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Isabela Noronha ganha Prêmio Barco a Vapor

Com o original de O garoto que engolia palavras, a mineira Isabela Noronha venceu a nona edição do prêmio de literatura infanto-juvenil Barco a Vapor. A premiação aconteceu na última 3ª.feira (24/9), em São Paulo. Além do adiantamento por direitos autorais no valor de R$ 30 mil, ela terá seu livro publicado na coleção Barco a Vapor de Edições SM. Formada pela UFMG, Isabela participou em 2003 do curso de Focas do Estadão, em cujo site trabalhou em seguida, integrou a equipe fundadora do G1 e foi editora de comportamento da Capricho. O Prêmio Barco a Vapor é uma iniciativa da Fundação SM, que atua em Chile, México, Argentina, Porto Rico, República Dominicana, Colômbia, Peru e Brasil estimulando o aprimoramento de professores, a reflexão sobre educação, além apoiar projetos socioculturais e fomentar leitura e escrita. Ele surgiu na Espanha em 1978 e tem por objetivo descobrir novos autores, estimular a criação literária nacional e propiciar aos jovens leitores o acesso a textos inéditos e de qualidade. A edição brasileira deste ano homenageou a escritora Tatiana Belinky, falecida em junho último. Mais informações em www.edicoessm.com.br.

De papo pro ar ? Lição de mestre

Eu nunca soube dos gostos musicais do antropólogo pernambucano Gilberto Freyre, inclusive porque ele não me deixou saber. Nos fins dos anos 1970, entrevistei o estudioso da cultura popular Luís da Câmara Cascudo, em Natal, RN. Eu era repórter da Folha. Depois segui a Recife para também entrevistar o autor de Casa Grande & Senzala, mas antes de qualquer diálogo ele perguntou: – Meu filho, você conhece a minha obra? Toda, não, eu tentei lhe dizer, mas ele interrompeu: – Quando você ler a minha obra, me procure que lhe darei uma entrevista. E ele morreu sem que eu o entrevistasse.

Líbero Badaró divulga vencedores

Foram anunciados na noite da última 4ª.feira (25/9) os vencedores da 10ª edição do Prêmio Líbero Badaró de Jornalismo, organizado pelo portal e revista Imprensa. Após dez anos de sua última edição, o evento, realizado no Itaú Cultural, em São Paulo, teve apresentação de Rita Lisauskas, âncora do Terra TV, e Celso Zucatelli, da TV Record. Com apoio institucional de Associação Brasileira de Imprensa, Instituto Internacional de Ciências Sociais, Instituto Palavra Aberta e Artigo 19, e patrocínio da Souza Cruz, o prêmio tem 10 categorias, além do Grande Prêmio Líbero Badaró de Jornalismo. Segue a lista de vencedores:   Jornalismo impresso Suruís e a guerrilha do Araguaia (Diário do Pará – PA)              Autores: Ismael Machado e Thiago Araújo   Telejornalismo Juízes ameaçados (Globo News – RJ)   Autores: Rodrigo Carvalho, Ana Terra Athayde, Felipe Martins, Inês Valladão e Egledio Vianna   Radiojornalismo Cidade viciada (Bandnews FM – SP)         Autora: Michelle Trombelli   Webjornalismo Cisternas da discórdia (Portal NE10 – PE); Autores: Mariana Dantas Costa Videira e Wladmir Fernando Martins Paulino   Fotojornalismo Santa Maria – 27/01/2013 (Zero Hora – RS)         Fotógrafo: Lauro Alves   Reportagem Cinematográfica Gramacho (Profissão Repórter / TV Globo -SP) Cinegrafistas: Felipe Bentivegna e Emílio Mansur   Ilustração Millôr e Deus (Jornal da ABI – RJ)          Autor: Quinho   Primeira Página Tragédia da boate Kiss – manifestações um mês depois (Diário de Santa Maria – RS)    Autores: Ananda Delevati, Carolina Carvalho, Deni Zolin, Diogo Brondani, Eduardo Covalesky Dias, Fabiana Sparremberger, Igor Müller, Izaur Monteiro, Juliana Gelatti, Leandro Belles, Lizie Antonello, Lúcio Charão, Maiquel Silva, Manuela Vasconcellos, Marcelo Martins, Marilice Daronco, Mauricio Dias, Michelle Teixeira, Nícholas Fonseca, Paulo Chagas, Paulo Ricardo Silva, Rafael Sanches, Rodrigo Ricordi, Rogério Giaretta Jr, Rômulo D`Avila, Silvana Silva, Tatiana Dutra, Thaise Moreira e Ticiana Fontana Fotógrafos: Camila Santos, Claudio Vaz, Eduardo Ramos, Fernanda Ramos, Fernando Ramos, Germano Rorato Jean Pimentel e Ronald Mendes   Jornalismo Universitário Peixe roncador (TV UNIFOR e TV Diário – Universidade de Fortaleza/CE)   Autores: Waleska Santiago, Fabiane de Paula e Rafa Gomes   Cobertura internacional Uma histórica sucessão no Vaticano (Correio Braziliense – DF) Autor: Diego Amorim   Grande Prêmio Líbero Badaró de Jornalismo Coletânea da guerra no Afeganistão (O Estado de S. Paulo – SP) Autora: Adriana Carranca  

Câmara Municipal de São Paulo aprova voto de júbilo pelos 18 anos de J&Cia

Em função do transcurso do 18º aniversário do Jornalistas&Cia, o vereador paulistano Gilson Barreto (PSDB) proferiu em 16/9 um Voto de Júbilo e Congratulações para homenagear o informativo, “em reconhecimento aos excelentes serviços prestados pela publicação”. Segundo José Paulo Lanyi, assessor de imprensa de Barreto, “graças ao empenho coletivo do nosso gabinete, o vereador conseguiu, em apenas 24 horas, recolher as assinaturas de mais da metade dos vereadores, quantidade mínima necessária para que o voto fosse proferido. A iniciativa teve, também, o pronto apoio do meu chefe de Gabinete, o nosso colega jornalista Matias Quintino, que já foi repórter da Rádio Bandeirantes e admira muito o trabalho do J&Cia”. Em seu site, o vereador destacou “o profissionalismo e a correção” do informativo.

Montezuma Cruz retorna a Brasília para concluir seu livro

Montezuma Cruz ([email protected] e 67-9933-2605) deixou há alguns dias a editoria de Opinião do Correio do Estado, de Campo Grande (MS), onde estava desde fevereiro de 2011, e retornou a Brasília para se dedicar à conclusão do seu livro Do jeito que vi, em que lembra aspectos das redações do século passado e alguns fatos que cobriu em sua trajetória profissional. Ele atuou em veículos de Presidente Prudente (SP), Campo Grande (MS), Dourados (MS), Cuiabá (MT), Porto Velho (RO), Manaus (AM), São Luís (MA), Maringá (PR), Foz do Iguaçu (PR) e Brasília (DF). Durante dez anos, trabalhou para O Globo, Jornal do Brasil e Folha de S.Paulo em Cuiabá, Porto Velho e São Luís. Foi um dos editores do jornal Porantim (do Cimi), em Manaus, e em Brasília foi redator de Cidades no Jornal de Brasília. Também no DF, assessorou durante seis anos (1999-2004) o então senador Amir Lando, depois ministro da Previdência Social, atualmente deputado federal.

Alexandre Machado troca as manhãs pelas tardes na Cultura FM

Alexandre Machado despediu-se nesta 4ª.feira (25/9) do programa Começando o dia, que nos últimos dois anos e meio apresentou diariamente, de 8h às 9h, na Cultura FM. Acostumado a levantar de madrugada para preparar o roteiro, ele agora ganhará algumas horas de sono nas suas manhãs. Na próxima 2ª.feira (30/9), ele passa a apresentar o De volta pra casa com Alexandre Machado, que sucederá o Estúdio Cultura, ancorado por Gilson Ribeiro. Este, aliás, atuará ao lado de Alexandre no De volta pra casa, que também poderá ganhar o reforço de Letícia Holanda, na produção – ela que vinha cuidando do Começando o Dia. A mudança se completa com o retorno de Salomão Schwartzman ao Jornalismo da Cultura FM, cerca de quatro anos depois de sua saída. Ele pilotará o Diário da Manhã, que esteve no ar por muitos anos e saiu numa das trocas de presidente da Fundação Padre Anchieta. Salomão estreia na 3ª.feira, dia 1° de outubro.

Brasileiros ganha caderno Literatura

A revista Brasileiros lançou na edição deste mês o caderno Literatura, editado por Daniel Benevides. “Queremos que seja um espaço de referência para quem deseja se informar sobre literatura”, diz ele. “Por isso, buscamos uma certa abrangência. Sempre haverá uma entrevista com algum autor relevante, como o Ricardo Lísias, entrevistado no primeiro caderno.Há a seção Mundo Digital, que dá dicas de aplicativos, sites, blogs e até games ligados ao universo literário, além de sugestões de livros que podem ser baixados de graça. 1000 Palavras é o nome de uma seção que vai sempre mostrar uma imagem curiosa, rara, artística ou inusitada que tenha relação com livros, bibliotecas, design e autores. Também vamos procurar oferecer ao leitor contos, poemas e trechos inéditos de livros. Na seção 4×4 são analisados quatro livros que têm algo em comum; já em Aforismo sem Fio escolhemos uma frase e pedimos a três pessoas diferentes que a interpretem. Além disso, sempre daremos críticas mais aprofundadas, três páginas de dicas rápidas (Os Imperdíveis) e matérias contemplando assuntos do meio da escrita, ficcional e ensaística”. Formado em Arquitetura pela USP, Daniel – que também escreve para Serafina – é um “jornalista de prática” desde os 16 anos, quando escrevia para o Primeiro Toque (Brasiliense), editado por Luis Schwartz. Também passou pelas revistas Bizz e Set, pelo Jornal da Tarde e pela MTV, onde esteve por dez anos e atuou como diretor, roteirista e VJ. Foi ainda diretor e roteirista de TV Cultura e Rede TV; colunista de Literatura do UOL por sete anos, e colaborador de Guia de Livros (Folha de S.Paulo), Bravo e Vogue.

Eliane Brum deixa Época

Depois de mais de quatro anos (duzentas e trinta e três 2as.feiras) Eliane Brum despede-se da revista Época, em verdade do site, para o qual passou a escrever quando que deixou o dia a dia da redação impressa. Seu último texto – Três histórias reais e uma despedida – foi publicado no site da Época na última 2ª.feira, 23 de setembro. Ela agradeceu aos leitores, mas não detalhou os motivos de sua saída. A Jornalistas&Cia disse acreditar que encerrou um ciclo: “Foi uma decisão difícil, mas necessária. Continuarei escrevendo, sempre. E darei notícias dos meus livros, reportagens, documentários e outros projetos e espaços de escrita”. Quanto a abrir um canal próprio na internet, diz apenas que está “pensando sobre isso”. Dona de um dos mais brilhantes textos da imprensa brasileira, Eliane liderou o Ranking Jornalistas&Cia dos Mais Premiados Jornalistas Brasileiros de Todos os Tempos em 2011 e ficou em 2º lugar no de 2012, atrás apenas de José Hamilton Ribeiro.

Parte da redação do Diário do Pará está em greve desde 20/9

Empresa e Sindicato divergem quanto a fatos e números da paralisação Está em greve desde a última 6ª.feira (20/9) parte das redações do jornal Diário do Pará e do Portal Diário Online, empresas do Grupo Rede Brasil Amazônia de Comunicação, do senador Jader Barbalho (PMDB/PA). Dentre as principais queixas estão salário de menos de R$ 1 mil brutos, abaixo do que hoje é acordado com o concorrente O Liberal (de R$ 1.908,25), a falta de um plano de carreira e as precárias condições de trabalho, que, segundo os profissionais, implicam problemas como falta de água potável para consumo, banheiros sem produtos de higiene pessoal, veículos em mau estado de conservação e falta de computadores nos horários de fechamento. As negociações para um acordo entre direção da empresa e jornalistas vêm-se arrastando desde abril, quando, segundo Sheila Faro, presidente do Sindicato dos Jornalistas do Pará, a entidade teria encaminhado as propostas à direção do Grupo, sem que esta tenha-se pronunciado “devidamente” a respeito: “Chegamos a levar o caso para a Superintendência Regional do Trabalho e ao Ministério Público do Trabalho para que intermediassem, mas a empresa nunca enviou para as reuniões alguém que tivesse poder de decisão para efetivamente solucionar ou discutir os problemas”. Por conta dessa movimentação, a empresa teria ainda dispensado recentemente o repórter do caderno Você Leonardo Fernandes, “como retaliação à iniciativa de reivindicar melhorias para os profissionais da casa”. Em entrevista a este Portal dos Jornalistas, Gerson Nogueira, diretor de Redação do Diário, acredita que parte das reinvindicações foi feita apenas com o intuito de chamar atenção ao caso: “O real problema envolve o piso salarial e outras questões correlatas, como banco de horas e carga horária. Era uma negociação que estava em andamento e já havíamos inclusive feito uma primeira proposta de R$ 1,3 mil para jornalistas iniciantes, mas acabou que não chegamos a um acordo e eles decidiram pela greve, alegando que a empresa estaria sendo intransigente. Apesar dessas reclamações, nossa média salarial hoje é de R$ 2,6 mil, superior inclusive à de cidades como Salvador e Recife”. Sobre os problemas de estrutura ele explica: “São problemas muito pontuais, até porque temos implantada aqui dentro a CIPA, responsável por fiscalizar qualquer tipo de questão dessa natureza. Atualmente estamos instalados em um prédio de oito andares, muito bem equipado”. Duas reuniões foram realizadas antes de deflagrada a greve, uma na 5ª.feira (19/9) e outra instantes antes da paralisação, no dia seguinte. Entidade e direção divergem também em relação ao número de profissionais paralisados. Segundo o Sinjor-PA, aproximadamente 80% dos cerca de 60 profissionais registrados na empresa teriam aderido, enquanto números da direção do Grupo dão conta que dos 126 jornalistas registrados pelo jornal (32 deles no interior do Estado), apenas 22 teriam parado, enquanto na redação online esse número seria de nove dos 31 jornalistas contratados. Tanto impresso quanto online continuam com suas circulações inalteradas. Segundo Nogueira, a direção do jornal tem-se colocado à disposição de nova discussão, o que a presidente do Sindicato nega: “Hoje (24/9) iremos protocolar um ofício com a ata da primeira reunião e reforçar o pedido para que a direção do jornal nos receba para uma conversa. Não estamos pedindo muito, apenas que respeitem questões básicas de direitos humanos e o trabalho do jornalista. A infraestrutura lá é desumana e a questão salarial é uma das piores do Estado. Eles clamam ser a empresa mais premiada do Pará, e realmente ganham muitos prêmios, mas isso não é revertido aos jornalistas. Não queremos agradecimento, queremos é dinheiro no bolso. Agradecimento não paga as contas de casa e nem aquela cervejinha no fim do mês a que todo mundo tem direito”, protesta. A campanha do Sindicato, intitulada Jornalista Vale Mais, recebeu ainda nesta 2ª.feira (23/9) o apoio do diretor do Departamento de Relações Institucionais da Fenaj José Carlos Torves, que viajou até Belém para acompanhar as negociações: “Esses trabalhadores estão dando exemplo para o Brasil inteiro. Com certeza serão os protagonistas de uma história que mudará os rumos do jornalismo brasileiro. Esse movimento vai desencadear uma série de mobilizações da categoria em outros Estados”. Pauta de reivindicações Integram a pauta de reinvindicações que foi entregue à direção do Grupo RBA o aumento do piso salarial para R$ 1.908,25, valor que hoje é aplicado na redação de O Liberal, principal jornal concorrente; estabelecimento de um Plano de Cargos, Carreira e Remuneração; instituir tíquete-alimentação de R$ 253,25 mensais; reintegração do repórter Leonardo Fernandes ao quadro do jornal; que seja incluído no acordo coletivo o início de uma discussão com a direção para a construção de uma proposta de Participação nos Lucros e Resultados; igualar as remunerações de quem trabalha no interior do Estado com quem trabalha em Belém; e o fornecimento de equipamentos de segurança para todos os jornalistas que fazem cobertura policial, incluindo os que cobrem somente em escalas. Carta aberta Confira a seguir a íntegra da carta aberta que os profissionais em greve encaminharam à direção do Grupo RBA no dia 20 e na qual explicam suas posições: “Nós, jornalistas do Diário do Pará e do Diário Online (DOL), com o apoio do Sindicato dos Jornalistas do Pará (Sinjor), declaramos à direção do grupo RBA de Comunicação que estamos em franca campanha por melhores condições de trabalho, remuneração, pelo fim da superexploração da nossa mão de obra, da intimidação e assédio moral que enfrentamos diariamente. Exigimos a abertura imediata das negociações entre a direção desta empresa e seus trabalhadores para a avaliação da nossa pauta de reivindicações, anexa a esta carta. Também exigimos a imediata interrupção dos processos de demissão em curso e todo tipo de retaliação a funcionários que se manifestam a favor de melhores condições trabalhistas. Informamos aos diretores desta empresa e a todos os colegas jornalistas, de todos os veículos de comunicação do Pará e do Brasil, que não ficaremos mais calados diante de todas as atrocidades que enfrentamos para realizar nosso trabalho. Nenhum de nós se conformará com um salário líquido que não chega a mil reais, com as frequentes horas extras nunca pagas, com cadeiras e computadores sucateados, que prejudicam nossa saúde com cada vez mais gravidade, com a falta até mesmo de água potável na copa e de papel higiênico nos banheiros. Nenhum de nós reproduzirá novamente o discurso de que “é normal o jornalista trabalhar muito e ganhar pouco”. Uma miséria, na realidade. Não é normal! Não deixaremos mais que nosso sofrimento como trabalhadores seja ocultado por todos os prêmios conquistados a duras penas e que fazem o Diário do Pará se autointitular como “o jornal mais premiado do mundo”. Estamos aqui para denunciar que essas conquistas se devem ao suor de homens e mulheres que sequer ganham o bastante para se alimentar com decência todos os dias do mês. Tampouco deixaremos que a ameaça de demissão e o assédio moral voltem a calar qualquer um de nós. Com o Sindicato dos Jornalistas do Estado do Pará (Sinjor) em nossa retaguarda, denunciaremos toda tentativa de desrespeito à nossa dignidade como seres humanos e trabalhadores. Defenderemos aguerridamente todas as reivindicações contidas em nossa pauta e não arrefeceremos nem nos intimidaremos até que haja uma negociação efetiva entre a direção desta empresa e seus funcionários, com ganhos reais para nossa categoria. Usaremos de todos os instrumentos trabalhistas, políticos e jurídicos para que nossa causa nunca mais volte a ser ignorada. À sociedade em geral, que diariamente consome a informação que nós produzimos, reafirmamos o compromisso com a qualidade do nosso trabalho, porque entendemos que a informação séria, produzida com responsabilidade, é a base para a sociedade democrática que todos desejamos construir. Conclamamos a todos os colegas de profissão, trabalhadores, estudantes, movimentos sociais e sindicais para que nos ajudem a ampliar nossa voz diante de todas as mazelas aqui expostas. Queremos que a família Barbalho entenda que o compromisso com a informação de qualidade não pode ser menosprezado e, com isso, se disponha a garantir um mínimo de condições decentes para que seus funcionários cumpram com sua função social de informar bem a nossa população.”

Estudantes da FAPSP lançam revista sobre Comunicação

Os alunos dos cursos de Jornalismo, Publicidade e Propaganda, Rádio, TV e Internet da Faculdade do Povo, acabam de lançar a Infiltrados, revista digital que servirá como laboratório para alunos dos últimos anos e que aborda temas relacionados ao mercado de Comunicação. Dentre os destaques do primeiro número, a revista traz entrevistas com Audálio Dantas (Negócios da Comunicação), João Wainer (TV Folha) e Fábio Seidl (Ogilvy). A coordenação do projeto é da professora Patrícia Paixão, que também encabeça o projeto do livro Mestres da Reportagem, lançado no final de 2012, também em parceria com os alunos da instituição. Integram o expediente desta primeira edição o editor-chefe André Luiz Guimarães; os repórteres e redatores Alexandre Moreira, André Guimarães, Bruna Santiago, Cleusa Santos, Daniel Pereira da Silva, Edson Silva, Élcio de França, Erick Guedes, Evandro Miguel, Fernanda Barbosa, Glaudston Forde, Juliano Ramos, Júlio Basílio, Karina Martins, Marcos Aurélio Barbosa, Marcos do Nascimento, Odair Ramos, Paulo César Souza, Roberto Carlos Gonçalves, Sérgio Marcelo e Vagner Souza; as colaboradoras Daniela Gualassi e Jessica Tamyres dos Santos; e os fotógrafos Bruna Santiago, Edson Silva, Juliano Ramos, Júlio Basílio, Marcos Aurélio Barbosa, Paulo César Souza, Roberto Carlos Gonçalves e Vagner Souza.

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