos pelos 61- 3348-8220 / 8226 ou 999-618-011.

Clarice Gulyas (comunicacaojoaocardoso@gmail.com) assumiu a Ascom do gabinete do deputado João Cardoso (Avante).

Juliana Garcia (61-3348-8070/ 8076) acompanha o deputado Agaciel Maia (PR) em sua terceira legislatura.

Eduardo Tessler coordena novo projeto de consultorias da SIP

Eduardo Tessler
Eduardo Tessler

ESIP Responsive Consulting oferece às empresas de comunicação das Américas um serviço de busca de respostas às questões que mais preocupam a indústria. Eduardo Tessler, do Mídia Mundo, é o coordenador

A Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP), que reúne 1.300 empresas de comunicação das Américas do Sul, Central e do Norte, está lançando um projeto de apoio aos membros: a SIP Responsive Consulting. A ideia é facilitar um momento de reflexão sobre os problemas internos dos sócios, buscando soluções adequadas e um caminho para o crescimento. Para criar o serviço, a entidade partiu do princípio de que a transformação da indústria a partir da digitalização e da mudança de comportamento da audiência exige um novo plano de ação para reforçar a qualidade do jornalismo e a busca de novas receitas.

“Vimos que os problemas dos nossos sócios eram muito semelhantes, mas com algumas particularidades que não poderiam ser resolvidas apenas com seus executivos assistindo a palestras em nossas reuniões”, observa Ricardo Trotti, diretor-executivo da SIP. A solução, então, foi buscar um novo serviço da associação, unindo especialistas de vários países – muitos deles trabalhando regularmente em veículos membros. Para organizar a consultoria, a entidade convidou o brasileiro Eduardo Tessler, que há mais de 15 anos atua em consultorias de mídia como a Innovation Media e o Mídia Mundo – do qual é sócio-diretor.

Tessler já era presença constante nos encontros da SIP, por isso a escolha. A primeira missão do brasileiro foi identificar especialistas nos mais variados temas do dia-a-dia de uma empresa de comunicação. “Consegui atrair para o grupo o editor-chefe do jornal líder da Colômbia, o maior especialista em estratégia digital da Espanha, a diretora de redes sociais de uma importante cadeia de TV dos EUA e ainda um dos melhores designers de jornal do mundo”, comemora Tessler. O grupo de consultores já conta com 15 profissionais, acionados de acordo com a natureza de cada projeto.

A SIP Responsive Consulting será lançada oficialmente na reunião da que a SIP realizará de 29 a 31/3, em Cartagena (Colômbia). Mas o serviço já está disponível em fase beta – segundo Tessler, já há três solicitações em andamento. A iniciativa está ligada ao Instituto de Imprensa da entidade, cujo objetivo é melhorar o desempenho dos membros.

“A metodologia desse projeto de consultoria é a de muita busca de informação através de documentos, entrevistas e vivência no veículo, análise, troca de ideias e, ao final, construção de um Plano de Ação para resolver o que não está adequado”, diz ele. “Tudo isso de forma rápida, entre dois e cinco dias – dependendo do tamanho da empresa. A aplicação desse Plano de Ação – depois de aprovado e pactuado – já passa a ser Fase 2 do projeto, com outros prazos”

Apesar de assumir a coordenação do projeto, Tessler segue em paralelo com seu projeto próprio de consultoria, com o Mídia Mundo.

Os contatos podem ser feitos pelo consulting@sipiapa.org ou tessler@midiamundo.com.

Ivete Brandalise volta a fazer entrevistas

Ivette Brandalise
Ivette Brandalise

Aos 79 anos, mais de 50 deles dedicados ao jornalismo, Ivette Brandalise voltou com seu programa de entrevistas. Distante das câmeras e do microfone desde meados de 2018, ela agora integra a webradio Salve Sintonia, coletivo formado por profissionais com passagens pela FM Cultura.

Na nova emissora, Ivette apresenta As músicas que fizeram sua cabeça – mesmo título do programa que fazia na Cultura até ser dispensada da Fundação Piratini –, sempre ao meio-dia dos sábados e com reapresentação aos domingos, às 18 horas.

Ivette teve passagens por veículos como TV Gaúcha, Diário de Notícias, Folha de Manhã, TV Difusora e TV Guaíba. No final dos anos 1980 ingressou na TVE, onde liderou por mais de 20 anos o programa Primeira Pessoa. Na FM Cultura, também seguiu nas entrevistas para contar histórias.

Projeto oferece oficinas gratuitas de rádio e fotografia

Logo Rádio Conectados

Estão abertas até 7/2 inscrições para as oficinas de rádio e fotografia do Projeto Conectados. Os cursos são gratuitos, com 30 vagas para o curso de rádio, 30 para locução esportiva e 14 para fotografia. As oficinas têm um ano de duração e são responsabilidade da Fundação Nossa Senhora do Ipiranga (Funsai).

O curso de rádio começa em 19/2, com aulas duas vezes na semana. Os alunos vão aprender técnicas de locução AM e FM, sonoplastia, produção e texto etc.

O curso de locução esportiva começa em 21/2 e vai abordar entrevistas, técnicas de locução, transmissão ao vivo e elaboração de matérias. No final, os alunos participarão de uma etapa do Paulista de Beach Soccer. As aulas serão às quintas e aos sábados.

Os alunos de fotografia terão aulas às quartas-feiras. O programa inclui introdução à fotografia digital, tratamento de imagem, iluminação, foto com celular ou câmera compacta e noções de publicidade.

Agressões contra jornalistas no Brasil aumentaram em 2018

Logo Relatório 2018

De acordo com  relatório recente da Federação Nacional de Jornalistas (Fenaj), os casos de agressões a jornalistas no Brasil cresceram 36,7% entre 2017 e 2018. Foram 135 ocorrências de violência, com 227 vítimas, segundo a entidade. Os principais agressores foram eleitores/manifestantes, responsáveis por 22,2% dos casos de agressão – no ano passado, o Brasil viveu uma campanha presidencial polarizada.

Os partidários do presidente Jair Bolsonaro foram os que mais agrediram jornalistas, de acordo com a Fenaj: eles foram responsáveis por 23 das 30 ocorrências que envolviam eleitores/manifestantes. Parte das agressões ocorreu durante dias de votação e comemorações da vitória. Outro acontecimento importante foi a greve dos caminhoneiros, que também contribuiu para o aumento das agressões. A prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi o estopim para violência contra jornalistas: a Fenaj contou sete casos de agressão em protestos contra a condenação e encarceramento de Lula. O episódio também motivou dois ataques por parte de policiais militares e uma ocorrência de censura quando o Supremo Tribunal Federal impediu que a imprensa entrevistasse o ex-presidente.

A maioria dos jornalistas vitimados no ano passado foi vítima de agressões físicas (24,4% das ocorrências), seguido de ameaças e intimidações (20,7%) e agressões verbais (20%). Os impedimentos ao exercício profissional também tiveram um aumento significativo e chegaram a 14,8% dos casos em 2018. Veja o relatório completo no site da Fenaj.

Re­latório da Fenaj denuncia violência contra Jor­nalistas

Maria José Braga


Por Cristina Vaz de Carvalho, editora de J&Cia no Rio de Janeiro

Na tarde de 18/1, Maria José (Zequinha) Braga, presidente da Fenaj – Federação Nacional dos Jornalistas, apresentou no Sindicato dos Jornalistas do Rio de Janeiro o Re­latório da Violência contra Jor­nalistas e Liberdade de Imprensa no Brasil 2018.

Além do que já fora anunciado antes – como o aumento de 36% de ataques no exercício da profissão e um assassinato na Região Norte –, o relatório mostrou um recorte por região e por gênero, entre outros aspectos. Embora o documento restrinja-se aos profissionais de jornalismo, ele assinala que diversos profissionais da comunicação, como radialistas e blogueiros – quatro deles assassinados – também foram alvos da violência.

Na rua, nas redes, nos tribunais

As ameaças e intimidações nas redes sociais, visando o trabalho de jornalistas, aumentaram em muito e representaram uma pressão a mais, como se não bastassem os ataques nas ruas e nos tribunais. Neste último caso, as ações judiciais resultaram algumas vezes em censura concreta – nas quais certas reportagens investigativas, mesmo quando comprovadamente verídicas, e sem ofenderem alguém pessoalmente, tiveram sua publicação proibida. Esse tipo de impedimento do exercício profissional mostrou um espírito de corpo do Judiciário – e também do Ministério Público – pois, em sua totalidade, nas ações desses poderes constituídos o jornalista foi condenado.

Os casos de violência ocorreram em todo o País, verificando-se, porém, o maior índice no Sudeste, com São Paulo em primeiro lugar, em seguida o Rio de Janeiro. Isto se explica pelo fato de as manifestações públicas, frequentemente, serem nas grandes cidades, e de a maioria das agressões aos jornalistas acontecer nas manifestações. Eles são alvos de todos os lados: os agressores se dividem entre policiais e manifestantes, principalmente de partidos políticos. Houve ainda registro de assessores de imprensa agredidos nessa situação. “Na prática, o diálogo está mais difícil no Brasil,” afirma Zequinha.

Outra constatação, a partir da mesma circunstância, é que o jornalista não é alvo por acidente, no meio da confusão, mas deliberadamente, pela sua condição profissional. Um dos exemplos documentados foi a greve dos caminhoneiros, em maio de 2018. Juntamente com a atuação do Judiciário, esse foi o fato mais relevante no sentido de impedimento do exercício profissional no ano que passou.

Em termos de gênero, mais homens que mulheres foram atingidos. Isto porque os jornalistas de imagem (cine e foto) são homens em sua maioria, e mais facilmente identificáveis por portarem o equipamento. As câmeras os transformam em alvos preferenciais. Ainda na questão de gênero, quase 30% das ocorrências não definia o gênero, na medida em que as denúncias mencionavam equipes inteiras impedidas de trabalhar, sendo elas compostas por homens e mulheres.

As providências

A Fenaj não se limita à apuração e análise dos casos constantes do relatório, mas está sempre propondo medidas para, se não saná-los, pelo menos amenizá-los. E essas providências têm endereço:

O Estado precisa: (1) Ter um protocolo de atuação. O uso da violência é prerrogativa do Estado, e as situações em que os agentes podem e devem fazer valer esse direito precisam ser especificadas. (2) Criar um Conservatório da Violência Contra Jornalistas, que centralize os registros dos casos e, muito importante, que acompanhe o desenrolar das ações.

As empresas empregadoras devem: (1) Fornecer equipamento individual, o que nem todas fazem. (2) Discutir as situações de risco com os funcionários, e decidir providências que evitem os principais riscos.

A sociedade como um todo demanda um trabalho de convencimento sobre a importância do jornalismo e do profissional jornalista.

Os depoimentos

Após a apresentação, três jornalistas submetidos a violência deram seu depoimento: Bruno Kaiuca, preso quando trabalhava pelo Jornal do Brasil; Marcelo Auler, em seu blog, viu usarem a Justiça como forma de intimidação e censura; e Melissa Munhoz, ex-SBT, sofreu constrangimento pela Guarda Municipal do Rio de Janeiro.

Maria José Braga encerrou o encontro dizendo que espera, um dia, não precisar mais montar um relatório, nem relatar casos como esses. Esse é o objetivo da Fernaj. Confira o relatório completo.

Primeiro curso da Abracom-SP em 2019 aborda projetos digitais

Logo Abracom

O primeiro curso da Abracom-SP em 2019, em 31/1, será Gestão de projetos digitais – Você sabe MESMO como fazer?. O workshop será conduzido por Guilherme Mamede, CEO da Predicta, especialista em marketing digital e professor de Mídia Programática na ComSchool.

Entre os tópicos estão os tipos de mídia (earned, paid e owned), modelos de comercialização, planejamento de mídia digital, jornada do consumidor, content marketing, SEO e social media ads. Das 9h às 13h, na sede da Abracom (rua Jesuíno Arruda, 769, 4° – Itaim Bibi). R.S.V.P: eventos@abracom.org.br ou 11-3079-6839. Mais informações pelo irene@abracom.org.br ou luca@abracom.org.br.

Editoras Globo, Três, Ediouro e Panini questionam venda do Grupo Abril no Cade

Sede da Editora Abril
Abril na Marginal Tietê – Crédito Onildo Lima

A coluna Mercado Aberto, publicada por Maria Cristina Frias na Folha de S.Paulo, informou em primeira mão nessa quarta-feira (23/1) que pelo menos quatro editoras concorrentes e uma gráfica entraram com um pedido junto ao Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) para que sejam consideradas partes interessadas na venda do Grupo Abril ao empresário Fábio Carvalho.

As editoras Globo, Três, Panini e Ediouro e o grupo gráfico EBR alegaram que a aprovação do negócio foi precipitada e “deixou de considerar efeitos concorrenciais do negócio”. O documento, protocolado em 18/1, acusa a Abril de monopolizar a distribuição de revistas e de prejudicar suas concorrentes por atraso de pagamentos.

Se o pedido for acatado, as empresas poderão pedir a anulação da venda, mas, segundo apurou a coluna, a expectativa é de que o órgão rejeite o pedido. Do lado da Abril, a ação é vista como uma tentativa de atrasar a aprovação definitiva da aquisição.

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