O Grupo Globo anunciou em 16/7 a contratação de Renata Mendonça, que passa a integrar a equipe de comentaristas da emissora. Ela é cofundadora do site Dibradoras, que visa a dar mais visibilidade para as mulheres nos esportes.
Renata foi convidada do Redação SporTV em diversas ocasiões, e agora estará presente nos demais programas da Globo e em transmissões de jogos. Antes, ela trabalhou em ESPN Brasil e BBC.
O Simpósio Internacional de Jornalismo Online (ISOJ, em inglês), promovido pelo Centro Knight de Jornalismo, será realizado em formato totalmente online e gratuito, pela primeira vez em sua história. Criado em 1999, o evento discute o impacto da revolução digital no Jornalismo, promovendo uma aproximação entre Academia e o mercado de notícias.
O ISOJ 2020 ocorrerá ao longo da próxima semana, de 20 a 24 de julho, diferentemente dos anos anteriores, nos quais durava apenas dois dias. O evento será em inglês e terá tradução simultânea para o espanhol. Para inscrever-se e ver a programação completa acesse o site.
Abracom define protocolos de retomada para agências
A Associação Brasileira das Agências de Comunicação (Abracom) anunciou em 9/7 os protocolos de retomada para a reocupação dos escritórios de suas agências associadas. A orientação geral é de que a retomada seja lenta, gradual e baseada em etapas progressivas, com medidas constantes de higienização, espaçamento entre mesas e escalonamento de equipes e horários.
Segundo a entidade, ainda na primeira semana das medidas restritivas, 91% dos trabalhadores do setor já estavam em home office, chegando a 100% do efetivo na semana seguinte. “Com uso intensivo de tecnologia, organização do fluxo de trabalho e engajamento das equipes, as agências associadas Abracom mostraram capacidade de manter seus profissionais protegidos do contágio no ambiente de trabalho ou em atividades profissionais”, destacou a associação em nota.
Pesquisa realizada em 2 e 3/7 apontou que 36% das empresas pretendem reocupar seus escritórios somente após a liberação geral das atividades econômicas nas cidades onde estão situadas. Em 18,4% dos casos, o intuito é retomar já a partir de 1º/8, enquanto 17,3% marcaram o retorno para setembro, 13,3% para outubro, e 10,7% não pretendem reocupar as estações de trabalho antes de 2021. Juntas, as associadas empregam mais 15 mil profissionais em todo o País.
A Latam Intersect PR está fazendo uma pesquisa para tentar entender como jornalistas e profissionais de comunicação enfrentam a crise da Covid-19. Segundo a agência, as respostas serão anônimas. O questionário está no link A imprensa e o impacto da Covid-19.
O projeto Bora Testar, criado pelas agências Outdoor Social, Alchemy Strategy e Latam Intersect PR, vai levar testes de Covid-19 para favelas de todo o País. A primeira fase da campanha atenderá a oito comunidades em São Paulo e Rio de Janeiro.
As equipes que aplicarão os testes serão formadas por profissionais de saúde e moradores locais que portarão termômetros e oxímetros. É possível fazer doações em qualquer valor acima de R$ 10 na plataforma de arrecadação do projeto.
Mauro Teixeira
Mauro Teixeira, que dirige as áreas de comunicação financeira e advocacy da LLYC e que se tem dedicado em especial à gestão de reputação para situações de recuperação judicial das companhias, sobretudo por causa da gravidade da pandemia, publicou artigo sobre o tema no Linkedin. Interessados podem conferir a íntegra aqui.
Internacional
LLYC identifica desafios-chave dos CMOs na pandemia
A consultoria LLYC está divulgando seu novo levantamento que mostra a nova realidade que os profissionais de marketing e suas organizações enfrentam após a irrupção da Covid-19. Realizado no período de 21/5 a 5/6, com a participação dos responsáveis pelo marketing de empresas líderes em dez mercados (Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Espanha, México, Portugal, Panamá, Peru e República Dominicana), o estudo teve como objetivo identificar os desafios-chave dos CMOs. Os principais são:
A maioria das empresas participantes optou por promover publicidade, ofertas e promoções em seus próprios canais e mídias digitais e de terceiros. As relações públicas tiveram sua prioridade aumentada e o marketing de influenciadores foi mantido. As demais ações publicitárias foram contidas ou paralisadas, buscando priorizar aquelas com uma relação mais positiva entre o lucro por venda e seu custo direto, a fim de cuidar da saúde financeira e do fluxo de caixa.
A experiência geral do consumidor e o aumento da segurança e da confiança em todas e cada uma de suas fases torna-se um desafio-chave para CMOs das organizações. Fortalecer o atendimento ao cliente e apostar em certificações de segurança e qualidade são as ações de maior prioridade para superar esse desafio.
O surgimento da crise da saúde reforçou ainda mais a aposta por uma empresa com propósito. Entre os propósitos mais proeminentes, estão: a preocupação com a segurança pessoal, a convivência e a sensibilidade em relação ao respeito e aos cuidados com os idosos – grupo populacional que mais sofreu com a pandemia.
A pandemia vivida é percebida pelo CMO e suas organizações como um catalisador para o desenvolvimento e promoção de uma cultura empresarial mais colaborativa entre as áreas, com agilidade na detecção e superação de desafios e focada na experiência e comunicação com o cliente.
Pesquisa evidencia a precarização do trabalho de jornalistas na pandemia
Os resultados da pesquisa Como trabalham os comunicadores em tempos de pandemia da Covid-19?, realizada pelo Centro de Pesquisa em Comunicação e Trabalho (CPCT) da ECA-USP, indicam que a crise aumentou a insegurança dos profissionais. O levantamento contou com a colaboração de 557 participantes de todo o País, sendo um de Portugal, que responderam de maneira remota, entre 5 e 30 de abril, o questionário formulado pelo grupo científico.
O estudo mostra que a situação de precarização do trabalho, em especial dos jornalistas, agravou-se e tornou-se ainda mais evidente com as condições impostas pela Covid-19. Entre os resultados que despontaram estão o aumento da jornada de trabalho e a intensificação da atividade, com uso de equipamentos dos próprios trabalhadores, que ainda têm de cuidar da manutenção e assumir os custos dessa infraestrutura, muitas vezes montada em virtude justamente da situação gerada pelo novo coronavírus.
“A pandemia da Covid-19 encontra o setor da comunicação em profunda crise, com um quadro bastante dramático para o mundo do trabalho dos comunicadores: demissões, contratos precários, rebaixamento salarial, densificação do trabalho, todo tipo de estresse, além do quadro de incertezas sobre o futuro”, diz Roseli Figaro, coordenadora do CPCT.
Outras questões que emergiram foram a utilização elevada das plataformas e aplicativos no processo produtivo para a organização, o controle da gestão do trabalho, da rotina laboral (que acaba dividida, com muitas dificuldades, entre os cuidados com a casa e os filhos) e do fluxo de informação.
A desilusão com o futuro fica bastante evidente nos depoimentos dados pelos profissionais. Aparecem a incerteza e a preocupação com a manutenção dos trabalhos, de se contaminarem e transmitirem o vírus à família, além do receio dos serviços de saúde públicos e privados não darem conta de tratar dos pacientes infectados e, pior, o temor de morrerem em virtude da Covid-19.
Morreu nesta quinta-feira (16/7), aos 75 anos, em São Paulo, a fotógrafa Vânia Toledo. Ela estava internada no hospital Santa Casa e teve complicações por causa de uma infecção urinária.
Vânia é referência em fotografia sobre cultura e artes em geral, tendo sido uma das primeiras a registrar a vida noturna paulistana. Nascida em Paracatu (MG), em 1945, foi para São Paulo em 1961 cursar Ciências Sociais na USP. Trabalhou em veículos de imprensa nacionais e internacionais, como Vogue, Claudia, Veja, IstoÉ, O Estado de S. Paulo, Folha de S.Paulo, Interview, Time e Life.
Entre os diversos trabalhos ao longo de sua carreira, destaca-se o registro da passagem do autor espanhol Fernando Arrabal por São Paulo, na época da montagem de Cemitério de Automóveis (1968), além de importantes encenações como O Balcão (1969), Macunaíma (1978), Hair (1968), Fala baixo senão eu grito (1969), O arquiteto e o imperador da Assíria (1970), Beijo no Asfalto (1970), Seu tipo inesquecível (1970), Os rapazes da banda (1971), Alícia que delícia (1977), Doce Deleite (1981), O Mistério de Irmã Vap (1988) e A vida é sonho (1991). Produziu também capas de livros, discos e calendários.
Giuliana Reginatto, que foi por quase seis anos e meio da CDN, é a nova diretora de contas da Imagem Corporativa. Ela estará à frente do núcleo formado por clientes como Sanofi, Porto Seguro e XP Inc., sob liderança da VP Flávia Cola.
Em Sanofi, fará a gestão do time coordenado por Erica Rizzi, que conta com mais seis atendimentos exclusivos e foco em relacionamento com imprensa, influenciadores digitais e gestão de crise para o corporativo e todas as unidades da farmacêutica: Sanofi Pasteur (vacinas), Genzyme, Medley, Consumer Healthcare, bem como a divisão de General Medicines.
Para XP Inc., junta-se ao gerente Joseph Dana no atendimento a marcas como Rico Investimentos, Clear Corretora e da casa de análise de fundos Spiti.
E na Porto Seguro, liderará uma equipe que conta com sete profissionais e tem como gerente Carol Guerrero.
O núcleo de jornalismo da Record TV nos EUA, em Nova York, mudou-se para Miami, na sede da Record TV Américas. Com isso, também seguiu para lá a correspondente internacional Evelyn Bastos.
Inaugurada no ano passado, a sede dispõe de tecnologia e diversos estúdios para gerar informações locais, sobre o Brasil e o mundo. A Record TV Américas pode ser assistida em todo o território americano e no Canadá.
Novo movimento na celebração dos 25 anos deste Jornalistas&Cia, projeto reúne correspondentes de grandes centros mundiais para analisar os avanços, os tropeços, o mercado e a sustentabilidade do negócio Jornalismo
Jornalistas&Cia lança em agosto o projeto internacional multiplataforma MediaTalks by J&Cia, iniciativa que pretende acompanhar os avanços da imprensa no Brasil e no mundo, debater tendências e questões que impactam o Jornalismo, repercutir nacional e internacionalmente o Quality Journalism, avaliar a Sustentabilidade dessa indústria e inspirar o aprimoramento da atividade, com especial atenção ao Brasil.
Bilíngue (português e inglês), terá conteúdos exclusivos em séries digitais especiais temáticas (duas por ano), novos conteúdos regulares acompanhando os principais acontecimentos, site exclusivo com endereço próprio e hospedagem com destaque no Portal dos Jornalistas, redes sociais, webinars trimestrais e newsletter semanal.
Entre os temas que vai abordar estão boas práticas; inovações tecnológicas; modelos de negócio; o papel das novas mídias; liberdade de imprensa e de expressão; democracia; ética, legislação, direito e justiça; independência, imparcialidade e pluralidade; credibilidade e reputação editorial e profissional; combate às fake news; audiência; tendências editoriais, comerciais e operacionais; práticas jornalísticas alinhadas à evolução da sociedade; e impacto das redes sociais.
O projeto, que já conta com o apoio institucional de Associação Brasileira de Imprensa (ABI) e de Associação Nacional de Jornais (ANJ), é uma das iniciativas para marcar as comemorações dos 25 anos deste J&Cia, que já teve recentemente o lançamento do J&Cia Academia. À frente dele estão o seu diretor (e do Portal dos Jornalistas) Eduardo Ribeiro; o editor Fernando Soares; e Luciana Gurgel e Aldo de Luca, ambos ex-O Globo e fundadores da Publicom, depois S2Publicom, adquirida em 2011 pelo IPG Group. Luciana e Aldo vivem atualmente em Londres e são membros da Foreign Press Association. Da capital britânica, têm colaborado com veículos brasileiros como o MyNews e o próprio J&Cia, com a coluna Especial Reino Unido
A série de estreia, intitulada O impacto do coronavírus sobre a imprensa, terá textos informativos e analíticos sobre a atuação da mídia, do jornalismo e dos jornalistas na cobertura da pandemia, nos cinco continentes. Eles estão sendo produzidos com a colaboração de correspondentes que darão a visão a partir de diferentes realidades.
Foram escalados profissionais de larga experiência e reconhecida credibilidade: Cláudia Wallin (Suécia/Península Escandinava), Deborah Berlinck (França), Karina Gomes (Alemanha), Liz Rezende (Austrália), Michele Oliveira (Itália) e Mônica Yanakiew (Argentina), além dos próprios Aldo De Luca e Luciana Gurgel, desde o Reino Unido. Na retaguarda, no Brasil, estará toda a equipe de Jornalistas&Cia, sob a liderança do editor executivo Wilson Baroncelli.
Nos próximos dias entrará na rede o site do MediaTalks, que está sendo produzido em parceria com o I’Max, mas o perfil da plataforma já está disponível para Instagram, Twitter e Facebook.
Para Eduardo Ribeiro, o MediaTalks é um projeto que representa a maturidade e a consolidação dessa trajetória de 25 anos do Jornalistas&Cia: “Nascemos para ser uma espécie de elo profissional entre os jornalistas de redações e os assessores de comunicação, para mostrar o vaivém do mercado. Saltamos de uma modesta página em 1995 para as mais de 20 páginas que hoje trazem informações sobre todo o mercado jornalístico e da comunicação corporativa, indo muito além daquele vaivém inicial. E agora vamos voltar nosso olhar, adicionalmente, sem nenhum prejuízo para nossos demais projetos, para o que está acontecendo no mundo, ampliando a exitosa experiência da coluna assinada pela Luciana sobre o mundo da mídia no Reino Unido. Vivemos dessa atividade, acreditamos no Jornalismo, adoramos o que fazemos e isso nos impõe o compromisso de lutar pela sustentabilidade e longevidade dessa indústria, tão fundamental para a Democracia e para a Liberdade. É o que queremos com o MediaTalks by J&Cia”.
Luciana diz que “tem sido gratificante compartilhar na coluna histórias e experiências da mídia britânica capazes de contribuir para que o nosso jornalismo enfrente os desafios que se apresentam”. E Aldo arremata: “Estamos muito felizes com a oportunidade de ampliar ainda mais esse debate por meio da plataforma MediaTalks”.
Em busca de parcerias premium, Eduardo afirma que o MidiaTalks “identifica-se com marcas que valorizem e mantenham programas permanentes de relacionamento com a mídia, que entendam a necessidade de um jornalismo forte, independente, livre e sustentável para a construção da Democracia, e que saibam do valor que têm para a sua reputação o apoio ao Jornalismo e às causas sociais da liberdade de expressão”. Os contatos dele são 11-996-892-230 e [email protected].
A repórter Patrícia Campos Mello, da Folha de S.Paulo, está entre os jornalistas vencedores do Maria Moors Cabot 2020. Oferecido pela Universidade de Jornalismo de Columbia, a distinção é a mais antiga e uma das mais relevantes do mundo. Além dela, foram premiados neste ano o colombiano Ricardo Calderón Villegas e os norte-americanos Stephen Ferry e Carrie Kahn.
Em comunicado, a Universidade de Columbia justificou que “ao longo de sua premiada carreira, Campos Mello produziu de maneira consistente trabalhos excepcionais que tiveram grande impacto no Brasil, onde ela inspira outros jornalistas“.
“Honra imensa receber o prêmio Maria Moors Cabot da Columbia University”, destacou Patrícia sobre a premiação. “Recebo em nome dos jornalistas brasileiros, em especial as mulheres, que fazem seu trabalho, apesar da intimidação. Agradeço ao Sérgio Dávila e a todos da Folha, ao Paulo Sotero, à Abraji e ao Rosental Alves“.
O último brasileiro a receber a condecoração foi o diretor de Redação do Poder 360 Fernando Rodrigues, em 2018. Além dele, já foram homenageados profissionais como Carlos Castello Branco, Clóvis Rossi, Dorrit Harazim, José Hamilton Ribeiro, João Antonio Barros, Mauri König, Merval Pereira e Miriam Leitão.
Formada em Jornalismo pela Universidade de São Paulo, Patrícia é autora de Lua de Mel em Kobane (Companhia das Letras) e Índia – da miséria à potência (Editora Planeta). Foi correspondente em Washington, por O Estado de S. Paulo, e cobriu importantes eventos internacionais, como a guerra do Afeganistão, as eleições norte-americanas de 2008, 2012, 2016, os atentados de 11 de setembro de 2001, e foi a única repórter brasileira, em 2014 e 2015, a cobrir a epidemia de ebola em Serra Leoa.
Esteve diversas vezes em Síria, Iraque, Turquia, Líbia, Líbano e Quênia fazendo reportagens sobre os refugiados e a guerra, e idealizou o premiado projeto Mundo de Muros, especial multimídia sobre a crise das migrações feito em quatro continentes.
Recebeu em sua carreira importantes reconhecimentos, como o Prêmio Internacional de Liberdade de Imprensa do Comitê para Proteção de Jornalistas (CPJ), em 2019; os prêmios Rei de Espanha e Petrobras de Jornalismo, em 2018; e o Prêmio Comitê Internacional da Cruz Vermelha, em 2017.
Ganhou destaque nacional em 2018 ao publicar reportagens sobre o financiamento de empresas a agências que realizavam disparos em massa por aplicativos de mensagens para beneficiar o então candidato à Presidência Jair Bolsonaro, prática vedada pela Legislação Eleitoral. Por seu trabalho, sofreu diversos ataques de Bolsonaro e de pessoas ligadas ao agora presidente.
O dia de hoje (16/7) marca o aniversário de um evento extraordinário na história do rádio, das telecomunicações. Há 121 anos, na manhã de domingo de 16 de julho de 1899, o padre gaúcho Roberto Landell de Moura realizou a primeira transmissão de voz por ondas de rádio no mundo.
Onde? Por incrível que possa parecer, Padre Landell fez suas primeiras experiências de rádio na cidade de São Paulo. Mais especificamente do prédio do atual Colégio Santana, na zona norte, para outros pontos e até para a Avenida Paulista, distante 8 km em linha reta.
Padre Landell organizou tudo muito bem. Convidou cientistas, empresários, a imprensa e até o cônsul britânico, Percy Charles Parmenter Lupton, para conhecer a grande novidade.
Até então, o mundo convivia, na área das comunicações, com relativamente poucas opções: jornais e revistas impressos, além do telégrafo e do telefone com fio (telefone fixo é a denominação atual).
O início da era wireless, no final do século XIX, transformou a humanidade para sempre, deixando para trás não só a infraestrutura de fios e cabos, mas os limites das distâncias, chegando às comunicações interplanetárias – algo previsto por Landell.
A barreira começou a ser vencida pelo italiano Guglielmo Marconi, com suas transmissões de telegrafia sem fio (desde 1895) emitindo sinais em código Morse. O passo adiante foi dado pelo Padre Landell ao colocar a voz em ondas eletromagnéticas!
No início do século XX, o padre-cientista patenteou o rádio no Brasil e logo nos Estados Unidos. Em que pese toda a sua genialidade e pioneirismo, não recebeu por parte da sociedade brasileira nenhum apoio para desenvolver e comercializar aquela que seria batizada de “a mídia de maior penetração no planeta”.
O resultado todos já sabem. Com o tempo, a sua invenção seria inventada por outros cientistas e o Brasil estaria fadado a ser um importador daquela moderna tecnologia de telecomunicações.
Até hoje, Padre Landell não é reconhecido oficialmente pelos méritos científicos que inegavelmente soube conquistar.
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* Hamilton Almeida é jornalista e autor da biografia Padre Landell de Moura – Um herói sem glória.
O jornalista e cartunista Marcelo de Andrade lança o Dicionário Completo das Meias Verdades (Autografia), obra que reúne seus textos e cartuns, unidos com humor, ironia e temas de espiritualidade.
“É o livro de cabeceira definitivo nesta era de incertezas!”, garante Marcelo. “Eu classificaria essa antologia como um entretenimento que busca divertir e provocar reflexões”. O Dicionário discute as chamadas verdades absolutas em uma série de contos, poemas, frases de efeito e cartuns. Segundo o autor, o livro encaixa-se no gênero de autoajuda.
Marcelo colaborou como cartunista em Folha de S.Paulo e Tech Tudo, além de ter publicado alguns cartuns no jornal francês Le Monde e no suíço Le Temps. Atualmente, produz conteúdo para a imprensa espírita.