Com as inclusões da última semana, já são mais de 3.700 os perfilados no Portal dos Jornalistas. Entre os recém-cadastrados, destaques para o diretor geral da Ejesa Nicolino Spina e para o diretor Editorial do Diário de Mogi Chico Ornellas, criador e coordenador por 22 anos do Curso de Focas do Estadão. Juntam-se a eles profissionais como Eduardo Faustini e Renato Peters (TV Globo), Álvaro Pereira e Alex Gusmão (SBT), Phillip Dântom (RedeTV), André Haar (TV Record/RS), Alexandre Nobeschi (Folha de S.Paulo), Alberto Sena (Hoje Em Dia/MG), Linda Bezerra (Correio da Bahia), Viviane Bevilácqua (Diário Catarinense), Júlia Duailibi (Estadão) e Bruno Garcez (BBC).
Evandro Guimarães é o novo diretor geral do Terra Viva
O vice-presidente do Grupo Bandeirantes Paulo Saad Jafet anunciou em 14/9 Evandro Guimarães como diretor geral do Canal Terra Viva. Evandro fez carreira na TV Globo e foi, por 13 anos, vice-presidente de Relações Institucionais da empresa ? havia saído em novembro último, substituído por Paulo Tonet Camargo. Além do conhecimento em televisão, Evandro é pecuarista e experiente em agronegócio, principal pauta do Terra Viva. ?É uma rara oportunidade podermos ter um profissional desse gabarito entre nós, acredito que para o Canal Terra Viva ? que tem ambiciosos planos de expansão ? sua contribuição será inestimável?, disse Paulo no comunicado.
EBC abre seleção para estagiários em Jornalismo
A EBC iniciou nesta 2ª.feira (17/9) novo processo para seleção de estagiários de Jornalismo em Brasília. As inscrições vão até o dia 28. São 18 vagas, sendo uma para pessoa com deficiência, com carga horária de 20 horas diárias e bolsa-auxílio de R$ 600. Para se inscrever, os interessados devem ler o regulamento (disponível aqui) e acessar a página específica do CIEE, empresa responsável pelo processo de seleção em parceria com a EBC. Os estudantes devem ter cursado mais da metade do curso mas não podem estar no último semestre. A prova é de caráter classificatório e os candidatos serão chamados conforme surgirem as vagas. Os resultados devem ser divulgados em 22/10 e o processo tem validade de seis meses ou até o encerramento do cadastro reserva.
Mudanças na Direção Geral da TV Globo
Em comunicado que divulgou na manhã desta 4ª.feira (19/9), o presidente das Organizações Globo Roberto Irineu Marinho anunciou mudanças na governança corporativa do Grupo e informou que a partir de 1º/1/2013 Carlos Henrique Schroder, diretor geral de Jornalismo e Esportes da TV Globo, será o novo diretor geral da emissora, em substituição a Octávio Florisbal, que seguirá para o Conselho de Administração. Para o lugar de Schroder na DGJE irá Ali Kamel, atual diretor da Central Globo de Jornalismo, cujo substituto será anunciado nos próximos dias. No mesmo comunicado, Roberto Irineu informou que Willy Haas acumulará a Direção de Negócios e de Comercialização, pois a atuação da Área Comercial foi ampliada.
Marília Juste assume a Chefia de Criação da BandNews FM
Marília Juste (ex-G1) acaba de assumir a Chefia de Criação da BandNews FM, vaga que estava aberta desde a ida de Renata Veneri para a Diretoria de Conteúdo da Bradesco Esportes FM. Ao lado da Direção de Jornalismo, terá como missões conduzir o Grupo de Criação Viva Voz, supervisionar a produção editorial, gerenciar a programação, chefiar a equipe de colunistas e o desenvolvimento de talentos. Também vai atuar na concepção e implantação de novos produtos, parcerias, eventos e projetos especiais, fazendo ponte com o Comercial e o Marketing. A emissora anunciou ainda mudanças na operação do noticiário de São Paulo e da rede: Sheila Magalhães assume a Chefia de Pauta e Produção, responsável pela produção da cobertura jornalística; e Bruno Venditti, a Chefia de Exibição, responsável, com os editores-âncoras, pela atualização e gerência de conteúdo tanto no FM como no online. Eduardo Barão segue na coordenação da equipe de Esportes. Com esses três pilares ? Criação, Produção e Exibição ? a emissora pretende aumentar o volume de conteúdo próprio, além de investir na inovação de linguagem e no desenvolvimento de talentos. A emissora tem como diretor de Jornalismo André Luiz Costa.
Mercado brasileiro desperta interesse em Financial Times e NYT
A Folha de S.Paulo dedicou quase uma página de seu caderno de Economia de 16/9 para repercutir o crescente interesse de dois dos principais jornais do mundo no mercado brasileiro: o Financial Times e o New York Times. O primeiro tem estratégia definida: começa a circular, em inglês, em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília a partir de 3 de outubro. O sistema testa uma nova tecnologia desenvolvida pela HP para imprimir globalmente pequenas tiragens de uma mesma edição. O entusiasmo com o mercado local já fez o periódico criar, em 2011, o caderno quinzenal Brazil Confidential e, agora, além da impressão no País, está em andamento a produção de uma homepage e um aplicativo dirigidos à América Latina. No caso do NY Times, Michael Greenspon, gerente geral de Serviços de Notícias, falou durante o 9º Congresso Brasileiro de Jornais sobre o contingente de usuários da internet que falam Português (83 milhões, 5º maior idioma da rede) e do desenvolvimento de planos para o País. O diário já produz um suplemento semanal em português para alguns dos principais impressos brasileiros ? como O Povo e a própria Folha. Leia mais em http://bit.ly/fsp1609.
Abracopel de Jornalismo divulga vencedores
Foram divulgados na última semana os vencedores do 6º Prêmio Abracopel de Jornalismo, promovido pela Associação Brasileira de Conscientização para os Perigos da Eletricidade, dedicado a premiar trabalhos sobre segurança em instalações elétricas. Os vencedores foram: na categoria Jornal, Daniella Oliveira (Gazeta de Piracicaba), com Perigos na energia; em Revista, Luciana Freitas (Lumière Eletric), com Perigo iminente; em Televisão, Wendell Rodrigues (TV Correio/PB), com a série Energia: use e (não) abuse; em Rádio, Marina Amaral e Bruno Carneiro (Agência Radioweb), com Proteja-se dos choques elétricos em casa; em Internet, Junia Letícia (O Estado de Minas), com Especialistas recomendam cuidados com a eletricidade dentro de casa; e na categoria Artigo Técnico, Estellito Rangel Jr. (O Setor Elétrico), com Risco de explosão nas redes subterrâneas.
Revista Pesquisa Fapesp comemora 200ª edição com especial
Lançada em 1995 como um boletim de apenas quatro páginas ? intitulado Notícias Fapesp ?, a Revista Pesquisa Fapesp chega à sua 200ª edição. Em 1999, na edição nº 47, o boletim mudou para o formato de revista e adotou o nome Pesquisa Fapesp. Com tiragem de 45 mil exemplares, a revista tem em média 96 páginas. Além da edição mensal, há uma meta de produção anual de quatro números em inglês, quatro em espanhol e um em francês. Na rádio USP, são veiculados os programas Pesquisa Brasil (semanal) e o Clipping Pesquisa (diário). Todo o trabalho é desenvolvido por uma equipe de 11 jornalistas fixos, três profissionais de design e 2 fotógrafos, comandados pela diretora de Redação Mariluce Moura. Para ela, o número 200 representa ?uma experiência vitoriosa e extremamente interessante no campo do jornalismo científico e da divulgação científica, em nosso país, o percurso feito pela publicação, primeiro, desde esse ponto inicial [em 1995, quando ainda se chamava Notícias Fapesp] até transformar-se, em outubro de 1999, na revista Pesquisa Fapesp?. Outro marco na trajetória da revista, segundo Mariluce, aconteceu em março de 2002, quando passou a ser também vendida em bancas e por assinaturas. Até então, a distribuição era dirigida a pesquisadores de São Paulo e custeada exclusivamente pela própria Fapesp. ?Editorialmente, ela passa a mirar aí a produção de ciência e tecnologia do País e não mais os resultados da pesquisa paulista. E vale a afirmação até o presente, quando a revista se afirma como um veículo de grande impacto, referencial da divulgação científica no Brasil. O que temos de original em todo esse caminho é a construção de um veículo rigorosamente jornalístico dentro de uma instituição pública, uma agência de fomento à pesquisa científica. Estamos, portanto, falando de uma publicação que exigiu desde o começo um diálogo fecundo entre o grupo de jornalistas que seria responsável pelo produto e os dirigentes da instituição, todos originários da comunidade científica e, além disso, com o claro respaldo dos pesquisadores de São Paulo?, afirma Mariluce. Ela também atribui o sucesso da revista a um nicho não preenchido no mercado desde a extinção da Revista Brasileira de Tecnologia, em 1989: ?Experiência anterior semelhante, a RBT, publicada pelo CNPq a partir de 1982, havia sido descontinuada em razão do confisco da poupança e do bloqueio de grande parcela das contas correntes, que desordenaram toda a economia no início do governo Collor. Então, já havia um espaço vazio a ser ocupado?. ?Em paralelo, a Fapesp entrara numa fase de grande dinamismo no começo dos anos 1990 e isso, somado a outros fatores, impulsionaria bastante a expansão da pesquisa científica em São Paulo. O País também estava em processo de aperfeiçoar a democracia, o que implicava a necessidade de prestar contas à sociedade do que se faz com os recursos do contribuinte aplicados em pesquisa de ciência e tecnologia. No caso particular da Fapesp, 1% das receitas tributárias do estado constitucionalmente são aplicadas em seu orçamento para o apoio à pesquisa em todas as áreas do conhecimento; E divulgar o que resulta disso para toda a sociedade é uma obrigação da Fundação, faz parte de sua missão. Tudo isso não bastaria para o sucesso da revista se não tivéssemos encontrado um modelo editorial capaz de tornar extremamente atraentes as reportagens baseadas em fatos produzidos no campo da ciência e da tecnologia?, completa. Mariluce aponta como diferencial da revista o ?link indissolúvel entre o rigor das informações e alta qualidade jornalística dos textos, para apresentar, como nenhum outro veículo nacional, um panorama abrangente do que se passa no campo da produção de ciência e tecnologia no País. Pesquisa Fapesp traz furos jornalísticos, resultados de pesquisas que só meses depois estarão frequentando outros veículos, aponta novas tendências e mostra que a ciência é um processo permanentemente aberto de criação de conhecimento, resultante de uma prática que exige sujeitos altamente bem formados para levá-la adiante, o que talvez ajude a ampliar de forma consistente a cultura científica em nosso País e a despertar vocações. O que impressiona na revista é que 99% de seu público leitor, de acordo com pesquisa Datafolha elaborada no final de 2011, a qualifica como boa e ótima. Portanto, a revista goza de imensa (e justa) credibilidade?. A edição 200 chegará às bancas em outubro, com 150 páginas e brindes especiais, como um DVD com os dez melhores vídeos de divulgação científica produzidos a partir de reportagens da revista.
MJ Macedo lança A espetacular vida da Morte
O romance de estreia de MJ Macedo conta a história de Horácio Portobello, um jornalista atrapalhado que se torna vendedor de cachorro-quente após cobrir uma pauta ?bombástica? envolvendo ninguém menos que… a filha de seu chefe! Na nova profissão, porém, Horácio se vê diante de uma possibilidade de furo de reportagem quando a Morte, em pessoa, aparece à sua frente pedindo um ?dogão duplo?. Em entrevista ao Portal dos Jornalistas, MJ ? como gosta de ser chamado ? fala sobre a inspiração para escrever seu primeiro romance, carreira e suas múltiplas habilidades, que vão do Jornalismo à Publicidade, passando por quadrinhos e arte-finalização. Portal dos Jornalistas ? A espetacular vida da Morte é seu primeiro romance. Como o definiria em uma palavra? MJ Macedo ? Eu o definiria como “lúdico”. Sempre o enxerguei assim: como uma grande brincadeira. Me diverti muito ao escrevê-lo e queria que os leitores tivessem a mesma sensação ao lê-lo. Portal dos Jornalistas ? Já havia rabiscado alguma coisa de romance antes? Por que resolveu enveredar por esse estilo? MJ ? Sempre gostei de contar histórias, desde que me dou por gente. Passei grande parte da minha adolescência escrevendo roteiros, contos, anotando ideias e pensando em como poderia colocá-las em prática. A ideia do livro surgiu naturalmente e creio que reflete muito do que sou e do que gosto como público. Portal dos Jornalistas ? Em quem se inspirou para criar Horácio? MJ ? A proposta inicial era que apenas a Morte fosse a personagem principal. Ela tinha aquele jeito inocente de enxergar qualquer situação, por mais bizarra que fosse, com uma naturalidade absurda. E uma falta de entendimento absoluto sobre coisas simples e rotineiras, do mundo “mortal”. Porém, conforme fui desenvolvendo a história, vi que o Horácio ganhava uma importância cada vez maior, dividindo o papel principal com a Morte. Portanto, ele deveria ser engraçado por si só. Logo me vieram à mente as antigas comédias do [ator britânico] Peter Sellers. Não só o inspetor Clouseau de A Pantera Cor de Rosa, mas também alguns outros personagens dele, como o Hrundi V. Bakshi de Um convidado bem trapalhão. Dali tirei o DNA principal do Horácio, com uma pitada de Jerry Lewis [comediante e diretor norte-americano]. Portal dos Jornalistas ? Alguma vez, em seu trabalho, envolveu-se em uma confusão parecida com a de Horácio? MJ ? Muitas vezes. Creio ter uma aptidão natural para atrair situações constrangedoras (risos). Eu, assim como Horácio, sou muito distraído e isso já me colocou em episódios bem complicados. Portal dos Jornalistas ? Por exemplo? MJ ? Certa vez, nem tão distante assim, minha mãe, que mora no interior, estava fazendo uma limpeza na garagem dela e achou uma réplica de arma que eu tinha quando era moleque. Daquelas que atiravam bolinhas de pressão de plástico. Nem me lembrava que tinha mais aquilo. Conversando com um amigo, ele perguntou se eu podia dar a réplica para ele. Concordei e, quando fui visitar minha mãe, peguei a tal arma de brinquedo e coloquei na mochila. Na volta, tinha que ir para um congresso em um hotel de luxo, aqui em São Paulo, e, devido ao trânsito na entrada da cidade, não tive tempo de passar no meu apartamento. Estava no saguão principal, atrasado, apressado, procurando meu crachá e, compenetrado, falando ao telefone com meu chefe, resolvendo um problema bem sério. E, nessas, puxei a arma da mochila, pra desenroscar o cordão do crachá preso nela. Juro que demorei alguns momentos para entender porque todos aqueles gringos, paranoicos com terrorismo e essas coisas, começaram a se jogar no chão. Fiquei olhando em volta, tentando encontrar o que estava assustando a todos e pensando se ficava parado ali ou me jogava no chão também, enquanto meu chefe gritava, perguntando o porque eu estava mudo. Então me dei conta de onde meu crachá tinha ficado enrolado e porque as pessoas estavam apavoradas. No mesmo instante guardei a réplica de plástico, mas já havia um batalhão de seguranças vindo na minha direção e um estado de histeria ao meu redor. Graças a Deus, antes de ser morto pelos seguranças do local consegui explicar o malentendido e entrar no congresso. Mas todo mundo ficou me olhando estranho o resto da tarde (risos). Portal dos Jornalistas ? Você é um profissional de muitas habilidades. Consegue eleger uma favorita? MJ ? É difícil. Sempre fiz tudo com muito amor e afinco. Mas acredito que minha maior paixão é criar histórias e gerar ideias. Não importa como. Seja em palavras, desenhos ou qualquer outra forma. Nada dá mais prazer que ver uma proposta concretizada. Portal dos Jornalistas ? O que veio primeiro em sua carreira: quadrinhos ou Jornalismo? MJ ?Sempre quis trabalhar com quadrinhos, mas acabei me envolvendo com Jornalismo e Publicidade primeiro. Acho que por serem mercados mais acessíveis, mesmo com toda a competição existente em ambos. Portal dos Jornalistas ? Fale um pouco mais sobre como desenvolveu sua carreira… MJ ? Entretenimento sempre foi meu foco. Gosto muito de trabalhar com isso. Quando era mais jovem passava muito tempo pensando em como entrar na área. Hoje, mesmo ainda sendo um setor bem restrito, é bem mais fácil do que dez anos atrás, por exemplo. Analisando a história de outras pessoas que trabalhavam com entretenimento, percebi que muitos haviam trabalhado antes com Jornalismo, Publicidade ou algum outro setor de Comunicação. Então resolvi trilhar o mesmo caminho. Sempre tive facilidade para aprender a mexer em programas sozinho e isso me garantiu emprego como arte-finalista, em gráfica, enquanto estudava. Aprendi demais sobre a parte técnica de impressão, diagramação, custos etc.. Pouco depois fui chamado para diagramar um jornal e, posteriormente, trabalhar na Redação. Passei um bom período alternando entre Jornalismo e Publicidade/Marketing, em vários locais diferentes. Sempre tive perfil inquieto. Até hoje não sei se é algo bom ou ruim (risos). Como tinha experiência tanto com textos quanto com a parte gráfica, tinha facilidade para transitar de um para o outro e ? ainda bem ? vários convites de trabalho. Durante todos esses anos, paralelamente, estudava sobre mercado de entretenimento e aprimorava minhas técnicas de desenho e escrita. Além de preencher minhas horas vagas com trabalhos menores para algumas editoras e produtoras. Em 2010 julguei já ter know-how suficiente e um bom portfólio para me dedicar integralmente aos quadrinhos e à concept art. E isso foi um passo muito importante. Embora seja bem puxada a rotina de um quadrinista, trabalhar por conta própria me deu a liberdade que sempre quis para me dedicar a projetos pessoais e colocar em prática os planos de anos. Portal dos Jornalistas ? Você também fez a adaptação de Cidade de Deus do cinema para o HQ. Como foi a experiência? Já havia feito algum trabalho semelhante? MJ ? Trabalhar com o Fernando Meirelles e o pessoal da O2 [Filmes] é um experiência maravilhosa. O Fernando, sempre digo, é um amor de pessoa. Humilde, gentil, atencioso e extremamente flexível. Não houve, em momento algum, imposições ou restrições. Tive liberdade, do início ao fim, para sugerir o que quisesse e defender minhas convicções do que seria melhor para o projeto. Eu nunca havia adaptado antes um filme e foi algo desafiador. Fazer essa conversão entre dois formatos tão distintos é mais complexo do que parece. Você deve manter-se fiel à obra original, mas saber os momentos corretos de intervir e modificar as cenas e diálogos para que se adapte bem às HQs. Em momento algum eu poderia perder o tom narrativo do Fernando. Era uma história dele, não minha. Era a voz dele que deveria permanecer ativa, ou seria só mais uma adaptação do livro, e não do filme. Portal dos Jornalistas ? Tem novos projetos à vista? MJ ? Estou envolvido em vários projetos no momento, inclusive um nacional bem grande e um europeu, que é algo que me dará muito orgulho, quando puder contar mais. Infelizmente são contratos bem engessados em termos de sigilo. Estou, também, preparando há um ano e meio um canal de animação de humor com personagens meus. Tem uma proposta diferente, que consegue agradar a crianças e adultos. Inicialmente será divulgado no youtube, para disseminação mais rápida. Mas já estamos negociando histórias em quadrinhos e álbuns de luxo, produtos franqueados e iniciando conversas com alguns canais por assinatura. O bom é que hoje em dia tenho acesso a essas pessoas com mais facilidade. Recentemente fechei contrato com uma editora americana de quadrinhos para a publicação de cinco títulos voltados para o publico adulto, com personagens meus. São histórias de super-herói, ficção e terror, com um toque muito particular. Conversando com o editor, adiamos para 2013, para conseguir conciliar com a minha agenda e a dos artistas que convidei para o projeto. E, para finalizar, a ideia é publicar mais três livros ano que vem, também pela Gutenberg. Um segundo livro da Morte, que é uma história independente e não uma continuação, e outros dois de fantasia. É uma saga que cultivo com carinho faz bastante tempo e só não desenvolvi melhor antes porque queria algo realmente diferente do que o pessoal tem feito por aí. Sem elfos, fadas, anões, lobisomens, vampiros e toda essa mesmice. Já tenho grande parte desse material pronto. A ideia, a longo prazo, é só ficar com meus personagens e projetos. Desenvolver um negócio sólido de entretenimento em torno disso. E, em algum momento dessa maluquice toda, descansar um pouco e, se der, dormir (risos).SERVIÇOLivro A espetacular vida da Morte, de MJ MacedoEditora: GutenbergNúmero de páginas: 248Preço: R$ 34,90 Disponível para compra aqui.
Paulo Mancha D?Amaro lança Guia Futebol Americano 2012/2013
Já está disponível na internet ? e em breve nas bancas ? a terceira edição da revista-guia Futebol Americano ? Especial 2012/2013 (Emporium de Ideias). Com produção de Paulo Mancha D?Amaro e colaboração de Eduardo Galvão Zolin, a publicação traz as novidades da próxima temporada da NFL, principal campeonato de futebol americano dos Estados Unidos. São 100 páginas reunindo matérias e artigos, as regras e um resumo da história da competição. A publicação traz ainda uma reportagem sobre os bastidores do último Super Bowl (final do campeonato da NFL) e a difusão do esporte no Brasil, com a criação de duas importantes ligas nacionais. Participam como colunistas o narrador e apresentador Everaldo Marques e o apresentador e comentarista Paulo Antunes, ambos dos canais ESPN. Com preço de capa de R$ 19,90, o guia pode ser adquirido pelo http://migre.me/aKLeV, com frete já incluso.






